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sábado, 11 de agosto de 2012

Dusseldorf VS BENFICA

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Seria suposto este meu post ser dedicado à análise do jogo Dusseldorf vs BENFICA (“Lissabon”, em homenagem ao que os alemães puseram no ecrã aquando da transmissão do referido jogo). Poderei, de facto, analisá-lo até minutos antes de acabar a primeira parte, não podendo continuar, uma vez que foi... suspenso!! Mas já lá vamos!

O Benfica entrou bem no jogo, tendo mais posse de bola, dominando até aos primeiros 20’, 25’ minutos da partida. 
Estava a ser um agradável jogo de futebol, o público entusiasmava-se com o despique visto em campo. A dada altura, pensei que estivesse a assistir a um jogo da “Premier League”, talvez pelo jogo ter começado ao início da tarde, ou, até mesmo, pelo entusiasmo constante vindo das bancadas. Nem parecia um jogo particular, não só pela intensidade imprimida no jogo, como também pela dureza das próprias faltas. 

Mais uma vez, ficou demonstrado que o nosso Benfica, independentemente do local onde esteja a jogar, tem sempre um grande número de adeptos para o apoiar. Desta feita, foi em terras alemãs, no jogo de apresentação de Dusseldorf, recém regressado ao principal escalão daquele país, que os Benfiquistas, espalhados pelo mundo, acarinharam a equipa. Do pouco jogo que houve, foram vários os momentos em que entoaram cânticos ao Glorioso. 

Contudo, o espectáculo foi parado por um outro espectáculo, protagonizado pelo árbitro da partida, a cerca de dez minutos do fim da primeira parte. Não é que o senhor em causa, após um pequeno toque de Luisão, caiu hipoteticamente inanimado. 
Já toda a gente viu as imagens. Terá sido o referido toque do nosso capitão motivo para semelhante alarido? O senhor árbitro vai ficar, naturalmente, mundialmente conhecido. Aliás, talvez tenha sido o seu objectivo, para protagonizar semelhante cena ridícula. Nunca vi nada igual. 

Em primeiro lugar, e pegando no lance onde tudo começou, não era necessário, num jogo particular, de apresentação da equipa alemã – que é sempre uma festa, em qualquer país -, expulsar um jogador, neste caso, Javi Garcia. Não chegou a ser expulso, pois – imagine-se! - o cartão amarelo ficou espalhado no relvado, dado ao “enorme” encontrão. Portanto, nem tempo teve para expulsar o rapaz, só para nos brindar com uma pequena representação. 
Depois, muita gente (refiro-me, naturalmente, aos nossos adversários do costume) está a esquecer-se que o mesmo árbitro empurrou o Maxi Pereira. Ora, o Luisão, como capitão, reagiu. 

Foi uma cena de muito mau gosto, levada a cabo por aquele que tem sempre um papel importante e de grande responsabilidade nos jogos de futebol: o árbitro (principal). Onde esteve o profissionalismo? Deixaram os muitos adeptos que se encontravam no estádio sem ver mais de uma parte do futebol que, certamente, pagaram, bem como brincaram com todos aqueles que assistiam através da TV. Foi de muito mau tom, sobretudo tendo em conta que muitas pessoas, à semelhança do que aconteceu comigo, - sempre atormentadas com o pesadelo que vivemos há alguns anos no Afonso Henriques com o nosso querido Miki – ficaram preocupadas (como, aliás, ficam sempre que assistem a situação semelhante!) quando viram o árbitro caído no chão. 

Correndo o risco de ser injusta, não sei se, de facto, não passou de uma mera simulação. Falta, contudo, saber qual seria o objectivo. Se este foi o de ter os “cinco minutos de fama”, foi alcançado!
Apesar de achar tudo isto lamentável e ridículo, o Benfica andará nas bocas do mundo pelos piores motivos, bem como Luisão. Vão aproveitar este alarido, para “fazer-lhe a cama”. Vamos, sempre atentos, esperar pelos próximos episódios. Não vá o diabo tecê-las...


Estranho!!

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O que me parecia, visto uma vez e sem repetições, uma birra de um arbitro contra a atitude dos jogadores... Afinal parece-me mais que isso depois de ler o que disse o Presidente do Dusseldorf

O alemão rasgou o Benfica de alto a baixo, fala em queixas a todas as instancias e deseja uma punição severa para jogadores e clube.

Nao sei como o Benfica foi parar a este jogo particular, mas começo a achar que houve aqui premeditação - reparem que além disto estava já definida pelo arbitro a expulsão (injustificada) do Javi.

Tudo muito estranho!!!!

adenda:




adenda2:



Golpe de teatro em Dusseldorf

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Antes de emitir qualquer opinião, quero ler as opiniões dos benfiquistas, quer sobre a atitude de Luisão, quer a reacção do árbitro, e as possíveis repercussões que o que se passou pode vir a ter para Luisão e o Benfica.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

O antepassado de JVA e Damásio, primo do Jorge Gonçalves e do Roquette...

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'Empresários' destes no Benfica?...Não obrigado. 
Para eles, tudo é um meio para atingir um fim, que é ganhar dinheiro para si.

Coincidências do caraças: O "Barão Vermelho" concorreu à presidência do Benfica e perdeu o duelo com Jorge de Brito. Meses depois, saiu da liderança da FNAC, com a empresa à beira da falência.

Na altura, muito benfiquista chorou por ele não ter vencido Jorge de Brito nas eleições de 1992. Afinal, vinha atrás de outra coisa.

Nos últimos anos, Alexandre Alves foi notícia por falências de empresas, processos judiciais, alegadas investigações aos seus negócios e até pela sua declaração de rendimentos.

