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sábado, 4 de janeiro de 2014

E que dizer de Oblak? Serviu para agarrar o lugar?

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Três jogos completos, zero golos sofridos, fica sempre bem em qualquer currículum, mesmo que também, há conta de um campeonato muito fraco, em que defesas de Oblak que se vejam, contam-se pelos dedos de uma só mão!

Os adeptos estão com ele e confiam nele? Parece que sim, o que é sempre muito bom sinal e aumenta a confiança de qualquer um!

A imprensa está com ele? Inquestionavelmente, o que também ajuda. Hoje mesmo, na capa de “A Bola”, em letras gordas: “Oblak ainda não sofreu golos.” Poder-se-ia ter escrito: “Oblak ainda mal tocou na bola”, mas não, ainda não sofreu golos, o que é sempre um título bem mais positivo, e que parece encomendado para aumentar a pressão sobre a decisão de Jorge Jesus. 

Oblak tem presente e futuro? Acho que sim, que tem qualidade, que já a mostrou em outros clubes e em muitos terrenos, que só precisa que apostem nele! E de provar que para além da sua qualidade, é capaz de suportar a pressão de ser o número 1 de um grande clube aos 20 anos de idade! Esse sim, é o grande teste que falta passar e que já matou diversos talentos, teste esse que poderá estar a apenas uma semana de ser superado. 

Num outro âmbito, Artur merece a campanha anti-Artur e pró-Oblak, a que se tem assistido por toda a imprensa durante as três últimas semanas? Acho que não! Acho que para se promover Oblak não é preciso quase desejar que a lesão de Artur tivesse sido mais grave do que realmente foi. Acho que para enaltecer um não é preciso matar o outro.

Acho que Artur, sem ter sido brilhante ao longo da época, salvo um ou outro lapso, tem correspondido.

Acho que é sempre um perigo e, infelizmente é prática recorrente no Benfica, quando se elevam imediatamente a estrelas, jogadores que tocaram na bola duas ou três vezes e têm ainda tudo para provar.

E acho perigoso participar demasiado nestas campanhas com pés de barro, porque basta um erro grave das pseudo-estrelas que ainda nada provaram, para que tudo de repente se desmorone, e que todos aqueles que andaram a falar bem deste e mal daquele fiquem mal na fotografia. 

Artur e Oblak precisam de todo o ruído que tem circulado pela imprensa? Acho que não. Acho que é colocar pressão desnecessária sobre os ombros dos intervenientes. Acho que num mundo ideal falar-se-ia menos e deixar-se-ia que as transições fossem bem mais pacíficas! Mas esse é o preço a pagar por se jogar no Benfica! 

E onde fica Jorge Jesus no meio disto tudo? Num dilema, suponho. E tem uma decisão importante para tomar já no próximo jogo com o FCP!

Por um lado, apostar em Oblak é o desejo dos adeptos, o que protege Jorge Jesus da crítica! Para Oblak pode ser o jogo do arranque de uma brilhante carreira e o palco ideal para passar o teste da maturidade!

Por outro, é comum Jorge Jesus colocar-se do lado dos injustiçados pela imprensa e pela crítica (é assim muitas vezes que se conquistam balneários). Mas também é verdade que apostar em Artur é uma aposta bem mais arriscada para o treinador, que também ele, Artur, tremeu injustificadamente o ano passado nos dois jogos com o FCP, e se volta a falhar este ano, Jorge Jesus vai ter muito que explicar. 

Em quem apostaria eu? Em Oblak, de forma clara... Mas tenho um pressentimento, até pelas declarações no flash interview, que já na próxima semana, voltaremos a ver Artur na baliza.



P.S. Boa exibição no jogo de hoje. Jogadores com dinâmica e com vontade, o que é sempre um bom prenúncio para o importantíssimo jogo da próxima semana. 

O estranho eclipse dos "Andrés"

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André Gomes e André Almeida emergiram, no ano passado, da equipa B. Nenhum dos dois foi formado no SLBenfica, mas são indiscutivelmente dois jovens com bastante valor.

Foram aposta clara de Jorge Jesus e jogaram com relativa regularidade como alternativa aos titulares da equipa principal.

De repente... desapareceram. Agora ficam, habitualmente, fora dos convocados em quase todos os jogos e nos que ficam no banco... não são opção.

Já vimos esta situação ocorrer com Nelson Oliveira (depois de falhar em Stamford Bridge), com Melgarejo (depois de falhar com o Fenerbahce), com o Djaló (que também foi penalizado no pós-Chelsea juntamente com Nelson Oliveira), com Carlos Martins (depois da expulsão no final da época passada).

André Almeida é, na minha óptica uma excelente opção para médio defensivo e como polivalente nas laterais. André Gomes é um box to box com bastante potencial... já antes Nelson Oliveira tem mais que qualidade para ser parte integrante deste plantel como alternativa, Melgarejo esteve um ano a errar de forma clamorosa e quando já pouco errava, saiu da equipa e foi vendido, Djaló nunca se compreendeu a obcessão de Jesus que acabou por o deixar cair (o Benfica paga!) e Martins era um jogador útil e com imensa garra...

Alguém quer tentar justificar esta repentina ausência dos Andrés deste Benfica "made in Taiwan" e não "made in Benfica" como anunciou o Presidente?

Jesus não gosta? Então quem aposta na formação?

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Temos aqui lido (e escrito) várias vezes que o nosso treinador não aposta na formação do SLBenfica, ou melhor não arrisca em lançar os jovens da formação.

A convocatória de hoje parece querer mostrar que o tal "Made in Benfica" que o Presidente fala... não existirá com Jesus ao leme... nem em jogos da Taça!

Imaginem então que o Presidente quer demitir o treinador, como muitos advogam, e ir buscar um treinador que seja capaz de arriscar mais nos jovens da formação e nos jogadores portugueses, procurando manter os objectivos competitivos do SLBenfica: VENCER.


(ah, antes de virem com as parvoíces de dizer que apostando na formação não se vence... comparem lá isso com os títulos que se tem conquistado com a aposta nos milhões e nas contratações)


Dito isto, que treinador gostariam de sugerir ao Presidente do SLBenfica?

Eu começo:
Rui Vitória na equipa A e Bruno Lage na equipa B

Para a imaginação e a teoria, estatísticas e factos são sempre uma grande chatice

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Bem, é da praxe discordar do GB quando o tema é futebol jogado, e por isso aqui vai, que ele já não estranha:

Em primeiro lugar ressalvo logo o título do seu post em resposta à minha análise ao papel dos números “10” no futebol moderno:

“O gajo”, com que me brindou logo a abrir, logo no título, no começo da sua aula de tática... O “gajo” que é para me colocar logo no meu lugar... Ressalvo o “Inteligente” com que também me catalogou... Mas para logo de seguida dizer que o gajo inteligente se “baixa”... E baixa-se perante quê? Perante obviamente a sapiência e o brilhantismo de uma mente mesmo à séria e que só os predestinados possuem, que é a mente do GB!

O Redmoon fala portanto “Futebolês” – também no título do post... Se os leitores quiserem ler posts sobre futebol à séria, leiam portanto posts à séria, que são obviamente os posts do GB, que aparecem como corretivos às asneiras do "futebolês" debitadas pelos “gajos” nos posts anteriores. 

Eh pá, com o devido respeito, o teu problema com as estatísticas é só um: É que desmentem teorias, teorias e mais teorias, mas que, e esse é o grande problema, carecem de confirmação no terreno...

E a merda toda é mesmo essa: é a merda das estatísticas... Porque é a merda das estatísticas que separa a ficção da realidade, e as teorias das verdades facilmente comprováveis...

E portanto, que disse eu no meu post anterior que tu vens agora desmentir? Eh pá, mais uma vez, NADA, absolutamente NADA, e a frustração é mesmo essa: é ler aquilo tudo e ficar na mesma! Vieste apenas com mais uma teoria, a teoria dos dois pivots, e das coroas e das placas nos dentes, muita cárie mas pouco chumbo!

Ainda pensei que viesses admitir que afinal, ao contrário do que andas a afirmar há um sem número de anos, o Gaitán não jogou sempre a 10 antes de chegar ao Benfica. Ainda pensei que te socorresses da estatística para perceber que antes do Benfica, Gaitan só teve um clube, e nesse clube o 10 era Riquelme! Mas claro, podes sempre vir com a teoria de que o Boca Juniores jogava com dois números 10!

