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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

A verdadeira origem do ódio no futebol português.

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No seguimento do post anterior, e para que fique claro o que penso sobre a origem deste ódio e violência no futebol português, reponho aqui um post escrito por mim em 2011.


"José Maria Pedroto: a semente do ódio e pai da corrupção.


José Maria Pedroto foi um treinador e ex-jogador de futebol, nasceu no dia 21 de Outubro de 1928 em Almacave, Lamego, e faleceu a 7 de Janeiro de 1985.


Não analiso a sua performance como jogador neste post, mas sim como treinador e estratega do ódio e guerra no futebol português.

Em 1960, Pedroto torna-se o primeiro treinador Português com curso superior. Foi um treinador com excelentes capacidades técnicas associadas a um discurso agressivo, que viria mais tarde a caracterizar outro José (Mourinho).

Enquanto treinador, continuou a evidenciar-se nos "estudos", obtendo uma brilhante classificação num curso de treinadores efectuado em França. Estes resultados, aliados ao bom trabalho nas camadas jovens do FC Porto, levaram-no ao posto de treinador da selecção nacional de juniores.

Pedroto abandona o futebol jovem do FC Porto para ir treinar a Académica. Depois treinou o Leixões, onde foi vitíma da única chicotada psicológica da sua carreira. Treinou depois o Varzim, que estava no seu 2º ano na primeira divisão.

Em 1966 realizou um sonho: tornar-se treinador principal do FC Porto, fica até 1969 e vence uma Taça de Portugal. Depois ruma até Setúbal.

Em 1974, mudou-se para o Boavista.

Volta às Antas em 1976 para vencer dois Campeonatos (1977-78 e 1978-79) e uma Taça de Portugal.

Falha o «tri» e sai na confusão do "verão quente". Passa a treinar o Vitória de Guimarães, onde esteve 2 épocas, obtendo um 4º e um 5º lugar. Com ele esteve Artur Jorge.

Pedroto regressa ao FC Porto já com Pinto da Costa como presidente. Nesse período ainda venceu uma Taça de Portugal e foi finalista da Taça das Taças. Pedroto e Pinto da Costa criaram as bases para a série de grandes êxitos que se seguíram e que culminaram com a vitória na Taça dos Campeões Europeus. Ao "leme" estava o seu discípulo Artur Jorge, um dos dois treinadores portugueses campeões europeus de clubes, a par de José Mourinho, em 2003/04, também ao serviço do FC Porto.

José Maria Carvalho Pedroto acabou por falecer na manha do dia 7 de Janeiro do ano de 1985, com 56 anos de idade, sucumbido à doença que o corroía imparavelmente. Durante a madrugada do dia do seu falecimento, já visivelmente debilitado, tentou satisfazer os seus últimos desejos, bebendo whisky por uma colher e tentando fumar o último cigarro.” – retirado da WIKIPÉDIA

Para a maioria dos portistas, este homem é uma lenda, um herói. Mas para adeptos do futebol como eu, ele foi a semente do ódio e da corrupção dos últimos 30 anos no futebol português.

Como exemplo, relato este episódio contado pelo jornalista Neves de Sousa:

“Pouca gente soube que o muito saudoso José Maria Pedroto esteve a um pequeno passo de ser treinador do Sporting, quando João Rocha era presidente do clube de Alvalade. Tudo estava acertado, pormenor por pormenor , até à mais ínfima partícula de um documento que vinculava as duas partes, pelo menos durante uma temporada fotobolistica. 
Porém, no dia em que estava aprazado a assinatura nos papelinhos, Pedroto travou o gesto e subitamente disse para o presidente do Sporting: 
Esqueci-me de lhe lembrar, mas falta aqui uma clausula. Está tudo certo, tanto em relação aos meus prémios, como aos meus vencimentos, o caso do apartamento e do carro às ordens, tudo muito bem, mas o senhor presidente esqueceu-se de que eu lhe tinha dito logo no primeiro encontro: só vou para um clube que dê garantia de contar com os árbitros.

Como, não percebo?Indagou João Rocha, nessa altura pouco habituado a saber o que era certa fatia da arbitragem, Pedroto meteu a caneta na algibeira, levantou-se e apenas disse:“Quinze mil são para mim, mas para os árbitros são precisos outros tantos, caso contrário o Sporting só ganha campeonatos lá para o fim do século.