João José Alexandre Alves é o patrão da RPP Solar, que perdeu o apoio do Estado para a construção de fábricas de painéis fotovoltaicos em Abrantes, projecto avaliado em 1.052 milhões de euros.

O que dá apoiar gente que pretende apenas poleiro para os seus negócios fora do Benfica? Dá nisto. Armadilhas.

Felizmente este não entrou cá. 
Entraram outros com os custos que se conhecem.

Não procurem gente com muita conversa mas sem provas dadas.
O Benfica precisa de cada um de nós, e de um timoneiro resolvido a vencer.

Nota: Antes que os cães de guarda venham tentar morder, o final do texto não pretende fazer qualquer avaliação sobre o actual presidente. 

Vítor Paneira

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"Vítor Manuel da Costa Araújo, mais conhecido por Vítor Paneira (Vila Nova de Famalicão, 16 de Fevereiro de 1966) é um ex-futebolista português que actuava na posição de médio ala direito, sendo que podia actuar, igualmente, a médio centro ou, em último recurso, a lateral direito. Actualmente treina o Boavista F.C. . No principal divisão do futebol português, jogou pelo Benfica e pelo Guimarães, tendo sido 44 vezes internacional pela selecção principal.
Formado no Famalicão, Paneira chegou ao Benfica na época de 1988/89, vindo do Vizela que na altura disputava a segunda divisão nacional e tendo participado no Torneio de Toulon pela Selecção de sub-21. Na época de 1995/96 mudou-se para o Vitória de Guimarães, onde jogou durante quatro épocas, tendo terminado a sua carreira de futebolista na Académica de Coimbra.

Paneira alcança ao serviço do Sport Lisboa e Benfica um patamar dificil de alcançar sendo, ainda hoje, lembrado como o último médio direito que o clube vermelho e branco teve de classe internacional. 

Pertencente ao último grande Benfica de craveira internacional, Vitor Paneira era um jogador de classe, "fino", de elevada qualidade técnica. Não sendo possante conseguia muito facilmente a linha na qual fazia centros milimétricos para os seus companheiros. Tinha alguma velocidade e lia extraordinariamente bem o jogo, com excelente sentido táctico e com uma enorme capacidade e qualidade de passe.

Sai do Benfica, ao lado de outros jogadores de renome firmado no futebol nacional, ainda no auge da sua carreira e na plena posse das suas capacidades (com 29 anos) num dos piores momentos da história do Benfica. Para trás ficaram alguns dos melhores momentos naquele corredor direito que fez as delicias dos adeptos benfiquistas.

No Vitória de Guimarães Paneira calou muitos dos que o consideravam como acabado para o futebol chegando a integrar o lote de 23 jogadores que foram ao Euro96, provando, assim, que continuava a ter capacidade e talento para jogar no Benfica e retirar-se, com justiça, num clube mais consonante com o seu valor e com a sua dimesão enquanto futebolista.

Na selecção, Paneira tem, igualmente, um excelente percurso sendo "dono" do lado direito do ataque de Portugal durante vários anos e fazendo vários jogos consequtivos a titular. Apenas perde o lugar em meados dos anos 90 quando começa a despontar aquele que iria ser o melhor jogador português pós-Eusébio, Luís Figo.

Vitor Paneira foi, muito provavelmente, o melhor médio direito do Benfica, ao lado de José Augusto. Tendo saido inglora e injustamente do Benfica por um erro de "casting", não deixou de vincar a sua marca no clube vermelho e branco numa geração que fez história no clube, a última grande geração do Benfica em que brilharam, ao lado de Paneira, João Pinto, Rui Águas, Isaías, Rui Costa, Paulo Futre, Paulo Sousa, Mozer, Ricardo Gomes, Aldair, Valdo, entre muitos outros.

A história futebolística de Vítor Paneira é simples e sem explosões de vedetismo. 

Vítor Paneira, com 1,77m e 70 kg, chegaria ao Benfica e não tardou a impor-se. Cedo integrou um forte conjunto de jogadores e quem pensou que começasse temeroso, naquele 88/89, no meio de vice-campeões da Europa, enganou-se. Miraculado ou quase, à terceira jornada do Nacional, alcançava presença cativa no onze para nunca mais perder a confiança de todos, sobretudo após a chegada de Eriksson. Para o efeito, socorria-se de um drible precioso e também desconcertante, de assistências geométricas e também fatais, de cruzamentos preciosos e também eficazes. Convidava ao golo, avolumando sempre o caudal ofensivo da equipa.

Formou com Rui Costa, Paulo Sousa e Paulo Futre o último meio-campo do Benfica de dimensão mundial.

Foi vital para realçar a própria qualidade de Valdo, Jonas Thern, Kulkov ou Isaías. Da mesma forma, muito lhe ficaram a dever finalizadores com o instinto de Vata, Magnusson, César Brito, Rui Águas ou Yuran. Sagrou-se campeão nacional na primeira temporada em que usou o emblema da águia.

