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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Rédea curta!

 ●  2 comentários  ● 
Depois de um breve interregno por razões pessoais e profissionais, regresso ao Vosso convívio a fim de continuarmos o nosso debate acerca do nosso Benfica e do Futebol em geral.

Já referi antes porque considero a vitória de Fernando Gomes (FG) o mal menor. No entanto, reafirmo a minha total falta de confiança no seu projeto. Não acredito que seja o homem certo para restituir ao futebol a dignidade porque tanto ansiamos. A verdade, como também já referi antes, é que, nenhuma instituição desportiva em Portugal consegue funcionar à revelia dos interesses do Porto. A sua máquina de contra-informação tritura sem dó nem piedade todo aquele que se atreva a fazer-lhes frente. Hermínio Loureiro ainda hoje vai a fugir “com o rabo entre as pernas”, apesar de ser o homem certo para o Lugar. É hoje Vice do novo “Grande Líder”, para descanso das hostes azuis. Ricardo Costa, apesar da sua indiscutível competência e coragem, foi liminarmente afastado por Fernando Gomes, alegadamente, para fazer a vontade aos Dirigentes Portistas. Vitor Pereira, “O Grande Timoneiro” da Arbitragem mantém-se no seu posto para que nada falte à “transparência e equidade” desportiva, que tão bons frutos tem proporcionado aos azuis e amargos de boca ao nosso Benfica. E para assegurar o “Novo Rumo” do pédibol Luso, teremos o inefável Gilberto Madail, neófito Presidente Honorário, com toda a sua sabedoria e empenho, guiando diligentemente, os passos dos novos dirigentes, para descanso das nossas almas. Ó Homens de pouca fé; porque não acreditais nas luzes do Progresso Democrático?

Relembro aqui o perfil de Fernando Gomes, citando o CM de 10.12.2011, segundo o qual, nasceu no Porto em 1952, tendo-se licenciado em economia - tal como Madail - em 1976 tendo iniciado a sua actividade profissional na NRC (não sei o que é). Em 1992 assumiu a gestão do basquetebol do FCP. Foi vice-presidente para o marketing, diretor geral e administrador da SAD Portista para a área financeira. Integrou vários comités da UEFA e da FIFA e foi membro da Associação Europeia de clubes.

Agora, fechemos os olhos, e imaginemos o que teria acontecido se se tratasse de um ex-dirigente Benfiquista com currículo semelhante! Bonito não era?

Perante este passado, como poderemos nós acreditar no projeto de FG? Simplesmente, não é possível! Por outro lado, a carreira internacional de FG - naturalmente, oportunamente substituído -, explica iniludivelmente o poder do Porto além-fronteiras “clarificando” algumas perplexidades dos adeptos mais atentos às lides futebolísticas europeias.
Resta-nos a esperança, diminuta, digo eu, de que os dirigentes do Benfica, Sporting e outros, tenham assegurado qualquer espécie de compromisso eficaz da parte de FG, que o “obrigue” a manter-se “na linha”.

Por isso, é imperativo que a Direção do nosso clube não se descuide e mantenha uma vigilância permanente e atenta a tudo o que vier a passar-se na FPF, não se coibindo de “meter a boca no trombone” sempre que se justifique, na defesa do futebol Nacional.

E é bom que Fernando Gomes saiba que não acreditamos que tenha coragem de enfrentar a prepotência do lóbi do seu clube e que perceba que equidade não implica equidistância à verdade e à mentira.

Não há equidade sem verdade.

2 comentários blogger

  1. Um regresso em grande caro Barreto.
    Vamos também nós ajudarmos a nossa Direcção, sermos vigilantes e seguir atentamente o que nos trás de novo o Facturas.

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  2. "Transparência e equidade"
    Equidade tem a ver com equídios?
    Se tem, concordo que é o homem certo!

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