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terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Querem evitar que o Futebol português desapareça?

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 ●  24 comentários  ● 
15 sugestões para acabar com o tráfico de influências, corrupção e clientelismo no futebol português:

- Impor uma limitação de até 8 anos ou 2 mandatos aos dirigentes nos clubes, associações e federação, obrigando a uma regeneração
Um período de 8 anos é mais do que suficiente para a implementação de um programa de gestão ou desenvolvimento desportivo. Por cada dois mandatos executados como dirigentes desportivos (SAD, Clubes, Associações ou Federação), terão que estar outros tantos afastados do qualquer cargo em qualquer destes organismos. 
Esta medida visa terminar com as relações de poder que se perpetuam, bem como as dependências entre clubes, dirigentes e processos de decisão.

- Impor uma regulação mais apertada da ERC a jornais, revistas e programas televisivos

Uma impunidade geral é tudo o que se pode dizer da comunicação social dos dias atuais. São os primeiros a destruir o "negócio" que lhes permite subsistir. Campanhas como as da Cofina contra o Benfica, outrora igual contra o FCPorto no Apito Dourado, jornalistas amordaçados e avençados... enfim.
A ERC tem que impor penalizações graves para condutas impróprias em programas de TV, podendo levar à suspensão definitiva dos mesmos caso se verifiquem acusações improvadas de crimes ou suspeições, caso se verifiquem insultos ou faltas de respeito .
A ERC deverá igualmente ter um orgão que, mediante queixa dos visados, poderá validar junto do orgão de comunicação social sobre a veracidade / autenticidade dos factos, penalizando os orgaos que "fabriquem" notícias ou penalizando os visados que se queixem sem propósito limitando as queixas.

- Acabar com a Liga de Clubes
A organização dos campeonatos deverá estar sob a responsabilidade da FPF e dos orgãos eleitos neste organismo.

- Sujeitar os orgãos de Disciplina e Arbitragem da FPF a uma eleição independente
(Quase) Concordando aqui com o Bruno de Carvalho, tal como nos clubes acontece com os Conselhos Fiscais e a Assembleia Geral, também para o Conselho de Disciplina e Comissão de Arbitrgem deverão haver eleições, programas eleitorais, debates públicos, etc. As eleições devem ser feitas pelos clubes em pesos iguais independentemente da sua dimensão e deve haver também uma votação do Min Educação (com peso superior) em representação do voto do povo /adeptos.

- Imposição de um regime disciplinar e deontológico a todos os dirigentes desportivos
Os dirigentes desportivos devem poder ser destituidos dos respetivos cargos pelas FPF em caso de recorrencia de comportamentos que violem o regime disciplinar que vise assegurar a defesa do bom nome do futebol e das instituições. Devem acabar-se com suspensões falaciosas e impor um regime de destituição em caso de violação do codigo de conduta.

- Aumentar significativamente os vencimentos profissionais dos arbitros da I e II Ligas
Num desporto onde circula tanto dinheiro, os árbitros terão que deixar de ser o elo mais fraco e usufruirem vencimentos, de acordo com a categoria e indexado ao nível de médio de vencimentos dos três clubes grandes combinados.
Se são os três grandes que mais beneficiam e pressionam o sistema, então quanto mais pagarem aos seus jogadores, mais terão que aceitar que a FPF canalize para os vencimentos dos arbitros.

- Nomeação de delegados dos clubes para o VAR em todos os jogos
Cada clube em jogo deverá ter o direito a ter um representante no centro de análise de jogos do VAR a assistir ao processo de anáise das imagens. Os delegados não poderão intervir, apenas serão elementos consultivos e inibidores de acções menos próprias.

- Impor controlos antidoping a TODOS os atletas profissionais em todos os jogos oficiais
Esta medida fala por si própria. Não poderão continuar a existir esquemas de equipas com "super poderes" em determinados jogos ou em determinadas partes de jogos. TODOS os intervenientes (18 por equipa) deverão ser alvo de controlo em TODOS os jogos.

- Limitar o número de repetições de lances a uma repetição por lance em cada jogo.

