Novo Blog Geração Benfica
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domingo, 17 de fevereiro de 2019

A peça que falta na estrutura do SLBenfica...

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Já o escrevi muitas vezes e cada vez que a ouço a falar de futebol não deixo de me recordar disso:

Helena Costa!

Tanto futebol, tanto conhecimento!
Haja coragem!

Faleceu Frederico

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Frederico foi um histórico do futebol português.

Defendeu as nossas cores 4 anos.

Sempre foi discreto e por isso poucas vezes alvo do afecto e atenção de dirigentes e adeptos.

Faleceu hoje.
Obrigado Frederico.

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Felipe Cacetada avisa e Conceição tira Pepe

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Ainda bem que não havia problemas...  ainda bem que Felipe Vale-Tudo não avisou Conceição...

... mas a verdade é que Pepe está fora!

Mas nem assim se evitou um VAR que volta a esconder um pênalti contra o FCPorto é uma expulsão que só mesmo a jogar contra o FCPorto foi possível....

Rui Vitória: o rescaldo, por Caça Gambuzinos

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Mais um excelente texto do nosso colega Caça Gambuzinos:

Passado pouco mais de um mês da saída de Rui Vitoria do comando técnico do Benfica, já podemos fazer uma avaliação mais justa e calculista sobre os seus três anos e meio de trabalho.

Começando pelos factos, Rui Vitória ganhou 6 títulos, 2 deles Campeonatos Nacionais.
Se Rui Vitória tivesse saído do Benfica no final da sua segunda época (com o tetra no bolso) teria sido para sempre recordado com um dos grandes senhores a passar pelo banco do nosso clube. O problema é o descalabro a que se assistiu depois.

Descalabro esse para o qual, sejamos justos, muito contribuiu a delapidação do plantel com que a direção brindou o então treinador do Benfica. Relembramos que saíram quatro titulares (!) e que nenhum dos seus substitutos apresentava a qualidade do jogador que foi vendido (Ederson, Nelson Semedo e Lindelof) ou despachado (Mitroglou).

Com um plantel mais fraco, Rui Vitoria tinha de mostrar saber técnico e tático para colmatar o talento perdido. Não demonstrou. A época foi paupérrima, com o corolário do embaraço a ocorrer na Liga dos Campeões, na qual a prestação do Benfica foi, numa palavra, vergonhosa. 

Depois da epopeia europeia, o Benfica perde o título em casa, contra o grande rival, num jogo em que Rui Vitoria só não meteu em campo mais trincos para segurar o pontinho porque só podia fazer três substituições.

No ano seguinte chegam vários reforços (dos quais apenas Vlachodimos não é despachado em janeiro), mas a verdade é que a qualidade de jogo do Benfica não melhora.

Não há fio de jogo. Não há jogadas estudadas. O Benfica ganha fruto de genialidades individuais. Se há trabalho tático nos treinos, o mesmo não é visível nos jogos. A banalidade do discurso do mister arrasta-se até ao relvado e é uma agonia ver os jogos do Benfica.

A contestação dos adeptos, naturalmente, sobe de tom. E o discurso “choninhas” do Rui degrada-se de jogo para jogo, indo até ao ponto de afirmar não sentir contestação dos adeptos (quando no estádio já havia quem levasse lençóis de cama de casal para abanar na direção do mister).

E quando a situação parecia insustentável e a Direção estava de acordo em prescindir dos serviços do treinador, há um épico volte-face, protagonizado por Luis Filipe Vieira e uma luz (afeta a outro clube, certamente), cuja identidade um dia saberemos quem é.

Resultado? Mais um mesito de mau futebol que culminou com a mais do que esperada troca de treinador, com Rui Vitória a ir pregar a máxima “o caminho faz-se caminhando” e o “se fosse fácil não era para nós” para a Arábia Saudita.

