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segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Benfiquistas, esses desordeiros.

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 ●  5 comentários  ● 

"Os sete adeptos do Anderlecht acusados de participação em rixa no dia do desafio da Liga dos Campeões de futebol com o Benfica (2-0) foram ilibados das acusações.

“Absolvo os arguidos (…) da prática, em co-autoria material e na forma consumada, de um crime de participação em rixa na deslocação para espetáculo desportivo”, refere a sentença a que a agência Lusa teve acesso.

Na sexta-feira, o juiz do Tribunal de Pequena Instância Criminal de Lisboa julgou “totalmente improcedente, por não provada, a acusação do Ministério Público”, daí a ausência de consequências para qualquer dos sete detidos a 17 de setembro.

O magistrado considerou que os adeptos reagiram a agressões de adeptos do Benfica e que não agiram de forma premeditada.

Segundo o Comando Metropolitano de Lisboa, nesse dia a Polícia de Segurança Pública deteve sete adeptos do Anderlecht que estavam a provocar desacatos junto ao Estádio da Luz, entre os quais o atual líder do movimento "hooligan" belga.

Na altura, em comunicado, a polícia precisou que os adeptos foram detidos junto do Estádio da Luz "no início de uma desordem que envolveu adeptos benfiquistas", sendo que os detidos estavam "todos referenciados pela polícia belga como adeptos violentos".

Durante a intervenção policial, “os adeptos confrontaram os ‘spotters’, tendo-se mesmo registado episódios de agressão a polícias”, acrescenta o texto.
Lusa / SOL"

Lá está. Envolve adeptos do Benfica? Então a culpa é dos benfiquistas,claro.

Envolve macacos super dragays? Tudo passa em claro. Até podem publicar livros a descrever os seus crimes.

É a justiça portuguesa no seu melhor. Mas realmente, o que se pode esperar do mesmo sistema que branqueou o 'Apito Dourado'?

5 comentários blogger

  1. Quando o sistema chega a este nível não há outra forma de lutar do que utilizar as mesmas armas...ou então rendemo-nos.

    Foram cerca de 100 belgas que vieram deste o metro, sozinhos, e mal chegaram às instalações do Estádio começaram as provocações. Claro que tiveram resposta e daí à confusão geral foi um pulo. Apontar os benfiquistas como os instigadores é demasiado revelador do que se passa na nossa justiça. Sendo o SLB o clube com mais adeptos como é possivel isto acontecer? Todos os benfiquistas foram afastados dos centros de poder e decisão ou simplesmente venderam-se?

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  2. Ao pé destes meninos inocentes, o Jorge Jesus é um anjo e só poderá ser também absolvido. Ou será que não?

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  3. Cada vez sinto mais vergonha de ter nascido português,uma vergonha de justiça!

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  4. Isto é verdade? http://portistasanonimos.blogspot.pt/2013/10/uma-liga-profissional-muito-pouco.html

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  5. E depois dá nisto...

    http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=660570

    Espanhola escreve sobre as inúmeras impunidades que ocorrem em Portugal

    A espanhola Virginia López, correspondente do jornal espanhol El Mundo e da rádio espanhola Cadena SER e comentadora nos programas Esplendor de Portugal (Antena 1) e Hora de Fecho (RTP Informação), escreveu «Impunidade», obra que aborda os 15 escândalos que abalaram a democracia portuguesa. A edição é da Esfera dos Livros.

    «A 5 de Dezembro de 1980 o avião onde viajava Sá Carneiro, o primeiro-ministro português caiu sobre Camarate. Acidente ou atentado? O caso prescreveu há 15 anos, sem resposta.

    ...

    Em 2005 estalou o escândalo do Freeport que arrastou o nome de José Sócrates para a praça pública. O então primeiro-ministro nunca foi ouvido pela Justiça. Tal como nunca foi ouvido Paulo Portas no Caso Moderna, ou no Caso dos Submarinos. Sete anos mais tarde os dois únicos acusados no julgamento Freeport foram absolvidos de todas as acusações por falta de provas.

    Também por falta de provas foram arquivados os três processos com que teve de lidar o presidente do FC Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa, no âmbito da investigação Apito Dourado. Apesar da condenação a perda de mandato, Valentim Loureiro não abandonou o seu cargo de autarca de Gondomar.

    ...

    Estes são alguns dos 15 escândalos a que Portugal assistiu em 40 anos de democracia. Virginia López, correspondente há dez anos do jornal El Mundo e da Radio Cadena Ser, olha para estes casos com um olhar objetivo e distante, traçando a sua história e a forma como a justiça atuou. Uns por prescrição, outros por falta de provas, outros porque os recursos sucessivos para instâncias superiores e outras ferramentas disponíveis dos advogados talentosos e dos clientes com dinheiro, atrasaram uma decisão da justiça. Em qualquer um dos casos há uma sensação de impunidade na sociedade portuguesa.

    ...Quem ganhará a batalha que se quer cega e justa? A justiça ou a impunidade?»

    LR

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