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sábado, 27 de agosto de 2016

Welcome back Sálvio

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Bom jogo de Sálvio... No topo da forma? Claro que não, mas julgo que o essencial nesta altura é descansar os adeptos, acabar com as dúvidas de que fisicamente está recuperado... E isso ele fez...

E estando bem fisicamente, o resto virá mais cedo ou mais tarde, como grande jogador que é... Hoje esteve bem, não só a atacar mas também a defender... Aos 90 minutos de jogo lá andava ele a fazer sprints para trás para apoiar Nélson Semedo, quando, do outro lado, Carrilho já estava cansado e só tinha ainda entrado há 25 minutos...

No miolo há problema óbvios, Horta é curto para uma época tão longa, e ver o Benfica empatado 1-1 e Rui Vitória decidir fazer o ataque à vitória com Fejsa e Célis no meio meteu pena...

Grimaldo continua a não me convencer, Nélson Semedo continua longe de ser um jogador sólido... E com estes dois laterais e sem Jardel, esta defesa dá-me sempre a sensação de estar em risco eminente de meter água... Acredito que mais tarde ou mais cedo, Eliseu, André Almeida e Jardel serão os titulares...

Pizzi e Jimenez, para 36 milhões de euros é curto de facto... Tantas são as vezes que aqui refiro estes nomes que sei que parece que os acho um desastre... Não os acho, de facto, um desastre... Mas acho um desastre o que se pagou por eles...

Jimenez foi salvo pelo golo... Gosto da sua atitude, e se calhar por isso continua a ser um jogador que continuo esperançado que venha a mostrar mais do que mostrou até agora...

E no caso de Pizzi, verdade se diga, ser pau para toda a obra também não ajuda... De 8 a ala direito a segundo avançado e agora a ala esquerdo, caramba, a um jogador que não é nenhum prodígio em posição nenhuma também não ajuda muito jogar num lugar diferente a cada jogo que passa...

Saúda-se o regresso de Jonas... Numa equipa que parece ainda jogar sem grandes automatismos, mesmo um Jonas a meio gaz faz a diferença, põe a equipa a jogar e disfarça o que esta ainda não é capaz de produzir coletivamente ...

Faltam 4 dias para o fecho do mercado e Rui Vitória deu sinais claros do que há muito se diz...

Meteu Célis porque... não há outro...

Meteu Jonas porque, mesmo a meio gaz, Jonas é o único jogador da equipa que é insubstituível...

Numa nota que tem pouco a ver com o jogo de hoje e numa questão de gosto pessoal, Ederson deveria ser para mim o titular... Esteve simplesmente fantástico o ano passado e é um guarda-redes que já hoje teria valor suficiente para ser titular em algumas grandes equipas da Europa...

Não acredito que Rui Vitória seja treinador para tirar Júlio César da equipa apenas por opção técnica, e por isso Ederson corre o sério risco nesta altura de passar os próximos meses a ver jogar...

Não é que Júlio César tenha feito nada de mal para perder o lugar na equipa...


Mas Ederson é mais forte, já hoje... E tem tudo para chegar ao topo do mundo.

Valeu o resultado...

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...que o resto ainda está a anos luz do que se pretende.

Jimenez é um inútil como titular, não porque não se esforce, mas porque não tem o posicionamento e faro de Mitroglou.

Pizzi continua banal e mesmo no que faz bem está  a ser sacrificado para Salvio jogar e ter tempo de antena.

Carrillo entrou bem e fez um bom golo.

Continua a faltar um central de topo ao lado do sueco para dar estatura à equipa, sendo que o Grimaldo continua sem convencer. Não tem os cms suficientes para apoiar a defesa nas bolas paradas.

Jogo confuso que acabou por correr bem.

Falta muito para este Benfica poder assumir o tetra.

Nacional - Sport Lisboa e Benfica.

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Onze oficial do Benfica: Júlio César, Nélson Semedo, Lisandro, Lindelöf, Grimaldo, Fejsa, André Horta, Pizzi, Salvio, Jonas e Raúl Jiménez.

O regresso de Markovic seria a bandeira do desnorte!

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Quer-se dizer, depois de Carrilho, de Zivkovic e de Cervi, que se juntam a Salvio, Pizzi e Guedes, íamos comprar mais um extremo?! Para quê? Para tapar o lugar daqueles que ainda há dois meses foram contratados para a mesma posição? Haveria maior prova de desnorte?!

Convenhamos, uma coisa é dizer-se que esta novela Rafa pode dar em rutura e que se o Benfica desistisse da contratação teria de se aceitar, outra coisa bem diferente é dizer que se desiste de um segundo avançado para contratar o quarto extremo da época... Sim, Markovic é extremo direito, a sua posição de origem.