E, para mim, foram exatamente estas “frases feitas” que mancharam o percurso de Rui Vitória, naquela que é uma das suas grandes lacunas enquanto treinador de equipa grande:
não tem discurso que se adeque à dimensão do clube que representa, enraivecendo os adeptos com desculpas de mau pagador, discurso monocórdico e vazio de conteúdo e, essencialmente, não assumindo qualquer responsabilidade pelo futebol oco e agonizante que a sua equipa protagonizava.

Depois de um jogo que a sua equipa não ganhou e / ou jogar pauperrimamente, um adepto de um clube grande não quer ouvir dizer “fizemos o suficiente” ou “temos muita confiança no nosso trabalho”. Nem quer saber quem é um bom chefe de família e quem não é. Quer um murro na mesa e que se assuma responsabilidades. Quer que se assuma que se jogou mal e que a partir da agora vai haver mais raça e atitude. Quer que joguem os melhores e que os RedPass sejam apenas para os sócios. E, mais importante, quer que aquele seja apenas um jogo mau e que os jogadores mostrem qualidade já no jogo seguinte. 

Um adepto de um clube grande não admite que o seu treinador lhe diga que “temos de saber conviver com o insucesso”.

A falta de frontalidade e o alheamento da realidade face ao péssimo desempenho desportivo da equipa não caiu nada bem no seio dos adeptos e sócios do Benfica. Rui Vitoria demonstrava constantemente que via um jogo diferente de toda a gente, parecendo, amiúde, satisfeito com a pobreza futebolística da sua equipa. O que é impensável no Sport Lisboa e Benfica.

Os discursos de Vitoria na hora da derrota eram capazes de irritar o mais pacifico dos monges budistas. A mim, pelo menos, causavam-me uma urticária danada e uma vontade tremenda de perfurar os tímpanos com um compasso.

E embora muitos apontem, e bem, que Rui Vitoria não é o principal responsável pelo falhanço da última época e meia, a verdade é que quem ia para as conferências de imprensa debitar banalidades era ele.

Está, então, na altura de fazer um ponto prévio: ao contrário do que este texto possa aparentar até aqui, eu fui um dos defensores de Rui Vitoria até outubro de 2018.

Embora a fundamental capacidade tática do mister estivesse longe de me convencer, a soma das restantes partes do seu perfil de treinador tinha, para mim, saldo positivo.

A postura do Rui foi uma lufada de ar fresco após seis anos de Jorge Jesus e temos sempre de enaltecer quem neste mundo de parasitas que é o futebol apresenta uma postura digna e de valorização do desporto. E, essencialmente no seu primeiro ano, foi atacado por todo o lado e soube, quase sempre, responder com elevação e de acordo com os valores que o SLB deve promulgar.

E não nos podemos esquecer que foi ele que nos deu o tricampeonato, com recorde de pontos e que foi, indiscutivelmente, um dos campeonatos mais saborosos de sempre, ganho ao Sporting de Jesus. 

Foi aqui que o Rui mostrou a sua principal qualidade: capacidade de unir um balneário em torno de um objetivo comum. E para além dos dois campeonatos, o legado de Rui Vitória estende-se também à concretização da tão esperada aposta na formação que rendeu muito ao nosso clube quer financeiramente quer, finalmente, desportivamente. Antes dele, Bernardos e Cancelos eram emprestados “com umas cláusulas”.

Por isso é que eu agradeço ao Rui pelos dois excelentes primeiros anos e defendo que tem mais competência que aquela que demonstrou na reta final da sua estadia no Benfica. Infelizmente, a última imagem é sempre a mais forte, pelo que se tivesse tido o sentido oportunidade de ter sabido sair na altura certa, teria saído por cima e... com margem de manobra para um dia voltar a passear aquela gravata foleira pelo banco do Benfica. 

Com o arrastar daquele período de agonia, quer do ponto de vista do espetáculo futebolístico, quer do ponto de vista comunicacional, o nosso amigo Rui Carlos não só perdeu a oportunidade de poder haver algum saudosismo pelo seu período enquanto treinador, como duvido seriamente que algum dia volte a treinar um clube da dimensão do Sport Lisboa e Benfica. 

