Como se define Traição?
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sexta-feira, 18 de maio de 2012

Como se define Traição?

 ●  + 37 comentários  ● 
O expresso de 28 de Janeiro de 2012, na secção reservada às autarquias, publicou uma crónica da autoria da jornalista Ângela Silva - avsilva@expresso.impresa.pt -com o título “ VICE DE RIO QUER REGIÃO PORTO EM 2013”, a qual passou despercebida, apesar da sua grande relevância para o futuro de Portugal. A cronista refere que, Castro Almeida, Vice-Presidente de Rui Rio na Junta Metropolitana do Porto “…decidiu pressionar o Governo a eleger diretamente, no máximo até 2014, um presidente para o Grande Porto, que passe a mandar em 16 municípios.”  E continuando, terá dito Castro Almeida: “A ideia é encarar a Área Metropolitana como uma cidade com 16 Municípios, da Póvoa a Oliveira de Azeméis; ninguém terá legitimidade para governar esta grande cidade sem ser eleito diretamente (não pode ser um funcionário).” Mais terá dito Castro Almeida; “…que essa eleição deve ser ou já em 2013, com as autárquicas ou numas eleições específicas em 2014.”

Prossegue a cronista; “isto não cola com a reforma administrativa que o ministro que tutela as autarquias prevê passar a lei, em Julho. Miguel Relvas defende a criação de 25 supermunicípios no país - 23 comunidades intermunicipais e duas áreas metropolitanas - que farão uma gestão integrada dos meios e competências das câmaras. Mas Relvas diverge de Castro Almeida em dois pontos essenciais: defende que os novos administradores sejam eleitos indirectamente pelos autarcas e diz que este passo é para dar a médio prazo; cinco ou seis anos.”

E prossegue: “Castro Almeida contrapõe que “falar em anos, só se não se quiser fazer nada”. E diz que as novas entidades, além de “eleitas diretamente, deviam entrar em funcionamento, já com as autárquicas.” Mais adiante atribui a Castro Almeida a afirmação de que, o seu único objetivo é cumprir a obrigação de combater o centralismo napoleónico.

Opina a cronista que esta manobra poderá visar a criação de um lugar para Rui Rio ocupar após o final do seu mandato, garantindo assim a subalternização de Menezes caso se candidate e vença as eleições à Câmara Municipal do Porto. Lugar de relevo nesta estrutura ser-lhe-ia reservado ou a Marques Mendes, seu grande amigo no PSD.

E prossegue; “o projeto que está em marcha, nasceu, curiosamente, por incentivo de Miguel Relvas.” Terá dito Castro Almeida: “ há um mês e tal, o ministro reuniu-se com a Direção da Junta Metropolitana do Porto e desafiou-nos a apresentar propostas de transferência de competências das câmaras para uma nova estrutura. “E nós resolvemos levar o desafio a sério” terá explicado o autarca. Encomendaram dois estudos, um de direito comparado sobre formas de governo em cinco cidades europeias (duas capitais e três segundas cidades), e outro à Faculdade de Economia do Porto, sobre incidências económicas. A ideia, terá garantido Castro Almeida; “é, nem mais um cêntimo, nem mais um funcionário.”

Segundo Castro Almeida, as competências a transferir seriam: “a gestão das escolas secundárias, dos centros de saúde, dos transportes, da oferta cultural e da promoção turística (no fundo, vender a marca Porto).” Nas 18 câmaras da Grande Lisboa, o autarca diz “haver um consenso alargadíssimo para um projeto similar. Sendo sua convicção que “não é fácil um ministro contrariar isto.”

Meu comentário:

Tudo isto se passa nas costas dos Portugueses! Não pretendo aqui e agora tomar posição acerca da Regionalização, mas oponho-me desde já a manobras políticas que venham a colocar a Nação perante situações de facto, potenciadoras de graves conflitos sociais. Pretender eleger diretamente o eventual futuro Presidente da Região Porto é tentar balcanizar Portugal, algo a que me oporei, aqui, agora e sempre.

