terça-feira, 31 de outubro de 2023
FC Arouca 0-2 SL Benfica: travessura de Di María, doçura de Arthur Cabral
domingo, 29 de outubro de 2023
Mãos nos bolsos não mudam caminhos
sábado, 28 de outubro de 2023
SL Benfica 1 - Casa Pia 1
sexta-feira, 27 de outubro de 2023
Como ultrapassar o mau momento? Qual o seu 11?
Todos somos treinadores de bancada.
Todos acabamos por ter uma opinião sobre quem devia ou não ser titular ou sobre quem devia ou não entrar mais tarde.
Os jogos de Manager tornaram isto ainda mais complicado para o futebol do mundo real, pois as opções muitas vezes são tomadas mediante o valor teórico (ou os valores de cada skill no jogo) e não tanto pela forma como cada jogador realmente se tem comportado em campo.
Vejamos o exemplo do Florentino.
Tenho lido muitos benfiquistas falarem do Florentino como o "salvador da pátria" ou como a peça fundamental que está a faltar no nosso meio campo. Em teoria, até seria. Na prática, não.
Florentino não evoluiu o suficiente para ser dono daquele lugar.
Com 24 anos, já devia ter explodido quer em qualidade quer em evolução física, mas continua a revelar as mesmas insuficiências que revelava há 2 ou 3 anos.
Pouca qualidade de passe e transporte de bola. Um 6 numa equipa como o SL Benfica tem que saber levar a bola no pé. Ele não tem esse dom.
Outro aspecto fundamental para ser um 6 é a capacidade de choque e o poder físico. Florentino continua o mesmo lingrinhas que era há 3 anos. Não ganhou massa muscular ou arcaboiço e não consegue compensar tal situação com um centro de gravidade mais forte.
O Aursnes, por exemplo, não tem também propriamente um corpo muito musculado, mas compensa isso pelo seu posicionamento e pela forma como ataca as jogadas.
Ora, na realidade não temos um 6 à altura do que precisamos e até Janeiro não o teremos. Por isso há que trabalhar com o que há.
E trabalhar é o ponto chave!
Faltam rotinas que se vejam na equipa. Compensações, apoios na construção ou fecho de linhas de defesa.
Na fase atacante, não cabe na cabeça de ninguém que tenhamos em campo um avançado/ponta de lança e que o mesmo ande a fazer sabe-se lá o quê encostado à linha, como passamos a vida a ver.
Faltam claramente rotinas em que os laterais ou quem apanha a bola na safe adiantada do campo olhe logo à procura do avançado e que o mesmo se desmarque, com apoio de um ou outro colega nas movimentações. Não temos nada disso.
E sem treino de rotinas, NADA VAI RESULTAR.
Portanto, e fazendo aqui um exercício teórico, eu apostaria no seguinte 11:
Trubin
Bah, António Silva, Otamendi e Bernat
Aursnes
João Neves, Kokcu e Di Maria
Cabral e Musa
Acho que já chega de jogadores que não são carne nem peixe, como Rafa ou Gonçalo Guedes.
Servem quando jogas em contra-ataque puro, ou para reagir numa segunda parte. De resto são balas perdidas a maior parte do tempo pois não temos referências no último terço do campo enquanto eles andam a brincar na areia.
Isto, claro, é apenas um exercício para todos pensarmos um pouco sobre como o plantel, embora não tenha as peças todas que queríamos, oferece outras opções que não sempre jogar da mesma maneira.
E vocês?
Acham que falta treino? Que 11 escolheriam?
quarta-feira, 25 de outubro de 2023
Reunião chave entre Rui Costa, Lourenço Coelho e Roger Schmidt
SL Benfica 0-1 Real Sociedad: Quem os viu e quem os vê...
Ontem assistimos a mais uma noite de Liga dos Campeões para esquecer no Estádio da Luz. O SL Benfica voltou a perder na liga milionária, desta vez frente à Real Sociedad (0-1), continuando assim sem conseguir pontuar e, consequentemente, ocupando o último lugar do grupo.
São dados que surpreendem quem na época passada viu nesta mesma competição uma equipa de chama bem acesa, ambiciosa, com garra e sem medo de enfrentar os que se foram cruzando no seu caminho, que encarou olhos nos olhos os tubarões do seu grupo (PSG e Juventus) convidando-os a ver refletido no seu olhar a sua vontade de conquistar o primeiro lugar. E ao recordamos tudo isto inevitavelmente questionamos: onde está este Benfica? Perdeu-se completamente a identidade daquela temporada, vá-se lá saber porquê...
