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15 maio 2025

Câmaras do Norte usam dinheiro público para financiar e salvar Porto Canal da falência

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Câmaras do Norte usam dinheiro público para financiar e salvar Porto Canal da falência

Mudou o presidente do FC Porto mas os métodos continuam os mesmos.

As Câmaras Municipais do Norte continuam a estoirar dinheiros públicos para salvar o canal falido do FC Porto, que também é um clube falido.

Só nos últimos meses, o Porto Canal foi financiado em cerca de 190 mil euros, fora o que ainda não sabemos.

Mais ainda: para camuflar estes gastos no Porto Canal, o FC Porto e as Câmaras Municipais do Norte usam 3 entidades distintas para celebrar os contratos: a “Avenida dos Aliados”, a “FC Porto Media” e a “PortoComercial”.

Esta injecção de dinheiros públicos é feita num canal que não tem audiências sequer para constar nos 30 canais mais vistos. Entre outros, o Porto Canal tem menos audiência que canais como o TLC, o Panda ou Disney Junior.

Então o que justifica estas centenas de milhares de euros desperdiçados num canal sem audiências? Uma coisa apenas: FAVORECIMENTO DE UM CLUBE DE FUTEBOL, SUSTENTANDO O SEU CANAL COM O DINHEIRO DOS NOSSOS IMPOSTOS.

O FC Porto tem centro de estágio pago com dinheiros públicos, tem piscinas pagas com dinheiros públicos e tem o seu canal privado de televisão sustentado pelos dinheiros públicos.

Até quando será permitido às entidades do Norte do país continuarem a financiar o Porto Canal?

12 outubro 2023

Porto Canal: continua a vergonha com os dinheiros públicos!

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O Porto Canal, propriedade do FC Porto, continua a parasitar os dinheiros públicos e a obter vantagens vergonhosas por parte de entidades públicas do norte do país.

Desta vez é a Comunidade Intermunicipal do Douro que em pouco mais de 3 meses oferece quase 

80 000 euros sob a capa de "Promoção de Evento".

Ora, quem acompanha as audiências sabe que o Porto Canal não figura sequer nos 20 canais mais vistos da televisão portuguesa, sendo que fica atrás de canais que só passam repetições como a TVI Ficção.

Ora o que leva entidades públicas, com uma RTP PAGA COM OS NOSSOS IMPOSTOS, a subsidiar um canal privado pertencente a um clube de futebol e que não tem audiências relevantes?

Apenas podemos concluir que alegadamente estamos perante um favorecimento ao FC Porto por parte de entidades do norte.

Quando alguém paga ou compra algo muito inflacionado, sabemos que não estamos perante um negócio transparente.

Quando isso envolve dinheiros públicos, merece no mínimo uma investigação por parte das autoridades.

O Porto Canal, só este ano de 2023, já beneficiou de 223 694 Euros de dinheiros públicos de entidades do norte de Portugal.

Sendo que o Porto Canal NÃO É UM CANAL DE SERVIÇO PÚBLICO MAS SIM UM CANAL DE UM CLUBE DE FUTEBOL, temos o direito de questionar o que está por detrás destas centenas de milhar de euros de dinheiros públicos investidos num CANAL DE TELEVISÃO SEM AUDIÊNCIAS.

O que se diria se o mesmo valor fosse aplicado na BTV, se a mesma incluísse uns programas sobre a vida no Seixal?

Ou o que se diria se o mesmo valor fosse aplicado na Sporting TV, se a mesma incluísse uns programas sobre Alcochete?

Sabendo nós que, apesar de o FC Porto andar a fugir à publicação de contas, o clube da fruta está com um passivo de 600 milhões de euros, com capitais negativos de 200 milhões de euros e sem receitas novas para chegar... o Porto Canal a ser mantido com o nosso dinheiro!

Quem coloca um travão em mais um favorecimento ao FC Porto?

29 maio 2023

Por todo o mundo, festejou-se o 38! (Excepto para o Porto Canal)

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Lisboa foi o epicentro dos festejos do título número 38 do Sport Lisboa e Benfica, mas esteve longe de ser apenas aí que os benfiquistas deram margem à sua alegria.

É uma tarefa impossível nomear todos os pontos do globo onde se festejou a vitória do Glorioso no campeonato nacional.