O contrato acabou por não ser assinado. Pedroto rumou para outra latitude, mais compreensiva. O Sporting continua a ver navios.”

Ao contrário da lavagem de imagem que a imprensa avençada tem-se esforçado por fazer nos últimos anos, Pedroto era “intratável e tinha atitudes que roçavam o racismo", conforme afirmou Mário Wilson nos anos que teve que conviver com este senhor.

Assina contrato com o FC Porto, após uma investida directa de Pinto da Costa, que estava devidamente autorizado pelo Presidente Américo Sá para contratar a qualquer custo o treinador português. 
José Maria Pedroto apenas colocou uma condição que se verificou: Que Pinto da Costa fosse o Chefe de Departamento de Futebol Profissional. 
Começava assim uma dupla que marcou e marcará inquestionavelmente para sempre uma época no futebol português.

Pinto da Costa e José Maria Pedroto traçaram uma estratégia que visava afrontar todos os poderes instalados no futebol português e de uma vez por todas acabar com a hegemonia bicéfala dos clubes da capital.

A temporada de 1976/77 foi altamente conflituosa. O FC Porto acabou apenas em 3º lugar no Campeonato Nacional da 1ª Divisão a 10 pontos do SL Benfica que foi o Campeão Nacional. Venceu porem a Taça de Portugal numa final onde derrotou o SC Braga por 1-0.

No ano seguinte, finalmente, foi quebrado o longo jejum de vitórias do FC Porto no Campeonato Nacional da 1ª Divisão. 
Os azuis e brancos sagraram-se Campeões Nacionais depois de um competição disputadíssima, decidida na “goal average”, com o SL Benfica, que foi 2º classificado, com a proeza inacreditável protagonizada pelo clube da Luz, que não perdeu qualquer encontro na prova e não foi campeão.

Renovou o título de Campeão Nacional na época seguinte de 1978/79 em mais um campeonato extremamente disputado com o SL Benfica. Em 1979/80 perdeu o título para o Sporting CP, quedando-se o FC Porto no 2º lugar do Campeonato Nacional da 1ª Divisão somente a 2 pontos dos leões de Alvalade.

Depois destes 3 anos a frente da equipa do FC Porto o clima de “guerrilha” no futebol português, envolvendo os principais clubes e os poderes de decisão na FPF, estava extremamente intenso e fortemente acicatado por José Maria Pedroto e Pinto da Costa. Era um chorrilho de polémicas e um constante ambiente fervente entre os protagonistas.

Mário Wilson, durante o período em que foi treinador do SL Benfica, ou mesmo na Selecção Nacional, foi sempre um alvo privilegiado de José Maria Pedroto, como se tratasse de um verdadeiro ódio de estimação.

Como exemplo do clima que se vivia e as repercussões nas pessoas destaca-se recorrentemente um episódio ocorrido na época de 1979/80. Naquele período, Mário Wilson era o seleccionador nacional que convocou vários jogadores do FC Porto para representar Portugal num jogo particular contra a Espanha que seria disputado na cidade de Vigo. Esse jogo seria realizado entre os dois jogos do FC Porto para a Taça dos Campeões Europeus frente ao AC Milan o que evidentemente prejudicava a preparação da equipa portista.

Por isso, José Maria Pedroto não se conteve, chamando “palhaço” a Mário Wilson. Os jogadores do FC Porto iriam juntar-se ao grupo da Selecção Nacional que vinha de Lisboa, na Estação da Campanhã no Porto. Aí, em vez dos jogadores do FC Porto estava uma verdadeira multidão em fúria que apedrejou o comboio que transportava a equipa de Portugal.

José Maria Pedroto foi multado pelas instâncias federativas em 500 escudos. O popular “Zé do Boné” não emendou, em jeito de reacção acrescentou: “Quando disse que Mário Wilson, como treinador, era um palhaço, não tive intenção de ofender os palhaços.

A verdade é que este tipo de discurso era recorrente em José Maria Pedroto. Frases como “temos de lutar contra os roubos de igreja no Estádio da Luz”, ou “passamos de pombinhos provincianos a falcões moralizados”, ou ainda “é tempo de acabar com a centralização de todos os poderes na capital” eram frequentes no linguajar do técnico.

