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27 setembro 2022

A Mordaça do Sistema através do "especialista" Daniel Seabra, andrade

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Dentro e fora de campo a metodologia é a mesma: protege-se o FC Porto.

Como exemplificou muito bem hoje Mauro Xavier no título da sua coluna semanal no Record, a “Mordaça do Sistema” procura de todas as formas condicionar a liberdade de expressão dos benfiquistas nos órgãos de comunicação social e agora até nos programas de opinião.

A Autoridade para a Prevenção e Combate à Violência no Desporto também se juntou a este movimento que tenta proteger o FC Porto de ser exposto realmente como é.

A referida Autoridade, perante o sucedido no Estoril – FC Porto, em que um adepto do FC Porto proferiu insultos do mais nojento que há desde o primeiro minuto de jogo contra os adeptos da equipa adversária, resolveu penalizar os adeptos do…Estoril, por terem respondido às ofensas e provocações.

Quanto ao adepto que provocou os distúrbios e que estava acompanhado da filha, nada.

É esta “mordaça” que dá a impunidade ao FC Porto que os andrades tanto gostam.

A mesma “mordaça” fica mais evidente quando assistimos à SIC e ao Expresso que, quanto ao tema da violência no desporto, resolve chamar sempre o mesmo “especialista” de seu nome Daniel Seabra.


Daniel Seabra é um adepto do FC Porto mas tenta passar por antropólogo isento e distante do fenómeno do futebol.

Deve ser por isso que em 1999 escreveu um “estudo” chamado “Mágico Porto, vence por nós”.

Ou ainda em 1995 quando escreveu um trabalho sobre o dia a dia nos Super Dragões.

Nesse “estudo” Daniel Seabra não teve problemas em dizer que era adepto do FC Porto.

Entre outras coisas, destacou o que era importante demonstrar enquanto membro dos Super Dragões usando o termo “fachada pessoal”. Quem quer ser membro desse grupo tem que de forma obrigatória expressar, por atitudes e palavras, o ódio ao SL Benfica.

Daniel Seabra descreveu também que, caso o FC Porto perdesse um jogo, nunca deveria considerar justa essa derrota e que o adepto do FC Porto deve afirmar sem qualquer hesitação de que o clube foi “roubado” pelo árbitro.


O “especialista” a que SIC e Expresso dão voz única sobre o tema da violência no desporto tem desde 1995 que centra as suas publicações nos Super Dragões, a claque do seu coração.

Em entrevista ao Expresso a 24/09/2022, Daniel Seabra culpa os programas de televisão, os dirigentes, o cão e o gato…todos menos os bandalhos da sua claque do coração.

Também culpou toda a gente menos o Famalicão, defendendo até que os benfiquistas tinham que acatar a proibição a usarem a camisola do seu clube noutros estádios!

Curiosamente, em 1995, descrevia a sua experiência dentro dos Super Dragões dizendo que nos bastidores da claque, num sítio onde apenas quem mandava na claque podia entrar e participar dos seus segredos, se escondiam os crimes praticados como furto, agressões ou outros.

Voltando ao que título escolhido por Mauro Xavier, a tal “mordaça” está bem à vista de todos.

Pois é altura de arrancar esta “mordaça” e impedir que a mesma seja o “novo normal”.

10 maio 2022

MÁFIA! Impressionante como se protegem entre eles...

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Sempre que há problemas de justiça (AKA: Crimes) que envolvem directa ou indirectamente o CRAC (Clube Regional Assumidamente Corrupto) é sempre o mesmo a aparecer a defender os arguidos.

O velho estilo da Máfia Siciliana: Defendem-se entre eles e protegem-se recorrendo a testas de ferro, esquemas com a justiça avençada e comunicação social dependente.

Ali não se brinca... MÁFIA! 

05 abril 2017

Importante: O ataque cobarde aos adeptos do SLB pelos Super Dragões

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"Quem vai para um jogo de futebol com capuzes, soqueiras, bastões, extintores e outras armas, não vai para assistir a um espetáculo, vai para a guerra", desabafa Fernando Albuquerque, presidente da Casa do Benfica de Viseu, que em 13 anos a organizar e fazer viagens para ver futebol, nunca viveu momentos de "grande terror e pânico" como aqueles que aconteceram na madrugada de domingo na A1. 

Nos veículos seguiam 103 adeptos, dois ficaram feridos. Os dois autocarros fretados pelos adeptos do Benfica de Viseu para irem a Lisboa ver o jogo entre os dois primeiros classificados do campeonato português estavam parados na estação de serviço de Pombal, na A1, quando foram atacados por um grupo numeroso de indivíduos que, garantem, tinham adereços ligados à claque do FC Porto, os Super Dragões. 

"Não temos dúvidas, eram da claque organizada Super Dragões. Vieram na nossa direção com bastões, soqueiras, extintores. Só tivemos tempo de entrar para os autocarros. Eles partiram os vidros e atiraram petardos e bombas de fumo. Foi o pânico geral porque estavam lá também crianças e mulheres", descreveu ontem ao CM Fernando Albuquerque, lamentando a "impunidade" com que estes indivíduos semeiam o pânico a quem gosta de futebol. 

O condutor de um dos autocarros não estava no local pelo que foi um outro condutor que tirou o autocarro da estação de serviço e o levou para a A1. "Foi uma situação muito complicada que podia ter acabado em tragédia", adianta Miguel Pinto, outro adepto vítima do ataque." - CM.

Uma vergonha que não está a ter o devido destaque por parte da Comunicação Social nem sequer por parte dos benfiquistas. 

É muito triste olhar para a blogoesfera benfiquista e verificar que com raras excepções preferem dar atenção a coisas menores que ajudar a expor estes criminosos que dentro e fora das 4 linhas atacam tudo e todos.

Olhem para estas fotos e acordem para o que se está a passar!











31 outubro 2016

O incitamento à violência já é legal? Pedro Proença ou Fernando Gomes vão ou não condenar estas declarações?

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"Guerra é Guerra! Olho por olho,dente por dente! Lampiões ódio eterno! Estes roubos tem de acabar!" - Macaco Gay - líder dos SuperDragays no passado fim de semana.
Já a Fevereiro de 2016 tinha sido assim:

"Um grupo de adeptos do FC Porto encabeçado por Fernando Madureira, líder da claque oficial Super Dragões, deslocou-se ao café do pai Jorge Ferreira – árbitro do P. Ferreira-Benfica -, numa visita vista como tentativa de intimidação pelos familiares do juiz de Braga." - Sábado.

Não deixa de ser curioso que o mesmo Madureira tinha sido convidado para estar presente no XIII Encontro Nacional do Árbitro Jovem, em Leiria em Outubro de 2014.


Na altura, o então árbitro e hoje presidente da LPFP, Pedro Proença, justificou a presença de Madureira com as seguintes palavras:

"Era um colóquio sobre arbitragem e estávamos a demonstrar a jovens árbitros, entre os 12 e os 17 anos, que é possível o convívio entre pessoas de vários clubes, com funções diferentes. O mau jornalismo deu azo a más interpretações", lamentou." - DN.

Más interpretações? É neste comportamento recorrente que Pedro Proença se revê como dirigente da LPFP?

A lei 16/2004 de 11 de Maio não abrange o incitamento à violência? 

A claque do FC Porto não está legalizada e por isso obrigada ao cumprimento restrito da lei?

Já agora, é contra esta mentalidade de violência e coacção que o Canelas 2010 pretende que os outros clubes joguem? 

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