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sábado, 20 de abril de 2013

O que vens cá fazer, Ricardo Santos?

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        "Vai aquecendo a fruta, Proença!"


Acreditar no bom senso ou bom critério das nomeações para jogos do Benfica só mesmo se vivermos no 'mundo do Baltazar'.
Ricardo Santos roubou o Benfica num jogo decisivo. Nomear este senhor para um jogo decisivo, ainda por cima não sendo ele o habitual auxiliar de João Capela, é brincar com o fogo. E com os benfiquistas.


sexta-feira, 19 de abril de 2013

O nosso "Mini Estadi"

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O SLBenfica é, possivelmente, o clube português com maiores e melhores condições desportivas no seu complexo desportivo. Um estádio (perdão, uma Catedral), um campo sintético, dois pavilhões, duas pisicinas... 

... ao que ainda juntamos um academia do futebol de formação ao nível das melhores do Mundo.



Brevemente será inaugurado mais um marco histórico em Portugal, com o Museu Cosme Damião a ser um momento de grande orgulho para todos, pela qualidade e estrutura ao nível - ou mesmo a superar - os melhores museus desportivos do Mundo.

Ainda assim...

... Ainda assim, penso que há dois factores ao nível do património que na minha opinião deveriam merecer um investimento por parte do SLBenfica - não prioritário, é certo...:

A nossa cidade desportiva!




À semelhança do que tem, por exemplo, o FCBarcelona no complexo do Mini Estadi e espaços envolventes, penso que faria todo o sentido encontrarmos um espaço em Lisboa que pudesse albergar as equipas jovens que ainda não treinam no Seixal - Penso que começam apenas nos Iniciados, se não estou em erro - e também os jogos da equipa B.

O SLBenfica tem hoje em dia três paradigmas logísticos:

> O Futebol
- As equipas de animação GeraçãoBenfica que se dividem entre o estádio e os Olivais.
- As equipas de competição de Benjamins e Infantis que se dividem por diversos campos de Lisboa como os Pupilos do Exercito no Alto dos Moinhos, ou o campos do Unidos de Lisboa na Pontinha.
- A equipa B que anda a jogar em "campo emprestado" no Atlético.

> O Atletismo
- São imensos os titulos que conquistamos nesta modalidade, acima de tudo individual mas também colectiva, e sempre a treinar espalhados por Lisboa.

> O Rugby
- Em tempos hoje a promessa da Cidade do Rugby em Oeiras, que até teve primeira pedra, mas aparentemente nunca mais apareceu.

Seria um espaço de culto para o Ecletismo (sim, o SLBenfica é o verdade e possivelmente único clube realmente eclético) e para a formação de base (dos mais jovens até aos 13/14 anos) no futebol.

Mesmo economicamente, seria possivelmente o momento mais adequado para investirmos na construção de um espaço imobiliário, com capacidade para os jogos e treinos das nossas equipas jovens de futebol de iniciação e competição, para o rugby senior e de formação e, na medida do possível (e à semelhança da anterior Catedral) um espaço para o nosso atletismo.

A construção, ao contrário do CaixaFutebol Campus, não seria demorada devido ao facto de ser acima de tudo um espaço de treino (campos, estacionamento, apoio logístico e balneários). Eventualmente com maior impacto de tempo e investimento seria o espaço do "nosso Mini Estadi", onde passariam a evoluir os nossos jogadores da equipa B e jogos principais das equipas de formação.

O que acham?



Agri-Doce

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Portugal, 19 de Abril de 2013

Ao cabo da 4ª época de Jorge Jesus e 8 anos após a última presença, conseguimos finalmente estar na Final da Taça de Portugal, a tal festa do futebol que alguns gostam de chamar. Nos últimos anos foram mais as vezes que fomos impedidos de prosseguir por erros de arbitragem, do que por a equipa jogar mal e não merecer seguir adiante.


Após essa última presença com Trappatoni no comando e 8 dias após nos sagrarmos campeões nacionais, perdemos 2-1 com o Setúbal num jogo em que Paulo Costa até marcou 1 penalty a nosso favor logo aos 5 mn. Para o campeonato não marcava, mas na Taça e num jogo entre equipas de “mouros”, já podia ser.


De seguida veio Koeman que foi derrotado em casa pelo Guimarães, num golo em que a bola é ajeitada com o braço antes de ser rematada. Árbitro, Jorge de Sousa que viu essa jogada, como viu várias entradas à margem das leis dos jogadores do Guimarães, sem penalização correspondente. Expulsou 1 jogador ao Guimarães quando já perdíamos por 1-0, o que serviu para eles se fecharem defensivamente. O Guimarães foi depois eliminado fora pelo Setúbal.


Depois veio Fernando Santos, e fomos eliminados pelo Varzim da 2ª divisão de Honra. Árbitro Olegário Benquerença que não viu 2 penaltys claros sobre Simão e Nuno Gomes, um com 0-0, outro com 0-1. O Varzim a seguir foi jogar a Braga, perdendo, e o Braga foi de seguida eliminado pelo Belenenses (de Jorge Jesus) fora também.


Na época seguinte começamos com Fernando Santos, passamos por Camacho e foi já com Chalana que fomos eliminados nas meias-finais contra o SCP, depois de estarmos a vencer por 2-0 ao intervalo, perdemos 5-3. Árbitro, Jorge de Sousa que juntamente com os auxiliares não viram a legalidade do 3-0 do Benfica (Di Maria) e permitiram – embora pouca diferença fizesse – o 5º golo após entrada violenta de Miguel Veloso sobre Léo, que não foi sancionada e originou um contra ataque de golo.