Sair derrotado de mais um jogo, o terceiro nesta edição da UCL, é obviamente motivo de preocupação para os encarnados, não só por tornar quase impossível a sua permanência nesta competição, mas também por deixar claro que o conjunto treinado por Roger Schmidt continua a apresentar-se muito previsível, passivo, pouco organizado e a cometer muitos erros dentro de campo. E como se tudo isto já não fosse suficientemente alarmante acrescenta-se ainda o facto de, em finais de Outubro, o Benfica ainda não ter tido a capacidade de se encontrar e de, por isso, estar bem distante de alcançar o seu melhor nível.
Forte entrada no jogo, com alguma agressividade e boas circulações de bola, com o intuito de assumir um papel dominador desde o primeiro minuto. Idealizei esta frase quando pensei numa equipa que ia jogar em casa e que precisava de vencer para manter vivo o sonho europeu, pois era o mínimo que se exigia. Porém, a mesma não retrata a postura do SL Benfica, mas sim do seu adversário de ontem que se mostrou extremamente confortável no relvado da Luz, como se jogassem no conforto do seu lar. Arrisco-me a dizer que a atitude dos jogadores foram o espelho das palavras dos seus treinadores: de um lado a tranquilidade de quem, numa conferência de antevisão a um jogo da Liga dos Campeões, achou por bem afirmar que os jogos mais importantes são contra o FC Porto, do outro lado as ganas de conquistar os três pontos de quem sempre assumiu que ia a Lisboa para vencer.
Bem organizada no terreno e dona da bola a maior parte do tempo a Real Sociedad foi fazendo o que quis frente a um Benfica adormecido, com notórias dificuldades em reagir à pressão e sem criatividade para dar a volta à narrativa. Das poucas vezes que teve bola no pé a equipa de Schmidt não soube o que fazer e acabou por criar apenas uma ou outra situação de perigo na frente. Chegar ao fim da primeira parte com o nulo no marcador, graças à má definição dos bascos, foi provavelmente o ponto alto da noite dos encarnados...
Logo ao intervalo o técnico alemão mexeu no jogo e lançou Kokçu, quiçá por acreditar que seria a peça ideal para criar ligação entre os setores, e Arthur Cabral, para os lugares de João Mário e Musa, respetivamente, mas tais alterações não surtiram efeito positivo na equipa e o Benfica continuou exposto ao domínio dos espanhóis, fazendo da segunda parte uma réplica da primeira. Na Champions não se perdoa e exibições fracas pagam-se caro, como comprova o golo solitário de Brais Mendéz, ao minuto 63, suficiente para dar a vitória à Real Sociedad e deixar os de Roger Schmidt com um pé fora da competição. O que, diga-se de passagem, acaba por ser o mais justo para uma equipa que até ao momento não mostrou que merece jogar na Europa.
O resumo da caminhada europeia não é, portanto, favorável: três jogos, três derrotas, quatro golos sofridos, zero golos marcados. Ainda não acabou...E se nos próximos três encontros da UCL o Benfica continuar desnorteado e com a mesma postura apática não terá nem o consolo da Liga Europa.
terça-feira, 24 de outubro de 2023
SL Benfica derrotado
SCBraga: Já alguém se interessou em entender o "esquema"?
A Qatar Sports Investments (QSI) anunciou o reforço de 21,67% para 29,60% do capital da SAD do SCBraga. Depois de adquirir as acções de Joaquim Oliveira, agora compraram mais 5,3% de acções "no mercado".
Neste momento, estão a apenas 7,4% de ser o maior accionista da SAD, dado que o SCBraga tem apenas 36,99%. Ora sabendo que 17,04% estão na mão de um accionista misterioso que ninguém sabe quem são... e depois há 16,37% em "outros accionistas"... o risco de reforço destes 7,5% é BRUTAL!
Portanto, actualmente o SCBraga está em risco de perder o controlo da SAD, um clube em ascensão tremenda no futebol profissional, com uma ambição de em breve se intrometer na luta pelo título, que tem dinheiro a entrar... que construi infrastruturas ao nível dos grandes... e aparentemente ninguém se interessa pelo tema...
Não interessa aos poderes instalados no futebol português "levantar ondas" neste tema, porque esta será também a "tábua de salvação" do FCPorto e exactamente por isso o fortíssimo reforço de compra de acções pelo seu Presidente, que encaixará uma verba elevada no momento da venda.
