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sábado, 6 de maio de 2017

A vergonha não chegou para o FC Porto vencer. #LigaFontelas

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Mesmo o penalty perdoado ao FC Porto logo no início do jogo, mesmo o cartão vermelho perdoado a Filipe, mesmo o critério vergonhoso na marcação das faltas...não chegou.

Desde a visita de Pinto da Costa a Fontelas Gomes que o FC Porto foi artificialmente colocado a discutir o título.

Amanhã apelo aos jogadores que não entrem a pensar que isto está ganho. Não está.

Joguem de forma inteligente e para ganhar. Têm que dar tudo amanhã!

Tenham cuidado com as armadilhas e provocações.

NADA ESTÁ GANHO!

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Rui Gomes da Silva diz tudo.

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A crónica de Rui Gomes da Silva é um resumo perfeito do que se passa por estes dias no futebol português e do que podemos esperar nos próximos dias. 

Com a frontalidade que se lhe conhece, esta crónica causou certamente muitas dores de alma a quem tem a consciência bem pesada...não importa a cor clubística.

Obrigado ao "Indefectível" pela passagem do texto para a net.

Reza a crónica:

"Estou farto destes pseudo intelectuais do futebol que debitam, a cada semana, um ódio e uma vontade de perseguição ao Benfica!

Com o aproximar do fim do campeonato, as estratégias (indirectas e directas) para tentar afastar o Benfica do tetra (ou do 36... tanto faz, embora a eles lhe faça mais mossa o tetra) têm passado os limites da vergonha, da decência e, até, da tolerância exigida a quem é do Benfica. 

Há resmas de penalties não assinalados a favor de uns e paletes de penalties não marcados contra o Benfica! Há ameaças nos túneis (numa espécie de fetiche de quem joga contra nós)... só divulgadas muitas horas ou dias depois dos jogos acabarem. Há jogadores nossos que deviam ser - no entender desses analistas imparciais - castigados em cada contacto e jogadores deles - também para esses mesmo especialistas que nunca jogaram, apitaram, treinaram ou leram alguma coisa, mas antes veem e escrevem há menos tempo do que cada um de nós sobre futebol - que são duros... porque o jogo é dado a momentos de alguma virilidade.

Estou farto destes pseudointlectuais do futebol, que debitam, a cada semana, um ódio e uma vontade de perseguição ao Benfica!
A inveja, essa razão permanente... escondida na alma lusa... que justifica tanta coisa... Pois, ainda assim - 'e como isso lhes dói...' - o Benfica continua a ganhar! Mas vamos aos 'casos concretos'...

1. ... As ligas 'reais' ou 'da verdade' foram criadas pelos... comentadores?
O jornalismo desportivo 'anti Benfica' descobriu que há ruído a mais no futebol. E descobriu esse crime lesa pátria - por curiosa coincidência - no ano em que o Benfica está perto (mas ainda muito longe, digo eu) do tetra!
Mas será que esta luta pela verdade desportiva só é para ser levada a sério se os seus autores... não forem do Benfica?
Eu poderia passar anos a fio a defender outra classificação que não a real... mas estou impedido do o fazer... por ser do Benfica?
Ou será moralmente admissível a quem incendiou - há tanto tempo - o futebol português (orgulhando-se disso mesmo) vir agora defender a contenção... por ter quem lhe responda com as mesmas armas?

2. ... As notícias de fragilização dos adversários do Porto são da responsabilidade dos... comentadores?
Na semana passada o Porto jogava contra o Chaves. Durante a semana, a notícia foi que o treinador do Chaves estava de saída e que poderia vir a ser substituído por... Jorge Simão!

Esta semana o Porto vai jogar contra o Marítimo.
Pois a notícia que já vimos é que o treinador do Marítimo estará de saída e que poderá vir a ser substituído por... Jorge Simão!
Estranho, não é?
Mas a culpa só pode ser... dos comentadores.

3. ... O Porto apresenta como testemunhas para o caso Brahimi o médico e o treinador adjunto... por causa dos comentadores?
O CD da FPF decidiu aplicar dois jogos de 'castigo' a Brahimi. Ora, o Porto pediu que o castigo fosse anulado indicando como testemunhas... o treinador adjunto e o médico.

Duas personagens do clube conhecidas pelas suas posições equilibradas e por - quer como jogador, quer como médico com lugar no banco desde há anos - serem das pessoas menos conflituosas que o futebol português tem visto.

A punição manteve-se, o que levou o clube deles a desenvolver mais alguns ataques a quem assim decidiu, numa prova de que continua bem vivo - lá para aqueles lados - o princípio de que 'quem não é por mim, é contra mim' (o Dr. Salazar não os larga)!
A culpa - essa - é, por certo, dos... comentadores.

4. ... O Sporting quer que os clubes percam pontos... por causa dos comentadores?
Durante meses enquanto ia à frente, o seu líder repetia as fanfarronices a que nos habituou. 'Olhem bem para nós que não vamos sair do 1.º lugar'... ou 'é importante dar mais luta'... ou 'a medida do meu sucesso? Ser campeão'... ou 'no final do campeonato haveremos de estar a comemorar muitas coisas', foram algumas dessas pérolas, que não devemos deixar cair no esquecimento.

Pois, perdido tudo o que havia para perder, vai de propor que os clubes possam perder pontos por causa da opinião de adeptos.
O ridículo de confundir liberdade de opinião com a vontade de ver o clube dele campeão... tem limites!
Ou será que, também aqui, a culpa é dos... comentadores?

5. ... E o Porto empatou em casa com o Setúbal e com o Feirense... por culpa dos comentadores?
Sabemos, das previsões a cada jornada, que os adversários do Benfica são sempre mais difíceis que os do Porto (ou do Sporting se a luta for com ele).

