Uma providência cautelar visa proteger um cidadão, por exemplo, que acha que lhe vão causar uma lesão grave e dificilmente reparável a um seu direito.
Foi com este pressuposto que o FC Porto e Sérgio Conceição avançaram para esta situação a fim de impedir o castigo do arruaceiro que treina os andrades.
A questão é a seguinte: que direito é que viu quem decidiu aceitar a providência cautelar?
Há dúvidas do que Sérgio Conceição fez?
O único direito aqui em causa é o da integridade física de um árbitro que precisou de ser protegido pelas autoridades.
As imagens não deixam qualquer margem para dúvida.
Aliás, o caldo já vinha a ser cozinhado há algum tempo, é a minha convicção.
O FC Porto já tinha falado no "caso Palhinha" e que iria usar os mesmos pressupostos assim que lhe fosse conveniente. Só que no caso Palhinha abordou-se um cartão amarelo absurdo que o próprio árbitro referiu em relatório que foi dado de forma errada.
No caso do arruaceiro, a situação é inversa. O castigo do arruaceiro peca por escasso.
Por isso ninguém estranha que tenha saído um castigo extra a Ruben Amorim na semana do Clássico para depois justificar o perdão a Sérgio Conceição.
É que, ao contrário que muitos pensam, nada se faz por acaso nos bastidores do nosso futebol.
E tudo o que se faz tem 2 propósitos: Beneficiar os andrades e prejudicar o SL Benfica.
Como temos uma vergonha de presidente tudo isto passa sem contestação por parte do nosso clube.
Eles vão ter Sérgio Conceição, vão ter Artur Soares Dias e vão ter uma arbitragem à maneira.
Resta acreditarmos que os jogadores podem inspirar-se no emblema ao peito e ultrapassar este lodo que é o nosso futebol.
Eu acredito.