É esta a bandeira do FCP!  É esta a razão primeira e última da escassez de sucesso desportivo do nosso querido Benfica! Querem à força, maximizar a marca Porto, mesmo que à custa das práticas vergonhosas que vieram a lume no processo do apito dourado, mesmo que à custa da unidade da Nação, confundindo covardemente, os interesses da cidade com os do Futebol Clube do Porto. Mas que conveniente foi o apagão do Boavista e do Salgueiros!

Viva o Benfica!

Viva Portugal uno!



37 comentários blogger

  1. Chiça... Nunca vi tanto disparate pegado! Tentar imputar a proposta de Castro Almeida a um desígnio do F.C.P é verdadeiramente absurdo!
    Aliás, essa proposta nem sequer é do agrado dos que defendem a Regionalização (a regionalização, diga-se, seria uma política para todo o País e não uma coisa exclusiva do Norte do País!), pois entende-se que o efeito seria exactamente a inviabilização desse projecto tal como é pretendido.

    Depois... A Regionalização não é balcanização nenhuma. Não está em causa a criação de novos Estados-Nação nem sequer comunidades autónomas como a Catalunha!
    A Regionalização é simplesmente um projecto político cujo intuito, em termos muito simplistas, é descentralizar os centros de poder de modo a que a população tenha a possibilidade de escolher o modelo mais adequado de desenvolvimento para a sua região - cada região, como é bom de ver, tem as suas próprias especificidades, que normalmente escapam à estratégia delineada pelo Governo Central.

    Posto isto, só posso dizer que o autor deste post parece um autêntico Dom Quixote a lutar contra "moinhos de vento"...

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    1. António Barreto19 maio, 2012 09:38

      Só é absordo para quem está de algum modo vinculado a este projeto. Não estou a discutir a bondade ou iniquidade da regionalização. Estou a manifestar a minha revolta por se estar a regionalizar nas costas do Povo, colocando-o perante o facto consumado. Parece que o Sr Andrade tem dificuldade em ler ou recusa-se a perceber o que lê e não lhe convém! O processo está em marcha sugerido pelo próprio ministro; o mesmo que já desconsiderou o Benfica por duas vezes. Volto a dizer; é esta a bendeira do FCP. E vá chamar D. Quixote ao cacete. Capichi?

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    2. Caro António Barreto,

      espero que a seguinte informação o tranquilize:

      1)A Regionalização está consagrada na Constituição de forma programática.

      2)A Regionalização carece de duplo referendo, rectius, um referendo local e outro nacional.

      3)Miguel Relvas e Passos Coelho são contra a Regionalização - apesar da direcção nacional do PSD ser maioritariamente favorável.

      4)Os "Regionalistas" são contra a solução de uma "super área metropolitana".

      5)Subscrevo a opinião do "Benfiquista tripeiro". Há muita gente que fala sem conhecer a cidade do Porto e o resto do País (o que é uma pena, pois não é assim tão grande...).

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    3. António Barreto20 maio, 2012 23:31

      Sr Andrade; Provávelmente, é necessário não ser Portuense para perceber certas coisas. Passos Coelho e Relvas, farão o que os seu apoiantes relevantes mandarem. É precisamente pela exigência constitucional do referendo que eu me revolto contra as práticas de política consumada em que os nossos políticos são useiros e veseiros como parece ser este caso. Mas, a s minhas convicções a este respeito sustentam-se numa obervação continuada e profunda das dinâmicas políticas de várias figuras de relevo do PSD e em vários outros acontecimentos de política nacional, que não vou aqui referir dada a sua extensão.

      O que lhe digo é que, efetivamente, há também muita gente que pensa que sabe alguma coisa da cidade do Porto e do resto do país e que vai demorar demasiado tempo a perceber o que se passa e o que se passou.

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  2. A jantarada no Gambrinus pode constituir mais um passo para chegar a esta regional.