Rafa pode jogar a extremo? Sim, pode, mas não vem para jogar nesse lugar, pelo menos a médio prazo... Rafa vem para ser o segundo avançado, para ser um João Vieira Pinto, vem para fazer o lugar de Jonas, já este ano ou num futuro próximo...

Rafa vem para numa primeira fase poder começar o jogo eventualmente a jogar a extremo, e para passar para o lugar de Jonas aos 70 minutos de jogo quando normalmente o Jonas é substituído, e para onde normalmente entrava... Jimenez se precisássemos de marcar ou estivéssemos a ganhar confortavelmente, ou... Talisca quando precisávamos apenas de gerir o jogo...

Rafa vem para o lugar de... Talisca, pois claro... Ao qual acrescento Gonçalo Guedes, a quem continuam a ser dadas oportunidades, mas que tarda em confirmar o que prometeu, e que a meu ver deveria ser emprestado para bem do próprio jogador.

Se o jogo de Setúbal trouxe algo de positivo foi perceber os problemas que surgem quando um jogador como Jonas não está presente: Mitroglou joga menos, e aquele que Rui Vitória escolhe para substituir o brasileiro não é o Guedes, e também não é o jogador mais caro da história... O coelho que Rui Vitória tira da cartola para substituir Jonas é... Pizzi, pois... O que dá logo para perceber o lugar que está reservado a Jimenez e a Guedes na hierarquia das preferências do treinador... E que em suma serviu também para perceber que quando Jonas não está, para Rui Vitória não há substituto natural e entramos em modo “Remendos”!

A contratação de Rafa faz por isso todo o sentido nesse contexto, pela sua polivalência (o único jogador que temos com essas características é Gonçalo Guedes, mas sempre a um nível exibicional mediano) e por em virtude disso poder ser aquele jogador que permitirá ao treinador a alteração de desenhos táticos durante o jogo adaptando-se às suas vicissitudes sem perca de qualidade, ao mesmo tempo que permite a Jonas deixar de ser insubstituível....

A contratação de Rafa deixaria de fazer sentido se for contratado para ir concorrer apenas com outros extremos já contratados...

Claro que o Benfica até pode desistir de Rafa... Mas se desistir de Rafa terá de o substituir por outro jogador como Rafa... que definitivamente não é Markovic...


sexta-feira, 26 de agosto de 2016

O Mercado! Nós e os outros...

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Foi hoje anunciada a saída de João Mário para o Inter de Milão por 10+35M€. Na minha opinião, clubismos à parte, penso ter sido um mau negócio para o Sporting e para o campeonato português, pois trata-se daquele que considero, neste momento, o melhor médio ofensivo português e atuar em Portugal, fragilizando imenso um candidato ao titulo e o campeonato português a troco de... 10M€ este ano e mais 35M em prestações nos próximos anos.

Um negócio mau que a mim só me levanta uma questão: Se o Inter não pode comprar o jogador... é o Sporting que o quer vender? É que estranho imenso que não houvessem outros que pagassem mais pelo jogador. Ou então a obstinação de Bruno de Carvalho de vender o jogador num valor base maior que o Renato Sanches levou-o a recusar propostas que alegadamente, sendo sabemos, fariam entrar no Sporting mais dinheiro este ano (20M€) e mais 15 a 20M por objetivos.

Eis um belo exemplo de como Bruno de Carvalho e as suas loucuras estão a destruir valor no Sporting, pois a saída de João Mário a juntar à saída de Slimani farão entrar este ano no Sporting cerca de 25M€ apenas (os 10M€ servem para enganar a banca também porque não são uma alienação) e o clube fica privado de dois jogadores que, segundo se assiste, não terão substitutos à altura.

Também o no FCPorto reina o descontrolo com jogadores a chegarem por empréstimo que, potencialmente, irão valorizar-se e render valor acrescentado... para o Atlético de Madrid. É no mínimo estranho que se optem por caminhos - no Sporting e FCPorto - que simplesmente desvalorizam a aposta em jogadores jovens e que possam ser rentabilizados, a troco de opções que visam apenas o curto prazo, numa jogada de risco que se correr mal arrasta os dois clubes para o abismo.

Pelo caminho, o Benfica já fez 25+35M€ no Gaitan e Renato, agora mais 10M no Nelson e Sidnei, a juntar ao encaixe com o André Gomes... não estando de parte que mais jogadores possam ainda também gerar compensações. Em sentido inverso entraram (desde o ano passado) jogadores que todos eles têm potencial de rentabilização (Carrillo, Cervi, Jimenez, Horta, Grimaldo...) sem esquecer a aposta em jovens da formação como Semedo, Lindelof, Ederson, Guedes e ainda João Carvalho, José Gomes, Diogo Gonçalves e, insisto, o super-seis Florentino Luis. E mantendo ainda jogadores experientes como Jonas, Mitro, Samaris, Julio Cesar, Jardel...