O que eu disse e tentei mostrar com o meu post foi que no futebol moderno, e especialmente nas grandes equipas, os antigos “mágicos números 10” estão a perder peso nos sistemas táticos dessas equipas.  E socorri-me das estatísticas (que nem sequer são estatísticas, são factos) para mostrar (e sustentar) que:

No Manchester City o 10 é Dzeko, um ponta de lança puro.

No Liverpool, o 10 é Coutinho, que joga descaído na ala esquerda.

No Chelsea o 10 é Mata, um puro 10, que para Mourinho quase não conta e que deverá sair do clube ainda este mês.

No Arsenal, o 10 e pedra fundamental da equipa é Jack Wilshere, enquanto Ozil, à semelhança do que acontecia no Real Madrid, joga mais sobre as alas. Obviamente, e em saídas rápidas para o ataque, e à semelhança de Gaitan no Benfica, Ozil aparece no centro do terreno como transportador de jogo.

No Tottenham, o 10 é Adebayor.

Na Juventus, o 10 é Tevez.

No Real Madrid e Nápoles, não há sequer número 10! Havia Ozil no RM, o tal melhor 10 do mundo, mas que, dizem as estatísticas, o Real Madrid vendeu, o que parece indiciar que se vendeu é porque achou que o melhor 10 do mundo não tinha assim tanta importância no esquema tático da sua equipa!

No Barcelona, o 10 é Messi que joga descaído nas alas e por vezes como 9.5, embora, claro, o Barelona não seja exemplo, já que todos, do meio campo para a frente, são jogadores de todas as posições e exemplo máximo do jogador moderno, polivalente e taticamente evoluído.

No Manchester United o 10 é Rooney, ou seja, também aí se joga sem o típico número 10. Contratou-se o grande "10" do FCP, Anderson, que Ferguson não descansou enquanto não transformou em "8", o que só por si já quer dizer muita coisa! 

No Bayern o 10 é Robben, mais um extremo.

No FCP, o número 10 James Rodriguez também andava chateado porque o treinador insistia em pô-lo a jogar na faixa esquerda, e não era sequer um titular indiscutível apesar do seu inegável talento.

E já antes de Jorge Jesus, um tal de Quique Flores de quem o GB tanto gosta, insistia em colocar o 10 do Aimar, pasme-se, também a jogar na faixa esquerda!

Mais uma vez, a merda da estatística!

Agora podes-me perguntar:
Mas há algo de errado em jogar com um número 10 atrás do ponta de lança? Evidentemente que não! Depende sempre do que o treinador quiser fazer.

O Gaitán até pode ser um magnífico 10? Duvido mas até pode! Até o Mário Rui, o Danilo e o David Simão podem vir ainda a ser fabulosos jogadores de futebol como tu sempre adivinhaste! 

Agora, e esta é a razão do meu post, é que a estatística mostra uma tendência que as tuas teorias não desmentem: Os típicos números 10 estão a perder preponderância nos sistemas táticos do futebol moderno.

Alguns desses típicos números "10", jogadores fabulosos com a bola nos pés mas fracos sem ela, são hoje jogadores de banco nas grandes equipas, e últimas cartadas dos treinadores para desencravar jogos atados. Entram para trazer anarquia ao jogo. São jogadores úteis mas longe de serem os jogadores fundamentais que eram há não muitos anos atrás.

E neste contexto, sim GB, embora tu não gostes de ouvir, é minha opinião que o Bernardo Silva deverá tornar-se num jogador bem mais completo do que o típico “10” que é hoje se quiser singrar ao mais alto nível, porque jogadores do seu tipo não têm vida fácil no futebol moderno! E repara que não estou a dizer que não está ali potencialmente um grande jogador!

Técnica o Bernardo tem, não o nego. É um desequilibrador nato. Mas se calhar far-te-ia bem perder algum tempo a analisar estatísticas, para perceberes que o que não falta no mundo no futebol, são jogadores portadores duma técnica incrível e que nunca passaram da mediania.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Será que leram mesmo a entrevista do Nelson?

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... ou só leram a capa do jornal A Bola?

Leiam a entrevista com atenção e revejam se o jogador "fala demais" ou se está, sim, a reclamar de forma positiva e motivada uma oportunidade no SLBenfica, ao mesmo tempo que "aponta" ao que apoio que nunca teve do actual treinador do SLBenfica?





Quando um gajo inteligente se quer "baixar" para falar "futebolês"...

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Amigo Redmoon, amigo Redmoon, quando um tipo inteligente como tu quer falar de futebolês... dá nisto! Que mania a vossa de reduzir o futebol  a uma ciência estatística que se analisa com a frieza dos números ou com os exemplos do que outros fazem. Se eles fazem, é o que está certo ou tal "sinal dos tempos". Nada de mais errado...

Em primeiro lugar, ao contrário do que diz o Jesus, o futebol não é nenhuma ciência e menos ainda inventado por ele, por isso mesmo não tem "trends" nem ideias pre-concebidas. Aliás é precisamente essa capacidade de criar rupturas que fazem de treinadores como Mourinho, Guardiola ou Klopp referências ganhadoras.

Como gostas de criar estes mitos baseados em estatísticas jornalisticas ou matemáticas... eu tenho especial gozo em os quebrar, vai daí tenho que te explicar que o problema disso que apelidaste do "futebol moderno" foi algo que o Paulo Fonseca há dias referia e bem sobre o "duplo pivot".

Durante muito tempo, sempre se jogou com dois jogadores no apoio ao meio ofensivo, ao "fantasista", ao homem da batuta. Mas de repente, começaram a criar-se as ideias de que isso seria uma táctica defensiva e pouco ajustada a clubes de topo. Absolutamente ridículo.

Não poucas vezes leio alguns comentadores dizerem que o SLBenfica só devia jogador com dois médios e um avançado fora da Luz porque na Luz deveria ser sempre com "sempre attack" (como dizia o Bobby Robson). Sem sentido.

O futebol mais bonito que se vê jogar tem sempre um meio campo envolvente e uma referência de ataque. Ou seja, tem um "carregador de piano" (o famoso 6) e tem o "box to box" (o numero 8 que poucos jogadores sabem desempenhar sem a tentação de serem 6... ou 10). Tem depois dos alas irreverentes que transpiram velocidade e técnica... e tem um mágico, um maestro de uma orquestra que toca uma música fantástica, porém desenfreada sem ele.

O "numero 10" é que aquele jogador que sabe esperar, que sabe pausar, que sabe quando acelerar e que sabe antes deles próprios o que vai pensar o colega. Sem ele vamos alas a correr loucamente e a tentar fazer tudo sozinhos, vemos bolas que andam pelo ar para trás e para a frente e vemos uma equipa ora a ser apanhada em contra pé, ora aos pontapés contra um autocarro.

Já reparaste que, por oposição ao que escreves, o Barcelona por exemplo, nem avançado tem e todos os que de valor lá passaram... nunca renderam? Já pensaste que o CR não é um avançado, nem um ala... é um jogador que anda por ali onde é preciso, como Messi ou Ozil?

O facto de veres estes jogadores aparecer nas alas muitas vezes não faz deles jogadores da ala ou sequer o cada vez mais famoso, porém absurdo, "9,5".

Mas o SLBenfica tem alguns problemas nisso... não só não tem os alas velozes (sim, lamento o Gaitan não o é... e sobra apenas o Salvio) e o Matic não consegue ser "apenas" um 6 - e esse é o grande motivo que leva a que não se entenda com Fesja. O Enzo custa-lhe ser apenas um 8 e é por ele querer ser mais adiantado e o Matic também que estes dois se entendem bem.

Solução? No Benfica actual é complicado ter um 10, sim. Por vários motivos: desde logo porque Matic e Enzo não são apenas 6 e 8... depois porque não os podemos "castrar" para que o sejam. Depois porque não queremos dar o estatuto de "maestro" a ninguém. Queremos que o 10 funcione como o segundo avançado... é que isto é o Benfica, não podemos jogar só com um avançado! Absurdo.

Eu entendo que o SLBenfica, se tiver a sorte (financeira) ou o azar (desportivo) de ver sair Matic, talvez seja uma boa oportunidade de ter um carregador de piano na equipa - alguém como era Petit há uns anos. Alguém que seja a protecção das costas de um real "maestro", que poderia ser perfeitamente o Gaitan.