Por todo Portugal continental e insular as praças e as ruas encheram-se de alegria e de benfiquismo!

De amizade e partilha de uma felicidade imensa entre estranhos que em comum tinham.... o amor ao SL Benfica!

Fora do território nacional, Londres e Paris foram apenas uma amostra da festa.

Rio de Janeiro, São Paulo, Nova York, Toronto, Sydney ou Tóquio foram exemplos de centenas de pessoas a darem a conhecer aos locais a força do SL Benfica.

Curiosamente, os canais nacionais este ano escolheram ignorar a festa brutal que aconteceu nos PALOPs de África.

Angola, Moçambique, Guiné Bissau, S.Tomé ou Cabo Verde tiveram direito a festa por todo lado...festa essa ignorada pela SIC, pela TVI ou pela RTP.

Mas o mais extraordinário é o que se passou com o Porto Canal, o suposto canal regional da zona do Porto com "vocação regionalista" dizem eles.

O que fez o canal "de região" perante milhares de portuenses que festejavam em toda a Área Metropolitana do Porto? NADA.

Nem uma imagem, nem uma reportagem em directo. ZERO.

O canal "de região" que absorve por ano milhares de euros de DINHEIROS PÚBLICOS sob a capa de canal independente e "de região" preferiu assumir finalmente que é um canal propriedade de um clube de futebol e que em nada representa a região do Porto ou os portuenses como um todo.

Portanto, todo o financiamento que é dado a esse canal e negado aos restantes canais de clubes deve ser cortado de imediato.

Não se pode continuar a permitir que o FC Porto continue a manter as suas actividades com DINHEIROS PÚBLICOS, como o faz com o Centro de Estágio do Olival por 500 Euros/mês ou com as piscinas da Campanhã, pagas com dinheiro de todos nós, para apenas dar 2 exemplos.

Que o título número 38 signifique também uma mudança no futebol português. 

03 fevereiro 2023

Qual a verdadeira motivação por detrás dos financiamentos de entidades do norte do país ao Porto Canal?

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Continua a utilização escandalosa dos dinheiros dos nossos impostos para financiar o canal do FC Porto.

Agora foi a Comunidade Intermunicipal do Cávado a brindar o Porto Canal com 31.200€ para programa de divulgação das “Aldeias do Minho”.


Só nos últimos 12 meses, que já estejam publicados, o Porto Canal recebeu 176.000€ de dinheiros públicos.

Isto para um canal propriedade de um clube de futebol, envolvido em processos judiciais graves, e que não consta sequer nos 20 canais mais vistos da televisão portuguesa.


Isto quer dizer que o canal do FC Porto não tem sequer uma audiência média de 18.000 espectadores.

Quer dizer que até a TVI Ficção ou a RTP2 têm mais audiências.

O que leva entidades públicas a gastar milhares de euros num canal sem audiências minimamente relevantes e propriedade de um clube de futebol?

Como é que é permitido que se gaste dinheiro dos nossos impostos assim, quando pagamos anualmente só de contribuição sobre o audiovisual cerca de 192 milhões de euros para a RTP?

Sim, temos um canal público pago integralmente com os nossos impostos mas que não serve para algumas Câmaras Municipais e algumas entidades públicas do norte do país.

Como é que o Ministro com a tutela da Comunicação Social fica calado perante estes gastos inexplicáveis à luz da lógica de aplicação racional de dinheiros públicos?

Não estão as entidades públicas obrigadas, pelo menos moralmente, a recorrerem à RTP para promoção dos seus conteúdos?

Na lógica meramente comercial e de tentativa de chegar ao maior número de pessoas possível, como se explica o gasto de milhares de euros num canal que não é visto por quase ninguém?

Qual a verdadeira motivação por detrás dos financiamentos de entidades do norte do país ao Porto Canal?



05 setembro 2022

FC Porto: o clube da ditadura levado ao colo em tempos de democracia

39 comentários

 

Pinto da Costa com o atual presidente do PSD, L.Montenegro, em 2018

Temos divulgado ao longo dos anos a forma como o FC Porto foi levado ao colo por dirigentes políticos do Estado Novo e já em Democracia.