    O custo da jantarada faz parte da factura global a pagar. E é aqui que os benfiquistas desportivamente vão ter que suportar se os holofotes não estiverem bem focados nesta corja. Atirem-se ao presidente do Benfica e fechem os olhos às manigancias do trafico de influencias. Amen.

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    1. António Barreto19 maio, 2012 09:41

      Essa "gandulagem" é especialista em lançar manobras de diversão, para ninguém perceber o que andam efetivamente a tramar. A maioria dos Benfiquistas e do Povo, engole logo a isca até ao bucho, com anzol e tudo.

      Essa do gambrinus não conheço. Talvez possas explicar melhor.

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    1. António Barreto19 maio, 2012 09:41

      Só para quem tem palas nos neurónios.

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    2. Movimento TB Presidente19 maio, 2012 13:08

      Excelente Toni! Põe o GB no lugar que merece! Aqui quem manda és tu!

      Toni é o maior!

      Toni à Presidência!

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  4. Isto é uma pouca-vergonha!!

    http://www.iol.pt/push/alerta/fc-porto-pede-descida-maritimo-caso-kleber-recurso-tribunais-comuns/1349454-6215.html


    http://www.iol.pt/push/economia/relvas-ameaca-publico-secretas-noticia-ministro/1349417-6187.html

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    1. António Barreto19 maio, 2012 09:42

      Já li qualquer coisa sobre isso. Obrigado pelo link; vou ver.

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    2. António Barreto20 maio, 2012 23:34

      Já sei o que se passa; qualquer dos casos é próprio de um país sem decoro! Parece que vivemos em regime pré-anárquico.

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  5. De acordo! Tentam fazer entrar pela porta do cavalo um reformulação administrativa para criar novos pelouros para caciques e trambiqueiros. Sou totalmente contra! Não posso concordar com a partição do país que foi sempre coeso ao longo da sua longa história!

    Numa altura em que o pais precisa de reduzir custos com a administração pública, paga pelos contribuintes, tentam criar novas estruturas administrativas, duplicar funções. Reparem que os políticos que mais o defendem são exactamente aqueles que irão tirar maior proveito económico desse facto!

    Como princípio, sou sempre a favor de descentralização, seja nas empresas seja na administração pública, mas isso significa sempre um aumento de custos. Não pode ser de outra maneira. Quem disser o contrário está a mentir ou não conhece a realidade.

    A aproximação ao "cliente" é sempre positiva, mas a administração pública não é uma empresa que chegando-se mais perto dos clientes consegue prestar melhor serviço ao cliente e, por arrasto, uma maior facturação. Dizer que pressupõe maior democracia não passa de demagogia barata!

    Além disso pressupõe também que as pessoas que ficam responsáveis pelos novos pelouros sejam competentes. Ora é aí que eu tenho as minhas grandes dúvidas! As poucas experiências em Portugal são assustadoras! Basta olhar para a Madeira!

    O aumento do tráfico de influências e da corrupção irá aumentar ainda mais, como já acontece na Madeira!

    A criação de uma marca "Porto", como a criação de uma marca "Lisboa", ou de uma marca "Algarve" ou "Madeira", marcas que já existem, não está nada dependente de haver uma região ou não. Não passa de mais um desculpa para enganar papalvos!

    Muitas vezes as cidades ou regiões estão associadas a produtos, indústrias, monumentos, não só em Portugal como no estrangeiro. Algarve-Turismo; Madeira -Turismo e Vinho; Milão - Moda; Cannes - Filme; Bordéus - VInho; Borgonha - Vinho; Champagne - Champanhe; Cognac - Conhaque; Detroit- Automóveis; LA - Filme; Roma - Papa/catolicismo; Palermo - Máfia; Sicília - Máfia, etc.

    Em Portugal, a palavra Porto está associada a corrupção e tráfico de influências. Antes estava, e está ainda, associada ao Vinho do Porto, que na realidade é Vinho do Douro.