Com as costas devidamente protegidas, Gaitan poderá ser o tal jogador solto que vês em alguns dos nomes que falas erradamente somo sendo alas. Falaste no Bernardo Silva e curiosamente os lances mais fantásticos que vimos dele... aconteceram em mudanças posicionais nas alas...

Foi assim que Jesus fez esse "futebol total" em 2009/10 com Aimar solto, DiMaria a funcionar como ala fantasista e um super-Ramires a ser meio ala direito e meio box to box (ora esta dupla posição para um jogador só pode ser feita com um craque excepcional como o Ramires e desses não há todos os dias - só isso possibilitava que jogassemos com Saviola que muitas vezes compensava as descidas de Ramires ao meio campo, aparecendo na ala a envolver o ataque centrado em Cardozo). Nas costas de Aimar jogava o tanque Javi Garcia que assumia as despesas defensivas e tentava libertar o tridente do meio campo no serviço ao avançado.

Ora, como vês... há espaço para o 10! Mas tens que montar uma equipa de forma a poderes ter uma equipa que permita que o 10 exista e tenha a sua função específica... e não a função que alguém acha que deve ter.

E sim, Messi e Ozil, duas referências do futebol espanhol são 10 puros e apoiados. Sim, podem jogar nas alas, mas acabamos sempre a vê-los reduzidos naquilo que podem dar à equipa e ao futebol... e quem os treina percebeu isso rapidamente. Tens mais e na Alemanha vês jogadores como Gotze, por exemplo, serem o exemplo disso mesmo.

Aposta na formação? Cá vai!

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Lista de afazeres, Mister Jesus (os rapazes não gostam que a enderece ao Sr Presidente):

- Oblak na baliza é para ficar
- Cancelo promovido a suplente do Maxi
- André Almeida e Amorim como suplentes do Matic e Enzo, com André Gomes na rotatividade
- Vender o Cardozo e Gaitan para poder segurar o Maric até Junho. Mandar o Funes Mori como compensação pelo regresso do Nelson Oliveira
- Alas entregues ao Ivan e ao Salvio, com o regresso de Pizzi para alternativa 
- Dispensar o empréstimo do Siqueira agastado com lesões e recuperar o Liis Martins para alternativa ao Silvio, que deverá ser comprado
- Apostar em Djuricic e manter Bernardo Silva como alternativa na posição 10, mas não numa tática suicida, mas sim com Matic e Enzo a proteger as costas do playmaker.

Nélson Oliveira: o que esperavam?

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Li muitos benfiquistas agastados com as declarações de Nélson Oliveira. Que está a ser manipulado, que não tem humildade, que isto e aquilo...

Está o Nélson a ser 'empurrado' para as declarações? Penso que sim. Nélson estará provavelmente a forçar o fim do vínculo com o clube. 
Janeiro está aí e na sua idade andar de empréstimo em empréstimo sem ser aposta de ninguém vai fazer com que passe aquele momento de 'explosão' e se torne rapidamente numa promessa que nunca se concretizou.

O que a mim já parece difícil de compreender é a facilidade com que se critica o Nélson e as suas declarações. Não mantemos os melhores valores junto de nós para os fazermos crescer sob nossa alçada e orientação, e depois esperamos milagres? Que seja um Paços de Ferreira ou um Rennes a fazer esse trabalho? Clubes de segunda a darem as mesmas condições que um Benfica?

Que real oportunidade teve Nélson no Benfica? Se estivessem na posição de Nélson, ficariam calados a ver passar a vossa oportunidade, para ficarem condenados a promessas adiadas e a arrastarem-se por clubes de segunda?

Vejam o caso do André Almeida, uma contratação jovem, que sempre que foi chamado esta temporada esteve bem. Já não há uma necessidade premente de tapar aquele lugar, pois já há Sílvio, e André desapareceu das opções. Onde está a continuidade, a verdadeira aposta, o dar minutos para crescer e consolidar a sua experiência? 

Será mentira o que Nélson Oliveira responde na entrevista? Se for, que seja desmentido. Que digam quando lhe ligaram e se preocuparam com a sua evolução e situação lá fora, por exemplo.

- Não é uma opção do Benfica ou de Jorge Jesus? 

- Quem faz o plantel é o treinador. O treinador e o presidente acharam que o empréstimo foi o melhor para mim. Que se ficasse não teria muitas hipóteses de jogar. Pessoalmente preferi ser emprestado a não jogar e perder a oportunidade de ir ao Mundial. Mas ninguém sabe se eu estivesse no Benfica não estaria agora jogar. Não fiquei, penso, que por opção do treinador e da estrutura. Não sei quem decide, quem trata dessas coisas, penso que seja o presidente. 

- Criou-se a ideia de que Jorge Jesus não aposta nos portugueses... 

- Não foi uma ideia, é uma evidência! Não estou a dizer que faz mal. Ele é um bom treinador, tem qualidade, mas a verdade é que os portugueses não jogam no Benfica. E olho para a equipa do Sporting, que está em primeiro lugar, e muitos daqueles jogadores jogaram comigo nas seleções jovens. O Benfica tinha jogadores para as mesmas posições com tanta qualidade como eles. Dou um exemplo: William Carvalho é um grande jogador mas o Benfica tinha nos quadros o Danilo Pereira, que naquela altura tinha tanta qualidade como o William. Só que nunca jogou no Benfica, nem sequer foi à equipa principal mas acabou por mostrar no Mundial sub-20 que tinha grande qualidade. Olho para o Sporting e vejo William, que é um ano mais novo que eu; Cedric é da minha idade; Wilson Eduardo é mais velho que eu um ano, tal como o André Martins. São bons jogadores, mas o Benfica tinha jogadores tão bons quanto eles. 

- Sente-se esquecido? 

- Esquecido não diria, porque tenho contrato até 2018, e isso será porque Benfica confia em mim. Mas o Benfica nunca me acompanhou em todos os empréstimos por que passei. Não recebi uma única chamada de alguém do Benfica na época passada, quando joguei no Corunha. Este ano a mesma coisa.

A última análise à Entrevista do Presidente... agora by GB

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Anda tudo a confundir a beira da estrada com a estrada da beira...

Se queremos olhar para a Gestão Desportiva do SLBenfica, podemos aqui ficar muito tempo e muito texto a criticar aquilo que desportivamente pode ser apelidado de um fiasco incomparável ao mais alto nível.

Se queremos olhar para a Gestão Empresarial do Clube e SAD temos que assumir que o SLBenfica cresceu bastante e em diversos vectores nos últimos anos, o que não faz desta gestão algo brilhante, pois na verdade se olharmos aos rivais vemos (copiando ou não) medidas semelhantes.

Se queremos olhar para a entrevista que o Presidente deu ao Jornal A Bola... temos que reconhecer que a mesma foi positiva, não se coibiu de assumir factores importantes, mas obviamente que não se tratou de um exercício de auto-mutilação, era o que faltava o Presidente de uma instituição (seja ela qual for) vir para a imprensa vergastar-se publicamente.

Vamos por partes, então:

- À data de hoje, entendo que não há melhor alternativa para a Presidência do SLBenfica. O único que conheço interessado no cargo é Bruno Carvalho e não me revejo propriamente nas sua forma de actuar. Com o devido respeito, já estou cansado das criticas diárias, muitas vezes repetidas. Pertinentes? Porventura sim, mas tudo o que é demais enjoa.

- Dito isto, ou na verdade aparace quem queira desafiar esta Direcção e para isso tem que se começar a perder o medo de enfrentar a "máquina de imprensa" que necessariamente protege gente que ganhou estatuto e "networking" no mundo do futebol. Se não quiserem perder o medo têm dois caminhos: Ou integram a direcção "vendendo-se" em busca de uma futura "golpada" ou limitam-se a assistir no sofá, com direito obviamente à opinião.

A verdade sobre as alternativas é que nada muito se critica, mas poucos são os que actuam em sentido inverso. Ninguém, verdadeiramente, impede ou pressiona esta Direcção em sentido diferente aquele que está a ser seguido, pelo que não compreendo uma alegada revolta.

- Neste contexto, volto a reforçar que não consigo partilhar da opinião de quem considera Luis Filipe Vieira um "Cavalo de Troia" do Sistema. Considero, legitimamente, que o Presidente é benfiquista e com vontade de levar o Clube às conquistas, contudo demonstra uma efectiva impreparação para o cargo no contexto de gestão desportiva pura. 