Cada lance deverá ser repetido uma vez no decorrer do jogo e não mais. As imagens a disponibilizar às redações deverão ser as mesmas que foram visualizadas durante o jogo e não as dezenas de cameras que permitam escalpelizar os lances até à exaustão nos sites e programas de TV

- Não disponibilização da "linha de fora de jogo" nas transmissões televisivas
Se existe VAR, não precisamos de mais um elemento de discussão. O VAR decidiu, os clubes estavam presentes... está dedicido

- Transmissão dos jogos da I e II Liga passa para a responsabilidade de FPF sob financiamento dos clubes
Atualmente os prestadores de serviços de produção de jogos (é sempre o mesmo para  Sporttv e BenficaTV) cobram esse serviço aos detentores dos direitos. Esse valor deverá ser adicionado à verba paga aos clubes que, por sua vez, a pagarão à FPF que ficará com a responsabilidade sobre a idoneidade de todas as transmissões.

- Limitação dos planteis a 21 jogadores não formados nos clubes
Com vista a fomentar a competitividade dos campeonatos, a utilização de jogadores da formação para colmatar lesões e castigos, etc.

- Fim dos empréstimos a clubes da mesma divisão
Medida auto-explicativa e tal como existente em Inglaterra. Nada de emprestimos, nada de utilizar este expediente para pagar favores.

- Limitação dos planteis de formação a 25 jogadores por escalão etário
Este procedimento visa acima de tudo os escalões de formação. Atualmente os grandes clubes simplesmente secam qualquer clube de menor dimensão no que respeita a recrutamento de jogadores, chegando a alimentar escalões com equipas A, B, C e D. Isso retira competitividade aos campeonatos de formação e leva a que sejam sempre os mesmos a vencer e a ter os jogadores de qualidade.
Desta forma, os clubes têm obrigatoriamente que abdicar de jogadores, têm que fazer escolhas mais assertivas e têm que pagar pela formação de jogadores que realmente querem ter e não formaram, com isso financiando clubes de menor dimensão que apostem na formação.

- Realização de "Processo de Seleção" de jogadores no último ano de formação
À semelhança do que ocorre nos EUA, anualmente todos os clubes deverão nomear 3 jogadores do escalão de juniores para um processo de seleção onde os clubes menos bem classificados serão os primeiros a selecionar os jogadores e os melhores classificados os últimos. Todos os clubes podem não selecionar ninguém, mas serão obrigados a nomear para o processo.
Nos EUA este processo ocorre com as faculdades, mas como esse não existem em Portugal essas equipas de universidade, este processo (que pode ser conseptualmente melhorado) poderia ser uma forma de nivelar os escalões de juniores, ajudar a preparar melhores planteis com jovens de qualidade e assim nivelar a qualidade dos planteis de equipas de menor dimensão.

24 comentários blogger

  1. Concordo totalmente com o ponto 1. Começando pelo LFV, que já devia ter guia de marcha.

    Não percebi o ponto 2. Na altura do apito dourado houve campanha da comunicação social contra o FCP? Pensava que a campanha foi sair a verdade no youtube.

    De resto, li apenas por alto. Se se mudasse uma coisa que fosse já era bom, para quê pensar em mudar 15?

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    1. Bem, há algumas coisas com as quais concordo, outras não.
      Interessante é esta de vir falar apenas no ponto 1, porque o resto apenas "leu por alto". Naturalmente!

      Sem LFV não tínhamos sido tetra. Mas isso para alguns "adeptos" é "pinatas".
      Para os não adeptos é o que eles desejam a todo o custo!

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    2. Meu caro, ataques ad hominem é de quem não sabe discutir. Espero que no Benfica tenhamos liberdade de expressão, que não seja benfiquistas vs benficados.

      Como eu, muitos outros benfiquistas estão fartos de LFV. Eu estou, certamente, desde que começaram os negócios estranhos com o Atlético de Madrid e desde que a estrutura do Benfica foi preenchida com gente inadequada.

      Sem LFV não seríamos tetra? Porque não? Se não tivesse havido LFV, teria havido outro presidente. Melhor ou pior, não temos acesso a nenhuma realidade alternativa que o permita saber.