Mais dois títulos haveria de ganhar, em 90/91 e 93/94, com quase meia centena de golos apontados em jogos oficiais. Esteve perto de levantar uma Taça europeia, jogou a final dos Campeões, em 89/90, frente ao AC Milan (0×1), chegando ainda à meia-final da Taça dos Vencedores das Taças, em 93/94, frente ao Parma, falhando uma grande penalidade decisiva.
Internamente, ganhou também uma Taça de Portugal e uma Supertaça Cândido de Oliveira. Só conquistou títulos aos serviço do Benfica. No que toca a internacionalizações, contou com 44 mas faltou a Vítor Paneira disputar a fase final de um Europeu ou de um Mundial – integrou as opções no Euro 96, mas acabou por nunca sair do banco. Dos grandes momentos de águia ao peito, entre os 289 jogos e 44 golos marcados, destacaria o golo que marcou na final da Taça de Portugal de 1992/93, época em que no dia 4 de Março fez uma exibição de luxo na velha Luz, quando o Benfica venceu a Juventus de Trapattoni por 2×1, em jogo a contar para a 1ª mão dos quartos de final da Taça UEFA, partida em que marcou os dois golos e poderia até ter feito o hat-trick.

Foi dispensado quase de forma inacreditável com a chegada, claro está, de Artur Jorge, e na altura com apenas 28 anos recebeu de imediato um convite de Santana Lopes para ingressar no Sporting, que recusou de imediato alegando o seu amor pela águia e rumando para Guimarães até acabar a carreira na Académica de Coimbra. A carreira de treinador, que adoptou pouco depois, tem sido feita em categorias secundárias e, recentemente, tem mostrado o seu admirável bom gosto como comentador SportTV.

À sagacidade que sempre patenteou ficou-lhe também muito a dever o Benfica. Como é norma da casa, já lá vão cem anos, respeitar quem a (bem) serviu, Vítor Paneira não teve o devido reconhecimento da instituição que tão bem serviu mas sabe que o clube e sobretudo os adeptos lhe reservaram um lugar na galeria dos mais brilhantes. Com um carácter e humildade enormes, só ultrapassadas pela sua inigualável dedicação ao Benfica, Paneira personifica o glorioso Benfica do início dos anos 90. Era rei e senhor do corredor direito, assim numa espécie de monarquia absoluta que pode claramente reivindicar alguns trechos do melhor futebol que se viu no Benfica dos anos mais recentes, e esse é o maior elogio que lhe poderemos fazer." - retirado da Wikipédia.

Aqui fica a minha homenagem a um jogador que tinha em si a mística do clube, e que nunca viu reconhecido pelo mesmo a dedicação e o papel vital que desempenhou sempre nos plantéis que integrou.

Vítor Paneira: um atleta à BENFICA!!!

Adeptos à Benfica

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“Os jogadores necessitam do apoio dos adeptos para terem mais força e motivação em campo.”, Melgarejo.
MELGA(REJO) tocou numa questão fundamental, não só para o sucesso da equipa, mas sobretudo para cada jogador em concreto. Sempre tive a noção da importância do apoio dos adeptos, a cada (pequena) conquista, até nos “jogos a feijões”. Havendo o carinho do público é meio caminho andado para a auto-confiança e, consequentemente, para o crescimento de um jogador. 

Bem sei que vestir uma camisola como a do nosso Benfica pode misturar uma série de emoções e sentimentos que são contraditórios. Por um lado, é uma felicidade, é um orgulho, e até um privilégio que não está ao alcance de todos, poder vesti-la. Por outro lado, trata-se de uma enorme responsabilidade, o que implica uma pressão (ainda) maior. Tudo se agrava quando os recém chegados conhecem (ou ficam a conhecer, ainda que vagamente) o nosso passado glorioso (e não, não vivemos da nossa História, como um determinado grupo de pessoas – que não passam disso: de um «grupo», que por vezes de civilizado não tem nada – teima em afirmar, quiçá por inveja de anos dourados que nenhuma equipa portuguesa terá num futuro próximo, ou até mesmo pelo simples prazer de mal-dizer e desvalorizar). Há toda uma mística que estará sempre presente, inevitavelmente, para o bem e para o mal. Portanto, não é à toa que nós, adeptos benfiquistas, gostamos de ter no plantel “jogadores à benfica”, que tenham “raça, querer e ambição” de muitos heróis do passado. Não é de todo fácil chegar, ver e vencer. Admito, somos adeptos exigentes (embora ache que não somos os mais exigentes que se vê por aí), mas tudo tem limites. 

A partir do momento em que se compra um bilhete, neste caso, para assistir a um espectáculo de futebol, penso que é moralmente exigível que os Benquistas têm de nele participar de forma positiva. Isto é, não acho que seja correcto estar a despender de alguns euros com o bilhete quando em algum momento do jogo se assobia, por exemplo. Será que ainda não perceberam as consequências que essa atitude pode ter?! Será que ainda não perceberam que os jogadores – sobretudo – precisam de ser acarinhados pelo público, para ganharem confiança e para que o seu trabalho possa ter sucesso, que, no fundo, é o sucesso de todos nós?! Será que esses adeptos ficam, depois de uma acção do género, de consciência tranquila?! Sinceramente, não consigo perceber... não será a primeira nem a última vez que me “chateio” com tais atitudes nos jogos de futebol do Enorme. Não consigo ficar indiferente, confesso que me deixa enfurecida.

Quantas vezes apoiei um jogador que não gostava de ver no “meu Benfica”? Quantas vezes o denfendi publicamente, embora tendo a plena consciência que até tinham alguma razão no que estavam a dizer? Podem ter a certeza que, independentemente de gostar ou não, sou a primeira a apoiá-los.

Já “engoli vários sapos”, com algumas aquisições do clube, sendo que uma delas foi, por exemplo, a contratação de Jorge Jesus. Todos nós conhecemos um pouco daquilo que é a sua personalidade. Nessa altura ainda estavam na nossa memória algumas declarações suas feitas quando estava ao comando do Braga. Mas a partir do momento em que ele vestiu a nossa camisola, passou a ser um dos NOSSOS. Passei a apoiá-lo, que era a minha orbigação, passando a ser, para mim, “o melhor do mundo”, assim como a minha equipa “é o melhor do mundo”.