Volto, neste enquadramento a considerar que o maior erro de Luis Filipe Vieira é o totalitarismo e a incapacidade de reconhecer a organização da SAD que, aos dias de hoje, na verdade gere todo o Clube.

Luis Filipe Vieira é hoje vitima de um conjunto de decisões que tomou ou, melhor dito, de diversas acções que foi influenciado a tomar. Este é talvez o pecado capital de Luis Filipe Vieira: Tem uma equipa de bons gestores empresariais, que não são mais que amadores gestores desportivos... e o SLBenfica é uma empresa de core business desportivo.

Ou seja, o que aponto ao Presidente e a estas quatro presidências não é o sentido que o Shadows aponta de falhas propositadas ou inusitadas... mas sim o facto de se ter rodeado de um conjunto de gestores desportivos amadores a acreditarem sem humildade que são excelentes gestores desportivos. Isto deu, então, origem a uma imensa feira de vaidades, de necessidades de esconder os falhanços para debaixo do tapete, de andar sempre a disfarçar os erros e criar uma imagem fictícia que justifique as situações e volte a criar alento.

Eu não tenho duvidas que o Presidente quer ver a aposta nos putos... mas deu demasiada corda ao Jesus e hoje em dia não tem mão nele e, pior que isso, já muita terra foi queimada. Mas é apenas um exemplo, muitas são as circunstâncias onde Luis Filipe Vieira ficou refém das atitudes de Domingos Soares Oliveira ou Jorge Jesus que, convenhamos, são excelentes profissionais, mas descontextualizados e com demasiado poder para aquilo que é a base fundamental que deveria sustentar a estratégia do SLBenfica... algo que penso que não existe no SLBenfica ou, pelo menos, não tem como drive a gestão desportiva (e deveria ter).

A dúvida que tenho é se Luis Filipe Vieira irá sair, agarrado a Domingos Soares Oliveira e a Jorge Jesus, ou se quer ficar como um marco histórico do SLBenfica e finalmente mudar o modelo de governance da SAD.

A pobre realidade do Benfica, por Luis Filipe Vieira.

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Como já disse anteriormente, esta foi uma entrevista ao nível de LFV. Não assume qualquer erro, torna a chutar para o futuro os resultados que em 12 anos foi incapaz de produzir como primeiro responsável do clube, e 'responde' com a cartilha de Jorge Jesus. 

As tretas dos 10 pontos na Champions ou do jogo na Grécia, esquecendo por exemplo o empate em casa com os mesmos gregos.

A história de que sofreu muito no final da útima temporada, quando nem no jogo chave que era o do Estoril se deu ao trabalho de estar presente, preferindo ir tratar da vidinha para o Brasil...


Falta de coragem em assumir que a renovação com JJ foi SUA e de mais ninguém.


Um discurso estafado, produzido para LFV, bom para declamações em jantares nas Casas do Benfica, mas que deixa à vista uma realidade trágica: para eles, LFV e JJ, tudo está bem. 


Algumas das respostas de Vieira e a triste realidade que deixam à vista de todos os que amam o SLB e não o SVB:

-Há uns anos era porque a formação não produzia jogadores, agora é porque não jogam todos na equipa principal? Temos de ter calma, a formação é um projeto de sete a dez anos, como sempre o assumimos, e os frutos começam a aparecer, mas não podemos querer que de um momento para o outro haja cinco, seis jovens da formação na equipa principal. Há etapas que não devem ser queimadas, há uma maturidade que se tem de ganhar com paciência. As oportunidades já surgiram e vão continuar a aparecer... 

Comentário: Sete a dez anos porque a Vieira convém falar em prazos largos. As oportunidades não surgem de forma sustentada porque Jorge Jesus não tem capacidade de liderar jovens ou ser um condutor eficaz de homens. 
Acha que se formam homens por colocar um fantoche a dirigir a equipa B?
Jorge Jesus não é exemplo quer no carácter quer no seu narcisismo. Como um jogador de grande nível lhe disse em pleno balneário na frente de quem quis ouvir: "Respeito-te como treinador, mas como homem vales zero."  

-O sonho de todos os benfiquistas, e o meu também, é ter, tanto quanto possível, porque haverá sempre lugar para quem nos venha ajudar a ser mais fortes, um Benfica made in Benfica. 


Comentário: Um Benfica made in quê? Quando foi o próprio Vieira a trazer portistas, bracarenses e sportinguistas para dentro do clube? 


-Aliás, fruto do trabalho do scouting é que foram identificados os jogadores que foram contratados, nada mais que isso.


Comentário: E os que foram detectados pelo nosso scouting mas misteriosamente desviados para o FC Porto? Entre os mais recentes, Álvaro Pereira,  Falcão ou até James Rodriguez! Muito antes de qualquer outro clube se interessar. 

Quem foi o bufo que fez seguir os relatórios para o Dragão? Quem informou o FC Porto dos valores oferecidos pelo Benfica? Quem foi o responsável pelo arrastar das negociações até dar tempo ao FC Porto de chegar?

-Até agora fonte de receita, raramente o Benfica empresta sem gerar receita, mas é evidente que também representam um investimento. O ano passado tivemos um encaixe de quase 5 milhões de euros com jogadores emprestados.


Comentário: Não entendo como um clube que afinal faz aparecer receitas de todo o lado, como se fosse o Midas, afinal não consegue apresentar um único ano com resultados positivos. Alguém acredita que os clubes portugueses, crónicos devedores e na grande maioria constantemente com salários em atraso, tenham capacidade de pagar salários do calibre do Benfica, mesmo de miúdos?


-Não há palavras que possam traduzir o sentimento, a sensação de frustração que senti - como todos os benfiquistas - durante esses dias e que acompanhou durante muitas semanas. Tivemos mérito em chegar lá, creio que não tivemos a sorte do jogo em duas dessas finais e, claramente, não estivemos a altura do que nos era exigido na final da Taça de Portugal. É um ano para não esquecer, foi sem dúvida dos momentos mais difíceis que vivi aqui no Benfica. 


Comentário: Se assim tivesse sido, tinha tomado medidas para renovar a estrutura do futebol. Tinha atacado os problemas do departamento de futebol, da SAD, e tinha percebido que o problema não estava nos jogadores e na sua qualidade, mas sim na incompetência do treinador e na ausência de alguém que represente o poder e interesse do clube junto do mesmo, todos os dias.


-Acho que a pergunta deve ser feita de outra forma. Que gestor, analisando o que tinha sido feito nos últimos 4 anos, tomaria uma opção diferente? Houve uma avaliação séria ao trabalho de Jesus. Este foi o primeiro ano em que, no atual formato da Champions, estivemos no pote 1. No primeiro ano do Jesus o Benfica era 23.º do ranking europeu, na época passada acabamos em 5.º, atrás do Bayern de Munique, do Dortmund, Chelsea e Real Madrid... Isto são factos. Em quatro anos estivemos numa meia-final e numa final europeia... Quando se lidera um Clube como o Benfica há muitas vezes a tentação de gerir com o coração, e isso é o pior que podemos fazer. Jesus cresceu e evoluiu ao longo destes quatro anos, mas o Benfica também evoluiu e cresceu com ele. É evidente, tenho essa noção, seria sempre uma decisão que não mereceria a concordância de todos, mas qual é a decisão que merece unanimidade?


Comentário: A sua pergunta, LFV, responde de forma miseravelmente triste à mesma. Que gestor, analisando os últimos 4 anos, manteria um homem pago principescamente para falhar nos momentos chave? Jesus cresceu em quê? Em arrogância, narcisismo? Isso sim.

A sua falta de coragem, Luis Filipe Vieira, em assumir que a decisão de renovar com Jesus foi EXCLUSIVAMENTE SUA, demonstra que está agarrado ao poder e que procura queimar-se o menos possível.

-O mesmo que fiz no próprio dia. Não devia ter acontecido, mas também é verdade que ganhou uma dimensão maior da que devia porque foi um caso que envolvia futebol e envolvia o Benfica. Como é evidente não fiquei satisfeito, mas não podemos nunca retirar do contexto as situações. Sinceramente creio que foi bem resolvido. Não houve nenhum ultimato de ninguém, houve ofertas mas não houve garantias, o jogador reconheceu o erro, foi penalizado e, finalmente reintegrado.(Sobre o caso Cardozo/Jorge Jesus).