Antes de cada fim de semana tentam lançar a ideia que o Benfica tem um jogo de dificuldade máxima e que o Porto (ou o Sporting, porque a 'coisa' vai variando) tem a vitória quase garantida!

Ir a Paços de Ferreira é um grande desafio, mas - sabemos agora - tal não se compara com a dificuldade de jogar em casa com o Vitória de Setúbal!
Ou que ir a Alvalade é - sabemos, também agora - bem mais fácil ou pelo menos tão difícil como jogar em casa com o Feirense.
Ora a culpa deste 8 ou 80, desta falência de todas as previsões, está bem de ver, só pode ser... dos comentadores!

6. ... E a designação acintosa, provocadora e falsa da liga 16/17 como Liga Salazar é culpa dos... comentadores?
O recurso à mentira e aos 'chavões' é a arma dos pobres de espírito que perderam tudo, incluindo a razão!
Ou quase tudo, porque a vergonha, essa, nunca perdem!

Já não falo das voltas na tumba que darão muitos dos dirigentes do Estado Novo que ajudaram o Porto ou dos adeptos que, por razões de 'geografia política', eram mais próximos dessas cores!
Ou do que pensariam muitos dos ex-presidentes que poderiam ter tido essas ideias!

Nas pontas esquerda e direita: ex-presidente(esquerda) e presidente(direita) do FC Porto
Nem sequer sou um purista dessa invocação, mas não fico indiferente à desfaçatez, à falta de memória propositada, à falta de cultura manipuladora, ao revanchismo provinciano, à estupidez falaciosa que tenta induzir em erro quem poderá vir a acreditar numa mentira, transformada em verdade, por ser repetida indefinidamente!

Por mim, podem chamar-lhe 'Salazar'... embora ache estranho que a Liga, tão preocupada noutros casos, com a defesa dos interesses dos patrocinadores, não mexa uma palha para os defender.

Ou que a NOS, tão diligente em achar que a participação de dirigentes num programa televisivo poderia prejudicar a imagem do patrocínio, não se incomode com o facto de um clube que compete nessa mesma liga NOS, e que é patrocinado pela empresa, adultere a designação oficial da mesma...
Só não quero que lhe chamem 'Quinhentinhos', ... ou 'Apito Dourado', ... 'Conselhos matrimoniais nas vésperas de um jogo', ... ou 'Fruta', ... ou 'Calor da Noite'!
Antes Salazar (com culpa... dos comentadores)!

7. ... Ganhar em Vila do Conde
Já agora, o importante será ganhar em Vila do Conde onde - se o resultado da Madeira, no dia anterior, for a derrota do clube visitado - vai valer tudo, mesmo tudo!"

Rui Gomes da Silva, in A Bola

"Temos traficantes de droga e assassinos na claque".

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Foi uma das muitas declarações de Fernando Madureira num artigo do NY Times(link) sobre o Canelas e a vergonha que é para o futebol nacional.

O que se diria em Alvalade se uma declaração deste calibre viesse de alguém ligado ao SL Benfica.

Também, aposto que os arautos da legalidade não vão dizer uma palavra sobre o facto de alguém que lidera uma claque legalizada afirmar isto de forma categórica.

Já agora, Madureira afirma que os Super Dragões têm 5000 membros. 

A lista no IPDJ tem quantos membros registados? 

Quando é que foi a última vez que o FC Porto cumpriu o envio atualizado da lista? 

Quando é que o IPDJ enviou pela última vez a mesma lista à PSP, como está obrigado por lei?

Na porta das instalações dos SD está um autocolante que diz: “Eu (coração) fascismo”. Num país tão de esquerda é curioso que isto não incomode ninguém.

Fico à espera dos inquéritos e das denúncias do legalista Nuno Saraiva.

Ao que Vítor Serpa chega para vender meia dúzia de jornais.

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E já agora porque não também o Tanaka?

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Os mistérios do futebol português: condição especial para os Super Dragões?

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Consta que os SD que jogam no Canelas estão a pressionar os dirigentes do Ermesinde(sítio oficial) para os contratar na próxima temporada. A todos!

Que ascendente têm os SD na AF Porto? Será que é só pelo facto de Lourenço Pinto (membro do Conselho Superior do FCP) ser o presidente que lhes é permitido fazer isto? 

Será o Ermesinde Sport Clube "o próximo Canelas"?

Será que os adeptos e as gentes de Ermesinde estão dispostas a receber no clube tais criaturas?

Estaremos a assistir a uma tentativa de branqueamento do que tem sido o Canelas nos últimos anos?

Estou curioso para ver onde isto vai parar.

Já agora, ainda estou à espera da denúncia do Sporting ao IPDJ sobre os apoios ilegais dados pela FPF a uma claque ilegal nos jogos da Selecção Nacional, desde o ano passado.

Novas vítimas do futebol português: Os tipos que visualizam o video-árbitro!

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Há por aí um tolinho que anda a apregoar o video-árbitro há imenso tempo a advogar que o video-árbitro é a salvação de todos os males do futebol português que, diga-se em abono da verdade, parece que surgiram só quando o Benfica passou a ganhar títulos de forma sistemática... até aí, para alguns, o futebol português era um mar de rosas e o Apito Dourado nunca existiu.


Agora que a FPF decidiu avançar já com o video-arbitro em 2017/2018, o tolinho diz: "Ao fim de mais de quatro anos, em que tantas vezes me senti como que a pregar no deserto, eis que o tempo, esse grande conselheiro, me vai dando razão."

Ora, resta-nos aguardar com muita expectativa pelo início do campeonato e pelas primeiras derrotas dos clubes que, pelos vistos, são as vítimas de um Sistema controlado pelo Benfica.