      Apenas li o resto por alto, sim. E explico já porquê: a menos que o GB concorra a alguma coisa e ganhe, não tem hipótese nenhuma de concretizar nenhum dos pontos. Se o objectivo fosse lançar uma discussão, ter 15 pontos seria tudo menos eficaz: mais vale a pena fazer força num ponto que ter razão em 15. Talvez seja muito cinismo da minha parte, mas acredito muito pouco na capacidade do futebol português de se regenerar. Acreditava mais se o presidente do Benfica fosse outro que me parecesse mais credível.

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    3. Já agora.. Só falei do meu desejo do presidente do Benfica ser outro porque não tenho qualquer interesse em discutir a casa dos vizinhos. Mas se me perdoam a contradição, um na cadeia e outro numa instituição para pessoas com perturbações, seria um bem para a sociedade. A constante gritaria do verde e as frutas podres do azul tornam o futebol português um local muito mal frequentado.

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    4. Escusas de te desculpar. Toda a gente percebe onde queres chegar.
      Não é com gente como tu que o Benfica chegou onde chegou. Chegou onde chegou, apesar de haver pessoas como tu.

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    5. Meu caro anónimo, discutir ideias é diferente de discutir pessoas. Aprenda a discutir ideias. Discutir pessoas é mais no Facebook do outro.

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  2. Aplaudo a tua iniciativa com um aplauso de pé, logo mais direi o que vejo, abraço.

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  3. Concordo com tudo excepto a independência dos árbitros

    Estariam em roda livre se fossem independentes

    Muitos árbitros e potenciais dirigentes do CA são filhos do Apito Dourado...e será preciso limpar esse esterco antes

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  4. Concordo com boa parte.
    O que dizes sobre a produção das transmissões não corresponde à realidade. Há 3 empresas bem diferentes a fazê-lo.
    Cumps

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  5. 1. Intromissão na vida privada de associações privadas.
    2. Erc... Sim. Mas os jornais do privados e têm o direito de ter linhas editoriais... não gosto não compro.
    3. Volta ao passado?
    4. No seguimento da anterior... Quem vota na FPF são as associações. Quem faz estas duas propostas simultaneamente não sabe o que está a falar. E então aquela de meter o ministro a votar como "representante" do povo! Lol... As associações e federações não têm nada com o "povo". E até o mais "desconhecedor" sabe que a FIFA impõe total autonomia às federações.
    5. Já existe. A solução para o não cumprimento dos regulamentos não são novos regulamentos... é punir quem não cumpre.
    6. Pagas tu? E os erros deixam de existir? não.
    7. Talvez a mais exequível.
    8. Pagas tu? Nem no Mundial isso existe.
    9. Para seres roubado e nem dares conta?
    10. Se com linha é o que é... Sem minha é que ia ser bonito.
    11. Idoneidade? Lol. E ainda para mais só com 1 repetição e sem linhas... É que ia ser bonito... Comer e calar. A única forma de não haver manipulação é haver informação...
    12. 13. 14. Só atrasaria ainda mais o futebol pt. Se fosse implementado a nível UEFA... Seria diferente. Assim... Estamos a auto impor limites ao próprio desenvolvimento.
    15. Sabes o que são ligas fechadas? Comparar o processo de seleção de alguma qualquer liga americana com às europeias não faz sentido devido a esse factor.

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    1. Deste-te ao trabalho de comentar 1 a 1 apenas para teres o prazer de discordar?

      Já te respondo quando tiver tempo...

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    2. Discordo e apresento o porquê... Se dissesse só discordo não tinhas por onde contra argumentar.

      PS. Como já disse muitas vezes... Prefiro comentar quando discordo do comentar a dizer "muito bem... É isso mesmo". Fico a aguardar.

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    3. http://www.record.pt/internacional/competicoes-de-clubes/liga-dos-campeoes/detalhe/klopp-portugal-tem-um-sucesso-incrivel--no-futebol.html
      Mas isso é o klopp a dizer... Para ti ou se muda tudo de alto a baixo ou desaparece.
      Já agora... Existe algum desporto, industria, atividade... Que seja mais competitivo relativamente à Europa do que o futebol? Se calhar só o turismo... mas para ti só mudando tudo e com medidas algumas contraditórias entre si e medidas não testadas em lado nenhum ou que quando testadas deram mau resultado é que não desaparece!

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  6. Logo o primeiro ponto não faz sentido.