Com muita pena minha, pois desejo-lhe os maiores sucessos pessoais e profissionais. É aquele caso de que até simpatizamos com o tipo e achamos que é genuinamente bom moço, mas é preciso mais.

Embora despedir um treinador não possa ser uma solução para ser aceite de ânimo leve e que Vieira, e bem, nos últimos anos resistido à chicotada psicológica, mesmo quando muitos pedem a cabeça do treinador, a verdade é que há uma máxima universal para qualquer clube de futebol: quando o plantel já não acredita na capacidade do treinador é difícil. Muito difícil.

TEXTO DA AUTORIA DO BENFIQUISTA CAÇA GAMBUZINOS

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Liga BlueVelvet! Depois dos árbitros à descarada... os esquemas com clubes amigos!

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Caceteiros inconformados contra o SLBenfica, com "pequenos toques" impossibilitadores com o FCPorto... isto com o Setúbal é à descarada!

O perigo de LFV voltar a acreditar que é no treinador que estão todos os milagres

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Diz-nos a história que não há bem que sempre dure nem mal que nunca acabe, e ainda para mais no futebol...

Raríssimo é o treinador que não vive os seus momentos altos, ao qual mais tarde ou mais cedo se seguirão os baixos, e raro é o treinador que no final de tudo, e apesar de toda a glória passada, não acaba por sair pela porta pequena...

Não existe em lado nenhum, tal como já aqui referi tantas vezes, treinador que ganhe sempre (nem sequer metade das vezes), por muito bom que seja o seu trabalho...

E com Bruno Lage não será diferente, e o erro será se LFV voltar a pensar que é no treinador que estão todos os milagres.

Mas este Bruno Lage, ou se quisermos estas últimas 5/6 semanas com Bruno Lage, foram semanas que representaram para o Benfica um rejuvenescimento completo e uma machadada na descrença...

Não foi só o perceber-se agora que durante 3 anos e meio fomos uma equipa à deriva liderada por um treinador sem estratégia, que andou sempre a tentar manter o emprego, a segurar as pontas e a manter toda a gente feliz, enquanto o futebol do Benfica definhava drasticamente...

Não foi só essa dádiva trazida no tempo certo e que o Benfica merecia independentemente das opiniões de cada um, de haver em Bruno Lage um nome consensual à volta do qual os Benfiquistas se uniram, evitando-se um capítulo que esteve prestes a acontecer e que, independentemente do bem ou do mal que trouxesse, traria sempre divisão e Benfiquistas contra Benfiquistas...

Não foi só perceber-se hoje que se calhar estivemos tantos de nós aqui errados nas avaliações que fizemos a jogadores como Grimaldo, Pizzi, Rafa ou a Seferovic, porque na verdade se calhar só lhes faltava um treinador que expusesse as suas qualidades em vez das suas fraquezas, já para não falar de outros nomes que entretanto saíram pela porta pequena e cuja história na Luz podia ter sido outra se Vieira tivesse visto a luz mais cedo...

Na verdade Bruno Lage trouxe ao Benfica tudo o que de bom podia trazer nesta altura: Resultados, boas exibições, união, e até aquela pontinha de sorte de num espaço temporal tão curto o FCPorto ter perdido 6 pontos, e o que parecia impossível há 5 semanas atrás pareça agora de repente possível.

Trouxe até ousadia, que foi aquilo que ontem vimos, apostando na Turquia num 11 com tudo para dar errado, mas que prova, no fim de contas, e ainda para mais com o bónus do resultado feliz, que esta equipa está nas mãos de alguém com os tomates no sítio e que tem uma confiança absoluta no seu trabalho.

Como disse, todos os treinadores ganham e perdem, todos têm opções mais ou menos felizes, e num jogo de 90 minutos tudo pode acontecer...

Isto de se achar que são sempre os treinadores que ganham e perdem jogos, e não os jogadores no campo, as estruturas diretivas ou o estar-se 10 anos à frente ou atrás da concorrência, é um erro capital que custa muito dinheiro aos clubes...