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    1. António Barreto19 maio, 2012 09:49

      Muito bem Manuel. Concordo com a tua análise. É isso tudo. As vantagens da regionalização esboroam-se quando aparecem ditadores irresponsáveis como Jardim e mesmo o petulante César - embora num plano muito diferente.

      Nota que, o maior problema da dívida Espanhola são precisamente as autonomias! O traço comum de muitos regionalistas é gastar à tripa forra, que os tótós hão-de pagar.

      Na verdade, muitos dos defensores da regionalização, querem apenas as mãos livres. Quanto a napoleões, temos dois em Portugal; um na Madeira, outro no futebol. Nenhum deles serve de exemplo para ninguém.

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    2. Exactamente. Essa do exemplo espanhol é verdadeiramente assustador! Quem é tanto a favor como contra a regionalização deviam estudar isso com grande atenção. A Espanha está na bancarrota exactamente por causa disso. E agora estão aflitos porque essas regiões não querem perder o poder e o dinheiro colocando em perigo toda uma nação! Um verdadeiro drama!

      Na minha opinião, a regionalização neste momento não funciona no sul da Europa dada a idiossincrasia dos latinos! Talvez dentro de 2 ou 3 gerações.

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    3. António Barreto20 maio, 2012 23:38

      É um tema que poderemos aprofundar mais tarde, aqui, ou noutro local. Uma coisa tem que acontecer forçosamente; melhorar significativamente a eficácia das máquinas central e local...mas...no interesse de Portugal, e não de sóciopatas ressabiados.

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  6. eu sou da zona de santa maria da feira e tenho orgulho nisso...mas eu ODEIO O FRUTASCOLOPROENÇA,ODEIO TUDO TUDO TUDO QUE TENHA A VER COM ESSA SEITA DE MALFEITORES E ORDINARIOS

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    1. António Barreto20 maio, 2012 23:39

      Efetivamente, é muito doloroso, assistir impotentemente às trafulhices que vemos acontecer à nossa frente, ano após ano,sem lhe vislumbrar-mos o final.

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  7. Caro Benfiquista ANTÓNIO BARRETO, posição acerca da Regionalização,e posicionamentos políticos já pensam "esses", desde o tempo do josé maria maroto. Escrevi isto, noutra tasca Benfiquista por ter recordado uma Final no Jamor em 1980, davam os primeiros passos esses "homens sem escrúpulos"

    " Este imbecil pede antes e primeiro que tudo.

    -Que Vieira e os seus acólitos saibam o que é ética e imponham o TRIBUNAL DESPORTIVO como objectivo.

    NOTA: o "barulho" de branqueamento, vai começar com maritimo/kleber

    Este imbecil anda a mais de 10 anos a lutar por esse objectivo de Ética Desportiva.

    Agora alguém se lembra duma final no Jamor contra os tripeiros em que os lagartos não nos apoiando, manifestaram-se contra o inicio dos "homens sem escrúpulos",era vivo o jose maria maroto( pai do treinador pedroto, que esta em angola)??? Ganhamos 1-0 golo de César,um dos primeiros avançados brasileiros do Benfica,foi em Junho 1980.

    http://www.zerozero.pt/jogo.php?id=309320

    Na minha opinião é na guerra da lagartagem contra o Benfica ou do Benfica contra os lagartos que se perde a oportunidade de constituir os tais objectivos éticos. E mais recentemente os empréstimos e respectivos "juros" bancários, controlam as politicas das Sad´s."

    VIVAS ao BENFICA

    Normalmente 10 anos é muito tempo.

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    1. António Barreto20 maio, 2012 23:46

      Luis; o teu comentário é um tanto hermético, não o percebo bem, no entanto, a minha convicção é que esse combate exige planeamento e aliados idóneos em várias frentes, dentro e fora do futebol.

      Sim ao Tribunal Desportivo, mas só com a garantia de neutralização da influência portista, que parece estar por todo o lado, como se percebe pelos trabalhos que tenho publicado.

