Esta temporada o FCPorto encaixou 32M da Juventus, onde foi buscar o Alberto "à troca" com o João Mario e mais 4 milhões que deixaram o saldo com a Juve em 28M.
A Juve é detida pela familia Agnelli através do Fundo Exor, que detém entre outras, duas empresas que cujas relações estratégicas com o Fundo Soberano da Arábia Saudita e do Qatar Investment Authority estão em crescimento: A Stellantis e a Ferrari.
... por falar em Arábia Saudita e Qatar Investment Authority, desses dois países sai o dinheiro que entrou no FCPorto com as compras de Nico (60M) e Galeno (50M)
Há ainda mais 37M (Galeno) pagos pela Black Knight que detém o Bournmouth e o Moreirense... e o Lorient de França.
Os 11M que o Marinakis meteu no FCPorto, sendo ele o dono do Rio Ave. O Marinakis que é proprietário de Capital Ship Management, empresa de transporte de petróleo e gas natural... e sabemos quem é o maior exportador mundial de petróleo, certo? Arabia Saudita. E quem é o maior exportador de gas natural? Qatar.
Por fim temos os 17M que o Paris FC meteu no Otávio (num negócio tão ou mais inusitado que o do Carmo) pelo clube que é detido pela família Arnault, através da sua holding Agache que controla a LVMH - que detém marcas de luxo como Louis Vuitton, Moet Chandon, Bulgari etc... e que paises estão entre os seus maiores clientes? Arabia Saudita e Qatar, pois claro.
Agora fala-se na venda por 70M do Mora para... a Arabia Saudita, outra vez com influência do Fundo Soberano da Arábia Saudita.
Conseguem perceber as ligações?
Todas as entradas de dinheiro, sem excepção, realizadas pelo FCPorto origem directa na Arabia Saudita, Qatar e França ou são com origem em empresas com interesses ligados a esses países, onde Antero Henriques passou a última década da sua vida.
Acresce que entraram quase 50M através (37 + 11M) de Clubes que, além dessas ligações, têm ainda interesses em adversários do FCPorto na Liga Portuguesa.
E de resto são já 127M directa ou indirectamente ligados aos lordes do dinheiro da Arábia Saudita e Qatar... aos quais se vão juntar agora mais 70M do Rodrigo Mora - um jovem de 18 anos que não parece estranhar a ninguém que vá ser já metido neste carrossel de milhões obscuros para financiar a operação do FCPorto em cerca de 250M€.
Isto não é caso de polícia porque não é crime vender a alma a interesses económicos de lavagem de dinheiro aceite pelo mundo interessado nos milhões Arabes... Mas claramente mostra o que nos rodeia.
Mas se for os ingleses a vender tá tudo bem dor de corno olha esfrega os cotovelos numa parede áspera que isso passa ....
ResponderEliminarÓ anónimo, tens muita garganta mas muito pouca inteligência! Com um pouco de inteligência podias ao menos fingir que não és corrupto! Mas isso está no sangue desse clube!...
EliminarPode ser que sigam o caminho do Boavista
ResponderEliminarSe os gajos têm dinheiro para esbanjar, não vejo qual o mal de aproveitar.
ResponderEliminarOutra coisa a preocupar os benfiquistas. Hoje, o Benfica B perde em casa com o Porto monense e o Porto monense ficou reduzido a 9 a partir dos 45 minutos. Isto sim, é que me preocupa.
ResponderEliminarÚltima hora, Rodrigo Mora vai ser titular frente ao Sporting. O Antero a fazer das suas.
ResponderEliminarÉ o FCP, Fraude Corrupção e PUTEDO, depois de 42 anos de compra de árbitros, batota, doping, muito doping e ainda a especial da casa, a amarelinha, cultura de ódio contra o SLB, estão agora mais refinados, lavagem de dinheiro, branqueamento, etc….Corruptos serão sempre Corruptos
ResponderEliminarhaahhahahahahhaahah viste o golo do gomes poe os olhos nessa equipa do porto nao sabem nada de futebol nem gostam de futebol homens que so gostam de dinheiro a falar mal de homens que tem mais dinheiro que eles e que percebem de negocios o petroleo ta todo naquela zona ou quase todo olha o teu amigo das americas tambem faz negocios com a arabia va la nao fales mal dele
ResponderEliminarNão sei se foi o ti antero ou não mas ontem o sporting provou do seu veneno: a equipa de arbitragem do Porto fez vista grossa a um penalty claro do Francisco moura sobre o catamo.
ResponderEliminarComo é tradicional o coro de comentadores desportivos das TVs branqueou a equipa de arbitragem, inclusive muitos comentadores alagartados que vingaram a sua frustração atacando a própria equipa.
Eu não vi um jogo em que o Porto foi muito superior ao sporting como dizem esses aventesmas. Claramente o Porto teve a sorte do jogo pois o sporting foi incompetente na finalização pois na primeira parte chegou a ter um lance de 3 contra 1 na área do Porto que desperdiçou estupidamente.