Em breve, pela mão do "consultor estratégico" Antero Henriques, tanto SCBraga como FCPorto terão fortissimos accionistas estrangeiros.
O SCBraga irá, ao que tudo indica, perder o controlo da SAD
O FCPorto - que detém 75% do capital da SAD poderá manter o controlo, mas libertando uma parcela elevadíssima, sendo pouco expectável que Antonio Oliveira ceda a sua posição, terá que ser também aqui a Olivedesportos (6,68%) e o proprio FCPorto a ceder uma percentagem que se deve colocar nos 25 a 30% ao que haverá que juntar os 1,5% do seu presidente.
Sporting e SLBenfica têm pouco mais de 60% da SAD cada um.
O Sporting tem 30% nas mãos de um accionista a braços com a justiça e que não interfere na SAD, o que pode abrir espaço ao investimento já muito divulgado por parte de Cristiano Ronaldo, podendo porventura ir mais longe do que apenas o capital de Alvaro Sobrinho e ficar também, como o FCPorto com apenas cerca de 50%.
Já no caso do SLBenfica, há apenas 16,95% nas mãos de accionistas potencialmente inestáveis (Luis Filipe Vieira e Jose Antonio dos Santos), tendo a SAD 66,98% e sem expectativas ou antecipação de quaisquer alineação de capital ou entrada de qualquer investidor sequer para o tomar conta dos quase 17% na posse da anterior gestão.
O saneamento financeiro das SAD a norte irá ser feita em breve recorrendo a estes investidores do Qatar e à antecipação, já anunciada, da Centralização dos Direitos Televisivos.
segunda-feira, 23 de outubro de 2023
Sondagem: Quem deve ocupar o lugar deixado vago por Domingos Soares de Oliveira?
Os jornais e os "sinais" vindos do SL Benfica apontam para que Luís Mendes, nome ainda algo desconhecido para a grande maioria dos benfiquistas, seja o escolhido para esse papel tão importante que é gerir o dia a dia da SAD e tomar as rédeas das grandes negociações e estratégia.
Mas:
1) Será o nome adequado?
2) Tem o perfil necessário para conduzir um orçamento de centenas de milhões de euros?
3) Tem capacidade para negociar no mundo do futebol?
4) Tem peso institucional a nível nacional que faça com que a sua voz seja escutada e respeitada fora do SL Benfica?
5) Tem experiência internacional que permita NÃO SER um peixe fora de água quando representar a SAD/Clube?
Além disso, outra situação se coloca, como perguntou o BenficabyGB na semana passada: o lugar de CEO (ou Co-CEO) na SAD é remunerado pois trata-se de uma posição de dedicação a tempo inteiro e em exclusivo.
Ora, sendo vice-presidente do SL Benfica, Luis Mendes não pode ser remunerado.
Se não pode ser remunerado, vive de quê? Que tempo dedica à gestão do SL Benfica? Não tem dedicação exclusiva?
Faz sentido que a gestão da SAD do SL Benfica seja feita de forma NÃO PROFISSIONAL? Voltamos aos tempos de gestão amadora?
O nome de Luís Mendes levanta muitas dúvidas, que deixei no ar nas 5 perguntas que indiquei. Na minha opinião, dificilmente preenche os requisitos necessários. O único que realmente preenche sem margem para dúvidas é o de ser um grande benfiquista.
O SL Benfica, na ausência de um nome óbvio e forte, deveria ter realizado um processo de "head hunting" para preencher tal posição fundamental.
Não o fez e quase que parece que está a deixar assentar o nome de Luís Mendes entre os pingos da chuva. Não me parece ser assim que se gere uma empresa, e o SL Benfica tem a maioria da SAD para a gerir como uma empresa, com o adicional de lá colocar uma pitada grande de amor ao SL Benfica.
Para que não fiquem dúvidas, eu defendo um nome com provas na gestão de orçamentos de milhões, na gestão de Recursos Humanos e com capacidade de liderança e estratégia.
Há no mercado nacional "benfiquista" muitos nomes capazes. Na pior das hipóteses, teríamos que procurar lá fora alguém com ambição, do mundo do futebol ou ligado a ele, e que esteja confortável em viver com as atuais capacidades financeiras do SL Benfica.