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  8. Pois acreditem que,quando Rui Rio a sair,o Porto fica mas mãos do FCP,mesmo que o lagarto Meneses seja eleito.E o Bimbo já veio dizer isso com todas as letras,que o Jogo plantou há dias na primeira página.Disse o mafioso: «Para o ano,o FCP já vai festejar o título na Câmara».Querem mais despudorada confissão de manipulação dos políticos tripeiros? Só Rui Rio,honra lhe seja,repudiou essa cumplicidade,recusando sempre receber os mafiosos.Particularmente,repudio toda e qualquer ligação entre futebol e política.Não concordo que qualquer clube vá festejar um título na Câmara,coisa que parece mais própria de Alguidares de Baixo.É na rua que se deve festejar.E assim,eu estive há três anos no Marquês e não gostei de ver a equipa no Município.Se o António Costa é benfiquista,pois que saísse e fosse juntar-se á festa.Não ccomo autarca,mas como benfiquista.Isso aconteceu depois,mas o que se passou antes foi muito mau.E agora lembro que,na CML,JJ disse que para o ano seguinte,ali estaria de novo a festejar.Viu-se...

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    1. António Barreto20 maio, 2012 23:52

      Filipe Menezes é um regionalista fundamentalista, quanto a mim, até muito mais que isso! A forma como tem apoiado o Porto através da Câmara de Gaia mostra que também apoia a estratégia da promiscuidade FCP-Região, como trampolim para chegar à CMP.

      Não há nada de mal em qualquer clube festejar na sua Câmara Municipal, uma vitória, desde que obtida com lealdade. O que dá volta ao estômago é quando esta entidade delapida recursos públicos para financiar direta ou indiretamente esse clube.

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  9. Eu repudio que se ganhem campeonatos à custa de manobras de bastidores,ainda mais se não for o meu clube a ganhar...isto para dizer:
    1º- Não acredito que o vinho do Douro se chame vinho do Porto em homenagem ao FCP;
    2º- O facto de se dizer "aeroporto" e não "aerobenfica" não me parece ter sido jogo de influências de
    Pinto da Costa.
    Parece-me,pois,bastante sinuosa a ideia de ter P.da C. assim tanto poder nas decisões de natureza política/administrativa,como parece transparecer do post.Aliás é ver-se as sucessivas vitórias (creio que cada vez com margens maiores de votos) de Rui Rio que tem, se não hostilizado,pelo menos não apadrinhado publicamente os "êxitos" do FCP.
    De qualquer modo,não há dúvidas que dentro da sua escala de (des)valores Pinto da Costa é um óptimo gestor dos interesses do FCPorto...ao contrário do nosso LFV. Só como exemplo da "magnífica" gestão de Marketing (que os benfiquinhas apoiantes de Vieira tanto apregoam...):
    Cabe na cabeça de alguém minimamente competente em Marketing, numa altura em que o Benfiquistas estão desolados pelo fracasso de mais uma época desportiva, vir a anunciar-se o "importante" acordo conseguido pelo nosso Clube com uma agência funerária??? Até parece que o Presidente quer passar a mensagem subliminar de que o Benfica vai morrer mas terá honras de um grande funeral?! Ah!Vieira Ah!pobre "rico"
    Vieira!...Como está a mais no meu Clube e como eu gostaria que ele tivesse (em sentido figurado)um grande funeral nas próximas eleições...

    BENFICA SEMPRE!!!

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    1. ... " BENFICA SEMPRE " ....

      Cheira-me sempre a hipocrisia sem limites, cada vez que vejo esta frase escrita !

      Porque será ?

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    2. Tenho o mesmo "feeling"! Porque será?

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    3. António Barreto21 maio, 2012 00:00

      Fernando; está no seu direito de repudiar a gestão do atual Presidente do Benfica. No entanto, recomendo-lhe que o faça pelas razões certas e não por pintelhos.