Comentário: Um jogador agredir um treinador em campo...acha que foi exagerado o destaque na imprensa? Assim como foi a atitude inaceitável de Luisão perante o árbitro alemão ou as acções de Jorge Jesus em Guimarães. Quando se perde(ou nunca se teve) a noção do que é o Benfica é que se podem produzir frases destas.
Bem resolvido seria o jogador ser dispensado ou a promoção de uma conferência de imprensa conjunta em que o jogador pediria desculpa e Jorge Jesus daria as boas vindas de volta ao grupo. De forma clara. Não com uma entrevista na BTV, evitando o contacto com Jesus, que tinha dito que era ele ou Cardozo! 
Bem resolvido? Bem resolvido...à Vieira.

-Pelo que disse atrás, a resposta é sim. Temos beneficiado com a estabilidade da equipa técnica. É evidente que esperava ter mais títulos conquistados nestes anos, mas precipitar uma decisão pode significar destruir um longo caminho que foi construído até aqui.(Jesus parte da solução?) 

Comentário: Sempre a teoria do caos. Os únicos a beneficiar da estabilidade da equipa técnica têm sido...a própria equipa técnica. Com os seus salários milionários sem resultados. Sem títulos que se vejam.

-No verão fizemos um grande esforço e mantivemos todo o grupo, a eliminação da Champions foi, evidentemente, um duro golpe desportiva e economicamente, o que nos vai obrigar a analisar as propostas que chegarem. Não creio poder conseguir repetir o esforço que fizemos no verão.(Transferências em Janeiro) 

 Comentário: Quem foi o responsável por mais uma fraca campanha na Champions? Porque não assume as responsabilidades? Porque não exige responsabilidades à gestão técnica do plantel?

------------------------------------------------------

Em suma, Luis Filipe Vieira é na minha opinião o maior triunfo de Pinto da Costa em 30 anos de futebol português.

Luis Filipe Vieira tem rebentado com a crença dos benfiquistas no clube. A massa adepta do Benfica parou de crescer. Vejam os putos pelo país todo e eles lhes dirão.
O FC Porto não conseguiu aumentar grande coisa em adeptos, apesar das vitórias? 
Então passa-se ao plano B. Afastar os benfiquistas do clube.

Estatutos ao nível de uma ditadura, candidatos à presidência validados pela AG quando NENHUM cumpria o estatutariamente obrigatório, nº de sócio de Luis Filipe Vieira continua sem explicação, envolvimento do Benfica com fundos/empresas demasiado suspeitos por essa Europa fora como a Doyen. 

Afastou e continua a afastar os verdadeiros benfiquistas do clube. 
As assistências quer na Luz quer fora da Luz não deixam margem para dúvidas.
Mas não só. 

Basta falar com o benfiquista anónimo. Com aquele que apenas quer ver o Benfica vencer e nem sequer compreende o que se passa no mundo do futebol, por detrás do glamour do relvado. 
Aquele que paga as suas quotas e/ou RedPass com esforço, ou vem ver um ou dois jogos por ano fazendo centenas de kms num dia. Tudo por amor ao clube. Esses estão cada vez mais longe do clube. 
É como ter um ente querido a definhar perante uma doença difícil de combater, e que pode deixar sequelas definitivas. Preferem não ver.

O Sport Lisboa e Benfica é hoje um clube entregue a quem não gosta dele. A quem não se preocupa com o seu sucesso. A quem não tem capacidade nem coragem de enfrentar os benfiquistas.

Está entregue a quem só sabe ler discursos encomendados e que não faz a mínima ideia do que tornou o Benfica no clube grande que foi um dia.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Finalmente! O alerta do NGB abriu-lhes os olhos...

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Rescaldo da entrevista de Luis Filipe Vieira.

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Os dois últimos posts do NGB, AQUI e AQUI deram a conhecer a entrevista de LFV ao jornal 'O Serpa'.

O que acharam de entrevista?

Luis Filipe Vieira - Entrevista Completa aqui

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A Entrevista de LFV.

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Fonte: A Bola.

Uma entrevista ao nível de LFV. Não assume qualquer erro, torna a chutar para o futuro os resultados que em 12 anos foi incapaz de produzir como primeiro responsável do clube, e 'responde' com a cartilha de Jorge Jesus. As tretas dos 10 pontos na Champions ou do jogo na Grécia, esquecendo por exemplo o empate em casa com os mesmos gregos.

A história de que sofreu muito no final da útima temporada, quando nem no jogo chave que era o do Estoril se deu ao trabalho de estar presente, preferindo ir tratar da vidinha para o Brasil...

Falta de coragem em assumir que a renovação com JJ foi SUA e de mais ninguém.

Um discurso estafado, produzido para LFV, bom para declamações em jantares nas Casas do Benfica, mas que deixa à vista uma realidade trágica: para eles, LFV e JJ, tudo está bem. 

2014 afigura-se mais um ano muito complicado para o nosso clube. Infelizmente.


É com um discurso frontal que o líder encarnado coloca o dedo na ferida que foi o mês de maio de 2013, assume o desalento pelos dois últimos campeonatos que o Benfica «entregou» ao FC Porto e não esconde que a vida não está fácil no Portugal de hoje. Porém, tem um rumo para os encarnados e acredita na equipa comandada por Jesus.

A formação do Benfica já produz internacionais e consegue títulos em todos os escalões. Mas os jogadores não passam da equipa B, sendo que as oportunidades na equipa principal são residuais. Isto não é um contrassenso? 

Há uns anos era porque a formação não produzia jogadores, agora é porque não jogam todos na equipa principal? Temos de ter calma, a formação é um projeto de sete a dez anos, como sempre o assumimos, e os frutos começam a aparecer, mas não podemos querer que de um momento para o outro haja cinco, seis jovens da formação na equipa principal. Há etapas que não devem ser queimadas, há uma maturidade que se tem de ganhar com paciência. As oportunidades já surgiram e vão continuar a aparecer... 

- Quando a SAD do Benfica renova com os jovens talentos e introduz cláusulas de rescisão milionárias, não está à espera de outro comportamento do treinador, mais adequado à filosofia do clube? 

- As cláusulas são um ato de gestão. O trabalho do treinador é um capitulo à parte, mas já agora aproveito para lhe dizer que o treinador sabe qual é a estratégia e o caminho traçados em relação à nossa formação. Convém que ninguém se iluda, a pressa é sempre má conselheira, mas é evidente que os jovens vão ter obrigatoriamente cada vez mais espaço nas nossas equipas de competição. O sonho de todos os benfiquistas, e o meu também, é ter, tanto quanto possível, porque haverá sempre lugar para quem nos venha ajudar a ser mais fortes, um Benfica made in Benfica. 

-Sobre a política de contratações, como se explica a chegada de tantos sérvios? 

- Porquê? Se fossem brasileiros ou argentinos não havia problema? O Benfica investe onde há bons jogadores, esse é o critério e a verdade é que a escola de futebol sérvio tem tradição e já estava a ser acompanhada pelo nosso scouting há algum tempo. Aliás, fruto do trabalho do scouting é que foram identificados os jogadores que foram contratados, nada mais que isso. A única linguagem que vale num balneário é a linguagem do futebol. 


- Os jogadores emprestados são fonte de receita, de despesa ou são um investimento? 


- Até agora fonte de receita, raramente o Benfica empresta sem gerar receita, mas é evidente que também representam um investimento. O ano passado tivemos um encaixe de quase 5 milhões de euros com jogadores emprestados. Mas ao mesmo tempo, os empréstimos visam um outro objetivo. Sabemos que há jogadores que cabem no futuro do Benfica, mas que no imediato não têm espaço no plantel. Nesses casos é preciso que eles ganhem competitividade.

A formação do Benfica já produz internacionais e consegue títulos em todos os escalões. Mas os jogadores não passam da equipa B, sendo que as oportunidades na equipa principal são residuais. Isto não é um contrassenso? 

Há uns anos era porque a formação não produzia jogadores, agora é porque não jogam todos na equipa principal? Temos de ter calma, a formação é um projeto de sete a dez anos, como sempre o assumimos, e os frutos começam a aparecer, mas não podemos querer que de um momento para o outro haja cinco, seis jovens da formação na equipa principal. Há etapas que não devem ser queimadas, há uma maturidade que se tem de ganhar com paciência. As oportunidades já surgiram e vão continuar a aparecer... 