O problema já foi o antecessor do Vitor Pereira, ele saiu e o Benfica continou a liderar, pelo que o problema passou a ser o Vitor Pereira, que saiu e o Benfica continua a liderar, com isso o problema passou para a FPF, Liga e árbitros (logo tudo!)... e agora a FPF responde a isso com a introdução do que esse tolinho tanto pediu: video-árbitro.

Com isto, às primeiras derrotas do FCPorto e do SportingCP, vamos ver o "Sacristão do norte" e o "Minion" a dizer que o SLBenfica controla os árbitros (ou os técnicos ou lá o que forem) que estarão a visualizar as imagens do video-árbitro.

Vai ser um fartote ver os programas de televisão a escalpelizar as decisões dos árbitros, com imagens (algumas vezes adulteradas) a serem repetidas e discutidas até à exaustão... e depois essas opiniões a ser comparadas e escalpelizadas novamente, à luz da decisão do video-árbitro.

VAI SER UMA FESTA!

O SLBenfica já veio congratular a FPF pela decisão de implementar o video-árbitro como medida para acabar com a suspeição no futebol português... pelo que não tardará o princípio maquiavélico dos chicos-espertos do costume para dizerem que o Benfica está já a garantir que controla a tecnologia, os técnicos, os árbitros... e até os cabos de rede que vão ligar isto tudo!

O Danilo(FCP) está melhor da..."lesão"?

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quarta-feira, 3 de maio de 2017

O CM mente mais uma vez: Obrigado Bruno, Fernando e suas cartilhas!

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Os adversários do Benfica andam desesperados a tentar arranjar motivos de desestabilização do balneário do SLBenfica e do clube em geral. 

Só este ano já a Jimenez, Jardel e agora André Horta foram apontadas como justificações para não jogar... questões de transferências. Os dois primeiros alegadamente não jogavam por terem recusado ser vendidos (paragem para riso compulsivo) e agora o segundo diz o CM que não joga porque não assina pelo Mendes.

Pois é, infelizmente o CM não soube é explicar que há VÁRIOS jogadores do SLBenfica não são jogadores do Mendes e ele nem sequer precisa disso para intermediar transferências, pois se tivessem dado ao trabalho de fazer um mínimo de investigação, sabiam que há vários negócios que são feitos por ele em que o empresário remunera com uma percentagem o empresário do jogador, que de outra forma não teria os mesmos argumentos para atingir a mesa de negociações com grandes clubes onde o Mendes tem muita influência.

O problema do André Horta não jogar, tal como acontecera com Jimenez e Jardel, não tem nada a ver com questões que saem fora do balneário do Benfica e, no caso de dois destes três, do departamento clinico do Clube.

O Jardel todos sabem que é o terceiro central do SLBenfica e só não é o segundo porque o Luisão trabalhou imenso na época passada para poder estar este ano a um nível como há muito não viamos e a um nível que envergonha muitos centrais "sub30". Seria estúpido querer obrigar a sair o Jardel quando todos sabem que o Lisandro não dá garantias...

O Jimenez é, claramente, um jogador de alternativa ao 11 (em função do esquema tático), dos jogadores mais utilizados por Rui Vitória - é certo que a partir do banco, porque em campo estão duas máquinas de fazer golos - e que foi importantíssimo no título do ano passado. Seria estúpido querer obrigar a sair o Jimenez quando nem tinhamos Jonas...

Por fim o André, veio de lesão complicada num momento em que o Rui Vitória apostava nele, contra a expectativa de muitos benfiquistas. Destacou-se e fez esquecer Renato Sanches, fez parte do momento de recuperação inicial que levou o Benfica ao primeiro lugar - de onde não mais saiu até ao momento. Só que o futebol é feito de muitas variáveis, no que toca ao trabalho diário, variáveis que num clube como o Benfica são levadas à exaustão e onde não se aceitam 99%s, onde não se aceitam falhas.

O André terão o seu momento de volta, estou certo disso, no SLBenfica e com Rui Vitória, um treinador que aprecia imenso o André Horta e o que ele pode dar à equipa e que não teve medo de apostar nele, mesmo antes de os benfiquistas apostarem... mesmo não sendo o André um jogador do Mendes :)

Como já li hoje, por vezes os benfiquistas fazem do Nuno Saraiva e do Fernando J Marques autenticos meninos de coro ao amplificarem, acreditarem e fomentarem desestabilizações FALSAS no SLBenfica. Sim, Farmacia Franco era para ti (mas não só)...

Eu, adepto, confesso:

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Estou farto deste futebol português!
Estou farto de gente reles que, devendo tomar a dianteira em dar um bom exemplo, não só dá o exemplo contrário como directa ou indirectamente alimenta um ambiente de latrina no futebol português.

Estou saturado deste ambiente de guerrilha permanente promovido por gente sem lugar no jornalismo sério e de referência procurou no futebol um lugar para destilar veneno e evidenciar a sua falta de qualidades humanas e profissionais.

Estou cansado de ver a facilidade com que se mente perante uma câmara de televisão ou até mesmo aos próprios adeptos e sócios dos clubes.

O futebol que aprendi a gostar tinha nas rivalidades um dos seus principais combustíveis mas a elevação era comum e não invulgar como hoje.

Vivi os tempos dos presidentes “mecenas” que íam para o futebol servir o clube do coração e não servir-se dele para enriquecer.

O futebol que defendo é o futebol em que nós adeptos…gostamos de ver futebol! É um futebol em que os fanáticos são uma minoria e são censurados pela maioria.

Defendo um futebol em que os adeptos podem sentir-se à vontade para ir ver futebol a outros lugares mesmo que o seu clube não esteja em jogo como fiz tantas vezes ao ir ao Restelo, a Alvalade ou até à Reboleira. Já vos disse que gosto de ver futebol?

