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22 março 2022

Como 3 questões de "A Bola" revelam algo sobre o SL Benfica fora de campo

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O SL Benfica precisa de uma renovação não só dentro do clube mas também em quem o rodeia.

Este Q&A de “A Bola” é revelador da pobreza que é o panorama de “notáveis” ou “senadores” que têm voz ou que são procurados por certa imprensa quando se trata de temas relacionados com o SL Benfica.

Ora, dias após uma vitória importante em Amsterdão e outra não menos importante em casa para o campeonato (envolve o acesso à Champions no próximo ano), eis que o pasquim do Serpa resolve falar no treinador da próxima época.

O painel é desolador.

Aliás, parte deles nem devia abrir a boca para falar publicamente sobre o SL Benfica, quanto mais dar palpites sobre o seu futuro.

Personagens como o João Manuel Pinto, o Luis Filipe ou o Jorge Castelo nem sei porquê são chamados para falar sobre SL Benfica. Nem todos os que passaram pelo clube merecem ou mereceram ser lembrados por isso.

Temos aqueles que não aquecem nem arrefecem e que estarem ali ou estar uma coluna em branco teria o mesmo efeito como o ciclista, o Álvaro Magalhães(com o respeito que merece pelo seu passado no clube) e o Pastel de Nata que é um excelente homem da televisão e deveria ficar por aí.

Depois temos os parasitas. Diz certo dicionário que parasita pode significar inútil ou supérfluo, e que em muitos casos poderá ser causa de dano para o hospedeiro onde tenta estar preso ou viver à conta.

Podemos encaixar nesta categoria José Manuel Antunes, Francisco Benítez e Gaspar Ramos. 3 personagens que nunca trouxeram nada de bom ao SL Benfica e cuja acção se traduz por vezes em dano ao clube.

Poderíamos lembrar José Manuel Antunes e o seu papel na repressão ao benfiquismo puro nos tempos de João Vale e Azevedo. 

Podíamos lembrar a inutilidade que é o SoB e parte dos seus integrantes, especialistas em deitar abaixo o SL Benfica desde que Vieira recusou a tal associação de adeptos. 

Ou ainda lembrar a gestão desastrosa de Gaspar Ramos, que entre outros recusou Mário Jardel, George Weah, Rudi Voller, Romário ou Careca (o do Nápoles) só para lembrar alguns.  

Outra categoria é daqueles que não resistem a aparecer sempre que podem, não porque precisem do SL Benfica pessoalmente, mas porque é mais forte que eles. Falo de José Manuel Capristano e António Figueiredo. Por falta de comparência de gente mais capaz, são eles que vão aparecendo representando uma espécie de “senadores” da ala antiga.

Finalmente, Vítor Paneira e João Alves.

Vítor Paneira como ex-jogador relativamente recente e figura do imaginário do benfiquismo de muitos de nós devia pensar melhor antes de se envolver publicamente em declarações sobre o SL Benfica. Não aprendeu com o que se passou nos últimos 2 anos e pelo visto não quer aprender. Tem degradado a sua boa imagem em troca sabe-se lá de quê. É pena.

João Alves é o único deste grupo todo que realmente percebe de futebol. Por isso as suas declarações são as únicas aceitáveis.

O que é mais notável nos “notáveis” é a sua exigência brutal para com um assalariado (treinador) mas o seu silêncio para com os eleitos, quer o presidente quer a cambada de vices. Mas isso fica para outro post.

26 novembro 2021

A imprensa amiga que leva Jorge Jesus ao colo

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O jornal A Bola há muitos anos que deixou de ser referência seja para o que for. 

Passou de "a bíblia do futebol" a uma espécie de latrina de ressabiados, falsos mansos e gente mais preocupada em minar o SL Benfica que fazer dele mais forte ou melhor.

Esta capa com Jorge Jesus é disso evidência.

Um treinador medíocre, que em 28 anos de carreira como treinador venceu apenas 3 campeonatos nacionais e um Taça de Portugal.

Um labrego que teve os plantéis mais ricos e caros da história do SL Benfica e até do Sporting CP, e que precisou de ir para o terceiro mundo futebolístico para ganhar alguma coisa, já que no mundo do futebol a sério, só mesmo Vieira o quis.

Espero ansiosamente que este labrego saia o mais rapidamente do SL Benfica, sob pena de continuarmos a ter no banco um treinador medíocre, castrador da qualidade dos jogadores e que não justifica o investimento financeiro gigantesco que todos os meses o clube faz em si.

27 abril 2021

Que vergonha, senhores jornalistas!

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O que fizeram os jornais desportivos no dia seguinte a uma agressão bárbara a um dos seus companheiros de profissão?