Depois do FC Porto perder o Campeonato Nacional da 1ª Divisão da época de 1979/80, não conquistando o tri, José Maria Pedroto foi afastado do cargo de treinador principal do azuis e brancos pelo Presidente Américo Sá que se dizia farto das polémicas e conflitos gerados pela dupla Pinto da Costa e Pedroto.

A saída de José Maria Pedroto e de Pinto da Costa do FC Porto foi conturbada originando o celebre verão quente de 1980, quando 14 jogadores do FC Porto, onde constavam nomes como o de Costa, Oliveira, Octávio, Sousa, Frasco, Gomes, entre outros, fizeram uma autêntica rebelião não comparecendo aos trabalhos no arranque da temporada de 1980/81.

O Presidente do FC Porto Américo Sá deixava o nome de Pinto da Costa fora das listas concorrentes aos órgãos sociais. Em forma de protesto e demonstrando estar ao lado do actual presidente portista, 14 jogadores não compareceram aos trabalhos de preparação para a nova época sob os comandos do austríaco Herman Stessl, entretanto escolhido para suceder a José Maria Pedroto.

Esses 14 jogadores trabalhavam no Pinhal de Santa Cruz do Bispo às ordens de Hernâni Gonçalves, preparador físico de José Maria Pedroto, enquanto que os jogadores do FC Porto, os apelidados de “alinhados”, prosseguiam a sua preparação em Leiria.

Desempregado, José Maria Pedroto, foi alegadamente seduzido por responsáveis do SL Benfica para assumir o cargo de treinador principal dos encarnados. Esse facto não se consumou porque, dizem, alguns dirigentes benfiquistas vetaram o ingresso do técnico no clube, outros, afirmam que foi o técnico que não aceitou rumar a Lisboa pois pretendia continuar a trabalhar no norte do país.

Para o Sporting CP acabou por rumar o britânico Malcolm Alisson, para o SL Benfica o húngaro Lajos Baroti e José Maria Pedroto permaneceu inactivo no início da época de 1980/81.

Entretanto, em Guimarães, o Vitoria SC arrancava para a época de 1980/81 com enormes expectativas de sucesso. 
O recentemente empossado Presidente da Direcção do Clube vitoriano, o jovem Pimenta Machado, tinha contratado um punhado de jogadores de inegável qualidade, desde os internacionais Damas e Blanker, a jogadores da categoria de Barrinha e Nivaldo, até aos jovens Fonseca e Ribeiro.

Depois de um início de prova algo titubeante o Presidente do Vitoria decide despedir Fernando Peres e Cassiano Gouveia, a dupla técnica que comandava a equipa, à passagem da 7ª jornada do Campeonato Nacional da 1ª Divisão depois de uma derrota frente ao SC Espinho por 3-1.

Diz-se que incentivado por Pinto da Costa, o Presidente do Vitoria, Pimenta Machado, decide contratar tão só a melhor equipa técnica nacional, numa ousadia que espantou todo o futebol português. É desta forma que José Maria Pedroto, coadjuvado por António Morais e Artur Jorge, ingressa no Vitoria Sport Clube.

A entrada do treinador José Maria Pedroto revelou-se importante, pois o Vitoria melhorou significativamente de produção, alcançando resultados bem mais consentâneos com a valia da equipa.

A estratégia de Pedroto, para quando perdia, passava por imputar as responsabilidades pelas derrotas ao exterior. Quando perdia, a culpa ou era do arbitro, ou dos poderes instituídos no futebol português que teimavam em prejudicar a sua equipa.

Após a passagem pelo Vitoria de Guimarães a sua carreira no futebol prosseguiu regressando novamente ao FC Porto, já com Pinto da Costa na presidência do principal clube da cidade invicta.

O Vitoria SC e os seus dirigentes tudo fizeram para manter José Maria Pedroto no cargo de treinador da equipa principal. Os vimaranenses terão mesmo oferecido um salário de 1.500 contos por mês, quantia superior aquela que José Maria Pedroto foi auferir como técnico do FC Porto.

Foi a partir da época de 1982/83 que a dupla José Maria Pedroto e Pinto da Costa começaram a lançar os alicerces do FC Porto moderno.

José Maria Carvalho Pedroto acabou por falecer na manhã do dia 8 de Janeiro do ano de 1985, com 56 anos de idade.