E você? O que ou quem defende para o lugar que era ocupado por Domingos Soares de Oliveira?
quinta-feira, 19 de outubro de 2023
Pedro Proença e os direitos televisivos: o Flautista enviado do FC Porto
segunda-feira, 16 de outubro de 2023
FC Porto e SC Braga: o "centralismo" que humilha os nortenhos e goza com o resto do país
quinta-feira, 12 de outubro de 2023
Porto Canal: continua a vergonha com os dinheiros públicos!
O Porto Canal, propriedade do FC Porto, continua a parasitar os dinheiros públicos e a obter vantagens vergonhosas por parte de entidades públicas do norte do país.
Desta vez é a Comunidade Intermunicipal do Douro que em pouco mais de 3 meses oferece quase
80 000 euros sob a capa de "Promoção de Evento".
Ora, quem acompanha as audiências sabe que o Porto Canal não figura sequer nos 20 canais mais vistos da televisão portuguesa, sendo que fica atrás de canais que só passam repetições como a TVI Ficção.
Ora o que leva entidades públicas, com uma RTP PAGA COM OS NOSSOS IMPOSTOS, a subsidiar um canal privado pertencente a um clube de futebol e que não tem audiências relevantes?
Apenas podemos concluir que alegadamente estamos perante um favorecimento ao FC Porto por parte de entidades do norte.
Quando alguém paga ou compra algo muito inflacionado, sabemos que não estamos perante um negócio transparente.
Quando isso envolve dinheiros públicos, merece no mínimo uma investigação por parte das autoridades.
O Porto Canal, só este ano de 2023, já beneficiou de 223 694 Euros de dinheiros públicos de entidades do norte de Portugal.
Sendo que o Porto Canal NÃO É UM CANAL DE SERVIÇO PÚBLICO MAS SIM UM CANAL DE UM CLUBE DE FUTEBOL, temos o direito de questionar o que está por detrás destas centenas de milhar de euros de dinheiros públicos investidos num CANAL DE TELEVISÃO SEM AUDIÊNCIAS.
O que se diria se o mesmo valor fosse aplicado na BTV, se a mesma incluísse uns programas sobre a vida no Seixal?
Ou o que se diria se o mesmo valor fosse aplicado na Sporting TV, se a mesma incluísse uns programas sobre Alcochete?
Sabendo nós que, apesar de o FC Porto andar a fugir à publicação de contas, o clube da fruta está com um passivo de 600 milhões de euros, com capitais negativos de 200 milhões de euros e sem receitas novas para chegar... o Porto Canal a ser mantido com o nosso dinheiro!
Quem coloca um travão em mais um favorecimento ao FC Porto?
quarta-feira, 11 de outubro de 2023
Roger Schmidt e o campo minado
domingo, 8 de outubro de 2023
GD Estoril Praia 0-1 SL Benfica: mais cabeça, menos coração
No último jogo antes da paragem para os jogos das Seleções Roger Schmidt quis surpreender os benquistas e apresentou no Estádio António Coimbra da Mota um onze inicial com seis alterações relativamente ao que defrontou o Inter de Milão na passada terça-feira. Acredito que se pedissem a cada benfiquista para apostar nos titulares para o encontro frente ao Estoril nenhum deles escolheria exatamente os mesmos que o técnico alemão escolheu.
11 do SL Benfica: Trubin, Aursnes, António Silva, Otamendi, Jurásek, Florentino, Chiquinho, Rafa, Neres, João Mário e Tengstedt.
E para mim foi precisamente aqui, no onze titular, que começou o problema. Roger Schmidt tirou velocidade e dinamismo à equipa para lhe dar precisamente o contrário. Prova disso foi o meio campo: “macio”, nada criativo e com claras dificuldades para controlar os médios do Estoril. Quanto à equipa da casa apresentou-se bem posicionada no terreno, com uma defesa fechada capaz de criar dificuldades a um adversário que teimava em esquecer as laterais e apostar num jogo pelo centro.
Resultado? Uma primeira onde um Benfica lento e sem criatividade raramente foi capaz de criar oportunidades de perigo. E pelo caminho ainda foi apanhando alguns sustos. O nulo no marcador ao intervalo surpreendeu aqueles que acreditam que os encarnados iam entrar com tudo, mas foi o esperado para os que iam assistindo ao encontro.