Aqui deixo alguns exemplos:

1) Os nossos impostos ao serviço do FC Porto (31/10/2016) (link)

2) Câmara da Maia utilizada para financiar o FC Porto? (13/12/2016) (link)

3) "Portocanalgate" é só uma pequena parte dos apoios com dinheiro público ao FC Porto

(06/02/2018) (link)

4) A visita que custou aos contribuintes 23.270,27€ e os dinheiros públicos que salvam o FC Porto

(20/05/2020) (link)

5) FC Porto: o clube do regime, desde a ditadura à democracia (25/06/2022) (link) 

Só que o regime mudou e o segredo da sobrevivência deste clube desprezível continua a ser o mesmo.

Esta foto, de 2018, mostra como também o atual presidente de um dos partidos políticos faz parte de quem bajula a corrupção, a batota e o compadrio político.

Não importa os partidos, o FC Porto tem sido protegido pelos políticos ligados ao clube.

Por isso:

a) Usam um centro de estágio pago pelos nossos impostos quase de borla

b) Usam as piscinas da Campanhã financiadas da mesma forma

c) Procuram que uma Câmara Municipal lhes construa uma cidade desportiva com os nossos impostos

d) Dominam a FPF através de Fernando Gomes e a LPFP através de Pedro Proença

e) Dominam o Conselho de Arbitragem

Mas não ficam por aqui.

Usam o Porto Canal, totalmente detido pelo FC Porto, para espalhar o ódio contra o SL Benfica e até contra o resto da sociedade que não se revê nessa cultura de ressabiamento e ódio protagonizada por mentes pequenas.

E como já disse, o poder político adepto do FC Porto financia o canal do seu clube.

Só nos últimos meses, o Porto Canal recebeu 107.430€ em dinheiros públicos!

O que se diria se a BenficaTV ou a SportingTV recebessem dinheiros públicos para funcionar!

Vejamos exemplos: porque razão o Centro de Formação Profissional da Indústria da Construção Civil e Obras Públicas do Norte financia a FCP Media todos os anos com uma suposta campanha publicitária de 8.320€?

Ou porque razão a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte gasta 49.920€ em Junho de 2022 numa rubrica televisiva no Porto Canal? 

O que motiva estes organismos a gastar dinheiros públicos num canal de um clube de futebol? Nem sequer é a lógica das audiências pois o Porto Canal tem menos audiência que o Canal Q.

Assistiremos nos próximos tempos ao ressurgimento da tentativa de forçarem a entrada em vigor o quanto antes da Centralização dos Direitos Televisivos, que é a única forma restante que o FC Porto tem para se financiar.

Já não pode ir à banca, já não tem Joaquim Oliveira (que deixou 750 milhões de euros em dívidas) para endividar a Olivedesportos de forma a financiar o FC Porto pagando aquilo que não conseguem compensar em audiências e receitas, e até ir à Champions já não chega para pagar contas.

Assistiremos também à tentativa de obter terrenos públicos à borla para a tal cidade desportiva, que depois serão usados para fazer hipotecas e financiamento.

Finalmente, Pinto da Costa fará tudo para que Pedro Proença seja eleito Presidente da Federação Portuguesa de Futebol e assim garantir que um dos seus continua a controlar tudo e a permitir ao FC Porto sobreviver no lodo que é o nosso futebol.

Só mesmo um SL Benfica muito forte aguentou tantos anos o peão de Pinto da Costa no nosso clube e aguenta toda esta máquina da batota.

Precisamos de criar uma alternativa a Pedro Proença para que finalmente o futebol português se liberte deste poder podre.

E já agora, perguntamos ao Secretário de Estado do Desporto o que acha destes financiamentos públicos a um canal de um clube de futebol!

Seja como for, fica claro para quem ainda não sabia qual é o único clube português que só existe porque o poder político assim o quer.

02 maio 2022

ERC "salva" Porto Canal

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Denunciamos em primeira mão no NGB todos estes contratos pornográficos entre entidades públicas do norte do país e o Porto Canal.

Um canal detido a 100% por um clube de futebol e que tem sido instrumento para crimes como o da revelação de mails privados. Sem paralelo em Portugal ou fora do nosso país.

Nem sequer as audiências justificam qualquer compra de espaço nesse canal, pois até o NGB tem mais mais audiência diária que 99% da programação da andrades TV.