Ele e o seu aprendiz, Pinto da Costa, dividiram o país, erigiram guerras sem fundamento, lançaram o ódio, a mentira e o cinismo para cima dos adeptos e do quotidiano desportivo.

Pedroto será talvez a figura, de entre todas as áreas de actividade, que mais mal fez a Portugal e à sua coesão colectiva no último quarto de século, um mal de consequências que só o futuro poderá apurar.

E o seu aprendiz é estranhamente tolerado e branqueado por uma comunicação social imediatista, superficial e reverente para com o poder, por dirigentes desportivos e agentes diversos que fazem do servilismo um modo de vida, e até por uma classe política medíocre e bajuladora, capaz de o receber, ano após ano, a expensas dos nossos impostos, nos luxos da Assembleia da República.

Deve dizer-se, de forma bem clara, que o objectivo de vida de Pedroto e de Pinto da Costa não foi atingido. 
Apesar dos títulos conseguidos pelo F.C.Porto - grande parte deles à custa das mais variadas formas de viciação, muitas delas para além das questões vindas a público no âmbito do processo Apito Dourado -, a verdade é que o clube nortenho nunca foi capaz de se afirmar como referência nacional, nem cativar a simpatia, ou mesmo o simples respeito, da esmagadora maioria dos adeptos portugueses, sobretudo fora das fronteiras da sua delimitada região.

Pedroto e depois Pinto da Costa nunca conseguiram matar a alma benfiquista, nem retirar uma pevide à gigantesca massa adepta do clube encarnado, que semana a semana, em Portugal e no mundo, vibra com os jogos do Benfica.

Mesmo tendo, ao longo deste período, ganho mais vezes, o F.C.Porto nunca venceu por si próprio, mas sim, e sempre, contra alguma coisa
Contra o Benfica, contra Lisboa, contra o Sul, contra os fantasmas dos seus próprios complexos. Mesmo ganhando aos grandes nunca deixou de ser pequeno. Uma pequenez do tamanho do seu presidente, que transformou uma instituição outrora respeitável num antro de rancor e podridão.

O clube do povo continua a ser o Benfica, de Norte a Sul, do Minho ao Algarve, do Continente às Ilhas, e é por isso que o ódio de Pinto da Costa aos encarnados permanece tão vivo.

Pedroto e o seu aprendiz. O primeiro já faz tijolo à anos, e o segundo estrebucha porque sabe que já não tem muito tempo e mesmo com 30 anos de roubos, continua a liderar um clube pequeno, que não soube evoluir, crescer, tornar-se grande.

Por tudo isto, recuso-me a ver em Pedroto alguém de valor. É o responsável e a semente de 30 anos de corrupção, ódio e guerra no futebol português."

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Mantenho todas as linhas deste texto e reforço a ideia que muitos benfiquistas têm passado e partilhado: é a altura de acabar com a paz que esta gente usufrui por esse país fora.

Está na hora de as pessoas de bem deste país os fazerem sentir na pele que podem conseguir a impunidade junto da justiça corrupta, mas não o conseguem perante o povo.

Nota final: o mais engraçado neste recalcamento que os dirigentes do FCP estão a demonstrar perante o Sporting de BdC é que é evidente que apesar dos tempos difíceis que o SCP passou, ainda mantém uma massa associativa bem grande e bem superior ao clube da fruta. 
Nem ganhar de todas as maneiras e feitios o FCP conseguiu deixar de ser um clube pequeno, por culpa dos próprios dirigentes.  

34 comentários blogger

  1. Boa reflexão Benfiquista Shadows.
    Resta acrescentar que o "clic" em que senti a guerra. Foi naquela tarde no Jamor em 1980.
    33 anos.
    Aquela atitude perante joão rocha, foi uma forma de provocação aos leões, por o Benfica ter mais títulos que eles juntos.
    A grande qualidade para a época, foi a introdução das "jogadas psicológicas" pelo josé maria maroto. ( tão elogiados actualmente , com o mou a nº1 ).
    Foi tão maroto que escondeu o filho bernardino maroto durante muito tempo;)
    O pedroto libertou os tripeiros, através da guerra ( nas guerras existe ética ??? ). Eles tinham o trauma de passarem a ponte para sul.
    Implementou agressividade nas palavras com o intuito de ofensa . Ele aglutinava o forte "bairrismo tripeiro" à sua volta. Ainda hoje notas" o bairrismo" no tipo de ameaça. Ironicamente dividiram os Clubes da Capital até aos dias de hoje.
    O velho pinto tripeiro até no chapéu da época imitava o maroto. Maroto idealizou , o pinto corrupto concretizou.