Condordando-se ou não, em qualquer circunstância, temos de respeitar as opções feitas por quem de direito, sem nunca deixar para trás, contudo, a crítica construtiva. Isto não quer dizer que não tenha a minha opinião formada. Obviamente que a tenho e, claramente, há opções que não concordo, mas respeito-as. Não sei se é a melhor opção, se é o mais correcto, mas tenho a certeza que é aquilo que conforta a equipa e que lhe dá força para ultrapassar qualquer percalço. Para criticar já nos bastam os adeptos das outras equipas. Quanto a nós, nada faz mais sentido que a UNIÃO. Todos juntos, a remar para um só lado, somos mais fortes. Fazendo mais um parêntesis, como acham que se sente a equipa aquando de uma deslocação à Invicta, sabendo de antemão que provavelmente passarão por alguns momentos de «terror» (se não for de terror, andará lá perto)? Passam-se situações inimagináveis. Por outro lado, como se sentirá a equipa, nessa mesma deslocação ou noutra semelhante, se contar com o nosso APOIO? Nós somos muitos em qualquer lado, seja no nosso país ou noutro lado do mundo! 

Há que reflectir um pouco mais sobre esta questão que vos trouxe aqui, e pensar duas vezes antes de se tomar certas atitudes para com a equipa que muitas vezes só envergonham. Situações como a que aconteceu na época passada com o Emerson – só para nomear um dos inúmeros jogadores que passaram recentemente no nosso clube e que foram literalmente mal tratados pelos adeptos – é de lamentar! Seja qual for a sua qualidade enquanto jogador, houve atitudes que jamais se deveriam ter. 

É por essas e por outras que adoro casos como o de Cardozo. É, é meu ver, mais um dos mal-amados no nosso Glorioso, é assobiado inúmeras vezes durante a época, mas é verdade é que marca e que na época passada foi novamente o melhor marcador da Liga. São... estilos... ou gostos, e estes não se discutem (dizem)!

Para terminar, lembrem-se que a UNIÃO e o APOIO fazem parte da chave para o SUCESSO. Nós temos um papel decisivo nesse aspecto. Assim, tal como desejamos “jogadores à Benfica”, exige-se “ADEPTOS À BENFICA”.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

These foolish things

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Dos jornais:

“Neste capítulo, Jesus teve quase sempre carta branca e a maioria dos reforços contratados no último ano e meio resultam de pedidos expressos do treinador benfiquista. Como é o caso de Nicolás Gaitán, jogador que tem sentido enormes dificuldades para se impor no onze das águias” – João Rui Rodrigues, RECORD, 8 de Novembro de 2010 (no rescaldo da goleada no estádio da “Galinha”, tudo servia para “filosofar”. Até o Gaitán que por acaso marcou lá um golo, na época seguinte, e que tem mostrado ser jogador de elevado recorte técnico”)

“Para já, Jesus continua. Mas se não voltar a ter a equipa do seu lado, a época do Benfica passará de mal a pior. Estará Jesus à altura deste desafio?” – José Delgado, ABOLA, 26 de Novembro de 2010 (se a questão residia em saber se a equipa estava do seu lado, o resto da época confirmou que sim. A arbitragem é que esteve contra. Apesar de ainda hoje, muitos adeptos defenderem o contrário)

“Depois de despachar Quim de forma pouco digna no defeso passado, Jorge Jesus elevou a fasquia e foi ainda mais longe. O avançado não foi apenas preterido agora, quando o seu vínculo contratual chegou ao fim. Aquele que é (e continuará a ser durante muito tempo) um dos jogadores mais concretizadores da história centenária do clube da Luz (e um dos nomes mais sonantes de todo o futebol nacional) foi humilhado, vezes sem conta, por um técnico que, depois de ganhar um campeonato, passou a pensar e agir como se fosse a figura encarnada mais consensual depois de Eusébio.” – Luís Avelãs, RECORD, 16 de Junho de 2011 (a seguir foi humilhado por Leonardo Jardim, sendo corrido para a 2ª divisão inglesa e quanto ao ser um dos maiores concretizadores da história centenária do Benfica, ficou uns lugares abaixo de Cardozo. E do Lima já agora).

“Mais do que discutir as razões que levaram a este desfecho - lamentado pelos fãs do capitão benfiquista e por aqueles que, mesmo admitindo que ele já não tinha lugar na equipa, gostavam de o ver despedir-se do clube de outra maneira – e que continuarão, seguramente, a ser matéria de muitos fóruns, ....” – António Magalhães, RECORD, 16 de Junho de 2011 (gostavam de o ver despedir-se de outra maneira, os seus fãs ou os jornalistas? Como se despediram do FCP, Vítor Baía e Domingos, dois “emblemas” do clube? Como se despediu Nuno Gomes do Braga? Quem não sabe de onde vem a substancial antipatia por Jesus, mais uma vez tem de buscar resposta nos “media...).

Comentário final sobre o tema “media” vs Jesus: depois de pedirem, exigirem o despedimento de Jesus, na sequência da derrota com o FCP e eliminação da Champions para a Liga Europa, Jesus conseguiu bater o recorde de 17 anos de jejum nas meias finais de uma competição europeia, estabeleceu o recorde de 18 vitórias consecutivas em todas as competições, inclusive na Alemanha e em casa do FCP para a Taça, facturou dezenas de milhões de euros e o Proença continuou a errar da mesma maneira, nas duas épocas sequentes. Se Jesus tivesse saído, teríamos tido o mesmo sucesso relativo? Proença teria sido melhor?