Nunca ninguém tinha questionado sequer porque o Porto Canal regista os contratos através da FC Media ou através da Avenida dos Aliados.

Mais ainda: foi aqui no NGB que se levantou pela primeira vez a questão sobre os contratos de várias entidades do norte com o Turismo do Norte, incluindo o Porto Canal, e que hoje se conhece como "Operação Éter".

Como se pode ler na notícia do jornal I(link), o FC Porto goza de uma protecção por parte do Estado que vem dos anos 30 do século XX, nos primeiros tempos do Estado Novo.

Um clube de medíocres que só existe porque é consecutivamente protegido, por um lado, e porque temos tido desde a segunda metade dos anos 90 presidentes do SL Benfica miseráveis que preferiram amizades pessoais ao superior interesse do SL Benfica.

Esperamos que em breve finalmente tenhamos um presidente benfiquista e que saiba, e queira, colocar o SL Benfica no seu lugar cimeiro e o FC Porto no seu lugar de clube de província.

____________________________________________

Em causa estavam duas dezenas de contratos comerciais, datados de 2014 a 2018, entre o Porto Canal – detido pela Avenida dos Aliados S.A., empresa controlada pela Futebol Clube do Porto SAD (82,4%) – e outras entidades, entre as quais as autarquias do Porto, Braga, Matosinhos, Póvoa do Varzim e Chaves.

O procedimento cautelar da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) que investigava os alegados contratos ilegais do Porto Canal com autarquias e outras entidades do Norte do país, que o i noticiou em 2018, acabou por ser arquivado por ‘caducidade’, o que pode ter poupado ao FC Porto, sócio maioritário do canal, uma coima máxima de 150 mil euros.

A notícia foi avançada pelo Página Um, que cita o Conselho Regulador da ERC, que avançou com o arquivamento do procedimento aberto há quatro anos. Em causa estavam duas dezenas de contratos comerciais, datados de 2014 a 2018, entre o Porto Canal – detido pela Avenida dos Aliados S.A., empresa controlada pela Futebol Clube do Porto SAD (82,4%) – e outras entidades, entre as quais as autarquias do Porto, Braga, Matosinhos, Póvoa do Varzim e Chaves.

Contratos alegadamente «suscetíveis de condicionar ou limitar a autonomia editorial do serviço de programas», conforme pode ler-se na deliberação da ERC. «Pese embora as diligências realizadas, o prazo para a conclusão do procedimento nos termos do citado preceito era 19 de junho de 2018, encontrando-se, por conseguinte, manifestamente ultrapassado», lê-se no mesmo documento.  

20 maio 2020

A visita que custou aos contribuintes 23.270,27€ e os dinheiros públicos que salvam o FC Porto

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Conforme demonstrado no post "Escândalo: Porto Canal financiado novamente com dinheiros públicos", o Porto Canal foi contemplado com uma quantia em compra de publicidade no âmbito de uma acção muito duvidosa de ajuda à tesouraria de Orgãos de Comunicação Social seleccionados.

Ora, o que levou o Governo a achar que um canal detido por um clube de futebol, só porque passa alguns programas não relacionados com desporto, merecia ser financiado?

O que levou o Governo a não levar em conta que, já em plena pandemia, o "Turismo do Alentejo" contratou ao Porto Canal num ajuste directo, diria eu, escandaloso, quase 20 mil euros?

As audiências do Porto Canal são irrisórias. Há rádios locais com mais ouvintes. 

O Porto Canal não é um canal de serviço público. É um canal privado, detido por um clube de futebol. Se havia alguém que tinha de injectar dinheiro no Porto Canal seria o seu principal acionista: o FC Porto.

Inclusive, foi um canal instrumental nos ataques a um concorrente, neste caso o SL Benfica, através de meios já condenados na justiça.

Mas isto está longe de ser caso único. 


Relembro que durante o consulado de Emídio Gomes como presidente da CCDR-N, que depois assumiu o cargo de vice do FC Porto para "Planeamento de Novos Empreendimentos", foram entregues ao FC Porto as Piscinas da Campanhã, tendo tudo sido pago com dinheiros públicos.


A isto podemos juntar o Centro de Estágio do Olival, onde o Estado já enterrou quase 20 milhões de euros em dinheiros públicos e que o FC Porto utiliza a preço simbólico e que abordamos várias vezes aqui no NGB, inclusive no post "O Centro de Estágio do Olival já foi devolvido aos contribuintes?".