    Cumprimentos

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    1. Suponho que saibas justificar

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    2. No meu comentário reclamas porque respondi ponto a ponto... Aqui ao jf reclamas porque não apresenta a justificação.

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  7. Quem é que pode "impor" uma limitação aos mandatos dos dirigentes dos clubes, se os mesmos são escolhidos pelos sócios,de acordos com o que está estatutariamente estabelecido?

    O decreto-lei aprovado em 2005 pela AR e que deu vida própria à ERC, só pode ser alterado por proposta dos deputados; ainda que concordando com a criação de regras mais apertadas para a ERC,e sobretudo com coimas mais pesadas para os prevaricadores, estaremos sempre dependentes da vontade politica dos senhores deputados.

    Voltarmos de novo a 1978 e retirar a liga de clubes ás garras do fcp, é na minha opinião completamente impensável e dificilmente exequível nos tempos que correm; se pensarmos que o fcp ganhou 21 títulos entre Campeonatos Nacionais e Primeira Ligas e o Benfica 13, dá para perceber o porquê de terem desaparecido tantos clubes desde a Estremadura até ao Algarve !

    Não concordo com o aumento dos vencimentos dos árbitros das 1ª e 2ª ligas porque na minha óptica esse aumento não lhes vai aumentar o discernimento, nem a capacidade de julgar com imparcialidade, porque como diz o povo, " quem torto nasce, tarde ou nunca se endireita " .

    Sobre outros pontos não me pronuncio devido à complexidade dos mesmos quer no aspecto técnico quer na logística dos meios e sobretudo na componente humana que é ainda a mais importante e mais susceptível...

    P.S.ainda a propósito do Var, um artigo muito interessante sobre a sua utilização na Bundesliga que foi pioneira na introdução desta tecnologia

    https://www.foxsports.com.br/news/330172-uso-do-arbitro-de-video-comeca-a-ser-questionado-na-bundesliga

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  8. O ponto 15 não faz sentido.

    Vai fazer-se o quê?

    Oferecer um Renato Sanches ao último classificado de borla? Não me parece.

    Meter os 3 piores juniores no processo de selecção? Esses possivelmente ficam um ano na B e saem para um dos últimos classificados, ou segunda Liga.

    Não vale a pena estar a impor algo que já acontece com naturalidade, os jogadores formados pelos melhores clubes que não ficam no plantel pricipal são absorvidos pelos clubes pequenos.


    ROC

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  9. Esta tua bipolaridade espanta-me. Enorme post. Concordo com tudo. Parabens! Assim da gosto. SL
    Diogosr1

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  10. Vou-me abster de comentar quase tudo mas queria comentar um ponto com o qual não concordo nada e outro com o qual concordo plenamente.

    O último ponto não faz sentido nenhum... quem paga a formação dos jogadores? Se são os clubes, como podes propor que não sejam eles a colher o fruto do investimento?

    E nem falo do Benfica... imagina um Braga ou um Guimarães... finalmente têm uma pérola na formação e coincide com um ano em que fazem uma boa época e ficam em terceiro... e é aquele jogador que poderá levar a equipa a outro nível... e perdem para o jogador para o Belenenses que na época anterior se safou da despromoção à rasca... nada justo.

    Há que ter uma noção das diferenças de uma NBA para uma liga portuguesa... e de todo o sistema americano para o europeu.


    E concordo plenamente com o fim dos empréstimos. Sei que há formas de contornar isso (as clausulas de compra por mais 100 mil euros ao fim de um ano ou dois) mas é algo que faz todo o sentido. Falam tanto de distribuir as receitas televisivas mas isto permitiria isso... os clubes grandes iriam pagar menos salários por não ter onde colocar os jogadores e os clubes pequenos teriam mais jogadores a querer mostrar serviço aumentando o interesse nos seus jogos. Acrescentava um limite de idade para as equipas B (tipo jogos olimpicos, onde acima daquela idade só poderiam ter 3 ou 4 elementos) para complementar a proibição dos empréstimos.