Pedia-se a Roger Schmidt que mexesse na equipa para que o Benfica se apresentasse num nível superior na segunda-parte, inclusive com mais fome de golo, mas a teimosia do técnico alemão levou-o a insistir na ideia inicial. Ora, o que se viu foi, como era expectável, uma repetição daquilo a que já tínhamos assistido nos primeiros 45 minutos: mais bola que o adversário, porém sem ser perigoso, graças a um jogo que se manteve lento. E perdoem-me por voltar a dizer o mesmo, mas a culpa não é minha, é de toda uma equipa que voltou a mostrar um comportamento demasiado passivo, espelhando dentro das quatro linhas a postura do treinador no banco.
Do outro lado estava um Estoril atento que foi aproveitando os erros dos encarnados para criar perigo (e nos primeiros minutos da segunda parte fez 3 remates de rajada em apenas 5 minutos). Foi mesmo preciso haver uma bola ao poste da baliza de Trubin para que o Benfica despertasse. Não passou a ser propriamente brilhante, nem lá perto andou, no entanto intensificou a pressão ofensiva e lá foram aparecendo ocasiões de perigo, mas continuava a faltar o golo. Numa fase em que já se jogava com mais coração do que cabeça apareceu António Silva, o miúdo de 19 anos que provou aos companheiros de equipa que a fórmula para o sucesso passa por fazer exatamente o oposto: na sequência de um canto batido por Neres o camisola 4 do Benfica cabeceou para inaugurar o marcador já nos descontos.
Corações mais tranquilos, porém por pouco tempo. É que mais uma vez os encarnados complicaram as suas próprias vidas ao não controlarem o jogo e ao permitirem aos jogadores do Estoril aparecerem com alguma facilidade na área. Voltou a valer António Silva para tranquilizar os benquistas ao cortar de cabeça um remate de Bernardo Vital no último minuto de jogo.
O Benfica acabou por vencer, mas ficou longe de convencer.
As questões
Na Amoreira vimos um Benfica com algumas novidades no onze que resultaram numa exibição fraquinha e longe, muito longe, de convencer. O que terá levado Roger Schmidt a arriscar desta maneira e a demorar tanto tempo para mexer na equipa no decorrer do jogo?
Terá sido apenas uma questão de rodar a equipa (o que a meu ver acaba por não fazer sentido nesta altura, uma vez que vamos ter a paragem para os jogos das Seleções)? Ou quererá o treinador mostrar que não tem muitas soluções e que é preciso voltar a investir para reforçar determinadas posições?
Leio-vos nos comentários.
sábado, 7 de outubro de 2023
É isto, Roger? Não chega.
quarta-feira, 4 de outubro de 2023
Noite de San Trubin em Milão
terça-feira, 3 de outubro de 2023
Segunda derrota: Paninhos quentes...não!
segunda-feira, 2 de outubro de 2023
O rigor não tem cor
Faz-me confusão ver que ao dia de hoje ainda há uma elevada quantidade de pessoas defensoras do “jornalista desportivo não deve ter preferências clubísticas”. Importa frisar, ainda que pareça ridículo ter que o fazer, que os jornalistas desportivos não são apenas profissionais especializados na cobertura de eventos desportivos. Somos, antes de tudo, pessoas apaixonadas pelo desporto. E, como tal, considero descabido e irrealista esperarem que nos desvinculemos totalmente das nossos gostos clubísticos.
Assumir publicamente o clube que apoiamos é, ainda que sem termos essa intenção, o mote para sermos bombardeados com barbaridades a nosso respeito. Aqueles que não vibram pelo mesmo clube que nós aparecem de imediato com o objetivo claro de porem em causa o nosso trabalho e o nosso profissionalismo, sempre com uma série de insultos à mistura. Nunca criticaram o nosso trabalho. Nunca acharam que fomos parciais nas nossas análises. Chegaram até a elogiar algumas das nossas peças, mas bastou tomarem conhecimento de que somos adeptos de um clube que não é o deles para colocarem tudo isso em causa.
Desafio-os a experimentar uma visão diferente, aquela onde se opta por ver o ato de o jornalista manifestar a sua preferência clubística como forma de promover a transparência e a honestidade, ao invés de o crucificarem. Não será preferível saberem de antemão que um jornalista é adepto de um determinado clube e ter logo essa informação na hora de consumirem o seu conteúdo do que virem a ser surpreendidos no futuro ou até viverem na ilusão da neutralidade?
E lembrem-se que o facto de um jornalista assumir publicamente qual o clube do seu coração não impede que o mesmo continue a fazer análises rigorosas, imparciais e de qualidade.

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