Aliás, em VN Gaia, os casos são mais que muitos. 

Por exemplo, em 2016, discutia-se a cedência ao FC Porto, também a preço simbólico, da utilização do Estádio Jorge Sampaio, conforme demonstramos na altura no post "Os nossos impostos ao serviço do FC Porto". 

Gostaria que alguém esclarecesse, por exemplo, porque razão o Porto Canal, irrelevante no panorama nacional e detido por um clube de futebol, recebeu mais compra de publicidade que um jornal de referência como o Observador. 


O que explica que um clube que pagou no último ano quase 24 milhões de euros em comissões a agentes receba apoios com dinheiro dos nossos impostos?

19 maio 2020

Escândalo: Porto Canal financiado novamente com dinheiros públicos

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O Porto Canal, propriedade do FC Porto, canal utilizado para o crime "dos emails" que resultou na condenação do FC Porto (sentença confirmada pelo Tribunal Constitucional ainda na semana passada) conseguiu a VERGONHA de ser financiado pelo Estado através da compra de publicidade institucional no âmbito de um apoio extraordinário aos Grupos de Comunicação Social. 

Temos exposto aqui no NGB as centenas de milhares de euros em contratos públicos utilizados para financiar o Porto Canal. Alguns deles estarão certamente sob investigação no processo que envolve o Turismo do Norte.

Um canal propriedade de um clube de futebol financiado pelo Estado!? Porquê?

Afinal, a visita de Pinto da Costa e Júlio Magalhães (cuja ligação ao presidente é bem conhecida) a Marcelo Rebelo de Sousa resultou. Uma VERGONHA.

Mas já agora, porque o financiamento foi dado à "Avenida dos Aliados" e não foi dado à "FCP Media"?


Já agora, alguém explica porque o Turismo do Alentejo pagou 19.994,00€ por ajuste directo à "FCP Media" num contrato celebrado a 4 de Março de 2020, já em plena evolução do COVID-19 em Portugal?

Sabem quem assinou o contrato? Adelino Caldeira e Fernando Gomes, membros dos orgãos oficiais do FC Porto. Sim, porque o Porto Canal é o FC Porto, e não uma entidade autónoma ou externa ao clube.

Sim, porque o FC Porto utiliza várias entidades para registar os contratos envolvendo o Porto Canal. 

Já é lamentável que, em tempos de tanto emprego destruído e tantas empresas que viram negados apoios do Estado, Grupos de Comunicação Social recebam tratamento de privilégio com financiamentos directos. 

Lembro que o essencial à democracia são cidadãos livres. Só.

Pior é ainda ver que um clube de futebol, que usa o seu canal privado para cometer crimes pelos quais foi condenado, ser financiado com dinheiros públicos e com tratamento de privilégio.

O Porto Canal não é um canal independente ou regionalista. É um canal de um clube de futebol. Se financiam um, têm que financiar todos. Ou não deviam sequer financiar nenhum...

Vamos ver durante quanto tempo SL Benfica e Sporting CP ficarão calados com mais este favorecimento ao FC Porto. Sim, favorecimento ao único dono do Porto Canal.

11 novembro 2019

Continua o financiamento público...ao Porto Canal, canal do FC Porto

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Relembramos no passado 29 de Outubro de 2019, no post "As relações perigosas entre o ex-presidente do Turismo do Norte e o futebol" e no âmbito de uma notícia sobre o detido ex-presidente do Turismo do Norte, os vários artigos que escrevemos sobre as adjudicações curiosas de entidades públicas do norte do país ao Porto Canal.

Centenas de milhares de euros dados a um canal privado, com audiências irrelevantes no panorama regional e nacional, e detido por um clube de futebol. Relembro que foi o Porto Canal o meio pelo qual foram divulgados mails roubados ao SL Benfica.

Ora, o financiamento ao Porto Canal continua e, pelo visto, sem qualquer inibição por parte dos organismos sediados no norte do país.

Por exemplo, com tanta cobertura de canais nacionais e redes sociais, com um canal público pago por todos nós como a RTP, o que levou a CM da Póvoa de Varzim a pagar 8500 euros por uma cobertura de 2 dias do Porto Canal às festas de S.Pedro? 