      Quanto ao poder de PC: francamente, já o disse e estou a demonstrá-lo; O poder reside, não em PC mas nos restantes elementos dos órgão do Grupo FCP e outros adjacentes: Amorim, Belmiro,Ludgero,Lobo Xavier, Elisa Ferreira, Alípio Dias, etc! Não temos nada equivalente no Benfica. Filipe Vieira está demasiado isolado e isso tem que mudar.

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  10. Águia Vitoriosa19 maio, 2012 11:13

    Viva o Toni Barreto!

    Viva Lisboa!

    Viva o Benfica!

    Força Toni Rêto! Estamos contigo para a glória de Lisboa, do Benfica, e contra todos os parolos do Norte!

    Parolos!

    Toni à Presidência! Já!

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    1. António Barreto21 maio, 2012 00:03

      Só contra os corruptos; não contra parolos ou patetas.

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  11. Benfiquista Tripeiro19 maio, 2012 13:01

    Vocês deviam ter mais cuidado ao falar de coisas das quais não sabem nada. Fiquem sabendo que, embora Pinto da Costa tenha apoiado claramente Fernando Gomes aquando da sua tentativa de re-eleição, este perdeu surpreendentemente para Rui Rio. E apesar de Pinto da Costa sempre ter sido claramente contra Rui Rio, este ganhou 3 mandatos seguidos. E que fique claro que, embora Benfiquista ferrenho, também sou Tripeiro e não vejo mal nenhum em o clube porto festejar os títulos na câmara. Ou o Benfica não o faz em Lisboa?!

    Por isso meus caros, antes de insultarem a cidade do Porto e os Portuenses, pensem um bocadinho ou perguntem a quem de facto lá vive e sempre viveu toda a vida. O Porto é muito mais do que futebol, mas muito mais e os portuenses não se deixam influenciar por futebolices nas eleições.

    É claro que sou contra o que se passa no futebol português, esta época foi uma vergonha, mas não admito que insultem a minha cidade, principalmente com fanatismos e exageros.

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    1. António Barreto21 maio, 2012 00:14

      O seu comentário é totalmente despropositado. Porquê?

      Não lhe admito que considere a minha crónica insultuosa para os Portuenses. É um abuso da sua parte, intolerável. Compreendeu? Não sabe ler?

      Como referi acima, não vejo mal nenhum que um clube festeje na câmara da sua cidade uma vitória. Mas não tolero que essa Câmara injete nesse clube, indiretamente, milhões de euros que vão falsear a verdade desportiva. É isso que está em causa! Nada de mistificações!

      A vitória de RR demonstra que grande parte dos Portuenses coloca os interesses da cidadde acima dos do Sr PC e do FCP; no entanto pergunto-lhe; porque não podem os Benfiquistas festejar as vitórias do seu clube na Avenida dos aliados? Porque é que, ainda não ouvi uma só voz, uma só, de portistas ou portuenses a condenar públicamente as práticas espúrias do futebol Português, que sistemáticamente beneficiam o FCP?

      Então os portuenses protistas ou não podem pronunciar-se sobre Lisboa e o resto do País e a recíproca já não? Que conversa é esta?

      Ora bolas!

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    2. Benfiquista Tripeiro21 maio, 2012 12:22

      Caro António Barreto, sei ler muito bem, muito obrigado. Mas também reparei que no texto nunca faz referência ao futebol e no seu comentário, assim do nada, lá vem o fantasma. O meu comentário era dirigido a algumas respostas, não ao seu texto. Se assim pareceu, foi sem intenção. São comentários como o desse senhor "Águia Vitoriosa" que inflamam o debate. A esse senhor nem respondo, já que sou um parolo, como ele diz.

      E também lhe posso adiantar que não conheço nenhum portuense, portista, Benfiquista, sportinguista (esses são raros, só conheço um), boavisteiros, etc., que não seja a favor da regionalização. E se vivesse cá, também era. Se tivesse projectos e fundos destinados para melhorar a sua cidade que depois são desviados para a capital, não gostava, pois não? Pois, nós também não gostamos. Como exemplos dou-lhe a suposta nova ponte e as linhas do metro. Mas não tenho tempo para explanar as minhas ideias sobre esse assunto e não estou aqui para discutir política, mas sim a situação actual do meu clube.