Veio Quique Fores e fomos eliminados pelo Leixões nas grandes penalidades, na primeira vez em que vi Moretto não defender qualquer penalty. Esse Leixões que tinha ganho em casa do FCP bateu-nos porque o árbitro Olegário Benquerença não viu 2 penaltys na mesma jogada de Nuno Gomes aos 91 mn.

Depois de 4 eliminações aos apitos de Jorge Sousa e Benquerença, sem que a Direcção do Sr.º Vieira protestasse o que quer que fosse, veio Jorge Jesus e fomos eliminados pelo Guimarães com arbitragem de Elmano Santos. Para variar não viu 2 grandes penalidades a favor do Benfica, uma delas na última jogada do desafio.


No ano seguinte, fomos eliminados nas meias-finais pelo FCP, com arbitragem inenarrável de Carlos Xistra e silêncio absolutamente conivente do Sr.º Vieira. Para branquear os erros de arbitragem chegou a sugerir-se que o Roberto, enfim, mas quem defendeu foi o Júlio César. As marcas a equipa e nos adeptos forma de tal ordem marcantes, que a equipa não mais se encontrou a nível mental e psicológico estando nesse factor a maior parte das explicações da eliminação nas meias-finais da Liga Europa.


Por fim na época passada, talvez a única eliminação sem interferência dos apitos dos árbitros mas com 1 “frango” do Eduardo. O presidente do Catania dizia que com “Eduardo estavam garantidos 5 ou 6 frangos por ano” e apesar disso o Sr.º Vieira foi contratá-lo para suprir a falta de Roberto... Eduardo “caprichou” nesse jogo e fomos à vida.


E cá estamos agora com esta sensação boa que é estarmos na final e não termos de jogar nem contra o SCP nem contra o FCP. Não quero dizer que será por isso mais fácil, apenas quero dizer que agradável saber que nós conseguimos e eles não.


Contudo a passagem à final trouxe para mim um sabor agri-doce. Doce, porque estar na final da prova em que temos o maior número de vitórias, é como estar de regresso a casa! Mas também me deixou um sabor muito amargo relativamente à forma como a equipa foi gerida. Porque vi ali mais prejuízos do que benefícios e vi Jesus contrariar aquele que tem sido o padrão das suas decisões.


Ao colocar a maior parte dos jogadores que constituem o denominado onze base (apenas Lima e Ola Jonh não alinharam de início), JJ quebrou uma regra que vinha praticando: a rotação de plantel. Acredito que estar na final era – por todas as razões e mais alguma – muito importante para o Benfica. Mas então e as outras provas, não são?


Como se pode entender que o mesmo Jesus que fez alinhar Carlos Martins e Roderick contra o Bordéus e em Braga na meia-final da Taça da Liga, agora em nossa casa não tenha arriscado noutros centro campistas menos sobrecarregados de jogos? Como entender que o mesmo Jesus que lançou André Gomes na Alemanha contra o sempre forte Bayer Leverkusen, desta vez não tenha tido o mesmo critério? Será que o Paços de Ferreira mesmo com derrota no 1º jogo por 2-0 era assim tão temido pela equipa técnica? 


Não costumo criticar as opções dos treinadores, muito menos deste. Mas o desvio daquilo que costumavam ser as suas opções, não me parece normal em JJ. E como vi na Benfica TV, após o jogo com o Bordéus, o José Augusto (lá estou eu outra vez) defender que o Benfica tem jogadores para alinharem sempre os melhores me todos os jogos que faltam até final da época, não me espantaria que JJ se tivesse rendido às pressões da “estrutura”. Será? Não sei. O que sei é que perdemos mais do que ganhamos com esta opção. 

Espero estar muito enganado e que a recta final desta até agora, gloriosa época, não redunde em fracasso pela opção da meia-final da Taça com o Paços, que significou sobrecarga física escusada em 4/5 jogadores mais utilizados, e que significou a perda de confiança dos outros que viam nesse jogo uma oportunidade para serem úteis à equipa. Se não jogaram nesse jogo, vão jogar quando?


Pois é. A “estrutura” tem muito que se lhe diga...

Isto é o Sport Lisboa e Benfica: BRUTAL!

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O Shadows que me perdooe ter "tapado" o tópico anterior, mas não poderiamos deixar passar em claro em video absolutamente brutalíssimo. Que orgulho ser benfiquista!

Benfica - Sporting: as movimentações estão aí.

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É um lugar comum dizer que qualquer equipa que jogue com o Benfica provavelmente fará o jogo da época. 
Na maioria das vezes, é assim. 

Quando se trata do derby, o jogo que mais gosto de assistir e vencer durante a época desportiva, as 2 equipas em campo querem sempre vencer. 
Portanto não será de estranhar que o Benfica, para dar um passo decisivo na conquista do título, e o Sporting, para ainda ter esperança de alcançar um lugar europeu, darão de tudo, para além do que já seria de esperar.
De louvar desde já a postura das 2 direcções, não entrando em agressões verbais nem incendiando o ambiente. 

Na época de 1985/1986 perante uma Luz lotada, perdemos esse mesmo jogo vital. Podem revê-lo aqui

É preciso esquecermos a distância pontual que nos separa. 
Esquecermos que o Sporting anda longe da glória dos títulos. 
Esquecermos que vencemos não sei quantas vezes nos últimos encontros.
Esquecermos que marcamos sempre golos em qualquer jogo.

O primeiro passo para vencer domingo é encarar o Sporting como uma equipa de topo. É encarar o jogo com máxima concentração desde o apito inicial. É respeitar o Sporting e os seus atletas.
Se o fizermos, teremos a maturidade mental para gerir o jogo, raciocinar com inteligência e comprovar em campo e com golos de que merecemos estar em primeiro lugar e de que provavelmente seremos campeões nacionais.