    Fiz busca, e seleccionei outro blogue, Memória Gloriosa com um excelente retrato daquela tarde com Lisboa unida , acrescento que para além dos leões, havia também adeptos do atlético e belenenses( pelo menos), nas bancadas do Jamor, não querendo que os tripas ganhassem. E não ganharam.

    http://memoriagloriosa.blogspot.pt/2011/02/benfica-1-fcporto-0-de-1980.html

    Benfica Todos os Tempos.

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    1. Sou Tripeiro e Benfiquista, ó doutor.
      Não confundas o cu com as calças, pois a pensar dessa forma ficas igual aos porkos q envergonham a minha querida cidade.
      Põe-te fino e abre os olhos pra não me fazeres acreditar q te posso chamar mouro...

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    2. Um fino bem fresquinho, .. e uma bifana, hum , .. um prego mal passado, para beber outro fino.
      Não me podes chamar mouri nho, porque sou simplesmente Benfica, alias gosto muito de ir a Serralves, Caminha , trás dos montes,.. à covilhã, devagarinho gosto do alentejo e espreguiço-me no algarve.
      O minho com um belo verde tinto, ui ui, o leitão da bairrada, com aquele molho. Embrulha a trouxa passa por aveiro .Aproveita e visita coimbra tens lá o Portugal dos pequeninos.

      Benfica T T

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    3. Luis,

      Acima de tudo o que interessa é que as pessoas de bem se unam e demonstrem de forma prática que não apoiam os corruptos e tudo o que eles defendem.

      Felizmente há muita gente boa no Porto e no norte. Mas quem neste momento dita lá as regras são os corruptos, quer queiram quer não.

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  2. Isto é completamente ridículo... o ódio no futebol deriva da política e da corrupção que nela existe. O Benfica sempre foi o clube que a classe política alimentou, desde perdão da dívida ao fisco (pago com acções fictícias), ou roubo da EPUL, aos terrenos doados pela câmara de Lisboa para a construção do estádio da Luz, terrenos doados pela câmara do Seixal para ampliação do centro de estágio...

    Rui

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    1. Olha, outro revisionista.

      O senhor, meu caro, ou é pouco sério ou é pouco inteligente. Acredito que consiga reunir as duas «virtudes».

      Fala no terreno para o Estádio da Luz? O Sport Lisboa e Benfica teve de deixar em 1923 o campo em Benfica com o argumento de que seria aí construída uma escola primária. Foi terminada em 1992... Ainda em 1923 compra uns terrenos nas Amoreiras (os primeiros que são seus) que lhe são expropriados em 1941 para construir o viaduto de acesso da auto-estrada ao Estádio Nacional.

      Fala no Seixal? E em Gaia? E os acessos ao Estádio do Ladrão?

      Tenha mas é vergonha na cara.

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    2. De acordo com o Tribunal de Contas, mais de 300M€ foram oferecidos ao Porto na construção do seu estádio e do centro de treinos pelos Estado português e as Câmaras do Porto e gaia..
      Será talvez por isso, para que não se saiba nem a quantia, pequena quando comparada com os outros grandes, que acabaram por pagar pelo estádio nem o respectivo passivo. Que ainda não está consolidado (adicionado) ao restante passivo da SAD.

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    3. Chamar-te revisionista é muito pouco, porque tu és mesmo é obtuso !

      Já ouviste falar alguma vez da Quinta do Salgueiral?

      Sabes onde fica situada?

      Sabes quem eram os legitimos proprietários ?

      Sabes quem é que comprou umas parcelas em 1956 e 1968 com 5.500 m2 para a construção de um estádio de futebol?

      Sabes quem é que reclama 5 milhões de Euros indemnização porque em 2002 através do Plano Pormenor das Antas, o uso do terreno para instalações desportivas deixou de o ser para passar a ser vendido para a exploração imobiliária ?

      Ainda éstas muito fresquinho !

