O UNUM arrancou oficialmente esta semana, logo com um projecto que toca na raiz dos problemas do futebol português: a arbitragem.
São 17 medidas que reformam a arbitragem de cima a baixo e dar ao nosso futebol uma credibilidade que hoje em dia não tem.
O documento está disponível em "O Apito e a Confiança" e em consulta pública até 15 de Novembro de 2026.
Excelente iniciativa e conteúdos.



é desta que se vai ganhar 10 jogos seguidos? o rui cbosta anda calado desde agosto pq?
ResponderEliminarDesculpem discordar mas essas medidas não resolvem nada.
ResponderEliminarPrimeiro que tudo pelo alcance que pretendem esse documento só poderia ter efeitos se fosse apresentado internacionalmente e não apenas em portugal. Pelos custos e burocracia que envolvem seriam mais um custo desnecessario a cair sobre os clubes. E um grande negocio para alguns consultores. Só falta criar um mestrado em arbitragem e talvez algumas cátedras para os lucianos gonçalves, luis godinhos e outros afins ensinarem as suas artes.
Na forma são muito bonitas usando o know-how de apresentação de relatorios corporate das consultoras internacionais.
No conteudo são um conjunto de generalidades, banalidades e pequenas melhorias decorativas. Não atingem o essencial nem resolvem nada quando há pressões externas, subornos ameaças.
O principal problema da arbitragem em portugal , fora os casos criminais que referimos não sao os erros aleatorios que se corrigem com formação mas os causados pelo tribalismo ( verde, azul e vermelho) dos adeptos que os arbitros também sao por mais que se declarem neutros. O arbitro é humano e tem de tomar decisões em decimos de segundo. A neurociência explica que muitas decisões são tomadas décimos de segundo antes de se tornarem conscientes o que implica que o envolvimento emocional do arbitro com a sua tribo acaba por o levar a tomar decisões sem verdadeira consciencia. Depois de tomada a decisão cada arbitro reage de sua maneira ou reforçando o que decidiu ou tentando corrigir com decisões conscientes que contrariam a primeira dando azo a mais erros. Nada disto é resolvido pelos 17 pontos.
Outro grande problema da arbitragem desta vez comum a todos os paises é o excesso de arbitragem no futebol. Antigamente havia menos regras e o foco do jogo era a bola e os jogadores. Hoje o futebol passou a ser um jogo de regras e o arbitro passou a ser um protagonista tão importante como os jogadores. Veja-se o caso dos cartões que foram introduzidos apenas para que um jogador não fosse expulso sem um pré aviso e agora se transformaram numa verdadeira arma para o arbitro influenciar o jogo e a sua verdade desportiva. A mesma coisa acontece com a bola na mão. Antigamente só se marcava se fosse intencional. Para evitar a subjectividade da avaliação do arbitro sobre a intenção hoje há tantas regras que transformou a marcação de falta em algo totalmente arbitrario prestando-se as mais diversas manipulações da verdade desportiva.
Temos de simplificar as regras e acabar com o protagonismo dos arbitros.
As 17 regras vão em sentido inverso. Iriam aumentar o protagonismo dos arbitros e transformar ainda mais o jogo não de bola mas de arbitragem, de cumprimento ou nao de regras cad vez mais bizantinas
Uma sugestão é usar o var de forma mais automatica sem intervenção de humanos como no caso do fora de jogo e permitir que o var ajude o arbitro sem parar o jogo nas questões simples como cantos, bolas fora, faltas a meio campo, etc. e que hoje sao estupidamente impedidas pelo protocolo.
a unica solucaopara a arbitragem no futebvol corrupto de Portugal:
ResponderEliminar1. Irradiar todos os arbitors e VAR com mais de 25 anos de idade.
2. Fazer contrato de associacao com a premier league e a championish para arbitrar os jogos da liga 1 e 2 nos proximos 5 anos a medida que formam novos arbitros.
3. Demitir todos os orgaos da FPF, e convovar novas eleicoes
4. Acabar com a Liga Portugal e criar um novo organismo sobre a alcada da FPF sem influencia dos clubes.
5. abrir investigacoes criminais com lideranca do ministerio publico a todas as atuacoes dos arbitros nos ultimos 5 anos