Mas há outros factores a não esquecermos além da motivação leonina já atrás mencionada.
Os incentivos recebidos pelo plantel sportinguista com o pagamento dos salários em atraso.
E um prémio de vitória na Luz, que segundo rezam em surdina alguns, pode ascender a 20.000€/jogador.

Em Olhão, o dinheiro prometido não apareceu. O resultado da equipa algarvia não satisfez o 'amigo'.

Também a condição física que a equipa conduzida por um ex-treinador da equipa da amarelinha apresentará também deve ser algo a não descuidar. Ninguém passa 4 anos no antro da corrupção sem aprender as suas manhas.
Pedir um controle anti-doping será cuidar de que ninguém mancha a seriedade deste jogo.

Longe de mim querer colocar em causa a seriedade dos novos responsáveis leoninos. Acredito que querer vencer este jogo seja um objectivo da temporada para qualquer um.

O que já me parece pouco credível é que um clube que minuciosamente corta em despesas como fotocópias, água ou electricidade disponha de quase meio milhão de euros para dar só em prémios de jogo.
Será que vem da mesma banca que enrolou a corda à volta do pescoço de Bruno Carvalho e quase o enforcou nos seus primeiros dias de mandato? 
Ou temos mais uma promessa de um amigo, um fundo ou tranche adiantada de, por exemplo, Rui Patrício?

Bruno Carvalho disse: 'Show me the money!!!'
O NGB pergunta: quem mostrou o dinheiro?


adenda: E esta????!!

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Experiência Match Day Fan Programme

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Esta é uma ideia que já tenho há muito tempo: Porque não implementar o programa "Match Day Fan Programme"?

Em que consiste? Muito simples...

O extremo da paixão de um adepto benfiquista é quando tem oportunidade de contactar com os seus ídolos: os jogadores, treinadores e até estrutura de staff do futebol...

O Match Day Fan Programme consistiria na hipótese de acompanhar "in loco" os momentos de que antecedem e sucedem os jogos do SLBenfica.

Nos jogos em casa, dar-se a possibilidade a um grupo muito reduzido de sócios (máximo de 10 ou 15 por jogo) pernoitar no local de estágio (num andar ou ala diferente da equipa/staff, obviamente) possibilidade de ter as refeições no mesmo local (em mesas sem contacto directo, obviamente) e com a possibilidade de contacto directo com o staff, jogadores e técnicos num momento previamente definido.

Posteriormente, a possibilidade de seguirem com a comitiva para o estádio da Luz - num autocarro/shuttle separado atrás do autocarro do Clube.

Acesso a locais VIP nos estádios visitantes (previamente acordados pelo SLBenfica) e no Estádio da Luz acesso a locais VIP, com catering e possibilidade de contacto com os jogadores no final do jogo na zona reservada do parque estacionamento para fotos, autografos, etc.

Este programa poderia ter várias opções - com ou sem alojamento, por exemplo.

Já imaginaram a dimensão de passar uma noite a viver o ambiente pré-jogo com os jogadores e staff? Poder incentiva-los num breve instante de contacto com os jogadores na manhã antes do jogo? Poder sentir a vibração da deslocação para o estádio e a recepção pelos adeptos na Luz ou mesmo nos estádios visitantes? Etc. etc. etc.

Quem quer ir a Madrid ou Barcelona paga - apenas para ver o jogo - 80, 100, 200€. Estes níveis de valores podem perfeitamente dar acesso no SLBenfica a este nível de relação, com o SLBenfica a reservar-se ao direito de estabelecer patamares de elegibilidade para estes sócios, por forma a garantir - apesar de tudo - a tranquilidade do staff e jogadores.

Profissão: Treinador de Futebol

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É pois com agrado que noto a mudança de opinião de algumas pessoas em relação àquilo que tem sido o trabalho de Jorge Jesus no Benfica. Uma certa ânsia de que o homem desaparecesse da Luz o mais rápido possível tem dado lugar a um quase desespero de que o Benfica não cometa um dos maiores erros da sua história recente, que seria deitar abaixo tudo aquilo que de bom tem sido construído, para voltar a dar lugar à incerteza, à abertura de melões, à espera que um deles nos traga o sumo de que precisamos para nos alimentar o ego enquanto clube, leia-se “vitórias”.

Não há claro mal nenhum em mudar-se de opinião. O meu problema é questionar se não estaremos aqui a desviar-nos do essencial. A que se deve essa súbita mudança de opinião? Será Jorge Jesus melhor treinador hoje do que era há três meses atrás? O modelo de jogo mudou? A equipa que marcava 3 golos por jogo passou a marcar 4? O treinador deixou de ser vaidoso e de reclamar méritos excessivos no seu trabalho? Deixou de ser saloio e inculto desde que começou a recitar Pascal? Deixou de ser teimoso? Deixou de dizer aquilo que pensa e passou a falar português correto?

Não. A resposta é que nada disso mudou, o que me leva a crer que aqui o possível erro de análise é que a mudança da opinião de algumas pessoas (que diga-se, não é só neste blogue mas também nas televisões e nos jornais), se deve apenas aos... resultados desportivos do momento presente.

O perigo aqui é que quando se muda de opinião por causa dos resultados do momento presente, facilmente se mudará de novo se os resultados em 2 ou 3 jogos do momento futuro não forem aquilo que vaticinamos. A opinião mudará se daqui a mês e meio, tivermos se calhar para celebrar apenas uma Taça de Portugal ou quiçá Porra Nenhuma. Aí voltaremos pois então à depressão e às lamúrias, e à absoluta certeza de que a solução para os nossos problemas estará, claro... na substituição do treinador.