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    4. Só mais uma ajuda para o menino Rui, adepto do futebol corrupto do porto ...

      http://www.jn.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=681135

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    5. Rui, até te respondia mas já outros benfiquistas o fizeram. Não inventes que ganhas mais.

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  3. O Porto pode ganhar muito, e todos sabemos como o faz, mas como a maioria das pessoas ainda tem por lema PEACE, LOVE and ROCK and ROLL e não HATE, BITCHES and BULLYING é difícil cativar muitos e muitos adeptos do Porto querem ao máximo é que não se fale no assunto.

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    1. Por isso é que o nosso papel também é relembrar estes assuntos.

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  4. "A estratégia de Pedroto, para quando perdia, passava por imputar as responsabilidades pelas derrotas ao exterior. Quando perdia, a culpa ou era do arbitro, ou dos poderes instituídos no futebol português que teimavam em prejudicar a sua equipa."

    Infelizmente, se trocarmos no nome do Pedroto por LFV a frase continua actual!

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    1. Esse é outro problema que prefiro não confundir com este post. O que não retira força ao que dizes.

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  5. Nasci em Viana do Castelo há 43 anos. Levei "porrada" na Escola Primária por não ser do Benfica. A minha pergunta é? Será que o que o Pedroto fez para tentar acabar com a hegemonia dos Clubes de Lisboa - Benfica e Sporting - é diferente daquela que a maioria dos benfiquistas estão a fazer? Quando se perde a culpa é sempre de alguém, menos de nós. A diferença é que o Pedroto e depois o Pinto da Costa conseguiram fazer com que o FCP deixasse de ser um club com medo para passar a ser um club que mete medo.
    Eduardo

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    1. O FCP não mete medo; mete nojo.

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    2. A comprar pessoas e a usar putas?
      Os clubes não são feitos para meter medo. Existem para ser respeitados.

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    3. Vou acender o esquentador, é um Zenit , alimentado a gás natural do estrangeiro .
      ... vou pensar no dragão d´oiro cavaco e os seus 14 anos de governação. 4 ministros jogavam à sueca... 1991,antro das antas agressões , metralhadoras no restelo ..., espera vou ver se o ramalho Eanes também recebeu alguma coisa antes do cavaco.
      Por acaso houve uma altura em que se escutou aqueles apitos dos telemóveis, peço desculpa mas li e escutei sem querer.
      Olha lembrar aquela conversa do pinto corrupto desportivamente e o olibeira, em que estavam arreliados por ser o Mota dos Açores , presidente da assembleia na altura, a inaugurar o novo estádio da cidade da torre dos clérigos.
      - O Amaral nas questões da fruta era como o jacinto paixão.

      Até ao rui rio aquela câmara foi um fartote da parte politica, juntar na ultima década o outro luis filipe, enfim o major deu uma peça em oiro pela amizade.

      Um tribunalzinho Desportivo à italiana, ai ai e já tínhamos sido campeões do mundo de futebol.

      Benfica Benfica, na terra e no mar.



      B T T

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    4. Caro Eduardo, como já deves ter lido neste blogue, o FCP não é o único culpado pelas derrotas do Benfica. É o que acho.
      Mas neste post não abordo os resultados desportivos, em si. Abordo sim a cultura de violência e agressividade trazidas por Pedroto e pelo seu pupilo Pinto da Costa.
      Quanto a isso não tens nada a dizer?

      (Se levaste na escola por não seres do Benfica, devias ter apanhado mais pois pelo visto não resultou! loool)

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    5. Na questão da violência até concordo. Não devia existir. Mas será que só existe no Porto? Será que os dirigentes do Benfica não fomentam a violência? Será que o Dr. Rui Gomes da Silva não semeia ventos para depois colher tempestades? Será que este blog não fomenta a violência quando diz que "os portistas não podem passear em Lisboa em dias de Jogo"? Eu só acho que o futebol como desporto de paixões que é, origina sempre discussão. Depois depende das pessoas o caminho que essa discussão leva. Quanto a querer acabar com o FCP, responde-me: que interesse teria para o Benfica e para os benfiquistas um Campeonato sem o Porto ou sem o Sporting (o de outros tempos)? Assim como para o Porto também não teria interesse. Felizmente tenho ganho muitos campeonatos mas acho que não dá tanto gozo acabar um campeonato com 20 ou 30 pontos de avanço. Seja para quem for.
      Eduardo

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  6. Bom texto Shadows!