Perguntou a CM Póvoa de Varzim às estações de televisão nacionais ou de cabo se estariam interessadas? Não. Atribuiu por ajuste directo, gastando dinheiro público para financiar um canal privado com audiências insignificantes. 

Outro caso: Águas do Douro e Paiva, SA. 

Contratam ao Porto Canal, por 12 480 euros e por ajuste direto, para realização de "Serviços de Conceção e Realização de Campanha de Sensibilização Ambiental."

A justificação para o contrato é que não têm meios próprios. 

Ora, numa altura em que a RTP, o canal público, é sustentado pelos nossos impostos, e em que se fala tanto de contas certas, não faz qualquer sentido que os organismos públicos não contratem ao canal de todos nós os serviços necessários para estas actividades.Chama-se a isso rigor e boa gestão do bem público.

Falta saber quantos contratos ainda estarão por divulgar publicamente, envolvendo dinheiros públicos e o Porto Canal.

Mais ainda: falta saber as implicações das várias contratações de serviços efectuadas pelo Turismo do Norte ao Porto Canal e a sua importância nas investigações que mantém em prisão preventiva Melchior Moreira.

O que se diria se o canal do SL Benfica ou o canal do Sporting fossem beneficiários de dinheiros públicos...

05 julho 2019

Dinheiros públicos continuam a financiar o Porto Canal

49 comentários



O financiamento de um canal privado, detido por um clube de futebol, por dinheiros públicos continua sem qualquer travão.

Agora foi o Município de Matosinhos que tornou a contratar serviços de publicidade no valor final de 54.320€.

Olhando ao que está publicitado publicamente, verificamos que só este Município injectou no Porto Canal nos últimos anos quase 700.000€!

Um Canal que não têm audiências, privado, recebe este tipo de investimento porquê?

O FC Porto já usufrui quase de graça de um Centro de Estágio pago por dinheiros públicos. 

Tem que ter o seu canal também mantido por dinheiros públicos porquê?

O que se diria que o Município do Seixal gastasse quase 700.000€ em publicidade na BTV? Ou o Município de Lisboa na Sporting TV? 

Então porque é que temos de achar normal que os municípios do norte gastem milhões de euros a financiar o Porto Canal?

Lembro que o canal pertence ao FC Porto e foi usado para divulgar os emails pelos quais a justiça agora condenou o FC Porto.

E já agora: porque é que estas contratações de espaço no Porto Canal não são todas feitas numa única entidade?

Ora usam a "Avenida dos Aliados" ora usam a "FCP Media"...!

O que justifica milhões de euros públicos num canal que representa quase ZERO em audiências?

21 março 2019

Canal do FC Porto beneficia de milhares de euros de dinheiros públicos

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Continuam as adjudicações milionárias ao Porto Canal, o meio de comunicação do FC Porto, e a diversas entidades do universo empresarial do FC Porto. 

Ora vejamos(com datas de publicação): 

- Município do Porto à Porto Comercial: 10.000€ a 03/10/2018 

- Município da Póvoa do Varzim à FCP Media: 7.000€ a 04/01/2019 

- Turismo do Porto e Norte de Portugal à FCP Media: 12.195€ a 26/12/2018 

- Município de Vila do Conde à FCP Media: 9.360€ a 04/09/2018 

- Município do Porto à FCP Media: 39.000€ a 16/07/2018 

- Município da Póvoa do Varzim à FCP Media: 7.000€ a 18/06/2018 

- Turismo do Porto e Norte de Portugal à FCP Media: 12.195€ a 18/06/2018 

- Município de Matosinhos à FCP Media: 47.840€ a 23/04/2018 

- Município de Viseu à Avenida dos Aliados: 9.360€ a 18/10/2018 

- C.C.D.R. do Norte à Avenida dos Aliados: 69.680€ a 29/10/2018

Só aqui nestes contratos mais recentes estão quase 225.000€. 

Em alguns destes contratos está, por exemplo, a contratação do Porto Canal por parte do Turismo do Porto e Norte de Portugal para cobrir um evento, o Rally de Portugal 2018, cuja cobertura estava assegurada pela RTP, o canal público.

Que gestão é esta dos dinheiros públicos? 

