Ser benfiquista é defender o clube nos momentos certos, mesmo quando a liderança do SL Benfica pode não estar a fazer tudo o que podia (e devia).
Este é um deles.
Estamos na fase decisiva
da temporada. Os nossos adversários estão a ser levados ao colo pelas arbitragens,
em nome da fórmula criada por Pedro Proença para a Centralização dos Direitos
Televisivos.
A jornada que ainda decorre
foi mais uma em que as regras aplicadas a FC Porto e Sporting não são as mesmas
que ao SL Benfica. Penalties e expulsões que contra nós foram quase como
mandamentos e quando se trata do FC Porto, por exemplo, tudo é ignorado.
Apesar disso, temos uma
(pequena) fatia de benfiquistas para quem o único alvo dos seus ataques diários
é o SL Benfica e Rui Costa, parecendo não terem entendido ainda que os
benfiquistas votaram de forma esmagadora em Rui Costa com todos os seus
defeitos e virtudes ainda não fez 6 meses. Os sócios preferiram Rui Costa a um
candidato que, apesar do marketing e das centenas de milhares de euros em
propaganda, não os convenceu em 2020 e ainda menos em 2025. Preferiram Rui
Costa mesmo com as derrotas na Champions e com a não liderança no campeonato.
Atacar o SL Benfica
apenas para causar mossa não é cultivar o amor ao clube… é masoquismo e é
ajudar os adversários. Há sempre espaço para críticas, mas para construir e não
destruir. E além desses ataques constantes ao SL Benfica, babam-se em elogios ao Luís André Vilas Boas, um seboso que trouxe com ele o pior do FC Porto dos últimos 40 anos.
No entanto, quero louvar
quem tendo claramente apoiado outros candidatos percebe que estas semanas são
fundamentais e que não é altura de dar tiros nos pés. Benfiquistas de quem
discordo na maioria das vezes, mas disseram presente nos últimos dias quanto á
defesa do SL Benfica. Os meus cumprimentos a esses.
Meus caros, não temos de
estar sempre de acordo em tudo (e mal seria se assim fosse), mas numa coisa
temos que estar sempre alinhados: na defesa do SL Benfica contra todos os que
lhe querem mal. Este é um desses momentos.
É fácil fazer contas e dizer que se não tivéssemos empatado neste e naquele jogo estaríamos na frente. Talvez, mas na verdade se não tivéssemos sido espoliados de penalties desde o princípio da temporada e tivéssemos usufruído do mesmo critério nos cartões e expulsões... nem precisávamos desses pontos. O que exigimos são regras iguais para todos, mas ao contrário dos outros, queremos ganhar limpo.
A equipa tem que fazer a
sua parte: ganhar os seus jogos. O resto temos que ser nós.



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