Defendo e vivi tempos em que o normal era todos torcermos pelos clubes portugueses lá fora.

Por isso, foi com naturalidade que vibrei com a vitória do FC Porto em 1987 frente ao Bayern de Munique. 

Foi também com naturalidade que torci pelo Sporting na final da UEFA em 2005 frente ao CSKA.

Vibrei com aqueles anos em que o Boavista batia o pé a grandes da Europa nas competições europeias.

Como benfiquista, foram esses os valores que me foram passados: de profundo respeito pelos outros.

Só que também reconheço que é cada vez mais difícil encontrar razões para ser assim. 

Felizmente, por cada anormal que ouço ou leio, recordo-me de vários amigos pessoais ou até virtuais aqui do blogue que me provam que ainda vale a pena lutar por um futebol melhor.

O futebol português, infelizmente, está nas mãos de gente sem nível. Nos clubes e nos organismos que gerem o desporto está a raiz deste ambiente nojento.

Há algo que os dirigentes convenientemente esquecem:
O respeito, o bom senso e a educação não se legislam. Cultivam-se.

Enquanto todos esperarem que o primeiro gesto venha do outro lado, nada vai acontecer. 

Lembrem-se todos os dirigentes que andam no futebol que nenhum de vocês é exemplo de virtudes para ninguém. Têm que fazer muito para ganharem o respeito de todos.

Esforcem-se para isso!

O triunfo do trabalho.

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É como descrevo o percurso futebolístico de Cristiano Ronaldo no Manchester e no Real.

Soube aprender com Ferguson e com Queiroz no Man United, perder os maus hábitos trazidos de Portugal como os mergulhos para a piscina e descobriu que quanto mais trabalhasse mais aperfeiçoaria a sua técnica, o seu jogo. A sua atitude nos treinos marca todos os jogadores que querem evoluir.

Foi com trabalho e não com químicos que criou o seu espaço na história do futebol.

Já entrou para a história do futebol, já entrou para a história do Real Madrid.

Dentro de campo é dos melhores deste tempo, se não o melhor. Merece bem tudo o que está a conseguir.


terça-feira, 2 de maio de 2017

Bruno de Carvalho em contradição e defende censura à liberdade de expressão.

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O presidente do Sporting Clube de Portugal defende a limitação à opinião e à liberdade de expressão de comentadores que não "comentarem" no sentido que agrade ao presidente do Sporting.

De facto, Bruno de Carvalho defende para os comentadores o contrário do que defende para si: liberdade de expressão. 

Pede liberdade para continuar a falar apesar de castigado pela FPF, mas exige que quem comenta não o possa fazer com liberdade.

Bruno de Carvalho revela um fraco conhecimento da nossa Constituição, em especial dos artigos 13, 37 e 38.

Mas quem processa adeptos do próprio clube por diferença de opinião é capaz de tudo. Está no seu direito processar mas com bases e não como BdC faz.

Além disso, continuo a ficar surpreendido que o autor da frase "Bardamerda para todos aqueles que não são do Sporting Clube de Portugal" venha dar lições de comportamento seja a quem for.

Fica a carta de Bruno de Carvalho em mais um momento de hipocrisia gigantesca por parte do ainda presidente do Sporting:

"O Sporting Clube de Portugal vem, em primeiro lugar e pela presente, manifestar perplexidade pelo facto de matéria que está a ser objecto de debate e análise em sede do grupo de trabalho com vista à revisão do Regulamento Disciplinar, estar em discussão na praça pública. Não nos parece que seja este o método mais adequado de obtenção de consensos e pacificação do futebol português que, como todos reconhecemos, devem ser uma prioridade de todos os agentes desportivos. 

O Sporting Clube de Portugal tem sido portador de uma mensagem muito clara no que diz respeito ao normativo disciplinar que deve reger o futebol português. Sempre pugnámos, de há quatro anos a esta parte, pelo incremento de preceitos que visem a punição exemplar da corrupção, da opacidade, do incentivo ao ódio e à violência no fenómeno desportivo. Escrevemos-lhes por isso com a autoridade de quem tem consciência e convicção de que tem estado sempre na vanguarda das alterações e melhorias no futebol português. 

Nesse sentido, o Sporting Clube de Portugal está inteiramente disponível para elevar ao extremo os mecanismos de sanção disciplinar de todos aqueles que, com responsabilidades, não cumpram os regulamentos em vigor. 

Não podemos, no entanto, deixar de sublinhar algo que consideramos da máxima relevância. Nos últimos anos, o Sporting Clube de Portugal tem sido alvo preferencial das mais diversas ofensivas e invetivas que nos visam não apenas a nós, mas a toda a indústria do futebol. A este respeito, temos sido defensores intransigentes da aplicação de medidas que visem a promoção da verdade desportiva e da transparência no futebol português.

Foi nesse sentido que propusemos, entre outras medidas, aliás em linha com os programas de acção dos presidentes da Liga e do Conselho de Arbitragem, a publicidade imediata dos relatórios dos delegados e dos árbitros, a introdução do vídeo-árbitro, a substituição imediata do responsável pela coordenação dos delegados da Liga, o fim dos observadores ou a punição exemplar de quem, por meios ilícitos, apoia material e financeiramente claques não legalizadas. (Comentário: Ficam de fora as claques legalizadas pois essas até podem ter os seus líderes presos por roubos violentos que está tudo bem.)

Temos, no entanto, absoluta consciência de que estas medidas não respondem na totalidade aos problemas prementes que enfrentamos hoje em dia. Desde logo porque o comportamento dos agentes desportivos, designadamente os dirigentes, é muitas vezes consequência de uma política de terrorismo comunicacional que alguns clubes entendem levar a cabo com resultados particularmente nefastos para a indústria do futebol e todos os que nela intervêm. 