Que opção tomaram os directores dos jornais desportivos quando essa agressão é antecedida de intimidação a outro jornalista por parte do presidente do FCP?

Tudo gravado com som e imagem.

O que fizeram?

BRANQUEARAM. 



As capas dos jornais desportivos de hoje, em vez de uma condenação enorme a este atentado à liberdade de imprensa, logo no dia a seguir a se ter festejado o 25 de Abril, PREFERIRAM BRANQUEAR O FC PORTO, O SEU PRESIDENTE E QUEM DO FC PORTO INTIMIDA E AGRIDE, VERBAL E FISICAMENTE.

Sim, porque a intimidação a um jornalista e a agressão a outro foram apenas a continuação do que vimos no relvado logo após o final do jogo.

Sérgio Conceição, o reles director de comunicação do FCP, o mini Sérgio Conceição e muitos outros a intimidar e agredir verbalmente o árbitro.

ONDE ESTÃO AS CAPAS A DENUNCIAR E CONDENAR TUDO ISTO? OU VOLTAMOS AOS ANOS 90?

Por isso, nada melhor que questionar responsáveis dos jornais desportivos, bem como o Sindicato dos Jornalistas:

"Caro Jornalista,

O que se passou ontem em Moreira de Cónegos, quer no campo depois do final do encontro, quer fora do estádio em zona de acesso restrito, foi muito grave.

A intimidação a árbitros bem como a intimidação e agressão a jornalistas não pode passar impune.

Achamos deplorável que as vossas capas não reflitam a gravidade do que se passou.

Um dia depois de todos andarem de boca cheia a festejar a "liberdade" e a lembrar que no antigo regime é que havia "censura", assistimos a algo que só mesmo em ditadura se podia esperar: o branqueamento de um crime público (agressão) bem como da intimidação feita pelo presidente do FC Porto a outro jornalista, acompanhado por staff do FCP.

Não admira que a credibilidade do jornalismo ande pelas ruas da amargura. Não admira que as vendas de jornais desportivos estejam em mínimos históricos.

Quando os jornalistas nem para defenderem a sua própria classe têm coragem, não podemos esperar mais nada do jornalismo.

O jornalismo desportivo afinal vive no dia 24 de Abril de 1974, com medo de afrontar poderes estabelecidos. 

Lamentamos, como adeptos de futebol, que o clima de intimidação, por parte do FC Porto, seja alvo de protecção por parte do jornalismo.

Lamentamos que a integridade e credibilidade do jornalismo desportivo estejam reduzidos a...quase nada.

Que vergonha, senhores jornalistas!"

Enviado a:

areis@record.pt

jsribeiro@record.pt

mamaro@record.pt

clientes@abola.pt

vserpa@abola.pt

jorge.maia@ojogo.pt

sj@sinjor.pt






16 junho 2020

Um jornalista velho e cansado que precisa de se sentir importante...

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... e por isso nada como se colar ao poder ainda existente, sabe-se lá a troco de quê. Se calhar de nada. 

Isto a propósito de um artigo de opinião do jornalista Fernando Guerra, cuja imparcialidade e independência parecem já ser uma fraca memória dos tempos de ouro do Jornal A Bola, a Bíblia do Desporto.

Saudosos tempos do jornal de folha grande, que borrava os dedos todos de negro e que um pouco de vento na praia tornava a sua leitura uma aventura.

Ora, segundo Fernando Guerra (não haverá um Guerra que se aproveite?!), o grande problema de Bruno Lage são as invejas. Ali para a zona de Belém, ao pé dos restaurantes e dos jardins, costumam estar umas velhotas ciganas que são especialistas em maus olhados e invejas. Talvez então a solução seja treinar ali e aproveitar as capacidades fantásticas das senhoras!

Fernando Guerra dá voltas e voltas com as palavras, contando até para o "score" da gestão de Luis Filipe Vieira apenas os campeonatos desde 2005, aquando da primeira vitória da era Vieira. E afunila, afunila até chegar aos últimos 5 em 6. Está anunciada a hegemonia! Parecia a NEWS Benfica!

Pena é o jornalista de outrora querer ignorar que Vieira gere o futebol do SL Benfica há 18 temporadas e que dessas apenas vencemos 7 campeonatos. SETE EM DEZOITO.

Mas a conclusão brilhante ainda estava para chegar:


O argumento comum à família Guerra: questionar as escolhas e opções de Luis Filipe Vieira como presidente do SL Benfica, presidente da SAD que gere o futebol e homem que chama a si todas as decisões do mesmo, é "atacar" Vieira.