Como viveu o presidente do Benfica os dias em que o seu clube tudo foi perdendo, Liga portuguesa, Liga Europa, Taça de Portugal? 

- Não há palavras que possam traduzir o sentimento, a sensação de frustração que senti - como todos os benfiquistas - durante esses dias e que acompanhou durante muitas semanas. Tivemos mérito em chegar lá, creio que não tivemos a sorte do jogo em duas dessas finais e, claramente, não estivemos a altura do que nos era exigido na final da Taça de Portugal. É um ano para não esquecer, foi sem dúvida dos momentos mais difíceis que vivi aqui no Benfica. 

- A decisão de renovar o contrato de Jorge Jesus, no contexto em que sucedeu, foi a mais difícil, no âmbito desportivo, dos seus mandatos? 

- Acho que a pergunta deve ser feita de outra forma. Que gestor, analisando o que tinha sido feito nos últimos 4 anos, tomaria uma opção diferente? Houve uma avaliação séria ao trabalho de Jesus. Este foi o primeiro ano em que, no atual formato da Champions, estivemos no pote 1. No primeiro ano do Jesus o Benfica era 23.º do ranking europeu, na época passada acabamos em 5.º, atrás do Bayern de Munique, do Dortmund, Chelsea e Real Madrid... Isto são factos. Em quatro anos estivemos numa meia-final e numa final europeia... Quando se lidera um Clube como o Benfica há muitas vezes a tentação de gerir com o coração, e isso é o pior que podemos fazer. Jesus cresceu e evoluiu ao longo destes quatro anos, mas o Benfica também evoluiu e cresceu com ele. É evidente, tenho essa noção, seria sempre uma decisão que não mereceria a concordância de todos, mas qual é a decisão que merece unanimidade? 

- Fica a ideia de que o Benfica tem tido muita dificuldade em ultrapassar o bloqueio psicológico do maio maldito... 

- Acho que efetivamente durante demasiado tempo não nos conseguimos desligar desse final de época. Não começamos o campeonato com zero pontos, começamos muito abaixo de zero, porque efetivamente foi traumático, mas creio que passados estes meses esse capítulo já está fechado. Porventura ainda não estamos a jogar o que jogamos no ano passado, mas vamos lá chegar, estou convencido disso. 

- Seis meses depois, já a frio, que balanço faz do caso entre Jesus e Cardozo? 

- O mesmo que fiz no próprio dia. Não devia ter acontecido, mas também é verdade que ganhou uma dimensão maior da que devia porque foi um caso que envolvia futebol e envolvia o Benfica. Como é evidente não fiquei satisfeito, mas não podemos nunca retirar do contexto as situações. Sinceramente creio que foi bem resolvido. Não houve nenhum ultimato de ninguém, houve ofertas mas não houve garantias, o jogador reconheceu o erro, foi penalizado e, finalmente reintegrado.

- Não levou muito tempo a resolver? 

- Essa é a crítica mais ouvida da parte daqueles que estão de fora, que não percebem que o futebol é um jogo de emoções, que acham que tudo se resolve de forma simples. Muitas vezes acontecem situações que os jogadores não conseguem controlar, há inúmeros casos desses e em todos eles a solução nunca é fácil porque envolve três vertentes: a desportiva, a financeira e a humana. Quem disser que um caso destes é fácil de gerir e resolver não sabe o que está a dizer. 

- Continua a sentir Jorge Jesus como parte da solução?

- Pelo que disse atrás, a resposta é sim. Temos beneficiado com a estabilidade da equipa técnica. É evidente que esperava ter mais títulos conquistados nestes anos, mas precipitar uma decisão pode significar destruir um longo caminho que foi construído até aqui. 

- A mensagem de Natal que enviou a todos os benfiquistas tinha recados para o treinador? 

- Eu não mando recados ao meu treinador, eu falo com ele quando é necessário. Isso não passou de um título de jornal que muito provavelmente não tinha nada melhor para ter na primeira página nesse dia e que, depois, alguns especialistas desenvolveram. Não acha que expressei o sentimento de todos os benfiquistas? Se não digo nada é porque devia dizer, quando manifesto o sentimento de todos os benfiquistas é porque estou a enviar recados..... Há uma coisa que tenho a certeza, Jesus concorda com a mensagem de Natal na totalidade, como aliás já o manifestou publicamente. 

- O treinador, como se viu, por exemplo, em Guimarães, não anda com os nervos demasiado à flor da pele?

- Não. O Jesus sempre foi assim, desde o primeiro ano em que chegou ao Benfica sempre foi igual. Não é uma questão de nervos, é uma questão de feitio. Há quem goste, há quem não goste, mas aquilo é ele. 

- A irregularidade exibicional do Benfica, de mãos dadas com a crise que continua a assolar Portugal, tem afastado adeptos da Luz. Como inverter este ciclo?

- Há uma coisa que é verdade, que é a irregularidade exibicional do Benfica. Quanto ao afastamento de adeptos da Luz não corresponde à verdade. Dos seis jogos em casa disputados para o campeonato, em termos comparativos com o ano passado, estamos com mais espetadores, mesmo tendo em conta que no primeiro jogo tivemos menos 18 mil espectadores, fruto da ressaca do fim da época. O que significa que nos restantes cinco jogos estivemos sempre acima da média de espectadores da época passada. Mas isso não invalida que efetivamente estejamos a apresentar exibições que não estão ao nível do que podemos fazer. Já agora, também não podemos esquecer a crise económica e, principalmente, a carga fiscal cega que taxou o futebol com 23% IVA. 

- Sente-se compensado do esforço que fez ao manter os jogadores mais valiosos do Benfica no plantel? 

- Foi um esforço assumido e que não me arrependo de o ter feito. É evidente que ficar de fora da Liga dos Campeões foi uma desilusão e mais duro é esse golpe quando ficamos de fora perante um Olimpiakos em cujo campo fizemos o melhor jogo da época e num jogo onde deveríamos ter ganho de forma folgada. É duro ainda quando conseguimos 10 pontos e houve equipas a passar à fase seguinte com 6, mas isso é futebol e nada podemos fazer. Ficaria arrependido se não tivesse feito esse esforço. 

- Lembrou que o Benfica fez 10 pontos na Champions, mas mesmo assim ficar em terceiro lugar num grupo acessível não é demasiado frustrante? 

- Frustrante foi não ter passado a fase de grupos, o resto é secundário. Grupos acessíveis? Essa é a parte do futebol falado. Não adianta dizer que fomos superiores ao Olimpiakos, porque o fomos, infelizmente as bolas não entraram.

A Entrevista do Presidente

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Recomendo vivamente a leitura da entrevista (pensada) do Presidenta n'A Bola.

Principalmente os "queimadores profissionais" de putos da formação deveriam ler... E já agora o Jorge Jesus, pois quer parecer-me que há ali uns recados ao treinador.

Muito boa entrevista.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Nicolás Gaitán e o papel dos números "10" no futebol moderno

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Entrando pois no quarto ano como escriba deste blogue, não seria de bom tom começar um novo ano sem ser logo em desacordo com o autor e fundador deste espaço, de seu nome GB, e meu querido amigo/inimigo de estimação de longas batalhas dos teclados.

Neste caso porém, um desacordo sem grande importância (uma maneira diferente de lhe desejar um bom ano de 2014!:)), que serve apenas para me levar a uma análise mais abrangente do fenómeno dos números 10 no futebol europeu atual.

O desacordo chama-se pois Nicolas Gaitán, e que, na opinião do GB, é um fenomenal número 10, desaproveitado pelo mestre da tática Jorge Jesus, que insiste em colocá-lo a jogar pelas alas. Diz o GB que já me “PROVOU” no passado que Gaitan sempre foi um "10" na vida antes de chegar ao Benfica. Terá pois sido Jorge Jesus que o estragou colocando-o a jogar em posições que não são a sua.

Nunca vi, confesso, tais provas. Aquilo que sei, e isto são factos, é que no futebol sénior Gaitan tem sete anos de futebol, quatro no Benfica e três no Boca Juniores, onde começou a jogar em 2007, e onde também, desde esse ano, o camisa 10 do clube e maestro da equipa sempre foi Juan Roman Riquelme. Riquelme era pois o número 10 do Boca Juniores, Gaitan era o 28, que jogava, tal como no Benfica, sobre as alas, e por vezes mais à frente como segundo avançado. O maestro, repito, era Riquelme! Não era Gaitan! Assim jogava no Boca Juniores, e assim chegou ao Benfica.