Nesse sentido, reafirmamos a nossa total disponibilidade para apoiar penas máximas para quem se exceda ou prevarique no exercício constitucional da liberdade de crítica e opinião, considerando, porém, que este quadro só é aplicável na circunstância em que nos sejam dadas condições para não termos que passar a vida a defender-nos do autêntico exército de caluniadores ao serviço de agendas clubísticas, que poluem o espaço mediático. 

Atrevemo-nos inclusive a lançar o repto de que seja ponderada a introdução de um mecanismo de responsabilização objectiva dos Clubes pelas declarações proferidas por comentadores que lhes sejam manifestamente afectos, tal como já hoje sucede ao nível do comportamento incorrecto dos adeptos.

É pois neste contexto que propomos uma reunião ao mais alto nível com a presença dos Presidentes da Federação Portuguesa de Futebol e da Liga Portugal, dos Clubes, do Governo e dos Operadores de Media que, como é público, têm sido utilizados, tantas vezes involuntariamente, para a prossecução de uma agenda de cartilha com matriz pirómana e incendiária que é devastadora para o desporto nacional. 

Só através de um compromisso sério entre todos os intervenientes, e não podemos eximir ninguém desta responsabilidade, é que será possível a pacificação e descrispação tão necessárias ao futebol português." - Bruno de Carvalho em Record.



Fico sempre emocionado quando.../Digam-me que não é verdade!!

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...leio tanta preocupação com o que o SL Benfica poderá ou não receber por jogadores de futebol.

O "caso" Renato Sanches é mais um. De repente, todos ecoam que o Bayern desmentiu que tenha que pagar mais 5M se o RS jogar mais um minuto que seja esta temporada.

É ternurento ver que os rivais estão muito preocupados com este tema. 

Os mesmos já não se preocuparam com o rigor quando o Sporting se "abotoou" com o dinheiro do Rojo em vez de pagar a parte que era devida ao fundo que serviu para trazer o jogador para Alvalade, por exemplo.

Quem acompanha o Bayern mais de perto como eu sabe que após esta notícia ter chegado a outros mercados como o inglês(link) seria sempre alvo de um esclarecimento se não correspondesse à verdade.

Em Portugal esquecem que o Bayern Munique é muito mais que um clube de futebol. É verdadeiramente um grupo empresarial em que têm parte algumas das empresas alemãs mais representativas.

Espero que o Renato continue a evoluir, é muito novo e terá tempo para conseguir o seu espaço.

Quanto a contas e comissões, cá estamos nós benfiquistas para nos preocuparmos com isso.

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Dizem-me que a Sporting TV assinalou o aniversário do último título de campeão do Sporting com uma foto do Marquês de Pombal...cheio de benfiquistas mas com uma espécie de filtro verde para dar ar de que era a festa do Sporting!

Diz-me quem viu que o que traiu a Sporting TV foram as imagens da sigla do "NovoBanco" que não existia em 2002!

Digam-me que isto não é verdade!! Como dizem os putos....grande LOOOOOOL!!!

Se alguém tiver esta imagem que nos mande para o endereço do NGB!

Ser benfiquista, portista, sportinguista…

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Um artigo excelente de Paulo de Almeida Sande no "Observador":

"Ser benfiquista é ter a chama imensa e vibrar com as vitórias dos “encarnados” (“vermelhos” era de evitar nos tempos antigos do estado novo), ser sócio desde pequenino ou mero adepto da bola, é sofrer nos momentos difíceis em que o esférico não entra, gritar como um desalmado e abraçar quem esteja ao lado a cada golo do glorioso.

Ser benfiquista é cantar piçarra a plenos pulmões, sentir-se pertença de um clã de gente simples (mas não só) e fingir que somos seis milhões (não há demografia que o permita), é exaltar os nossos ídolos fazendo de conta que são todos génios (jogadores do clube mais vitorioso de Portugal) e defender a mística como o santo graal das nossas vidas. Ser benfiquista é um estado de alma, um suplemento de existência, um orgulho sublimado em derrotas e exaltado em vitórias impossíveis, as de ontem como as de hoje.

Tudo isso e mais que não cabe no espaço desta crónica é ser benfiquista. Importante é a pertença, uma partilha (em colectivo) de referências e afinidades, um sentimento de identidade que nos estrutura e justifica. E é por isso que ser benfiquista é mais do que uma curiosidade: desenganem-se os intelectuais que chamam ao fervor clubístico alienação.

Ser benfiquista é isso e muito mais. Mas sê-lo, adepto e civilizado, não é ser fanático. É reprovar – ou aprovar pouco – aquilo que se passa no chamado “mundo do futebol”.

Ser benfiquista não é querer ganhar a qualquer custo. Ganhar com batota não traz a um adepto do glorioso orgulho; nem sequer satisfação. Entristece-nos. E se alguém dispara um petardo ou conduz um automóvel e, por estupidez, por instinto criminoso, assassina um ser humano, então qualquer adepto benfiquista civilizado se sente violentado; enojado, revoltado.

Ser portista é exaltar o brasão abençoado e vibrar com as vitórias dos “azuis e brancos” (o azul, símbolo da lealdade, a mais fria das cores frias a arder nos nossos peitos), é ser sócio desde pequenino ou mero adepto da bola, é sofrer nos momentos difíceis em que o esférico não entra, gritar como um desalmado e abraçar quem esteja ao lado a cada golo dos dragões.