Eu tenho sido um acérrimo defensor do trabalho de Jorge Jesus, não é porque tenha ganho carradas de títulos nos últimos 3 anos. Eu gosto de Jorge Jesus porque vejo o Benfica a jogar bem, vejo o Benfica a ganhar muitos jogos e a marcar muitos golos, vejo alegria ao longo da época, vejo um modelo de jogo, vejo jogadores que sabem o que fazem dentro do campo, vejo jogadores motivados e que morrem em campo, vejo jogadores que evoluem técnica e taticamente, vejo ativos valorizados, vejo uma equipa disciplinada e sem vacas sagradas, vejo sobretudo evolução em relação à anarquia e ao regabofe que foi muito da história do Benfica nos últimos anos.

Alguns poderão dizer, “Sim mas, e os resultados?” E esse é para mim o erro. Porque eu, quando vejo os aspetos positivos acima referidos, tenho de acreditar que o caminho traçado é o correto e que os resultados surgirão mais cedo ou mais tarde. Os resultados não podem ser TUDO, essencialmente porque temos de aceitar que nestas coisas dos resultados desportivos, não basta contar com a competência do nosso trabalho mas também com a dos nossos adversários.

O Benfica chega pois a esta altura da época com 25 jogos disputados no campeonato e 21 vitórias.  O número de vitórias de Jorge Jesus à frente do Benfica é impressionante. Em condições normais essa média seria suficiente para vencer muitos campeonatos. Mas também pode não ser suficiente se houver um adversário como foi o Porto de Vilas Boas que seja capaz de terminar a época sem derrotas. Ou não será suficiente se houver um clube capaz de garantir o titulo na penúltima jornada com um golo no último minuto 2 metros em fora de jogo.

Na próxima época poderemos pois ir contratar outro treinador, que em 25 jogos não ganha 21 mas apenas 17. Ainda assim, nesse ano a época também correu mal ao Porto, o James Rodriguez partiu uma perna, o Sporting faliu, e somos campeões. E esse novo treinador vira pois o herói do povo e exigir-se-á a imediata renovação do contrato, ainda assim um sucesso fugaz e passageiro, porque na época seguinte, já com um Porto mais fulgurante, percebemos que essas apenas 17 vitórias que um ano antes tantas alegrias nos deram, nos deixam desta vez arredados do título bem perto do Natal.

E este é pois para mim, o grande erro de se analisar o trabalho dos treinadores apenas pelos resultados desportivos. Seria o mesmo que analisar o trabalho dos guarda-redes pelo número de golos sofridos, ou o trabalho dos avançados pelo número de botas de ouro. É também o erro de muitos que desvalorizam os 345 golos de Ronaldo num ano, porque o Messi foi capaz de marcar 346!

A minha opinião é que no mundo do futebol não há muitos treinadores capazes de deixar marca. No Benfica, nos últimos anos, houve apenas um que para mim poderia ter deixado essa marca, assim lhe fosse dado o tempo que não teve: Fernando Santos.

Quando ouço nos dias de hoje certos treinadores ou ex-treinadores de futebol a fazer comentários de futebol na televisão, fico com a certeza de que muito poucos têm os conhecimentos técnico e táticos, capazes de implantar um modelo de jogo nas suas equipas, de tomarem em mãos um projeto a longo prazo. Alguns até tiveram algum sucesso, mas quase sempre mais fruto das circunstâncias e da sorte do que propriamente da sua competência.

Aliás, esta última moda de fazer de ex jogadores do Porto imediatamente treinadores de primeira divisão mostra uma clara tendência: a aposta em soluções rápidas e em terapias de choque. Aquilo que Costinha traz ao futebol, tal como Pedro Emanuel, Jorge Costa, Domingos, Sérgio Conceição ou Nuno, é apenas a sua personalidade forte, a irreverência e espírito de luta, que foram apanágio dos clubes em que se fizeram homens. É essa pois, a aposta de muitos presidentes nos dias de hoje, em detrimento dos modelos de jogo, dos automatismos, dos conhecimentos táticos. Quer-se pois soluções rápidas, chicotadas psicológicas capazes de aumentar rapidamente os índices de auto estima da equipa, que possa trazer vitórias já no jogo seguinte.

E muitas vezes trazem. O problema é que essas soluções não perduram no tempo, são soluções temporárias, porque quando a competência dos treinadores é apenas os estímulos psicológicos momentâneos, rapidamente percebemos que quando se entra numa espiral negativa de resultados e de animo, não há método nem conhecimento capaz de encontrar soluções que invertam o ciclo negativo em que se entrou.

Essa é pois para mim a grande diferença entre Jorge Jesus e a maioria dos outros treinadores de futebol: conhecimento. E eu acredito que quando há conhecimento e competência os resultados surgirão mais cedo ou mais tarde, de forma duradoura e não apenas fogachos no tempo, muitas vezes resultado da sorte ou do desnorte dos adversários.

Defender pois hoje a permanência de Jorge Jesus no Benfica quando há três meses atrás se defendia o contrário? Pois que se defenda, mas seria importante que essa mudança de posição fosse resultado de uma mudança com mais substancia do que apenas a bola que entrou ou não na baliza. É que no Domingo o Benfica até pode não derrotar o Sporting. O herói pode voltar a ser besta. Mas não passará a ser melhor nem pior treinador por causa disso.

Renovação de Jorge Jesus: Comentário de um leitor anónimo.

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Anónimo 17 Abril, 2013 20:45 (Retirado do post 'Quem faz parte do lobby...')