    São, de facto, um clube miserável, podre por dentro, sem qualquer valor e noção sobre o que é o desporto.

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    1. :)
      E enquanto mantiverem estes dirigentes, assim continuarão.

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  7. Sou Luiz Sousa - Portista

    Em sentido lato: Os revisionismos são sempre um perigo, pois muita "mentira" é dita e vai-se contando a historia da forma mais conveniente! Os acontecimentos de cada época só podem ser vistos integrados em muitos outros acontecimentos dessa mesma época em que uns influenciam os outros, por isso analisar um comportamento dissociado da envolvente é um erro.

    Agora num comentario especifico ao post do Shadows, claro que era muito melhor que nos ultimos 30 anos o slb e o sporting continuassem a distribuir titulos entre eles e que o FCP nao fosse um incomodo.
    Falam do Pedroto e das suas tacticas, não sabendo detalhes a estrutura benfica, seus treinadores e jogadores tinha todo o sistema da FPF e do grande benfica ao seu dispor e na minha opiniao era esse sentimento de superioridade e indiferença que dedicavam aos adversarios (mais cedo ou mais tarde ganhamos...porque sim), que o Pedroto utilizou para motivar as suas equipas!

    Cumpriemntos

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    Respostas
    1. ... " não sabendo detalhes a estrutura benfica, seus treinadores e jogadores tinha todo o sistema da FPF e do grande benfica ao seu dispor "

      Quando se fala do passado ou se projeta algo para o futuro é sempre importante conhecer os factos desse mesmo passado e não reconstruir a história baseados em hipérboles que os escribas do futebol corrupto do porto tem feito questão em passar de geração em geração. Continuar a branquear a história do futebol corrupto do porto dos últimos 34 anos, e como dizer que o "Holocausto nunca existiu" e que tal como os campos de concentração e de exterminação, se as escutas e os testemunhos de todos os factos passados neste periodo de tempo, não forem devidamente gravados
      vão aparecer sempre ao longo da história,alguns idiotas, que dirão que isto nunca aconteceu'.

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    2. Luiz Sousa,

      Desconheces muita coisa, pelo visto. Havia um acordo no passado em que SLB, SCP e CFB comprometiam-se a nunca apoiar um candidato à FPF oriundo do FCP. Porque a tendência naquela altura já era a mesma.
      Recua na história até aos anos 30 e verifica que eram os 2 presidentes do FCP que estiveram com Salazar e usaram isso para logo aí dar apoios ao FCP que os outros clubes de futebol demoraram anos a conseguir.

      Não me importo que o FCP discuta os títulos. Que o faça é de forma honesta e polida, e não a roubar e a usar a violência.

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    3. Luiz - Portista23 outubro, 2013 17:32

      Caro Red Sniper,

      É obvio que nao leste o primeiro paragrafo... Se o leres ves tudo o que escreveste como desnecessário.
      É sempre interessante ver o branqueamento que se quer fazer ou dizem que se faz dos ultimso 34 anos do FCP... e os ultimos 60 do slb..??.A MESMA FACE DA MESMA MOEDA!

      Cumprimentos

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  8. Excelente,TEXTO!!!!!!!!!!
    Saudações.

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  9. A lampionagem é simplesmente ridícula e roça o imbecil - roça não, bate de frente!!!
    Só este delicioso pormenor: A selecção joga um jogo particular em Vigo, numa semana entre dois jogos do POrto contra o Milão; O Wilson, chama a equipa quase toda do PORTO e vocês acham isso normal???!? Ora vão-se foder mais a vossa "verdade desportiva". Merecem bem o buraco onde estão!! Quanto ao facto de acharem que o PORTO é um clube regional eu já comemorei TITULOS EUROPEUS a cores e muito de vocês nem a preto e branco! São a escumalha do País!!

    ResponderEliminar
  10. 52 anos sem ganhar nada fora de Portugal...Ai está a vossa pequenez...o resto é desculpas e mais desculpas para o imenso insucesso desportivo dos ultimos 30 anos...Quando ganhares alguma coisa fora do Pais...Assim sim...Podes voltar a falar em grandeza...Até lá...reduzi-vos a vossa insignificancia de so serem grandes cá dentro...

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