Ser portista é cantar canossa a plenos pulmões, sentir-se pertença de um clã de gente do Norte (mas não só), sabendo-se leal e invicto, é exaltar os nossos ídolos fazendo de conta que são todos génios (campeões da Europa já no século vinte e um) e defender a mística como o santo graal das nossas vidas. Ser portista é um estado de alma, um suplemento de existência, um orgulho sublimado em derrotas e exaltado em vitórias impossíveis, antigas ou recentes.

Tudo isso e mais que não cabe no espaço desta crónica é ser portista. Importante é a pertença, uma partilha (em colectivo) de referências e afinidades, um sentimento de identidade que nos estrutura e justifica. E é por isso que ser portista é mais do que uma curiosidade: desenganem-se os intelectuais que chamam ao fervor clubístico alienação.

Ser portista é isso e muito mais. Mas sê-lo, adepto e civilizado, não é ser fanático. Não é aprovar – ou é aprovar pouco – aquilo que se está a passar no chamado “mundo do futebol”.

Ser portista não é querer ganhar a qualquer custo. Ganhar com batota não traz a um adepto azul orgulho; nem sequer satisfação. Entristece-nos. E se alguém dispara um petardo ou conduz um automóvel e, por estupidez, por instinto criminoso, assassina outro ser humano, então qualquer adepto portista civilizado se sente violentado; enojado, revoltado.

Ser sportinguista é ter nascido sob o signo do leão e vibrar com as vitórias dos “verdes” (cor da esperança e da bandeira, dos prados e da paixão), ser sócio desde pequenino ou mero adepto da bola, é sofrer nos momentos difíceis em que o esférico não entra, gritar como um desalmado e abraçar quem esteja ao lado a cada golo dos leões.

Ser sportinguista é cantar valério a plenos pulmões, sentir a pertença a um clã de gente nobre (mas não só), saber-nos quase 200 mil sócios e exaltar os nossos ídolos fazendo de conta que são todos génios (na arena do clubismo em que o futebol reina indisputado, o nosso clube é o mais eclético, de Portugal como do Mundo), é defender a mística como o santo graal das nossas vidas. Ser sportinguista é um estado de alma, um suplemento de existência, um orgulho sublimado em derrotas e exaltado em vitórias impossíveis, por antigas que sejam.

Tudo isso e mais que aqui não cabe é ser sportinguista. Importante é o sentimento de pertença, uma partilha (em colectivo) de referências e afinidades, afinal um sentimento de identidade que nos dá estrutura e justifica. E é por isso que ser sportinguista é muito mais do que uma curiosidade, enganando-se os intelectuais que chamam ao fervor clubístico alienação.

Ser sportinguista é isso e muito mais. Mas sê-lo, adepto e civilizado, não é ser fanático. Não é aprovar tudo – na verdade, é aprovar muito pouco – do que se passa naquilo a que se chama “mundo do futebol”.

Ser sportinguista não é querer ganhar a qualquer custo. Ganhar com batota não traz a um adepto leonino orgulho; nem sequer satisfação. Entristece-nos. E se alguém dispara um petardo ou conduz um automóvel e, por estupidez ou instinto criminoso, mata um ser humano, então um adepto sportinguista civilizado sente-se violentado; enojado, revoltado.

Há muita gente a mais no futebol. São em geral os que mais lucram com ele e em nada respeitam a paixão, o gosto pelo jogo e, naturalmente, pela vitória, dos adeptos civilizados.

São, não sendo todos, os dirigentes que vociferam, incendeiam o país, enquanto negoceiam chorudas transferências em parte parqueadas nas suas contas; são os jogadores, em teoria a mais pura dimensão do futebol, que amam sempre o último clube a contratá-los sem pertencer verdadeiramente a nenhum; são os agentes que enriquecem promovendo transferências desnecessárias, lançando jovens promissores demasiado cedo a um Mundo que lhes extrairá a essência da genialidade ainda embrionária e os devolverá frios e secos ao anonimato da mediocridade; são os comentadores, que enxameiam as televisões e as redes sociais, e cuja função (não de todos) é serem os pirómanos de serviço, repetindo lugares comuns e atiçando fogueiras. São claques desaustinadas, sem controlo, legais ou ilegais, que marcam encontros com os rivais – chamados de inimigos -, destilam raiva nas redes sociais, agridem e insultam em defesa das suas cores muito para além da razoabilidade e da civilidade do que devia ser um desporto.

Nenhum benfiquista, sportinguista ou portista, adepto civilizado dos seus clubes, sanciona o estado podre a que chegou o futebol em Portugal. Quem anda a destruir o belo jogo? E o que esperam as autoridades, políticas, policiais, judiciais, para os punir e condenar, para sempre, ao ostracismo do “mundo do futebol”?

Não é difícil: antes até de colocar a tecnologia ao serviço dos árbitros, é essencial utilizá-la para barrar o caminho aos infractores: barrar a entrada nos estádios, se necessário para sempre, aos adeptos violentos; expulsar os dirigentes “incendiários”; deixar de assistir ao espectáculo dos comentadores tóxicos, pois sem espectadores eles deixarão de o ser (comentadores); controlar estritamente os agentes e exigir um comportamento ético aos jogadores, no que respeita a contratos e ao seu respeito.

Não me parece que continuar a contar cadáveres no futebol, no sentido real ou figurado, seja aceitável numa sociedade civilizada. Por muito que queiramos que a nossa equipa vença."

Podem agredir árbitros à vossa vontade ok?

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"Marco Gonçalves, o jogador do Canelas que agrediu o árbitro José Rodrigues, foi suspenso por quatro anos e cinco meses pela Comissão de Disciplina da Associação de Futebol do Porto, disse esta segunda-feira à agência Lusa fonte do organismo.

Segundo a mesma fonte, o jogador do Canelas foi alvo de três penalizações, uma mais pesada, de quatro anos de suspensão, por "ofensas corporais à equipa de arbitragem", uma segunda, de três meses, por "ameaças, injúrias e ofensas à reputação", e ainda uma terceira de dois meses, por "ofensas corporais graves a jogadores".