"O autor provavelmente teve direito a informação privilegiada ou então acordou hoje e construiu a trama.
Acredito que o autor não o tenha feito por mal, mas mesmo que desconfiando de alguma(s) personalidade(s) determinante(s) no Benfica dos últimos anos, quero por este meio sossegar o mesmo, deixando a singela mensagem de que tudo já foi tratado por quem manda no Benfica. No entanto, a comunicação da continuidade do actual treinador, não depende da agenda que outros querem definir como prioritária. Foi para eles prioritária, é para a maioria da comunicação social desportiva, mas, infelizmente achou o responsável máximo do Sport Lisboa e Benfica, que era a altura ideal para se definir como agenda primordial do Benfica, aquela que o próprio clube determina.

Vamos aguardar assim pela altura que irá se achar a correcta, não indo assim a reboque do folclore da imprensa desportiva ajornalada ou apainelada. O mesmo deverá fazer este Blog, mesmo que legitimado pela angustia tenha embarcado no cacilheiro errado brevemente irá ver assumir o homem do leme, e ver continuada assim a rota certa.

Saudações deste anónimo Benfiquista navegante da net."



Anedota de fim de dia: 
Segundo Jorge Cadete, o Sporting é o favorito para o derby de domingo. Looool!!!

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Paulo Garcia sobre Jesus - Excelente artigo!

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Publicação: 27-10-2008 (perfeitamente actual)
O bom Jesus de Braga
Porque é que sempre que se fala em mudanças de treinador nos grandes clubes portugueses nunca se fala naquele que é provavelmente o melhor técnico nacional da actualidade? Refiro-me a Jorge Jesus. Será pelo seu cabelo ser demasiado branco? Pelos seus fatos não terem a chancela dos grandes costureiros? Serão os seus gestos no banco demasiado bruscos? Ou será o seu pisar de relva que incomoda as altas sapatarias de marca?
Paulo Garcia, Jornalista


Curiosa esta apetência (ou será doença?) que se instalou no luso futebol/fashion, colocando "modelos" nos bancos de suplentes a fazerem de treinadores e arrastando os homens que percebem de futebol para a bancada (ou para próximo dela). Mais do que perigoso, é muito estranho!

Para aqueles que perdem um pouco do seu tempo a ler estes meus espaços, gostaria de deixar claro que não tenho qualquer relação pessoal com Jorge Jesus. Não tenho o seu número de telemóvel, falei com ele duas vezes se tanto e sempre em tom próprio de quem, não se conhecendo, tem de manter uma certa distância na abordagem, como aliás, deveriam ser sempre as relações entre os jornalistas e o seu meio profissional (que obriga à crítica independente, distanciada, incómoda e por isso passível de mal-entendidos).

A minha admiração pessoal e profissional pelo actual treinador do Sp. de Braga não se construiu à mesa de nenhum restaurante, nunca estive em sua casa, trato-o por você em vez do perigoso e muito utilizado "tu". Nunca passámos férias juntos e, que eu me lembre, nunca mergulhámos na mesma piscina, o que neste caso até se poderia transformar numa feliz coincidência porque, olhando Jorge Jesus da bancada ou através da televisão, fico com a ideia de alguém que, tal como eu, está mais talhado para gostar das piscinas municipais e de parques de campismo do que dos grandes salões de veraneio (de preferência algarvios) que alguns dos seus camaradas treinadores (saídos das grandes faculdades e professorados até à medula) utilizam até à exaustão.

Meu caro Jesus, permita-me que o trate assim, você dá todo o ar de, como bom alfacinha, privilegiar uma boa sardinhada assada em detrimento de uma lagosta suada... e de preferir abastecer-se nas merceariazinhas do seu bairro em vez de desfilar nas grandes montras comerciais...

Como pessoa que construiu a vida a partir de origens humildes, teve de trabalhar muito, subindo degrau a degrau para uma carreira para muitos impensável.

Você não teve dinheiro para cursar algumas maneiras civilizadas que alguns dos seus anelados colegas professam.

Eles não coçam a orelha porque parece mal. Não despenteiam o cabelo porque está carregado de gel e, regra geral, pintado para não se verem as brancas... Eles não dão pontapés nas garrafas de água porque estragam o verniz dos sapatos, zelosamente engraxados durante as últimas 48 horas. Eles não atiram com o casaco e a gravata para o chão porque o fornecedor dos fatos oficiais jura que não lhes volta a emprestar nenhum... E também não choram como você nas conferências de imprensa, porque lhes estraga a maquilhagem nos flash's televisivos...

Receio, meu caro Jorge, que não lhe chegue, de facto, ser o melhor treinador português da actualidade - por ser aquele que melhor lê o jogo no banco, que mais e melhor trabalha semanalmente aquilo a que os seus distintos colegas chamam pomposamente de transições defensivas e de ataque, e de meio-campo, e mais milhentas transições que a sua mente inventa, etc, etc... Não lhe chega possuir o dom de transmitir aos seus jogadores que a sua ambição e competência são legítimas porque partem de uma base de qualidade genuína, que não se aprende nos computadores de uma qualquer faculdade, e que não são fabricadas por nenhuma assessoria paga a peso de ouro, nem por nenhum grupo de jornalistas amigalhaços!

Meu caro Jorge, cheira-me que se não modernizar os gestos e as maneiras, se não optar por lentes de contacto (azuis de preferência), se não for capaz de olhar para as câmaras de televisão privilegiando o seu melhor lado facial, a alta indústria do futebol não o leve tão a sério como você indiscutivelmente merece.

Porque você é, neste momento, o melhor treinador português a trabalhar na Primeira Liga.

Já tinha percebido isso, ou ainda não?

Quem faz parte do lobby que...

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...quer ver Jorge Jesus fora do Benfica?

Estamos perante uma situação idêntica à de Humberto Coelho na selecção nacional em 2000.