Num outro âmbito mas no seguimento da mesma linha, será coincidência, ou burrice/casmurrice (como alguns gostam de lhe chamar), que Jorge Jesus insista em tentar fazer de Djuricic um 9.5 e não um “dez” como a maior parte dos adeptos o vêm? (isto claro, se Djuricic ainda contasse!)

Olhemos pois para as grandes equipas do futebol europeu atual: Onde andam os números “dez” míticos do passado? Onde andam os Pelés, os Maradonas, os Zidanes, Platinis, Zicos ou Ronaldinhos, Rui Costas ou Baggios ou Decos por exemplo, os puros artistas do futebol de anos não muito distantes?

Quem são pois os números 10 das grandes equipas do futebol europeu atual?

No Manchester City é Dzeko, um ponta de lança puro. Aqueles mais parecidos com o 10 antigo são Sami Nasri e David Silva que jogam descaídos nas alas. Aquele que pauta o ritmo do jogo é Touré.

No Liverpool, o 10 é Coutinho, mais um que joga descaído na ala esquerda. O motor é (ainda) Gerard.

No Chelsea o 10 é Mata, um puro 10, que para Mourinho quase não conta e que poderá sair do clube ainda este mês. Hazard, um estilo Gaitan, joga na esquerda como Gaitan.

No Arsenal, Ozil, o 11, joga, tal como jogava no Real Madrid descaído sobre as alas, aparecendo evidentemente muitas vezes a entrar pelo meio. Tal como Arshavin jogava no passado, também ele descaído na esquerda. O Motor, e verdadeiro 10 da equipa, é o box to box Jack Wilshere.

No Tottenham, o 10 é Adebayor.

Na Juventus, o 10 é Tevez.

No Real Madrid e Nápoles, não há sequer número 10! Havia Kaká, só não havia lugar para ele em campo!

No Barcelona, o 10 é Messi que joga descaído nas alas e por vezes como 9.5, embora Iniesta acabe por ser o verdadeiro 10, e esse sim jogue quase sempre pelo meio.

No Manchester United o 10 é Rooney, ou seja, também aí se joga sem o típico número 10. Contratou-se o grande "10" do FCP, Anderson, que Ferguson insistiu em transformar em "8", o que só por si já diz muita coisa!

No Bayern o 10 é Robben, mais um extremo, sendo o motor da equipa, Javi Martinez, um número 8 e box to box moderno.

A pergunta que importa fazer é pois, quando Jorge Jesus se refere hoje à posição 9.5 em vez de 10, estará a dizer alguma asneira como tantos apregoam? Não vê ele a realidade que muitos AINDA não vêm? Onde andam esses 10 antigos do futebol europeu, aqueles que nos habituámos a apreciar ao longo dos anos? Terão lugar no futebol de hoje, cada vez mais jogado como um jogo de xadrez, sempre com régua e esquadro, quer quando se ataca quer quando se defende?

Resposta: Quase desapareceram pois, e os que ainda há jogam quase sempre descaídos nas alas (ou na nova posição 9.5 de que JJ fala), estando o centro do terreno entregue a boxes to boxes modernos, menos artistas com a bola nos pés mas mais consistentes, e disponíveis para o vai e vem dos 90 minutos do jogo.

Será pois descabido ver Gáitan a jogar no Benfica sobre as alas, posição onde aliás sempre jogou na vida? Haverá no Benfica e no futebol moderno espaço hoje para os típicos números 10, que jogam bem com bola no pé, mas que não existem quando a equipa perde a bola e são obrigados a defender?

Não são os antigos números 10, os alas modernos do presente e do futuro? E não são os extremos do passado, aqueles cuja função era exclusivamente driblar até à linha e cruzar para a área, uma espécie que as grandes equipas já não procuram, porque essa função já se exige aos laterais?

E haverá já hoje lugar para Bernardo Silva no Benfica A, como alguns defendem, mais um típico 10 pequeno e franzino, um artista com a bola nos pés mas uma nulidade quando é preciso defender? Não estará também Bernardo Silva condenado a transformar-se e a ser trabalhado para ser jogador de uma outra posição qualquer se quiser singrar no futebol moderno?

Pergunta pois para refletir.

R.I.P.

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Imagem retirada do blogue "Em defesa do Benfica"

A homenagem a um benfiquista que partiu.

As condolências à família e amigos.

Até sempre, Manuel Seabra.

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Desejo para 2014: Quem é a Doyen?

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Incomoda-me, como adepto do futebol, que a Doyen Sports possa ser alegadamente uma forma de Presidentes, Dirigentes e empresários se encherem de dinheiro que depois "financia" o Sistema corrupto que tem estragado o nosso futebol, sob a batuta de nomes como Pinto da Costa, Valentim Loureiro, Joaquim Oliveira, Jorge Mendes, Lourenço Pinto, entre outros...

Li algures que esse fundo teria ligações a Jorge Mendes, António Salvador e Adelino Caldeira... Se assim for, trata-se de um esquema, porventura legal, de lesar os clubes em proveito dos dirigentes e da corrupção.

Como benfiquista, ainda me assusta mais saber que temos Ola John metido nesse esquema...

No dia que em Portugal se desmascararem estes "esquemas legais", possivelmente caminharemos para a irradiação de muitos desses corruptos que enriquecem à custa de danos, porventura irreparáveis, no futebol português.

É esse o meu desejo para 2014: Credibilidade, Justiça e Transparência no futebol português, custe o que custar e quem custar

Clássico dia 12 de Janeiro... às 16.00 na Luz

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NÃO CREIO QUE HAJA QUALQUER JUSTIFICAÇÃO PARA NÃO SERMOS 65.000 NA LUZ A CRIAR UMA AMBIENTE INFERNAL AQUELES CORRUPTOS!!!!

Bem sei que só entre os adeptos haverá "big balls" para os subjugar, pois a Direcção parece ter medo... mas um clássico às 16.00??? Que maravilha...

Agora uma brincadeirinha que li no Facebook:

Final de ano duro para Jorge Jesus: Em dois dias assistiu ao clube do coração contra o clube que gostaria de treinar e no dia a seguir ainda jogou o clube que ele tem que treinar... E não é que de todos só o Benfica ganhou!? Isto dá cabo da cabeça a qualquer um...! 

Mais uma vez, é uma brincadeira. Tenham sentido de humor...

A colocação das "peças do Xadrez"...

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Há duas questões que eu continuo a não perceber:


- O que dificulta a Jorge Jesus que tire partido de um "10" fabuloso que tem na equipa desde 2010/11, que se chama Osvaldo Nicolás Fabián Gaitán?

- O que impede Jorge Jesus de ter na equipa um avançado com uma capacidade técnica fantástica como Lazar Markovic, capaz de ganhar uma dimensão de qualidade e importância atacante maior que a que teve Falcão no FCPorto?

Para as alas o Jesus tem Salvio e Sulejmani, tem Ivan Cavaleiro (ainda que também este eu penso que rende mais como medio/avançado num sistema mais proximo do 4-3-3) e ainda tem Ola John. Se precisar o Enzo Perez e o Amorim também fazem uma perninha.

Na frente, todos sabem que eu gosto do "estilo" do Lima, mas gosto muito mais das vitórias do SLBenfica. O brasileiro não só não tem justificado nas exibições, como também não tem concretizado, é hora de ter a coragem de acabar com o "fetiche" e retirá-lo da equipa.

Oblak é para ficar na baliza, sem dúvidas! O miúdo vai errar, claro que vai e disso não haja dúvidas, todos erram, a grande questão é que este é bastante evidente que errará muito menos que os demais.

Basta depois solucionar o lado direito da defesa onde Maxi Pereira parece um caso semelhante ao de Lima. Não é que jogue mal... mas começa a ser claramente insuficiente e um "ponto de falha" perante equipas com alas rápidos e/ou tecnicistas. Portanto, enquanto não se tem vontade de se preparar o João Cancelo, lateral direto de raiz, penso que a melhor solução passa pela adaptação do André Almeida, estranhamento eclipsado da equipa - espero que Jesus não lhe tenha feito o mesmo que fez ao Nelson Oliveira.