Título “Águias na corrida por Jackson Martínez”, por Redacção de ABOLA, 6 de Maio de 2012: “depois de ter sido noticiado como alvo do interesse de FC Porto e Liverpool, o avançado colombiano Jackson Martínez estará também nas cogitações do Benfica, segundo noticia a imprensa daquele país”. (a BOLA ao serviço do “sistema” para branquear o custo e a necessidade de contratar o jogador. O truque de usar o Benfica, é repetitivo como nos lembramos nos últimos anos)

Título “Benfica: Holandês tem praticamente tudo acordado com as águias”, sub título “FC Porto tenta desviar Ola John”, Correio da Manhã, 23 de Maio de 2012: “O FC Porto quer desviar Ola John para o Dragão” (o CM sempre pronto a ajudar alguém dentro do Benfica, que tal como no FCP, tem de justificar o custo e a necessidade de contratar o jogador. O truque de usar o FCP continua igual).

Título “Mauro Caballero troca Benfica pelo FC Porto”, Correio da Manhã, 25 de Junho de 2012: “Mauro Caballero vai mesmo jogar no Dragão, estando no centro de mais uma “guerra” entre o FCP e o rival Benfica...” (bastou o CM avançar esta notícia e logo meio mundo nos blogues avançou para textos que punham em causa a preparação da época do Benfica e sobrevalorizavam a qualidade do jogador).


Título “Libertad espera por proposta”, sub títuloDOSSIER MAURO CABALLERO”, RECORD, 30 Junho de 2012, “Mauro Caballero é mais um jovem talento em quem os dragões parecem apostar para o futuro, mas até ao momento não se registaram avanços relativamente à sua eventual contratação” (esta notícia não podia vir no CM como é óbvio, nem podia ser analisada pelos mesmos bloggers, mas mesmo vê-se o jeito do jornalista do Record ao apelidá-lo de “jovem talento”. Imagine-se o Olá Jonh no FCP...).

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Procurei um comunicado sobre a eventual venda de Witsel...

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...e não encontrei.

Para quê? Porque é que eu, sócio, deverei ser esclarecido sobre seja o que for relativamente ao futebol do Benfica?

O que interessa é continuar a dar entradas à borla para a tribuna presidencial a saloios a quem o nome do Benfica só tem enchido os bolsos.

O importante é dar comissóes de 20% a quem trouxer patrocínios.

O vital é convidar para cerimónias do clube os nossos inimigos. É apoiar inequivocamente a corrupção.
Os sócios, esses seres incómodos que já deviam ter percebido que só servem para pagar quotas e lugares cativos, têm é que esperar que este fantástico departamento de comunicação do Benfica se pronuncie, no dia de S.Nunca, à tarde.

O superior interesse do Benfica só é entendido pelos divinos dirigentes do clube.
O resto da cambada não percebe nada de imagem, marketing, comunicação e futebol.


Benfica - um clube de prestígio. Sempre.

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Jantar no sábado passado na bela cidade de Praga, na República Checa, com amigos e ao som de música local.

Entre melodias, um dos músicos aproxima-se da nossa mesa e pergunta: 'Portugal?'
'Yes!' - respondemos nós.

Ele sorri e diz: 'Benfica! Eusébio! Coluna! Ronaldo!'

Está claro que a festa foi enorme entre o nosso grupo.

Não pude deixar de me lembrar de tantos 'lambe-botas' do jornalismo que passam a vida a falar em outro clubezeco regional como um clube 'do mundo' quando nem na cidade onde está sediado é o maior.

Além disso, o prestígio constrói-se com lisura de procedimentos, honestidade, e muito amor à camisola.
Não se constrói à custa de ódio, violência ou jogadas obscuras.

O Benfica é sem dúvida uma das marcas mais fortes do nosso país.

Não precisa de campanhas pagas de publicidade para vender aquilo que tem de mais precioso: a imagem positiva que tem deixado na mente de milhões de pessoas ao longo do tempo.

Sem cafezinhos ou fruta associados aos seus resultados.

E como diz aquela marca de cartões, isso 'não tem preço!'


terça-feira, 7 de agosto de 2012

Problemas laterais II

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Portugal, 7 de Agosto de 2012

Como referi no texto anterior: “a pré-temporada do Benfica é normalmente marcada por debates que a comunicação social lança, e que dada a sua repetitividade, ou seja, dado que ano após ano há sempre um tema novo que se prolonga durante a época. Na minha opinião isso é premeditado, pretendendo entreter os benfiquistas e desviar a atenção dos problemas graves que irão acontecer com a arbitragem. Em particular com esta, que é a componente administrativa mais influente na definição do campeão.

Este ano o tema é, a adaptação do Melgarejo a defesa esquerdo vs utilização de Luisinho, e a falta de um substituto ao nível do Maxi Pereira.

A importância da comunicação social percebe-se no facto de tantos analistas de referência e cidadãos de topo deste país, como Bagão Félix na BOLA, ou João Paulo Guerra no jornal Benfica, dedicarem demasiadas palavras (na minha opinião) a este “não assunto”. Este último escreveu na edição de 27 de Julho que “a demanda de um defesa esquerdo e também de uma alternativa para o lado direito, é uma velha questão. Já vem de longe”.

Este tipo de opiniões não passa de um conjunto de banalidades, facilmente demonstrável. Se este tipo de questão já vem de longe, porque razão não se falou disso no ano do título? Ou no ano seguinte? Porque razão se centrou a polémica em Roberto? E na época seguinte, nas “invenções” de Jesus? Só mais tarde veio a polémica com Emerson apenas porque Capdvilla não fora inscrito para a Champions? Se tudo isto é tão óbvio porque cargas de água se espera que alguém na comunicação social, fale da adaptação do Melgarejo, para depois virem as carpideiras do costume, chorar atrás do tema?