Após o fantástico europeu e caindo da maneira que se sabe aos pés da França de Zidane, Humberto Coelho percebeu que forças exteriores aos interesses da selecção nacional queriam entregar a equipa das quinas a um membro do sistema, António Oliveira (não se enganem. Oliveira foi e é membro do 'sistema'.).

Humberto Coelho, percebendo que Madaíl era um fantoche, colocou-se fora de campo assim que Portugal foi eliminado. Perdeu-se aí o que poderia ter sido um ciclo de ouro.
Portugal ganhou imenso, como se viu na Coreia. Alhos e mezinhas no balneário foram a táctica escolhida.

Neste momento, 'forças' estranhas aos interesses do Benfica orbitam dentro e fora do clube para forçar a saída de Jorge Jesus. O problema não é Vieira, mas sim alguns que a ele têm acesso.
Podemos acreditar que Vieira e JJ já têm um acordo verbal. Mas até à assinatura ainda vai passar algum tempo. 
Essas 'forças' não descansarão tentando minar esta fase final da época e a continuidade de JJ no Benfica.
Temos que estar muito atentos a tudo o que vai acontecer.

Desde já desconfio de quem vem defender publicamente gente que nada tem trazido de valor ao clube.  

Pista: Estão nas estruturas do clube e de benfiquistas não têm nada. Mesmo que alguns deles se digam benfiquistas.

Controlo Anti-Doping SFF...

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Parece-me de total adequação e sentido que o SLBenfica solicite o controlo Anti Doping preventivo à equipa do SportingCP (disponibilizando-se para o mesmo), antes do jogo do próximo domingo na Luz.

Hoje acordei com esta duvida

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Qual é a mais valia de ter uma carraça sportinguista assumido na estrutura de futebol do SLBenfica?

Podia até ser alguém com provas dadas em termos de competência, mas nem sequer é o caso, pois todos os cargos que ocupou na Luz e fora da Luz teve sempre resultados péssimos.

O que faz uma carraça que Sheu Han ou Lourenço Coelho não fariam?

O que faz uma carraça que não seria muito melhor executado por Rui Costa - The right man for righ job?

Será a apetência dele para... Partilhar?

terça-feira, 16 de abril de 2013

Querem mística benfiquista?

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Tomem lá!!!




Carlos Lisboa...o melhor jogador de sempre do basquetebol português.


Zona de Decisão (Entrevista a Carlos Lisboa) 2011 Benfica TV

É preciso coragem, JJ...

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Terias tomates para fugir depois disto?

Um par de meias

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Portugal, 16 de Abril de 2013

Pela 2ª vez em 3 épocas, o Benfica de Jorge Jesus apurou-se para as meias-finais de uma competição europeia. Um par de “meias” que a somar a um par de “quartos” faz recuperar o estatuto europeu do Benfica.


Como no Benfica as coisas parecem acontecer sempre por acaso, a questão da renovação do treinador continua sem sinais claros de evolução, o que dadas as circunstâncias não pode ser interpretado como um bom sinal. E nem as notícias publicadas no CM podem apaziguar esta sensação de incomodidade, porque é fácil fazer circular notícias nos jornais. Eu próprio dei em 2001 uma entrevista a um jornal lisboeta já extinto, a propósito das providências cautelares, e tudo foi negociado num almoço que aconteceu na Bairrada. Agora imaginem os que têm milhares para investir mensalmente em jornalistas...


A renovação com o treinador é neste momento, uma questão que já deveria ter sido resolvida. Independentemente de como acabar a época, o Benfica deve ter ideias claras do que pretende e num balanço sério, racional e actual, dos 4 anos de contrato de JJ, este deve continuar. Caso a renovação já tivesse acontecido, isso seria um sinal de pujança da liderança da Direcção, seria um sinal de confiança no treinador com óbvios reflexos no espírito de grupo dos jogadores, seria um sinal dado aos adversários que a estratégia não vai mudar e que nos vamos continuar a apresentar fortes, seria uma forma de negociar em melhor circunstâncias com o treinador, pois por cada título alcançado, ele irá – obviamente – cobrar mais.


Haverá também quem defenda, na senda de uma lógica tacanha típica de um certo pensamento português, que quanto mais se protelar a renovação mais o Benfica pode poupar em salários, caso JJ não vença todos os troféus ou até se possa justificar a não renovação caso não ganhemos nada. Isto é um pensamento ridículo mas parece ter alguma aceitação entre as “altas esferas” do Benfica. Entenda-se, dirigentes e ex-dirigentes que já se pronunciaram afirmando que, caso JJ não ganhe o título de campeão, o Benfica não deve renovar com ele (Gaspar Ramos).


Estes “Gaspares” do nosso clube, são um bom exemplo do pensamento "suicidário" que faz escola entre muito boa gente que diz sofrer pelo Benfica. E que nalguns casos chega a exercer funções de dirigismo no clube, explicando assim uma boa parte da decadência que atingiu o clube nos anos 90 e na primeira meia dezena do século actual, custando ao Benfica muitos milhões de contos em experiência falhadas de novos jogadores pedidos pelos novos treinadores!


Adiante que me estou a desviar do tema. Chegamos às meias-finais da Liga Europa, não ganhamos nada ainda, mas estar aqui e passar por cima de Bayer de Leverkusen, Bordéus e Newcastle é um facto a salientar. Porque para ganhar é preciso chegar à final, e para chegar à final é preciso chegar à meia-final. Quantas mais vezes chegarmos à meia-final, mais vezes seguramente chegaremos à final. Logo, não conquistar a Liga Europa não pode ser um factor penalizante para avaliar o treinador que, em duas das últimas 3 épocas, colocou o Benfica na antecâmara da final (nos últimos N anos, quantas equipas europeias conseguiram este feito?). 