A agressão a José Rodrigues, com uma joelhada, ocorreu há cerca de um mês, no jogo com o Rio Tinto, do campeonato da principal divisão distrital da Associação de Futebol do Porto.

Além da suspensão, Marco Gonçalves terá ainda de pagar uma indemnização ao árbitro José Rodrigues de 4.125 euros, e à AF Porto 20 por cento desse montante.

O Canelas 2010, por seu lado, foi sancionado com a pena de derrota no jogo com o Rio Tinto, a quem deverá pagar uma indemnização de 1.605 euros, a que acresce um pagamento à AF Porto de 20 por cento desse montante.

O clube de Vila Nova de Gaia foi ainda multado em mais 400 euros." - Record.

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Que bela mensagem que o futebol manda aos jovens e à sociedade. Podem dar um golpe quase mortal num árbitro que só ficam inibidos de participar em competições durante uns anos.

Pelo que me apercebi, a proibição definitiva a um jogador de participar em competições oficiais já não está prevista na lei. 

Entretanto, nem uma palha foi movida para que na próxima temporada entre em vigor um novo regulamento que castigue realmente quem agredir árbitros ou outro qualquer interveniente no jogo.

Quem tem uma atitude violenta como esta deve ficar afastado dos relvados e dos recintos desportivos. Não há que ter contemplações!

Anda tudo entretido em ficar bem na fotografia ou em fugir de responsabilidades como no caso de Fernando Gomes que num país civilizado já teria pedido a demissão de presidente da FPF pela forma miserável como se tem furtado às suas responsabilidades.

Dirigentes do futebol português? Vocês são uma vergonha.

A Cartilha do Bruno...

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Das duas uma... ou o túnel de Alvalade recebeu um comicio de comentadores do Sporting, ou então o clube oficialmente fez saber junto dos seus comentadores uma "mensagem única" sobre alegados factos - na versão do Sporting, claro, que todos sabemos primar sempre por muitos problemas com a verdade.

Portanto, o que devemos chamar a uma mensagem orquestrada, absolutamente decalcada e igual entre todos os comentadores do Sporting para tentar passar a ideia que no tunel se passou algo de intimidatório perante um árbitro que acabara de não assinalar três penaltys descarados.

Eis a Cartilha do Bruno!

segunda-feira, 1 de maio de 2017

#JOGODAMALA - Futre afirma: vai haver dinheiro em Vila do Conde

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Todos guardamos na memória o choro compulsivo de Arnold (V. Setubal) no ano passado por não ter sido capaz de tirar pontos ao SLBenfica na Luz, o que mais do que o resultado, teria dado muito dinheiro ao jogador e aos seus companheiros.

Tanto eu como o Shadows temos reforçado a fundamental importância de não voltarmos a encarar mais nenhum dos três jogos que faltam com a mesma (má) atitude que caracterizou o jogo com o Estoril.

A frescura física dos jogadores do Estoril após o intervalo mostrou bem que além do dinheiro... há muitos outros elementos a acontecer nos bastidores, mais ainda quando na luta pelo título está um clube que tem como Administrador histórico da SAD um conhecido médico que produz medicação para diversas necessidades.

Acreditar que apenas o dinheiro vai circular nos balneários de Rio Ave, Guimarães e Boavista, é acreditar no Pai Natal e no Coelhinho da Páscoa.

O FCPorto está longe, muito longe, de entregar a luta pelo título e o SLBenfica, com a atitude do jogo com o Estoril, está perto, muito perto, de lhes tornar a vida mais facilitada.

Nos próximos três jogos defrontamos o 7º, 4º e 9º. Boas equipas, com bons jogadores e que vão ter uns incentivos na conta bancária caso nos tirem pontos... já para não falar nos "comprimidos para emagrecer", que são sempre importantes porque vem aí o Verão e todos querem aparecer muito bem.

Em cima da mesa, além da tonificação física, estão números na ordem dos 10.000€ por jogador em caso de vitória, o que significa o dobro de alguns ordenados.

Por oposição, o FCPorto defronta 6º, 12º e 16º classificados - um calendário bem mais facilitado.

Ao contrário do que mostraram as escutas, nada disto é ilegal. Pior seria pagar aos próprios adversários para perderem (bom, eu já não digo nada neste futebol vergonhoso), mas na verdade pagar incentivos aos adversários dos clubes rivais não é crime - algo com o qual eles não estão muito habituados a lidar.

E os "compromidos para emagrecer" também não são ilegais... se o controlo (pouco regular e altamente instrumentalizado) não deteta é porque é legal.

Portanto, dado que nada disto é ilegal, resta-nos enfrentar todos estes adversários com uma atitude superior, com uma determinação de campeão e com um foco único no sucesso da equipa e na conquista dos três pontos de forma irrepreensível... nada do que se verificou com o Estoril, portanto.

FC Porto: comunicação mentirosa e impune.

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"Eu quero o Xistra num caixão."

Foi com este cântico que os adeptos do FC Porto brindaram o árbitro do Chaves-FC Porto durante o jogo. Claro que como é uma claque legalizada, tudo está bem. 

Mas fosse "só" isto e até se poderia fingir que não aconteceu. Só que este terrorismo verbal segue o exemplo da direcção de Comunicação do FC Porto que continua a ultrapassar todos os limites sem qualquer sanção.

Através do Porto Canal, do Dragões Diário ou mesmo em campo como se viu com o agora suspenso Luis Gonçalves, tudo serve para intimidar os árbitros.

Só que a argumentação do FC Porto não bate certo.