      Eu vi os jogos todos do Benfica este ano. Vi jogos em que não nos deixaram ganhar, como em Coimbra, na luz contra eles, etc., etc.. Mas também vi muita falta de atitude noutros, como na madeira e em Guimarães. O problema do nosso insucesso, não é só o porto clube, como diz no seu comentário. É muito mais complexo do que isso, é falta de atitude, de mentalidade ganhadora, de raça. E esse problema, se não existisse, tinha-nos permitido ganhar o campeonato este ano e a seguir esfregar-lhes na cara que, mesmo tendo sido roubados, ganhámos na mesma! E isso tinha sido possível se a equipa tivesse outra agressividade competitiva.

      Senão vejamos: primeira jornada, a ganhar 2-0 deixámo-nos empatar. 2 pontos à vida. Jogo em Guimarães, 5 pontos de vantagem, jogaram zero. 3 pontos à vida. Olhão, jogaram menos do que zero, empataram, mais dois pontos à vida. Só com estes três jogos e mesmo tendo sido escandalosamente roubados em muitos outros, tínhamos ganho o campeonato e ficávamos por cima! E aí sim, caíamos com tudo e tinha muito mais efeito. Cair duro sobre a podridão no futebol, mesmo tendo ganho, isso tem muito mais impacto! É verdade, esqueci-me do jogo da taça, que ainda me está atravessado.

      E sabe o que me preocupa ainda mais? É ver que não é só no futebol, também é nas modalidades! Alguém me explica como é que a equipa de vólei conseguiu perder o campeonato?! Como é que os júniores perderam o campeonato? Como é que ontem, no basquetebol, depois de termos ganho na casa deles e a seguir na nossa, podendo arrumar a questão na nossa casa, perdemos categoricamente?! O que é isso senão moleza competitiva?! Não há desculpas para a derrota no voleibol e (eventualmente) no basquetebol!! Estive a ver o jogo na BenficaTV e vi um pavilhão a meio gás, e em silêncio! O porto jogou como quis, tranquilamente, e o público parecia que estava no cinema! Podem ter a certeza que na quarta o pavilhão vai estar a rebentar pelas costuras e que a pressão vai ser muita. Pressão essa que gostava de ter visto ontem e, com muita tristeza, não vi!

      Falta berço Benfiquista aos atletas, raça, raça!! E isso enerva-me profundamente!

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  12. A B

    Essa do gambrinus não conheço. Talvez possas explicar melhor.
    «««««««««««««««««««««««««««

    Explicar melhor ???, talvez indo ao "master groove"
    a jantarada que "juntou" PC, Seara, Relvas e J Olibeira.

    É que sou um calão do caneco para dar à tecla.

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    1. António Barreto21 maio, 2012 00:16

      Já sei do que se trata. À falta de explicação pública convincente parece-me uma vergonha, para o ministro e para o Seara.

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  13. A conversa do androide (sr.?????) - 22.20h.
    é a mesma que oiço há muito e que levou o país a situação merdosa em que está, com tendencia a piorar para quem paga para ir ao futebol.

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    1. António Barreto21 maio, 2012 00:20

      E um Portista brincalhão!

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  14. As regiões administrativas não terão quaisquer poderes políticos que permitam aos seus responsáveis levar por diante projectos independentistas. Mesmo que o quisessem fazer, nada nos leva a pensar que teriam população suficiente para os seguir. Os portugueses do Continente uns sentem-se transmontanos, outros minhotos, outros nortenhos, outros beirões, outros ribatejanos, outros alentejanos, outros algarvios, outros lisboetas, outros não sentem qualquer afiliação regional, mas quase todos se sentem também portugueses.

    Na ausência de clivagens culturais propícias a movimentos regionais independentistas, o que mina mais a unidade e a coesão nacional é o agravamento nas disparidades entre os vários grupos sociais e entre as várias regiões. Ora a criação das autarquias regionais se não vai acabar com essas disparidades vai certamente contribuir para as atenuar.