Quanto ao jogo com o Newcastle, o esquema de jogo veio ao encontro do que eu defendera no texto “Alea Jacta est”: “em casa do Newcastle vamos ter muitas dificuldades contra o seu futebol atlético e linear. É desejável que Jesus esqueça o 4-4-2 (cada vez menos losango, pelas características de Matic) e aposte no 4-2-3-1, reforçando o meio campo para tentar controlar o ritmo do jogo. Se deixarmos o Newcastle pegar na bola e obrigar-nos a correr atrás deles, vai ser muito complicado”.


Apenas falhei no avançado, uma vez que a minha aposta seria em Cardozo e a de JJ foi em Lima. Contudo, e uma vez mais, foi com Cardozo que igualamos o resultado, uma prova mais do quanto injustiçado é este grande jogador por parte significativa dos adeptos.


Para concluir, ontem conseguimos voltar à final da Taça de Portugal, 8 anos depois e na 4ª tentativa de JJ. Poderíamos ter estado lá há 2 anos atrás, caso não fossemos impedidos por Carlos Xistra. Mas deste empate com sabor a vitória, que me deixou um sabor agri-doce, escreverei no próximo texto.

O tretas 'toca e foge'.

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"A maioria dos clubes vive as mesmas dificuldades e há o risco de alguns clubes poderem desaparecer. Mas temos que colocar a questão correta: Então e no início da época? Não era assim? Não existiam já estas condições negativas? Como é que ninguém reparou que não havia patrocinadores e condições?", questionou Joaquim Evangelista.
"Como é que a Liga deixou passar isto no início da época e agora, no final, é que anda toda a gente à procura de investidores e receitas?", prosseguiu, antes de elogiar a postura da Liga no caso da Naval 1.º de Maio, que "teve uma ação positiva e ajudou a acionar o fundo de garantia salarial do Sindicato". Evangelista espera, agora, que se encontre uma solução para o caso do Olhanense na próxima semana.

Joaquim Evangelista tem sido muito solícito a denunciar clubes da 2ª Divisão ou clubes menos representativos no que diz respeito ao poder instalado.

Ontem era o último dia para os clubes comprovarem que tinham a sua situação em dia.
Uma data chave, portanto.
Joaquim Evangelista andava por 'fora do país'. Curioso.

Quando os jogadores, por exemplo, do Sporting tiveram os seus salários em atraso o que fez o 'Quim'? Nada.
Que posições de força tem tomado Joaquim Evangelista perante a aldrabice que os clubes fazem forçando os seus jogadores a prestarem por escrito declarações falsas ao dizer que têm os vencimentos em dia?

Joaquim Evangelista mantém a linha que Couceiro tão bem iniciou. 
Muita bazófia, sempre cheios de força para lutarem contra os interesses instalados, mas à primeira oportunidade ficam do lado do sistema. 
No caso de Couceiro, até se tornou treinador dos corruptos.

Seja quem for, quem entra nas fileiras do FC Porto não pode ser sério. 
Evangelista só lhe falta treinar o FC Porto.

E o SCBraga, senhores do CD da FPF, e o Braga?

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Assim de memória lembro-me de cenas de violência e desacatos em:
- Jogo com o Paços Ferreira em Braga
- Jogo com o Vitória em Guimarães


- "Atentado" ao autocarro do SLBenfica em Braga
- Jogo com o FCPorto em Coimbra

Denominador comum a todas estas situações de violência e comportamentos incorrectos: Sporting Clube de Braga.

Mas curiosamente, depois da penalização financeira ao Paços Ferreira e ao SLBenfica... aparece agora a interdição do estádio do Vitória de Guimarães.

Ora, esta situação é no minimo estranha e absurda. Como se não bastasse andarem a ignorar a conduta violenta dos adeptos do SCBraga, reprovada até já pelo sócio do FCPorto (perdão!! pelo Presidente do SCBraga)... ainda andam a penalizar precisamente as vitimas destes arruaceiros de merda.

Realmente este futebol português corrupto é mesmo uma vergonha onde árbitros frequentam festas de associações de futebol, onde "artistas" como Lourenço Pinto, Pinto da Costa, Joaquim Oliveira e Fernando Gomes mexem os cordelinhos na sombra para viciar os resultados...

Meter a Viola no Saco...

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Nunca considerei que quem tem razão não erra também... e quem erra não pode também estar certo algumas vezes. Por esse facto, as linhas que se seguem não serão, para lamento de muitos lambe-cus, uma ode a ninguém ou sequer um culto ao Presidentocentrismo.

Se no início da temporada me dissessem que ao dia 15 de Abril - a um mês e quatro dias do final da Liga - estariamos em condições de fazer uma temporada histórica, o famoso "Triplete", eu diria que só um louco acreditaria nisso.

Obviamente que agora, o que não faltam aí é loucos desses, que depois do momento atingido dizem "eu sempre soube". Pois eu tenho uma posição totalmente oposta: Eu nunca pensei...

... nunca pensei que Matic viesse a fazer-se um tremendo jogador. Eu dizia que ele não era nem 6, nem 10... pois não... o Matic revelou-se grandíssimo 6, um 8 e um 10 num jogador só.

... nunca pensei ver o André Almeida sentar o incansável super-Maxi ao ponto de se superiorizar em muitos jogos.

... nunca pensei ver o Jorge Jesus a gerir tão bem a equipa, tendo coragem até aos quartos de final de poupar jogadores na Liga Europa, chegando a este último mês da competição com a equipa com uma impressionante condição física.

... nunca pensei ver o SLBenfica fazer 37 jogos sem qualquer derrota nas competições nacionais.

