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21 de março de 2014

Tive um sonho.

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 ●  8 comentários  ● 

Tive um sonho.

Sonhei que no Youtube estavam provas de que o futebol português esteve minado de corrupção.

Sonhei que os envolvidos tinham sido condenados pelos actos comprovados de viva voz pelos próprios.

Sonhei com a justiça desportiva em pleno para punir os transgressores.

Sonhei com um sistema judicial que protegia a verdade dos factos.

Não passou de um sonho. Acordei e afinal tudo não passou de um sonho.

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"O Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa considerou o uso de escutas telefónicas "uma violação flagrante" de princípios constitucionais para os crimes que foram julgados e decidiu anular a decisão do Conselho de Justiça da FPF de 30 de junho de 2009 que implicou a despromoção do Gondomar da 2.ª Divisão.

Com esta decisão, que não tem recurso, o clube gondomarense pode vir a pedir uma indemnização à Federação Portuguesa de Futebol.

Record sabe que também o Vizela, despromovido na sequência do processo Apito Dourado, aguarda uma decisão relativamente ao seu caso.

Recorde-se que em 2008 o Tribunal de Gondomar condenou 13 dos 24 arguidos do processo originário do Apito Dourado. Valentim Loureiro foi condenado por abuso de poder e prevaricação enquanto José Luís Oliveira, à altura dos factos presidente do Gondomar Sport Clube, foi condenado por 25 crimes de abuso de poder e 10 de corrupção desportiva ativa, tendo estado em prisão domiciliária com pulseira eletrónica." 
- Record.

8 comentários blogger

  1. A pergunta que faço é (a quem souber responder): as escutas tiveram de ser autorizadas por um juíz de direito, como raio podem ser consideradas ilegais? Será que o juiz não sabia que estava autorizar algo que não está previsto, pois pelo que pude saber junto de alguns amigos formados em direito, escutas telefónicas apenas podem ser utilizadas em crimes contra pessoas (direito penal) e não em casos de corrupção (direito civil). E se assim é (erro de quem autorizou essas escutas) porque motivo há-de ser a FPF a pagar as indeminizações e não o juiz, ou o estado português?

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  2. Meu amigo, todos os cidadãos têm direitos e um deles é direito à sua privacidade, por isso para serem feitas escutas têm de ser feitas a mando de um juíz e com certos requisitos. As escutas têm regras muito rigorosas. Por exemplo se a polícia te escutar a confessar um crime, mas essas escutas eram ilegais, a tua confissão vale zero. Felizmente vivemos num país onde existem leis e têm de ser respeitadas. Se a polícia queria fazer escutas que as fizesse em condições e de acordo com a lei.

    (Isto, que disse, tem a ver com estes casos do desporto e com todos os outros)

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    1. Concordo com isso tudo... a minha duvida é: não foram as escutas autorizadas por um juiz? É sobre esse pressuposto que baseio o comentário anterior e é esse um dos pontos que tenho duvidas, se foi assim ou se as coisas foram feitas à revelia da lei.

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  3. Tenho sonhado recorrentemente com as FP25 renascidas e empenhadas numa ação de desratização do futebol e do desporto em Portugal. Estarei a enlouquecer ou serei vidente?

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  4. Maybe one day the dream comes true

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  5. Em Portugal as leis estão feitas para quem tem dinheiro não as ter de respeitar... todos os outros que se cuidem...

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  6. Não me digas que viste o coroado na tvi!

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  7. http://youtu.be/XRtX6r3q5TY

    Cumprimentos,

    Pedro. Carneiro

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