Vejamos a pré temporada dos nossos rivais SCP e FCP. O SCP perdeu 1-0 com o Charlton (2ª Liga inglesa), os defesas laterais foram Pereirinha e Ínsua, ganhou ao St. Étienne 3-1 com Cedric e Pranjic, perdeu 1-0 com o Getafe com Pereirinha e Pranjic, empataram 0-0 com o Atlético (2ª Liga de Honra) com Pereirinha e Ínsua, empataram 0-0 com o Belenenses (2ª Liga de Honra) com Cedric e Pranjic, ganharam 2-0 ao Sheffield Wednesday (2ª Liga inglesa) com Pereirinha e Ínsua, vendceram 3-1 o Atléhtic Tehuan (Marrocos) com Cedric e Ínsua.

Os mais atentos irão concluir que o SCP utilizou 2 defesas direitos, Cedric e Pereirinha, sendo que este último é um médio adaptado, e também utilizou 2 defesas esquerdos, Ínsua e Pranjic, sendo que este último é um médio adaptado. Há problemas nas laterais do SCP? Há necessidade de boas alternativas para os “donos do lugar”? Os laterais de raiz garantiram melhores resultados ao SCP do que os adaptados? A mesma comunicação social tão “preocupada” com o Benfica, neste caso não tem opinião.

Quanto ao FCP, jogou com os defesas laterais Djalma e Mangala, contra o Evian (vitória 1-0), com Djalma (depois Sereno) e Mangala contra o Celta de Vigo (vitória 3-0 graças ao Carlos Xistra), Djalma (depois Miguel Lopes) e Mangala contra o Santa Clara (2ª de Honra e erros de arbitragem a favor do FCP, árbitro Pedro Cabral), Miguel Lopes e Sereno contra o Valência (empata 1-1, derrota nos penaltys com 4 remates falhados pelo FCP - inédito), Miguel Lopes (depois Sereno) e Mangala contra o Lyon.

Resumidamente, o FCP utilizou 3 defesas direitos, Miguel Lopes, Sereno e Djalma, sendo que os dois últimos jogavam originalmente no eixo da defesa e como médio ala, e dois defesas esquerdos, Mangala e Sereno, ambos originalmente defesas centrais.

Ou seja. O FCP e SCP utilizaram nos jogos de pré temporada 5+4= 9 defesas laterais, sendo que apenas 2 são laterais de raiz, os restantes são improvisos dos actuais treinadores. 

Ora em face disto, qualquer pessoa com um mínimo de senso percebe que afinal todos os treinadores adaptam jogadores, perdão, o Jesus inventa, os outros adaptam, a defesas laterais. Infelizmente uma boa parte dos adeptos do Benfica, continua a não perceber que este debate acerca dos defesas laterais apenas visa outras finalidades, que não ajudar o Benfica a ser mais competitivo por via da estabilidade. Pena que continuem sem perceber a lateralidade deste tipo de assuntos. Inclusive Bagão Félix e João Paulo Guerra...

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Por um Benfica Mais português ou então por 25 jogadores inscritos na CL

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As leis da UEFA são claras e obrigam a que tenhamos jogadores portugueses no clube pois uma das regras da uefa diz que:

1. Jogadores Inscritos. Os clubes têm de inserir na lista de 25 jogadores inscritos para as provas europeias, quatro jogadores formados nas suas escolas e mais quatro provenientes de outro qualquer centro de formação nacional. Podem ainda inscrever uma Lista B ilimitada com jogadores que a partir dos 15 anos, sendo formados localmente, tenha estado inscritos em mais de duas temporadas.
Não importa quantos temos neste momento nestas condições, vamos antes de tudo fazer uma análise a jogadores que realisticamente podem representar o Benfica (CR7, Nani, Pepe, etc. não entram por razões óbvias - não temos dinheiro para eles). Eu sei que o tema vai gerar um pouco de polémica, mas é por isso que o escrevo pois, acima de tudo, quero a vossa opinião sem se ofenderem uns aos outros.

Ora vamos começar:

Sílvio: Defesa direito jogando muitas vezes à esquerda, de certa forma desvalorizado no atlético de Madrid, é um jogador que pela sua polivalência poderia ajudar nos dois flancos da defesa. Nota: é das nossas escolas de formação mas não saiu muito a bem do clube. É seleccionável e ainda so tem 24 anos. Sílvio Manuel Pereira

Nelson: Defesa direito Rápido e benfiquista, jogava com o coração, e centrava bem, no mínimo para suplente do Maxi serviria não? Nunca diria que não ao Benfica. Nélson Augusto Tomar Marcos

Neto: Tantos criticaram quando ficamos com o direito de opção do rapaz, ou tantos quando não ficamos com ele, em que ficamos? Eu acho o central de um potencial enorme e acho que deveríamos tentar resgata-lo por 1.5 milhões (70%) a jogar em Portugal em vez de ser lançado já as feras em Itália.