Nas entradas, os boatos falam em Garay e Bernardo Silva além de Rafa, mas eu penso serem apenas boatos que nasceram não na Luz mas nas redes sociais, pelo que as entradas ficarão completas com Rafa (se este chegar - se não chegar está um excelente jogador "reservado").

Já no caso das saídas, pode até dar-se apenas jogadores não fundamentais possam sair (Rui Fonte, Jovic, Benitez, Carcela e, eventualmente Luisão. Salvio apenas se for irrecusável), o que mais uma vez geraria encaixes significativos e um forte alivio da folha salarial, especialmente os dois últimos.

O Benfica tem claramente o melhor posicionamento para atacar o Tetra, mas jogadores como Carrillo, Danilo e Zivkovic terão que "aparecer" até Novembro, o que por agora não existe.

Em sentido inverso, o FCPorto atacou o mercado numa ótica de curto prazo, tal como o Sporting e ambos como pouquíssimo potencial de retorno financeiro ao contrário do Benfica, onde a estratégia é totalmente a oposta, focada no potencial desportivo e retorno financeiro de médio prazo.

Rafa? Já não quero, Obrigado!

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Se é verdade que gosto da determinação do Rafa em resistir às manobras e esquemas para assinar pelo Benfica, não é menos verdade que depois do acordo entre o Benfica, Braga e o Rafa ele já só não assina porque ainda quer tentar que alguém encha os bolsos em mais de 3M ao Araujo.

Dito isto, num negócio que está numa dimensão tão grande em termos financeiros face à valia do jogador, penso que a opção mais sensata é o Presidente do Benfica comunicar a desistência do jogador e virar-se para um tal sérvio ex jogador do Benfica e que por menos que esse valor já cá estava e a jogar mais e melhor que o Rafa...

Mudanças no formato das provas de clubes da UEFA a partir de 2018

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Publicado: Sexta-feira, 26 de Agosto de 2016, 10.00CET
Os quatro primeiros classificados das quatro federações mais bem posicionadas no ranking vão ter entrada directa na fase de grupos da UEFA Champions League a partir de 2018, entre outras mudanças.
O formato para as edições da UEFA Champions League e UEFA Europa League de 2018/19, 2019/20 e 2020/21 foram confirmadas, sem mudanças no sistema das competições, mas um novo procedimento no que diz respeito a entradas na prova.
No seguimento de um extenso processo de consulta junto das várias partes do futebol europeu envolvidas, a UEFA propôs alterações que foram aprovadas pelo Comité Executivo da UEFA após recomendação por parte do Comité de Competições de Clubes da UEFA e da European Club Association.
Alterações
  • Os vencedores da UEFA Europa League vão qualificar-se automaticamente para a fase de grupos da UEFA Champions League (actualmente podem, potencialmente, ser colocados ainda no "play-off" da prova).
  • Os quatro primeiros classificados das Ligas das quatro federações nacionais mais bem posicionadas no ranking passam a qualificar-se automaticamente para a fase de grupos da UEFA Champions League.
  • Os detalhes completos da lista de acesso para ambas as competições serão anunciados no final do ano.
  • Um novo sistema para o coeficiente de clubes: os clubes passarão a ser avaliados apenas segundo os seus próprios registos (desaparece a partilha do coeficiente do país para o coeficiente individual do clube a menos que esse coeficiente seja mais baixo do que 20 por cento do coeficiente da respectiva federação nacional).
  • O sucesso histórico na competição também será considerado no cálculo do ranking (pontos atribuídos por anteriores títulos europeus, com um sistema ponderado para títulos na UEFA Champions League e UEFA Europa League)
  • A distribuição financeira para os clubes aumentará significativamente em ambas as competições.
  • Um novo sistema de distribuição financeiro com quatro pilares (prémio de entrada, desempenho na competição, coeficiente individual do clube e parcela de mercado) irá ditar uma melhor recompensa do desempenho desportivo, com a parcela de mercado a ser reduzida.
O que não muda
  • Prossegue o Caminho dos Campeões e o Caminho das Ligas na UEFA Champions League, garantindo que clubes de todas as federações poderão aceder à prova através das suas Ligas domésticas e qualificar-se para qualquer uma das competições.
  • A UEFA Champions League continuará a ter uma fase de grupos com 32 equipas, seguindo-se uma fase a eliminar com 16 clubes. Em paralelo, a UEFA Europa League continuará a contar com 48 equipas na fase de grupos.
Será criada uma empresa subsidiária para desempenhar um papel estratégico no determinar da gestão e do futuro das competições de clubes: a UEFA Club Competitions SA, na qual metade dos dirigentes serão nomeados pela UEFA e a outra pela ECA.
Em declarações sobre as mudanças acordadas para o novo ciclo, o secretário-geral interino da UEFA, Theodore Theodoridis, afirmou: "A evolução das competições de clubes da UEFA resulta de um amplo processo de consulta que abrangeu todas as partes envolvidas e levou em linha de conta uma vasta gama de conhecimentos e perspectivas."
"As alterações efectuadas irão continuar a garantir uma qualificação baseada no mérito desportivo, bem como o direito de todas as federações e respectivos clubes competirem nas principais provas de clubes da UEFA."
"Estamos felizes por ver que o futebol europeu continua unido segundo os princípios da solidariedade, da justa competição, da justa distribuição e da boa gestão."
 Fonte: UEFA
Algumas considerações: 