... nunca pensei ver o Salvio a atingir uma forma tão impressionante. Sabiamos todos do excelente jogador que é, mas mais que isso tem sido um jogador absolutamente determinante.

Enfim e muitas outras coisas que não me passavam pela cabeça, outras que passavam... poucas as que ficaram à quem do que esperava, muito poucas (se é que algumas).

Seja o que for que venha a ditar a hora das decisões, o mérito desta temporada tem que ser repartido entre dois obreiros e uma equipa. Dois obreiros que são Luis Filipe Vieira e Jorge Jesus... e uma vasta equipa que não é apenas a de futebol profissional, mas também as equipas de formação, e quase todas as modalidades que estão a liderar os respectivos campeonatos.

É indesmentível que parece tratar-se, chegado o momento das decisões, uma época desportiva da grande nível para um presidente que há muito clamava por um "mandato desportivo".

O NGB continua a manter a "checklist" de promessas eleitorais e alimentamos a expectativa (que poucos acreditávamos) de poder preencher grande parte dela já este ano.

Não temos vergonha, eu não tenho, de "meter a viola no saco" perante estas evidências... a mesma vergonha que outros têm na hora de ter opinião própria e pensar pela própria cabeça quando vemos serem todas decisões menos correctas ou mesmo incorrectas - e foram várias. Esses que até mesmo perante o assumir de erros por quem decide (um acto de humildade e inteligencia) continuam obstinadamente a fingir que nada aconteceu. Pobres coitados... é o que dá não ter vida!

É então hora de juntar as armas e combatermos juntos até final onde ainda há muito para vencer. Não basta acreditar, é preciso lutar muito contra os adversários em campo e fora dele.

Acredito no pleno, no "Triplete" no futebol. Acredito nos titulos do Andebol (finalmente), Volei, Basquete e Hoquei novamente. Acredito na superação no futsal.

Acredito na renovação de Jorge Jesus, porque acima de tudo acredito que ser campeão pelo SLBenfica muda seguramente qualquer tentação de procurar caminhos mais fáceis para vitórias mais fúteis e menos honestas. Se for esse o desejo de Jorge Jesus... acredito, porque esta época me fez acreditar, que Luis Filipe Vieira terá então com isso encontrado outro amigo para transformar em "alvo de estimação".

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Agora é conquistá-la!!!

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Taça de Portugal

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Tornem isto possível.

domingo, 14 de abril de 2013

Qual o melhor 11 do Benfica desde o ano 2000?

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Este é um remake de um post escrito há três anos que visava eleger o melhor 11 do Benfica desde o ano 2000.

Com mais duas épocas decorridas, e com novos elementos com a possibilidade de serem seleccionados, aqui vão as possíveis escolhas:



GUARDA-REDES Robert Enke, Carlos Bossio, Moreira, Moretto, Quim, Butt, Júlio César, Roberto, Artur

DEFESAS Ronaldo, Paulo Madeira, Dudic, Escalona, Marchena, Fernando Meira, Rojas, Miguel, Luís Felipe, Jorge Ribeiro, Diogo Luís, Argel, Cabral, Júlio César, Armando Sá, Alcides; Maxi Pereira, Sepsi, Bruno Bastos, Hélder, Ricardo Rocha, Luisão, Fyssas, João Pereira, David Luíz, Dos Santos, Miguelito, Sidnei, Miguel Vítor, Fábio Coentrão, César Peixoto, Léo, Nélson, Emerson, Garay, Capdevilla, Melgarejo, Luisinho.

MÉDIOS Chano , Dani, Roger, Ednilson, Poborsky, Carlitos, Zahovic, Tiago, Rui Baião, Drulovic, Luís Carlos, Simão, Petit, Nuno Assis, karagounis, Laurent Robert, Chano, Geovanni, Manuel Fernandes, Katsouranis, Rui Costa, Maniche, Kandaurov, Di Maria, Christian Rodriguez, Aimar, Ruben Amorim, Yebda, Binya, Carlos Martins, Urreta, Reyes, Airton, Javi Garcia, Aimar, Menezes, Gaitan, Ramirez, Matic, Witsel, André Almeida, André Gomes, Nolito, Bruno César, Enzo Peres, Olá John, Sálvio

AVANÇADOS João Pinto, Pierre Van Hoijdonk, Suazo, Weldon, Saviola, Nuno Gomes, Mantorras, Marcel, Miccoli, Sabry, Sokota, Jankauskas, Derlei, João Tomás, Fehér, karadas, Cardozo, Makukula, kardec, Jara, Djaló, Rodrigo, Lima

TREINADORES: Heynches, Mourinho, Toni, Jesusaldo Ferreira, Camacho, Trapattoni, Koeman, Fernando Santos, Chalana, Quique Flores, Jorge Jesus


Os resultados serão anunciados brevemente.


P.S. Coloquei propositadamente a fotografia do Isaías, infelizmente um jogador da década passada, razão pela qual não entra nesta votação mas, presto-lhe desta forma a minha homenagem, um jogador que nunca foi consensual nas bancadas da Luz mas que sempre admirei muitíssimo, o Joker que fazia tudo acontecer. Quem se lembra dos jogos do Benfica contra o Arsenal e o Bayer Leverkusen sabe do que estou a falar. Para mim seria sempre Isaías e mais dez!

As três razões lógicas para ser Benfiquista

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1º - A razão natural: A mulher dá à luz, não dá às Antas nem à Alvalade.

2º - A razão bíblica: Há uma passagem na Bíblia que diz: "...domai os leões e os dragões e voareis no céu sobre as asas de uma águia."

3º - A razão teológica: Jesus Cristo encarnou, não azulou nem esverdeou.

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