Eliseu: Defesa esquerdo adaptado, rápido, sobe bem, é seleccionável e é benfiquista. Não é de topo mas é um jogador que sabe o que é o Benfica e pelo que diz, o ama Eliseu Pereira dos Santos
Simão: Sempre quis voltar ao Benfica, diz-se à boca pequena que o JJ o vetou antes de sari do Atlético. Dispensa apresentações, poderia jogar nos extremos, segundo ponta de lança ou mesmo a 10 pela sua leitura de jogo. Simão Sabrosa
Hugo Viana: Comparando com o que se compra lá fora, até que não é caro e tem uns pés interessantes, precisamos de dar descanso ao Mago e o Carlos Martins deve fazer as vezes do Witsel (palpite apenas, não sei de nada). Hugo Viana

Manuel Fernandes: sei que vou levar na cabeça porque saiu a mal do Benfica, mas é bom jogador e neste momento, se sair o Witsel, deixar-me-ia menos assustado se o tivéssemos na equipa, é Benfiquista, o empresário é o Paulo Barbosa que na altura não tinha boas relações com o Benfica e foi iludido pelo dinheiro. Agora mais maduro está um jogador e pêras e é dos nossos, da nossa formação. Benfiquista sabe esquecer. Tem apenas 26 anos e é português Manuel Henrique Tavares Fernandes

Ruben Amorim: é nosso e não está a jogar por nós, mas pq? Polivalente, benfiquista. Tem defeitos, eu também e o meu patrão não me despede ou não me poe tanto tempo de castigo como o puseram a ele. Quem perde mais? Ele? O Benfica? Fica a ideia. Rúben Amorim

Miguel Veloso: (alternativa/suplente do Javi Garcia) Alguém tem dúvidas que o Miguel Veloso, sendo português, vale mais os 7 milhões (para o Benfica viria por menos) do que os 5 que que fomos forçados a investir no Matic na venda do David Luis? O campeonato de Europa não foi suficientemente elucidativo? e foi formado onde? Tb conta companheiros, também conta.

Quaresma: vale o dinheiro todo que o Porto queria? Não. Seria interessante por ser português e se nos desfizéssemos de alguns jogadores? Sim, para mim seria. Já sei, vão dizer que o gajo fez isto ou aquilo contra o Benfica, mas pergunto, o Enzo não fez pior estando ao serviço do Benfica? Que a técnica dele é impressionante isso é. E a minha opinião é que sempre lhe cobraram mais do que o acarinharam. Eu contratava-o passando o Sálvio para a sua posição de 2º ponta de lança Ricardo Quaresma

Bruno Alves: outro caso de um jogador que custa 8 milhões. Não seria um jogador que serviria ao Benfica como defesa central caso vendêssemos um dos dois? Não ajudaria a trabalhar os putos com a sua garra e o seu querer? Conhecem alguém com o seu poder de elevação? Eu acho que seria uma contratação 2 em 1. Jogava por nós porque é bom e não magoava ninguém dos nossos. Acredito piamente que mesmo não sendo benfiquista (já me disseram que era mas vale o que vale) seria um excelente profissional ao nosso serviço. Jogará com certeza até aos 35 ou 36 anos. Bruno Alves


Eu sei que é um post polémico, mas precisamos de portugueses no clube. O Jorge Jesus não acha mas a identidade do nosso clube recuperaria alguma mística (palavra que se houve cada vez menos). Há quem fale nos bastidores que o Adrien não irá renovar pelo sporting para vir para o outro lado da 2ª circular, é tuga, tem potencial.

Sou a favor de portugueses com potencial nem que seja para suplentes (não faz sentido comprar sequer suplentes estrangeiros), ex: Neto em vez de Jardel, Miguel Veloso em vez de Matic e com possibilidade de morderem os calcanhares dos titulares.

Será que Cardoso, mesmo faltando apenas 15 dias para começar a época não poderia ser substituído por 1 do trio Nelson/rodrigo/Mora? Desculpem é que em 2014 o Tacuara acaba o contrato e vamos ficar sem pão nem bola. Ah, esqueci-me, JJ não soube transformar o Nelson Oliveira em ouro, o que fez o rapaz querer ir para outras paragens…

A mais? Aimar (a idade não perdoa a disponibilidade física, ainda que seja um astro mágico... mas que custa 150mil limpos, ou seja cerca de 300mil/mes), Saviola (mais um como Aimar, sendo o meu jogador preferido no Benfica, mas temos de ser racionais), Gaitan (há que fazer dinheiro), Cardozo (é agora ou nunca e 15M é de aceitar, claro, ainda para mais com Nelson Oliveira e Rodrigo na equipa), Matic, Jardel, Garay (mais uma vez, é preciso entrar dinheiro se ficar Witsel - portanto sairia um deles).
E uma equipa B com abertura para suportar a equipa A cada vez mais em português.

Fico à espera que complementem o meu post e/ou o critiquem… mas sempre em português.


domingo, 5 de agosto de 2012

Esperteza saloia!

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Só a eminência da bancarrota levou o Estado, através do Governo, fazer o escrutínio das Fundações, entre as quais a célebre Fundação Porto-Gaia! Segundo noticiou a imprensa, Vítor Gaspar terá ficado surpreendido com os montantes envolvidos - 1500 ME de 2008 a 2010! Com cerca de 15000 entidades na esfera do Estado, obviamente que nenhum Governo tem a menor ideia de como se gasta grande parte do dinheiro dos contribuintes! Portanto, não foi o critério de promoção da justiça social, nem o de poupar os contribuintes, que conduziu a esta ação, apesar de se saber que, em muitos casos, se trata de um estratagema para reduzir a carga fiscal dos seus promotores, noutros para desorçamentar despesas quer por parte de algumas autarquias quer por parte de alguns organismos estatais.

O caso Porto-Gaia, é do conhecimento público há muitos anos! Eu mesmo publiquei aqui uma crónica a esse respeito, onde “exigia” uma atitude enérgica por parte dos dirigentes do Benfica, junto de quem de direito. Outros colegas, em vários locais, o fizeram. Tal não foi suficiente para suscitar qualquer diligência das entidades que têm obrigação de fiscalizar e pôr cobro a estes abusos, preferindo “castigar” o silencioso contribuinte!