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  11. Os empréstimos são permitidos entre clubes da Premier League:
    https://www.premierleague.com/news/464747

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  12. a minha opinião e contributo para o debate:
    - Impor uma limitação de até 8 anos ou 2 mandatos aos dirigentes nos clubes, associações e federação, obrigando a uma regeneração
    Percebo a ideia, mas tal como não concordo com a limitação de mandatos de eleitos nas autarquias não posso concordar com a limitação da liberdade de participação dos cidadãos no Movimento Associativo.

    - Impor uma regulação mais apertada da ERC a jornais, revistas e programas televisivos
    Está mais que demonstrado que as "entidades reguladoras" nunca funcionam e que o mercado, só por si, não se consegue controlar e impedir a sua vertigem devoradora de auto-destruição.

    - Acabar com a Liga de Clubes
    Discordo. Acho que é importante serem os clubes a decidir da organização da sua competição e é positivo que o futebol profissional fique separado do futebol de formação e amador.

    - Sujeitar os orgãos de Disciplina e Arbitragem da FPF a uma eleição independente
    Discordo. Devem ser listas únicas para haver uma responsabilidade cabal perante o seu funcionamento. Eleições independentes fomentam a desresponsabilização da direcção da FPF/Liga e a anarquia que vivemos.

    - Imposição de um regime disciplinar e deontológico a todos os dirigentes desportivos
    Esta matéria deve desenvolver delineada na Lei de Bases do Sistema Desportivo, num contexto de definição das linhas orientadoras do desporto em Portugal, com regulamentos disciplinares complementares nas federações.

    - Aumentar significativamente os vencimentos profissionais dos arbitros da I e II Ligas
    Obviamente que a profissionalização deve ser acompanhada dos necessários incentivos financeiros.

    - Nomeação de delegados dos clubes para o VAR em todos os jogos
    Concordo que pode ser interessante. Mas depois vamos ter o mesmo problema de sempre com os "relatórios" que são publicados ou não.

    - Impor controlos antidoping a TODOS os atletas profissionais em todos os jogos oficiais
    As linhas orientadoras da WADA são suficientemente esclarecedoras do caminho a percorrer.

    - Limitar o número de repetições de lances a uma repetição por lance em cada jogo.
    - Não disponibilização da "linha de fora de jogo" nas transmissões televisivas
    A medida passará sempre por uma alteração de mentalidades que penso que está já a ter o seu caminho. Há muita gente que não se revê nos modelos tradicionais dos "paineleiros" a comentar os erros da arbitragem. Aposta terá que ser na valorização de novos espaços de debate do futebol, onde se fale mesmo de futebol. Neste sentido, o NGB tem muito a aprender porque quase não se fala de futebol mas fala-se de muita coisa à volta dele.

    - Transmissão dos jogos da I e II Liga passa para a responsabilidade de FPF sob financiamento dos clubes
    A FPF ou a Liga não têm capacidade própria para a produção dos conteúdos. Considero igualmente que este não é problema fundamental. Mais importante é garantir a centralização das transmissões para garantir o reforço do financiamento dos clubes.

    - Limitação dos planteis a 21 jogadores não formados nos clubes
    Propunha regras semelhantes à UEFA com limite nos 23 jogadores.

    - Fim dos empréstimos a clubes da mesma divisão
    Nem em Inglaterra isto tem tido seguimento. Em Portugal, com a distorção competitiva que existe os empréstimos são fundamentais para garantir melhoria competitiva da liga e dos jovens jogadores.

    - Limitação dos planteis de formação a 25 jogadores por escalão etário
    Pode ser uma ideia interessante.

    - Realização de "Processo de Seleção" de jogadores no último ano de formação
    Não faz sentido no futebol nacional porque há um custo associado com a formação do Jogador que o clube perde com a saída dele directa para o clube que o nomear. Este sistema de "Draft" tem sido inclusivamente colocado em causa nos EUA porque desvirtua a competição, recompensado a incompetência das piores equipas e limitando o acesso dos melhores jogadores às melhores equipas, condicionando a sua liberdade laboral.

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  13. Abram aqui uma campanha para a revisão dos estatutos, criem um movimento virtual para rever, com sentido crítico, aquilo que deve ser lei dentro do Benfica, terás a minha constribuição!

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  14. começa logo no ponto um poderíamos era começar por implantar essa regra cá no clube, e no caso não tem nada a ver com o actual presidente.
    mas como vês é logo essa que dá mais polémica.

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