Nem a NEWS Benfica, o outro Guerra ou o recém-convertido Jaime Antunes conseguiriam dizer isto de forma tão directa: "atacar" Vieira é "atacar" a TRAVE MESTRA DO BENFICA, e por isso, é "atacar" o próprio SL Benfica.

A TRAVE MESTRA DO SL BENFICA SÃO OS SEUS SÓCIOS E ADEPTOS.

Quando um jornalista com tantos anos de carreira bate no fundo desta maneira, só podemos desejar que a sua coluna vertebral descanse em paz.

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Recomendo o excelente artigo do sócio do SL Benfica António Bagão Félix, que explica muitas das razões para as coisas estarem a correr mal. (Querem ler o artigo comprem o jornal!)

adenda: «Não se alcançam títulos com frases bombásticas, raspanetes internos, que se tornam públicos minutos depois, ou promessas inconsequentes» (Bagão Félix) LER AQUI


Ou então também a espécie de ensaio do ex-árbitro Duarte Gomes, também ele autor de um excelente texto no mesmo jornal.


20 setembro 2017

Quem foi o "Luís de Matos" da Travessa da Queimada?

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Esta foi a capa do jornal "Record" de ontem. O grande destaque foi o texto de Rui Gomes da Silva no NGB. Foi o tema do dia de segunda e manteve-se na terça no que diz respeito à atualidade desportiva.

Até Rui Santos, cuja simpatia por Rui Gomes da Silva não é famosa, não se furtou a analisar o texto de RGS.

A capa de "A Bola" foi:


Nem uma referência ao assunto do dia de segunda. A grande curiosidade prende-se com o facto de a notícia no "online" d'A Bola ter sido obliterada à noite. De grande destaque ao "missing in action" foi um segundo. Pensei ter sido..."um lapso".

A pergunta que deixo é: Quem foi o "Luís de Matos" que fez "desaparecer" uma capa de jornal pronta para impressão na noite de segunda-feira e fez aparecer a aqui reproduzida?

08 junho 2017

"ENTRE O BENFICA E O PENTA … UM CAMINHO CONTRA A INVEJA!" - por Rui Gomes da Silva.

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"ENTRE O BENFICA E O PENTA … UM CAMINHO CONTRA A INVEJA

EVITANDO OS ERROS PRÓPRIOS

Em todas as vitórias e derrotas há uma quota parte do que se faz para ganhar e uma parcela, também importante, dos erros que cometem os que, por isso mesmo, perdem!

Mas – também por essa razão – importa aprender com a História, mesmo aquela que não fizemos, para não repetirmos os erros dos que saem derrotados.

ESQUERDISMO, DOENÇA INFANTIL DO COMUNISMO

Em 1920 (12 de maio, mais precisamente, para não dar azo a confusões com o que tinha acontecido na Cova de Iria, 3 anos menos 1 dia antes, e com o tetra do Benfica, que viria a acontecer ... 97 anos e 1 dia, depois), Lenine publicaria uma das obras mais citadas e mais invocadas da "cartilha" comunista (essa sim, uma verdadeira cartilha, transformada, depois, numa "cassete" que uns adoravam e outros odiaram).

"Esquerdismo, doença infantil do comunismo" é uma obra de referência da ortodoxia leninista, nos primórdios da "Revolução de Outubro", contra as derivas radicais, que – como sempre acontece com o poder – acabam por considerar irrelevantes as razões da vitória, endeusando e louvando a estrutura a que pertencem!

Normalmente, como com todas as lideranças conscientes – e não queremos curar, aqui, da maior ou menor proximidade com a ideologia bolchevique que deu a volta ao mundo sob a bandeira do internacionalismo proletário e com a doutrinação marxista-leninista (ou, ainda, estalinista) – são os próprios líderes máximos a alertarem para os perigos de endeusamentos autofágicos ... como, no campo extremamente oposto, aconteceu com o episódio do bezerro de ouro, na narrativa cristã!

Pois, com as devidas distâncias, é esse o perigo que mais pode contribuir para que o penta (o P3N7A, na grafia a que nos temos de habituar, na próxima época) não venha para o Museu Cosme Damião!

Mas vamos por partes ...

UM “PORTO VELHO” COM LAIVOS REVOLUCIONÁRIOS

Tenho como certo que a melhor maneira de ganhar é respeitar – e muito – os adversários!

Mas isso não nos deve impedir de analisar (fria e objetivamente) a realidade que nos circunda ...
E a realidade do Porto é dramática!

Numa estrutura pesada, vão colar uma liderança de balneário … imprevisível!
Que será suportável a ganhar, mas que será impossível apoiar … a perder!

Eu sei que este é quem mais se adapta a um período em que vão fazer barulho por tudo e por nada.
O barulho, as acusações, os ataques que vieram para ficar e substituir os bons jogadores.
Num período em que as vendas por necessidade – a pronto – vão ter como contrapartida as compras a prestações ... 