Os treinadores são importantes mas muito menos decisivos do que se pensa, é a minha opinião... O que não implica não ser decisivo ter pelo menos um treinador que no mínimo seja treinador, porque há muitos (a maioria) que também se percebe logo que não são, não passando tantos de pílulas douradas que vêm bater palmas e apelar à motivação, trazendo um momentâneo estado de embriaguez ao balneário que por momentos até disfarça os males existentes mas que rapidamente dá lugar à ressaca trazendo ao de cima os mesmos podres de sempre.

Lage parece no entanto ser “the real thing”, um daqueles treinadores que vale a pena manter e construir projeto à sua volta, mesmo sabendo-se que irá perder e ganhar como qualquer outro. 

Falta claro esperar pelo momento da quebra (que oxalá venha tarde, mas que acontecerá sempre), para perceber como reagirá Lage ao infortúnio, ao poder perder um título num remate esporádico no último minuto do últimos jogo da época, como dará a volta por cima, no que se tornará este seu discurso que até agora pôde ser sempre humilde e sem dizer muito porque é isso que as vitórias permitem.

Ser treinador de clube grande é também muito isso, a forma como se lida com o insucesso e a desconfiança dos adeptos...

...sendo que a única coisa da qual os Benfiquistas não desconfiam nesta altura, e essa é a maior dádiva que Bruno Lage nos trouxe, é a certeza de que temos Homem no banco e que tem tudo para dar certo, assim LFV o ajude, coisa que não podemos dizer que fez sempre com todos os treinadores que teve.














A euforia que vá toda ali para o Campo Grande...porque as grandes batalhas estão fora do campo.

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...porque nas vitórias morais e sem troféus eles são os maiores!

Da nossa parte, é importante ter a certeza que no banco do SLB está um treinador consciente da grandeza do clube e que uma equipa sem impressionar os adeptos não tem futuro.

Por isso, é altura de moderar a euforia(normal) de um período bem conseguido e deixar que Bruno Lage e a sua equipa técnica preparem os próximos embates para o campeonato.

Até ao jogo no Dragão nada será fácil ou "estará no papo".


Por isso, não deixo de lamentar o silêncio da direcção do SL Benfica ou da administração da SAD face aos mais recentes acontecimentos na arbitragem ou na disciplina da FPF.

Temos o VAR e árbitros que, pressionados sabe-se lá por quem ou porquê, semana após semana erram sempre para o mesmo lado. Até a LIGA REAL de Rui Santos espelha essa inclinação natural das arbitragens.

Temos relatos por escrito(!) de visitas de Pinto da Costa e Luis Gonçalves aos árbitros!

No caso dos castigos com jogos à porta fechada, foi na FPF que tudo foi decidido contra o SL Benfica, perante uma lei inconstitucional e cujo cumprimento não é exigido a ninguém.

A cúpula da FPF é essencialmente composta por adeptos do FC Porto. Um deles tem a alcunha de "Cachecol do Porto".

PORQUE NÃO OUVIMOS DA BOCA DO PRESIDENTE DO SL BENFICA OU DE UM DOS VICES DO CLUBE QUALQUER CRÍTICA A FERNANDO GOMES?

NÃO É EXTRAORDINÁRIO AS CRÍTICAS QUE SE FAZEM A TUDO NO FUTEBOL PORTUGUÊS E NÃO HAVER UMA ÚNICA MENÇÃO AOS 2 HOMENS QUE MANDAM NO NOSSO FUTEBOL: FERNANDO GOMES E TIAGO CRAVEIRO?

Porque razão a gestão de Fontelas Gomes e Paulo Costa tem sido desastrosa, em especial ao nível do VAR, e ainda assim ninguém pede a sua demissão?

PORQUÊ O SILÊNCIO? 

As próximas batalhas serão disputadas fora de campo. Quero lá saber dos mails, do LEX ou dos empréstimos de jogadores. Se algo ilegal foi feito, que seja investigado e os culpados castigados.