Eu pergunto:

- Se a Federação Portuguesa de Futebol está na mão do SL Benfica, então porque não criticam Fernando Gomes e o seu director geral Tiago "Cachecol do Porto" Craveiro?

- Se a arbitragem tem inclinado o campeonato para o lado do SL Benfica, então porque não criticam Fontelas Gomes?

- Se são tão críticos da arbitragem, porque não demonstram indignação sobre a mais que provável inclusão de Fontelas Gomes no Comité de Arbitragem da UEFA?

- Pensam que enganam alguém por criticar Rui Costa, irmão de Paulo Costa que foi o nome indicado por Pinto da Costa para o Conselho de Arbitragem da FPF?

- Está o FC Porto a fingir que não gosta de Paulo Costa para abrir caminho para que o atual número 2 da arbitragem portuguesa possa assumir a chefia do cargo na próxima temporada?

- Não estão afinal os principais cargos na FPF nas mãos de adeptos fanáticos do FC Porto?

- Alguém sabe explicar porque Fernando Gomes escapa a posições públicas ou críticas por parte de FC Porto ou Sporting?

- O FC Porto acha normal que o líder da FPF não apareça em público para ser questionado sobre os problemas do futebol português?

Toda a Comunicação do FC Porto é mentirosa, passa impune face a tudo o que diz e faz e demonstra um desespero enorme.

Uma nota final sobre a conversa das cartilhas: ver jornalistas a criticarem o Benfica por demonstrar organização no envio de informação adicional é uma demonstração de hipocrisia enorme.

Será que os mesmos jornalistas que criticam as cartilhas têm o mesmo peso quando dia após dia dão eco às cartilhas dos partidos políticos? São debates, conferências de imprensa e notícias plantadas pelos partidos para servirem os seus interesses.

Os jornalistas criticam essas cartilhas ou apenas servem de eco? Não são as cartilhas dos partidos políticos bem mais perigosas e graves? Tenham vergonha.

Qualquer comentador do Benfica que funcione como eco de alguém é uma vergonha para o nosso clube. Mas ter comentadores bem informados, goste-se mais ou menos de cada um deles, é um vantagem na defesa do clube.

domingo, 30 de abril de 2017

Eu acredito, o Rui acredita... e vocês meninos?

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É certo que a minha posição na Luz é privilegiada para tal, mas quando vi o jogo demasiado "embrulhado" em jogadas individuais e tentativas tontas de todos para resolverem o jogo sozinhos, com a consequente asneira na tomada de decisão, fixei-me várias vezes no nosso treinador.

O mister Rui Vitória, sem que isso representasse tratar os nossos jogadores como atrasados mentais, não parou praticamente desde os 10min da primeira parte até final de tentar chamar a atenção dos jogadores para a necessidade de decidir mais depressa e ser mais objetivo no processo de construção...

Os jogadores do Benfica entraram em campo não a acreditar que o jogo estava ganho (vá lá não se repete o erro do passado em que o jogo já estava ganho) mas com uma confiança férrea que iam vencer o jogo - era uma questão de tempo.

UM ERRO TREMENDO!

Ontem, como em quase todos os jogos, quando aceleraram... cilindravam o adversário tanto ofensivamente como defensivamente. O problema é que o faziam poucas vezes, muito poucas aliás, apesar dos constantes pedidos do treinador nesse sentido.

O TÍTULO SÓ VAI ACONTECER SE JOGAREM NO LIMITE EM CADA JOGO!

Ontem só escaparam à inercia o Semedo (tremendo!), Fejsa (um polvo que parece estar em todo o lado) e Jonas (que corria a defender quando outros vinham em passo acelerado apenas). Se a equipa toda jogar com a atitude destes... o Tetra será uma realidade.

Se, por outro lado, continuarem a acreditar que é uma questão de momento do jogo em que a bola entrará... Podem mandar fazer as faixas do FCPorto, porque este Tetra não vencem!

QUE HISTÓRIA QUEREM ESTES JOGADORES ESCREVER:

- A do Tetra que nunca tinha acontecido... ou a do Tetra que quase aconteceu se perdeu a três jornadas do fim depois de liderar todo o campeonato?

Querem entrar na história ou passar ao lado dela? Querem fazer parte do que ninguém conseguira antes num clube com a história do SLBenfica... ou querem ficar conhecidos por terem tentado?

Não podemos brincar com o fogo, Benfica.

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Fazer um jogo como o de ontem nesta fase do campeonato é brincar com o fogo.

Antes do primeiro golo do Benfica eu comentava por sms com um amigo que o Benfica tinha que subir o ritmo de jogo. Veio o golo e quando se julgava que o ritmo subisse, nada disso aconteceu.

E chegamos ao intervalo com uma vantagem mínima.

A entrada na segunda parte refletiu o que se tem visto neste Benfica: entrada desconcentrada e que mais uma vez custou um golo sofrido.

Quando o Benfica acelerou(por breves minutos) Jonas marca um grande golo. Mas ficou por aí.

Preocupa-me que o Benfica nesta fase não consiga gerir o jogo, segurar bola e impor um ritmo de jogo que sirva os seus objectivos.

Preocupa-me que o Benfica não tenha pensado de que tem que prevenir situações futuras e não tenha carregado de forma a marcar mais golos e recuperar a desvantagem que tem do FC Porto em caso de empate em pontos.

Como se viu ontem, do outro lado teremos equipas motivadíssimas para jogar contra o Benfica. 

Como se viu ontem, quem espera ser campeão com resultados dos outros está a pedir para não festejar o 36.

O Benfica não pode brincar com o fogo. Tem o 36 ao alcance das mãos.

Nota: parabéns ao preparador físico do Estoril. Uma equipa que revela aquela frescura física durante a segunda parte de um jogo é quase um milagre...


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