Ocorre-me de imediato a justificação de Laurentino Dias para a perseguição - em minha opinião - que moveu ao Nuno Assis e que culminou com a suspensão desportiva deste por um ano, motivo suficiente para o Benfica perder esse campeonato. Justiça desportiva! Disse ele! Justiça desportiva, uma ova; digo eu! Porque não viu a injustiça desportiva que constitui o facto de o crónico campeão nacional beneficiar de um centro de treino sem ter despendido um cêntimo na sua construção nem nos custos de manutenção, limitando-se a pagar uns míseros 500 euros mensais de renda? Tal omissão constituiu um insulto a todos os Portugueses, em especial, aos adeptos dos clubes rivais do campeão do regime.

Bem sabemos que este é apenas um dos muitos e avultados apoios de que esse clube beneficiou e que hoje, são decisivos na diferenciação da gestão financeira e desportiva face aos clubes rivais. À semelhança do que foi recentemente efetuado na Câmara de Lisboa relativamente aos apoios concedidos por esta ao Benfica, gostaria que se fizesse investigação semelhante relativamente à Câmara do Porto, à empresa Metro do Porto e à Estradas de Portugal!

Disse Filipe Menezes (FM) no CM de hoje, que a dita fundação não recebeu nem se antevê que venha a receber qualquer apoio público em 2012, sendo a totalidade das despesas suportadas por receitas próprias! Terá dito ainda o inenarrável FM que, “se calhar vamos extinguir as duas fundações” e que tal, “não é da competência do Governo”. Eu acho que, tais fundações, serão extintas logo que descubram outra forma de compensar o clube do regime.

Filipe Meneses é um regionalista radical e alimenta desde há muito a esperança de ascender à Câmara do Porto. É para mim óbvio que pretende constituir um tandem com o clube do regime desencadeando “a luta” pela constituição da, por alguns, tão ansiada região Norte. O “fechar de olhos” dos sucessivos Governos, quanto a mim, indicia uma anuência tácita, num encorajamento implícito à criação de situações de regionalização parcial de facto.


Eis-nos, por fim, chegados à questão primordial! A natureza política do outro clube! Repeti-lo-ei bem alto, hoje, como ontem e amanhã; o Porto, hoje, não é um clube de futebol; é a ponta da lança de uma organização político-económica regional que tem beneficiado de apoios cúmplices vários a nível nacional. Estou frontalmente contra; à política o que é da política e ao futebol o que é do futebol. Caso contrário, também os sócios e adeptos do Benfica terão de o fazer, sob pena de terem de assistir ao definhamento do clube, engalfinhando-se em mútuas acusações.


Viva o Benfica!

FCPorto: Que raio de "Amor ao próximo" aprendem eles na igreja?

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Antes de mais quero dar-vos os parabéns pelo excelente trabalho no vosso blog.

Sou um benfiquista do norte de V.N.Gaia. Não sei se vocês também são daqui do norte, mas em todo o caso vou partilhar a minha opinião com vocês...
Aqui, em Gaia, Porto, Matosinhos, Gondomar e mais algumas cidades em volta, TODOS sabemos (portistas e benfiquistas, os sportinguistas como sempre são nulos) que os esquemas do Pinto da Costa e amigos ainda funcionam e valem campeonatos. Aqui sabemos que os super dragões também estão envolvidos em esquemas sempre para contribuir para o porto ser campeão! Agora, provas é que não há... Porque ninguém se mete porque pode até implicar a própria vida!

Bem, mas o que me levou a enviar-vos este email foi o que eu já constatei e que vinha a tentar perceber há muito tempo. Respeito qualquer ideologia religiosa e cada um é que sabe em quem acreditar, contra isso não tenho nada que dizer.

Eu queria dizer-vos que se pensarem bem, os jogadores do Porto quase que não se lesionam ou então é muito raro e sabem porquê? Os brasileiros e até outros da América do sul são participantes activos na religião em que acreditam! Em anexo envio-vos algumas fotos retiradas do facebook de uma “igreja” aqui em Gaia onde Falcão, Hulk, Helton, Otamendi, Souza e agora também os novos brasileiros e todas as respectivas famílias frequentam essa “igreja”.

Não tenho nada contra! Mas depois do que vi e do que me disseram acerca do chefe dessa igreja então já começo a duvidar! Esse chefe dessa igreja tem um carro topo de gama, uma casa de sonho e disseram-me que tem uma grande fortuna! Mas como é possível declarar tudo isto perante as finanças? Talvez por ser o dono dessa igreja!

Sei também que o próprio Pinto da Costa já foi visto várias vezes em actos suspeitos (bruxarias) aqui numa zona que toda a gente conhece como os “caminhos da bruxas”.

E mais, os próprios jogadores levam uma lavagem cerebral de ódio contra o Benfica. Todos os novos jogadores que chegam levam logo com isso e ficam a odiar o nosso Glorioso. Reparem nos jogos com o Benfica todos os jogadores do Porto comem a relva, o Pinto da Costa com os super dragões fazem pressão sobre os jogadores para estes jogarem o máximo para ganharem sempre esses jogos!

Como benfiquista e estando aqui em Gaia, vocês nem imaginam o que sabemos acerca dos esquemas… Muita gente poderosa envolvida!

Cumprimentos e continuação de um bom trabalho no blog.


(Email de um benfiquista (identificado), mas que solicitou anonimato).








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