O superior interesse do SL Benfica não tem que esperar por nada ou ninguém!

Não se vai entender que ninguém no SL Benfica dê a cara para exigir à FPF, à arbitragem e à disciplina um tratamento isento, imparcial e que olhe para todos os clubes da mesma forma.

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ENTRETANTO, ESTA É A VERDADEIRA BANDA SONORA QUE ESPERO OUVIR NO ESTÁDIO DA LUZ NO PRÓXIMO JOGO DO SPORT LISBOA E BENFICA!

UMA GRANDE MÚSICA, DE UM CANTOR NOTÁVEL, E QUE ASSENTA QUE NEM UMA LUVA EM BRUNO LAGE E NOS "SEUS PUTOS". :)

FLORENTINO! O futuro de Fejsa assegurado...

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Como sabem, não sou grande fan das estatísticas! Valem o que valem... mas os números acima, do Florentino Luis, ao cabo de dois jogos não são estatísticas... são consistência.

Obviamente que ainda erra mais do que errará dentro de uns meses! Mas bolas... como acerta!!!

Todos nós (ou quase todos) reconhecemos a dimensão gigantesca de Fejsa na capacidade de travar o jogo adversário. Porém, infelizmente Fejsa tem muitas dificuldades físicas e, reconheço o ponto de vista do Redmoon aqui, Fejsa não faz parte do processo ofensivo da equipa.

O que Florentino traz, além de uma tremenda velocidade no processo de transição defensiva (e ofensiva) é precisamente o envolvimento no processo ofensivo, sem perder uma leitura de jogo brilhante no momento defensivo.

Caso não tenham percebido, contra o Nacional estavamos a ganhar "apenas" 3-0 ao intervalo... e um entre muitos fatores que na segunda parte impulsionaram o SLBenfica para diante foi precisamente a o papel desempenhado pelo Flo.

Como bem dizia o Shadows... com esta juventude (como o Felix, o Florentino, o Gedson...) começam a colocar-se duas questões muito importantes: uma que pouco ou nada me preocupa, porque começa a ser o nosso ADN, que é o processo de transição destes jovens para poderem assumir um papel principal.

Mas a outra questão - num futebol de egos e esquemas - será o momento em que os mais "batidos" vão ter que ceder o lugar aos novos jogadores... o momento em que Jonas deixa de ser titular por decreto, o momento em que Jardel se senta no banco, o momento em que Fejsa vê o Florentino da bancada, etc.

... Que o diga o Rui Vitória, cuja queda começou no dia em que resolveu afastar Julio Cesar, Luisão e Jonas. E reparem que foi afastar jogadores com tremendas limitações físicas que os jogadores recusam aceitar e entendem que devem - apenas porque sim - ser titulares do SLBenfica.

Basicamente isso foi o fim do Rui Vitória, ao erguer uma barreira de oposição que foi corroendo até o destituir. E repare-se que aqui o Presidente cometeu um erro imenso: Permitiu (e bem) a saída do capitão - que definitivamente já não tinha capacidade para jogar há um ano - e depois manteve-o na estrutura a corroer aquilo por dentro, com os resultados que se viram.

Se acham que Bruno Lage faz milagres, desenganem-se! Se for permitida a existência de "vacas sagradas", se for permitido que os jovens que querem e podem trazer este sangue novo sejam "sacrificados" para dar espaço a estes egos... Bruno Lage cairá pelos resultados menos bons. Se for permitida a essas "vacas sagradas" desafiarem opções do treinador... Bruno Lage cairá como caiu Rui Vitória através da corrosão interna.

A única via possível é a de assegurar que essas "vacas sagradas" - antes de se converterem como tal - tenham o seu caminho fora do SLBenfica voluntariamente. Seja na China, EUA, Arabia ou onde for se quiserem continuar a jogar... seja fora dos relvados se de alguma forma puderem ser úteis, mas nunca sair do relvado para o "gabinete". Isso requer um "período de nojo" e de espaço aos que ficam.

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