Vi um Porto muito bem na pressão alta mas um o sporting com mais fio de jogo mas falta de capacidade finalizadora.
Uma coisa tenho de conceder: o Benfica tem de melhorar a sua intensidade de jogo e a pressão sobre o portador da bola pois nesses aspectos do jogo quer o Porto quer o sporting estão uns níveis acima e contam sempre com arbitragens colaborantes e com duplo critério.
Os lagartos perceberam que sem o seu melhor jogador, 11 contra 11 e uma arbitragem menos favorável as coisas podem tornar-se difíceis.
João Neves provou ontem porque é que eu acho que ele é o melhor produto da formaçào do Benfica nos seus 20 anos de existência e porque a sua venda nas circunstância em que foi, preço e timing foi um crime lesa majestade e uma prova inequívoca da incompetência do Rui Costa e do seu cfo.
ResponderEliminarHá petróleo na torre dos clérigos!
ResponderEliminarJoão Neves explicou ao João Almeida como se corre na volta à França.
ResponderEliminarO pogacar que se cuide!
Os 37M são do Evanilson e não do Galeno
ResponderEliminarEste post parece escrito pelo La fontaine ou então pelo chefe propaganda do Hitler...
ResponderEliminarO dinheiro do atletico de madrid vem de onde? O do Chelsea é melhor? A conta corrente com o PSG é sustentada por quem?
ResponderEliminarFilha, chama-lhe puta antes que te chamem a ti...
Com alguma convicção, este post do Benfica by GB expõe uma teia financeira intricada que sustenta o Futebol Clube do Porto, ligando-o a capitais da Arábia Saudita, Qatar e França, territórios onde Antero Henriques, figura central deste processo, operou durante a última década. Esta narrativa, longe de ser um caso isolado no ecossistema desportivo, é antes um sintoma palpável da nova realidade global: a fusão inevitável entre a alta finança internacional e o desporto de alta competição.
ResponderEliminarEste fenómeno não é, de forma alguma, exclusivo do futebol europeu. Nos Estados Unidos, as ligas do basquetebol (NBA) ao hóquei no gelo (NHL) são, há décadas, modelos de negócio onde o investimento de grandes fundos e magnatas é não só comum como a pedra angular da sua operação. A Europa, com o futebol como o seu expoente máximo, seguiu o mesmo caminho, ainda que por um modelo desportivo diferente. O que aqui se descreve sobre o Porto não é, portanto, a crónica de um desvio, mas antes o retrato de uma adaptação, porventura agressiva e limítrofe, a um novo paradigma. O clube precisa de se financiar para competir num mercado hipercapitalizado e está, de forma pragmática, a encontrar os parceiros que lhe permitem fazê-lo. O verdadeiro cerne da questão não reside na proveniência do capital, mas na forma como o clube se posiciona perante este novo statu quo.
Para que este modelo seja não só bem-sucedido mas também legítimo, é imperativo que o Porto, ou qualquer clube que siga este caminho, transcenda a mera gestão financeira. A obrigação suprema é, agora, deslocar a narrativa dos escritórios para o relvado. É fundamental que o clube se transforme num competidor sério, abandonando definitivamente certos epítetos comportamentais que mancham a sua história recente, para se afirmar como um adversário respeitável cuja grandeza é medida pelos seus feitos desportivos e não pela agressividade dos seus protestos e pela "barbárie" dos seus arruaceiros. Um rival forte e íntegro eleva inevitavelmente o nível da competição, beneficiando todo o futebol português.
ATENÇÃO: nós, benfiquistas, devemos olhar para este panorama com uma lucidez isenta de moralismos fáceis. O nosso percurso recente, manchado pela era Vieira, não nos concede qualquer pedestal de superioridade ética. Os negócios opacos com a teia do Espírito Santo, as conivências com figuras como o ‘Rei dos Frangos’, e o aproveitamento pessoal que foi feito do clube servem-nos como um aviso permanente. Esta memória deve impedir-nos de apontar o dedo, mas antes obrigar-nos a exigir mais de nós próprios.
Perante este contexto, a missão do Sport Lisboa e Benfica cristaliza-se com clareza: temos de ser melhores. Melhores na gestão, mais transparentes na nossa conduta e infinitamente mais competentes dentro das quatro linhas. A imensidão da nossa massa adepta, a paixão que geramos e a grandeza da nossa história exigem um contraponto desportivo à altura. Não podemos pedir campos nivelados se não formos capazes de vencer com mérito próprio, independentemente de forças externas. A nossa vigilância deve ser constante, sim, para garantir que a competição é justa, mas a nossa obsessão tem de ser a excelência desportiva. Só assim honraremos o Glorioso.
CARREGA BENFICA!
(Sócio desde 1980)