No meio campo, mandem lá o Fejsa de volta para a terra dele que para o que ele faz, temos o Amorim e o André Almeida que o fazem melhor e ainda temos o Lindelof na equipa B.

Temos equipa! Temos poder de fogo...
VAMOS LÁ TOMAR CONTA DO CAMPEONATO E SERMOS CAMPEÕES!!!!

Carrega Benfica, Feliz 2014!!!

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Em grande!

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Uma grande exibição do Benfica, com um futebol fluído, que enfrentou um Nacional ao seu melhor nível. Muitas ocasiões de golo, muito criativos ofensivamente como disse JJ, e foi uma vitória perante um adversário muito valioso.

A aposta nos jovens continua forte justificando os milhões investidos na equipa B.

Depois da boa campanha da Champions, continuamos a ver bom futebol no Benfica e isso deixa-nos muito confiantes para o futuro.  

Tudo está bem e recomenda-se. Ninguém pára o Sport Vieira Lisboa e Benfica!

Valores da Formação na Taça da Liga com o Nacional...

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... ou então não!

Portanto, numa taça que, obviamente e pelo seu contexto, é a 4a prioridade do SLBenfica depois do campeonato, taça de portugal e liga europa (por esta ordem, espero!), o Jorge Jesus poderia apostar em dois ou três míudos da formação com potencial mais elevado...

... podia, mas como diz o outro, não era a mesma coisa.

Poderiam jogadores como o Bernardo Silva, André Gomes, João Cancelo e Ivan Cavaleiro jogar hoje com o Nacional para ganharem maior ritmo de alta competição, com um adversário moderadamente exigente? Claro que sim... mas ao invés disso o nosso catedrático optou por mandá-los ontem para o jogo importantíssimo (ironic mode) para o futuro internacional e quiçá planetário do Benfica B.

Ora, se nem na 4a prioridade do Benfica os miúdos vão ter tempo de jogo e possibilidade de jogar integrados com os jogadores mais "rodados" e experientes do plantel... pois, creio que nunca irão jogar a não ser contra os "Cinfães desta vida"...

A isto chama-se ESTAR BORRADO! O "catedrático" está com medo que ao meter os putos algo corra mal e perca o jogo e o "rabinho" dele cair da cadeira, tal é a falta de paciência dos adeptos para as manias dele.

A última vez que vimos isso foi há dois anos, na época depois de termos sido campeões, onde o homem com medo de rodar a equipa porque tinha sido campeão e achava que ia repetir a dose, nas últimas jornadas tinha a equipa a jogar de gatas...

Haja paciência!!!

PS- Por falar em borrado... Parece que o Oblak tem os dias contados na baliza, segundo o Jornal A Bola. O miudo que aproveite hoje que o JJ já lhe está a preparar a caminha, pois no Benfica não joga quem os adeptos querem ou reconhecem valor... joga quem ele quer porque quem manda ali é ele e mai nada...

2013: positivos e negativos.

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A festa com os benfiquistas. Isto é sentir a mística.

Positivos:

- Benfica TV e a decisão de passar os jogos do Benfica. Um momento marcante.

- Hóquei em Patins: um projecto que teve na Taça dos Campeões a merecida recompensa.

- Basquetebol: Liderados por Carlos Lisboa, o basquete tem agora um projecto de fundo. Muito positivo.

- Os sócios/adeptos do Benfica. A sua presença massiva na final da Liga Europa demonstrou a força que o Benfica tem e o que os seus adeptos são capazes, se devidamente motivados.

- Museu do Benfica: apesar do seu custo exorbitante(13M), que ainda está por explicar, é sem dúvida um local onde as conquistas do clube finalmente recebem o tratamento digno que merecem.

Um líder, com 2 competições para disputar ainda, nunca podia ter esta postura.


Negativos:

- Gestão do futebol do Benfica, nas pessoas de Luis Filipe Vieira e Jorge Jesus. 
Não foi por termos perdido 3 competições que escrevo isto, mas sim pela forma como foram perdidas.
Deixaram bem a nu a fraca estrutura do futebol, que só tem 2 nomes que realmente têm poder e mandam: Vieira e Jesus. 
Deixaram a nu que Jorge Jesus não tem qualidade nem capacidade para os grandes momentos, e refletiram-se também em casos como o de Cardozo e outros, abafados ao público mas que marcaram o balneário.

- Hóquei em patins: Saída de Luis Sénica. Um treinador que merecia outro tratamento e a continuidade. Infelizmente, outros interesses dentro do Benfica se levantaram. 

- Formação: fala-se muito, mas os resultados não aparecem. Ainda não foi em 2013 que a formação teve uma aposta real na equipa principal de futebol. Apenas têm oportunidades ocasionais para tapar buracos.

A minha insistência no Nelson Oliveira

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Ontem questionei a opinião dos nossos leitores sobre alegada noticia que corre em França de que o Benfica teria pedido 8 a 10M€ pelo Nelson Oliveira...

Ora, choca-me profundamente que o SLBenfica tenha espaço para jogadores embaraçosos como Funes Mori ou para jovens da II Liga Holandesa, curiosamente um pais que muito aposta na formação e este rapazinho continua na II Liga... 

... Mas depois não tenhamos espaço para um jogador da formação que marca 1/3 dos golos da equipa dele em França logo na primeira época nessa liga (ia jurar que aqui se fala sempre na necessidade de adaptação dos jogadores).

Ah espera, não tem cabeça... Não é humilde! Pois aqui é que me apanham... É que para lidar com um treinador tão humilde e tão solidário com os seus jogadores como o que temos, o Nelson teria que ter outra postura.

Gosto de ver que aturamos com jogadores a exigir novos contratos todos os anos, com jogadores que dão porrada no treinador, com jogadores que se recusam a acatar ordens do treinador e depois o próprio treinador que "derrete" e achincalha os jogadores apresentando um ego com 20kms... Mas depois não pactuamos com faltas de humildade deste miúdo que ninguém quer "domar" é ajudar a ser melhor.

Está certo...

domingo, 29 de dezembro de 2013

Quem é a figura do ano no universo Benfica?

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E já agora, quem se evidenciou pela negativa em 2013 no Benfica?

Matic por Javi Garcia?

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É o que se diz em Inglaterra.

Seja que acordo for, a saída a meio da temporada de Matic será um golpe nas aspirações da equipa. 
Seja a venda pela claúsula(será desta que um jogador sai pelo pagamento INTEGRAL e A PRONTO LFV?), seja por um negócio dinheiro+Javi Garcia, penso que o Benfica sairá perdedor em qualquer dos casos.

Javi serviu muito bem o seu papel no Benfica, mas Matic cresceu mais que o espanhol e demonstrou uma qualidade bem acima.

Servirá este negócio o interesse desportivo do Benfica? Estamos assim tão desesperados para vender jogadores que permitiremos a saída de um dos 3 melhores jogadores do plantel a meio da temporada?
Veremos.  

Os 8 Milhões pelo Nelson Oliveira

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Vamos fazer um suponhamos...

... Suponhamos que a noticia é verdadeira e que o SLBenfica aceita vender por 8 milhões!

Conclusões possíveis:
1. O SLBenfica, influenciado pela teimosia e espírito vingativo de Jesus, ja decidiu "enterrar" a promessa de futuro e inclusivamente já têm aquele polaco que marca golos à Pauleta (de encosto) na II Liga Holandesa.

2. O SLBenfica procura um encaixe rápido para fazer face aos problemas financeiros aproveitando um interesse num jogador que não está no plantel, acautelando o regresso como ja fez com Luis Martins, David Simão e Miguel Rosa, de modo a nao ter ouro caso igual ao de Silvio que agora tem que pagar milhões por um jogador que... Formou.

... Suponhamos que a noticia NÃO corresponde à verdade e que o SLBenfica não aceita vender o jogador!

Conclusoes possíveis:
1. O Jorge Jesus estará de saída do SLBenfica na próxima época aconteça o que acontecer, sendo este o único cenário que viabilizaria o regresso de Nelson Oliveira ao SLBenfica.

2. Não se prevê o regresso do jogador e vamos desperdiçar o encaixe financeiro porque apesar de não tirarmos qualquer proveito desportivo do jogador e o treinador não o querer, entendemos que devemos exigir muitos milhões por ele.

Qual a opinião dos nossos leitores?!

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