O facto de se qualificarem os 4 primeiros classificados das BIG 4 Leagues não muda muito o actual formato. Existia 1 clube de cada país que ia aos play-offs e por norma passam quase sempre à fase de Grupos. Tinham 11 qualificados directamente + 4 no play-off. As BIG 4 Leagues conseguiram 13 clubes em 15 possíveis nesta época, mais o vencedor da UEFA Europa League. A partir de 2018 terão 16 clubes qualificados. Quem perde 2 vagas é o 11º e o 12º país do Ranking que deixam de ter 1 clube qualificado directamente para a Champions League, e as pré-eliminatórias dos campeões perdem 1 vaga. Os países pequenos perdem 3 vagas.

Por outro lado, o novo coeficiente individual de clubes vai favorecer mais a meritocracia de cada clube e não tanto se é de um país grande ou pequeno. Isso é positivo para os clubes de países mais pequenos, como os portugueses, já que na maior parte dos casos o ranking do país deixa de influenciar o ranking de cada clube.

O facto de os clubes verem reconhecidos os seus títulos na Champions e Uefa League, para cálculo do coeficiente de clubes, também é positivo, e justo. Protege um pouco os clubes históricos face aos "novos ricos" que ainda não conquistaram nada. Benfica, Porto e até Sporting terão alguns pontos extra, no novo ranking de clubes.

A distribuição financeira aumentará para os clubes, e essas são também boas notícias. É expectável que no trinénio de 2018-2021 os direitos televisivos e patrocinios aumentem, e todos os clubes no geral sairão beneficiados. 

A distribuição financeira passará a ser considerada em 4 pilares (prémio de entrada + desempenho na competição + coeficiente individual do clube + market pool). A novidade é a perda de importância do market pool e o surgimento do factor "ranking do clube". Esta alteração é positiva porque um clube de um país rico era beneficiado independentemente do seu histórico ou performance, e recebia muito dinheiro só por ser desse país, mesmo tendo uma má performance. A partir de 2018 um clube de um país pequeno que tem bons rankings individuais e boas performances será recompensado. Benfica e Porto poderão receber mais dinheiro do que recebiam, e é mais do que justo que assim seja, atendendo a que têm conseguido estar no TOP 20 e até mesmo no TOP 10 do Ranking de clubes da UEFA.

O facto de não existirem clubes "convidados" é positivo. Esse rumor iria matar aos poucos a credibilidade das competições europeias e a própria importância das competições nacionais. Para os clubes se qualificarem têm de conseguir boas performances nos campeonatos nacionais.

Para já, a fase de grupos da Champions continuará com 32 clubes e a da Uefa League terá 48 clubes. Continua tudo como dantes.

A análise do futuro das competições terá sede própria (UEFA Club Competitions SA) e o poder será dividido entre a UEFA e os Clubes (ECA - European Clubs Association).

(Actualização)


A partir do 5º país no Ranking de Países, até ao 10º país, continuará tudo como dantes. 5º e 6º com 2 clubes qualificados directamente, e do 7º ao 10º 1 clube qualificado directamente.

Se Portugal se aguentar no 5º ou 6º lugar, poderemos continuar a contar com 2 a 3 clubes na UEFA Champions League, mas o 3º classificado irá lutar por apenas 2 vagas, quando antes existiam 5 vagas para o play-off de clubes não campeões, além de 4 clubes campeões de países abaixo do 11º lugar no Ranking.

Existindo apenas 2 vagas para o play-off de clubes não campeões faz sentido que os qualificados sejam o 3º classificado do 5º e 6º país + 2º classificado do 7º e 8º país, para existir apenas 1 eliminatória. No entanto esse aspecto apenas será conhecido no final de 2016.

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