    Pode contra-argumentar-se dizendo que com regiões o que vai haver não é mais solidariedade inter¬regional, mas sim mais concorrência entre as regiões. É certo que com responsáveis regionais fundados na legitimidade do sufrágio universal haverá maior protagonismo político a nível regional que se alimentará, em parte do confronto, com o "inimigo exterior" seja ele o poder central ou outras regiões.

    Com a regionalização essa concorrência inter-regional passará a desenrolar-se num quadro mais democrático e mais transparente do que actualmente onde, sob a capa de processos burocráticos da Administração Central e sem regras claras, certas regiões com mais facilidades de acesso ao poder acabam por ser beneficiadas em detrimento de outras.

    Actualmente o país já está dividido administrativamente em freguesias, concelhos e distritos e isso não tem posto em causa a unidade e a coesão nacional. Pode argumentar-se que este tipo de divisão administrativa é de uma escala geograficamente mais reduzida do que a das regiões o que é suficiente para eliminar o risco de desagregação nacional. É verdade, mas então considere-se o caso das Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores. A sua autonomia não pôs em causa a unidade e a coesão nacional, mesmo tendo em conta o facto, muitas vezes não referido neste debate, de que essas regiões têm atribuições e competências muito mais vastas do que as previstas para as regiões administrativas do Continente no curto prazo e na sua evolução possível a longo prazo. Pode até dizer-se que se não tivesse havido autonomia para os Açores e a Madeira a unidade e a coesão nacional poderiam estar hoje em perigo nessas regiões.

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  15. As regiões administrativas não terão quaisquer poderes políticos que permitam aos seus responsáveis levar por diante projectos independentistas. Mesmo que o quisessem fazer, nada nos leva a pensar que teriam população suficiente para os seguir. Os portugueses do Continente uns sentem-se transmontanos, outros minhotos, outros nortenhos, outros beirões, outros ribatejanos, outros alentejanos, outros algarvios, outros lisboetas, outros não sentem qualquer afiliação regional, mas quase todos se sentem também portugueses.

    Na ausência de clivagens culturais propícias a movimentos regionais independentistas, o que mina mais a unidade e a coesão nacional é o agravamento nas disparidades entre os vários grupos sociais e entre as várias regiões. Ora a criação das autarquias regionais se não vai acabar com essas disparidades vai certamente contribuir para as atenuar.

    Pode contra-argumentar-se dizendo que com regiões o que vai haver não é mais solidariedade inter¬regional, mas sim mais concorrência entre as regiões. É certo que com responsáveis regionais fundados na legitimidade do sufrágio universal haverá maior protagonismo político a nível regional que se alimentará, em parte do confronto, com o "inimigo exterior" seja ele o poder central ou outras regiões. Com a regionalização essa concorrência inter-regional passará a desenrolar-se num quadro mais democrático e mais transparente do que actualmente onde, sob a capa de processos burocráticos da Administração Central e sem regras claras, certas regiões com mais facilidades de acesso ao poder acabam por ser beneficiadas em detrimento de outras.

    Actualmente o país já está dividido administrativamente em freguesias, concelhos e distritos e isso não tem posto em causa a unidade e a coesão nacional. Pode argumentar-se que este tipo de divisão administrativa é de uma escala geograficamente mais reduzida do que a das regiões o que é suficiente para eliminar o risco de desagregação nacional. É verdade, mas então considere-se o caso das Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores. A sua autonomia não pôs em causa a unidade e a coesão nacional, mesmo tendo em conta o facto, muitas vezes não referido neste debate, de que essas regiões têm atribuições e competências muito mais vastas do que as previstas para as regiões administrativas do Continente no curto prazo e na sua evolução possível a longo prazo. Pode até dizer-se que se não tivesse havido autonomia para os Açores e a Madeira a unidade e a coesão nacional poderiam estar hoje em perigo nessas regiões.

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