Porque não contratar ao canal público, que existe para isto, tem ao seu dispor várias plataformas e está presente na TDT com 2 canais? 

Como justificam estas entidades todo este dinheiro gasto num canal privado e cujas audiências são miseráveis?

Como justifica a CCDR Norte o investimento de quase 70.000€ num canal sem audiências, privado, e que nem sequer está em sinal aberto? 

Além disso, convém lembrar os benfiquistas que o Porto Canal é propriedade do FC Porto, e que tem sido o meio preferencial utilizado para atacar todo o "edifício" Sport Lisboa e Benfica.

Estão à vontade para o fazer, mas não financiados por dinheiros públicos.

O que se diria se a BTV ou o canal do Sporting tivessem este investimento de dinheiros públicos?

21 junho 2018

Júlio Magalhães e Porto Canal: indignos

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«A Entidade Reguladora para a Comunicação Social entendeu “reprovar veementemente” o Porto Canal por tornar públicas práticas inaceitáveis nas competições desportivas por parte do Benfica.

E como chegou a ERC a esta original e até criativa decisão, depois de uma queixa do Benfica? Simples, recusando que ao Porto Canal fosse concedido o direito de fazer prova, de ser ouvido, de argumentar, recuperando um estilo de decidir que se julgava erradicado do Portugal democrático.

Curiosamente, a decisão só não contou com o voto do conselheiro Mário Mesquita, que se absteve, ele que é o único que apresenta um currículo extenso e seguro como jornalista, o que não pode deixar de merecer registo.

As denúncias que a ERC entendeu agora “reprovar veementemente” deram início a uma revolução no desporto português, decorrendo atualmente diversas investigações por corrupção desportiva e não desportiva a elementos do Benfica, ou que estavam ao serviço do Benfica, estando inclusivamente um deles detido preventivamente.

O Porto Canal afirma veementemente que continuará nesta luta pela verdade desportiva no quadro do seu direito à informação. E, obviamente, irá impugnar judicialmente esta decisão indigna.

O Diretor Geral do Porto Canal
Julio Magalhães»
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O director do Porto Canal falar em indignidade é uma coisa no mínimo curiosa. 
"Juca" Magalhães, que até convidado para ir a apresentações de livros ao Estádio da Luz já foi, é um expoente de um clube podre e cuja história é que é indigna e uma nódoa para o nosso futebol.

Lamento que o director do Porto Canal não se lembre de utilizar o termo indignidade quando:

- O campeonato nacional foi alargado 2 vezes no passado para evitar que o FCP descesse de divisão

- O FCP pagou à Agência Cosmos de livre vontade uma viagem ao árbitro Carlos Calheiros com o nome na factura de José Amorim, tendo depois alegado um erro 

- O árbitro Jacinto Paixão fez confissão de ter recebido ofertas do FCP para manipular resultados de jogos a favor do FCP

- Tudo o que as Escutas do Apito Dourado revelaram e comprovaram

- Como jornalista não tenha repudiado o episódio entre Pinto da Costa e Tavares Teles

Júlio Magalhães revolta-se por as autoridades não lhe permitirem continuar a revelar conteúdos ROUBADOS. Indignidade? Só para os outros.

Lamento que o director do Porto Canal não se importe com outras indignidades que envolvem o seu FC Porto:

- Centro de Estágio do Olival utilizado pelo FCP quase à borla, tendo custado quase 20 milhões de euros aos contribuintes portugueses

- Utilização do Estádio Jorge Sampaio, em Pedroso, a troco de uma renda simbólica

- Utilização regular do Pavilhão Municipal da Lavandeira sem pagar quaisquer contrapartidas financeiras 

- Complexo da Piscina de Campanhã com usufruto para o FCP, pagos pela CM Porto e pela CCDRN

Indignidade, caro Júlio Magalhães, é um canal como o Porto Canal não ter ainda apresentado lucros desde que o FCP lhe pegou. Só no último exercício(2016/2017), apresentou um prejuízo de 2,571 milhões de euros. 

Mesmo apesar do financiamento descarado que entidades públicas do norte do país fazem ao canal, que nos últimos anos já recebeu mais de 2 milhões de euros em dinheiros públicos, Júlio Magalhães teve a lata de escrever o comunicado acima.

Indignidade é o ladrão querer apontar o dedo a alguém.

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