Ou em que as falhas determinadas pelo "fair play" financeiro europeu vão ser contrariadas com a imaginação criativa dos fundos a que a Europa do futebol vai fechar os olhos ...

Ao desespero interno vão tentar contrapor "estórias" anti Benfica porque sabem que essas são o único cimento possível de um poder em desagregação ...

E, um dia, quando o discurso "ultramontano" de um jovem revolucionário for um escolho no caminho, porque passado o tempo de ter servido a estratégia de uns "senhores da guerra" envelhecidos e agarrados a jogadas "de bastidores" de tempos que já não voltam, também ele seguirá o caminho do cadafalso dos treinadores em que se transformou o Dragão, à imagem do que aconteceu aos líderes jacobinos guilhotinados pela revolução francesa que, um dia, julgaram liderar ...

Até lá, vamos assistindo, a rir, às "inventonas do Francisco"!!!

UM “SPORTING NOVO” COM OS MESMOS RESULTADOS

No polo oposto ao de uma estrutura caduca e irrecuperável, como a do Porto, está a do Sporting.

Não por não ser irrecuperável, nas por ainda não ter passado o prazo para uma auto implosão!
Contra o Sporting … joga quase tudo!

O ter de refazer uma equipa que foi muito mal construída o ano passado, as saídas dos jogadores de referência, a imaturidade e a inexperiência (crónica e inultrapassável) do seu líder, a imagem de desconsideração pelos adeptos ... deixada em sucessivos escritos e áudios, a conflitualidade gratuita, a amplitude de variação emocional em relação às vitórias e as derrotas ...

A par disso, a gestão de um ego do treinador (com um vencimento superior ao que vai auferir, na próxima época, Massimiliano Allegri, na Juventus) que só tem par ... no ego do Presidente.

Ah ... e, já agora, a tendência para a desgraça do Presidente, e – mais do que o resto – do treinador (a velha maldição do minuto 92, do 88 ou seja ele qual for ... mas maldição pura, pois então)!

Como que a dar razão a Napoleão Bonaparte quando afirmava ... não querer bons generais, mas generais com sorte a comandar os seus exércitos ...

Como o percebo!

Por isso acredito em eleições antecipadas no Sporting lá para o verão de 2018!

Só uma "coisa" – muito portuguesa, tipo fado versão invertida – os pode salvar: a ideia, que por aí anda a circular, que já chega de o Benfica ganhar.

E que, não podendo ser o Porto, não seria mau "entregar o título" ao Sporting!

Com esse argumento, o Benfica não igualava o penta dos anos 90 do Porto (nos tempos não escrutinados de um "apito dourado" em construção), não deixava para trás o tetra do Sporting (tão antigo que é contemporâneo do título do Belenenses) e não cavava mais diferença para os rivais (que, assim, o seriam cada vez menos).

Porque – repito, para nunca se esquecerem – a "uns" e " outros" não importa vencer!

A "uns" e " outros" só importa que o Benfica perca!

São assim, eles!!!

Até lá, vamos lendo, a rir, os "panfletos do Nuno"!!!

SÓ A SOBERBA NOS PODE AFASTAR DO PENTA

Então, dir-me-ão, o que poderá impedir o nosso penta?

O acharmos, todos, que o penta está, já, … “no papo”!
Não está! Até estar mesmo, … ninguém o vai facilitar.

Então, exijamos, a nós mesmo, humildade e bom senso.

Contra a vontade de banalizarmos os nossos títulos e de brincarmos com as derrotas dos outros.

Li, um dia, num dos livros de referência de Jorge Valdano, publicado nos anos 90, por sugestão do Luis Freitas Lobo (com quem, então, passava horas perdidas a falar de futebol, com o encanto e a sabedoria que ele depois viria a deixar em letra de forma, no “Planeta do Futebol”, entre outros livros), que, nas grandes equipas e nos grandes clubes, os festejos de um título acabam no momento em que se entra no balneário, depois de o termos conquistado.

É isso que queremos.

Que a par da humildade e do bom senso, tenhamos a capacidade para percebermos que só unidos poderemos voltar a ganhar. Em equipa que se ganha não se mexe.

Ou, mexendo, que se mexa o mínimo possível!

Não podemos demonstrar qualquer superioridade arrogante, qualquer altivez desnecessária, qualquer presunção exagerada!

Um Benfica à Benfica, fiel aos seus princípios!!! Como Cosme Damião nos ensinou!

Se não cometermos erros (como nas revoluções) o penta é nosso ... já em 2018 (passe a arrogância)!!!"

- Artigo publicado no jornal "A Bola".

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