No meu tempo o Benfica ainda era do povo...
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sábado, 29 de setembro de 2012

No meu tempo o Benfica ainda era do povo...

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Se há frase da qual não gosto nada é aquela do “No meu tempo é que era...” Não gosto porque acho presunçoso da parte de quem a diz, porque não percebe que limita e castra quem a ouve, como se ter vivido certas épocas implique algum mérito pessoal ou reflita algo de brilhante que há em nós.
Eu por exemplo sempre ouvi falar do Borges Coutinho, do Fernando Martins e do Eusébio mas, na verdade não são do “meu tempo”, e até mesmo de Eusébio, o que conheço é a lenda e as melhores jogadas que volta e meia passam na televisão. Não tenho dúvidas que para os mais velhos esses é que eram os “tempos”, os “tempos” do Benfica na sua maior dimensão.

Mas o meu “tempo” é o final dos anos 80 e década de 90, esses são os “tempos” que recordo, sabendo de antemão que alguns dirão que o meu tempo marca no fundo o início do declínio do clube do meu coração e que nunca conheci o Benfica no seu máximo esplendor.

Recordo com saudade as manhãs em que fazia gazeta à escola, enfiava-me no comboio da Linha de Sintra e ia até à Luz. Adorava quando os jogadores saíam do balneário em carne e osso e faziam a caminhada até ao campo número 3 por entre o povo que os interpelava.

Adorava o som daquelas caminhadas por entre os craques, as conversas curtas e os pedidos de autógrafos, por entre o som dos pítons de alumínio das chuteiras dos jogadores a bater nas pedras da calçada.

Havia alguns adeptos que ali cirandavam todos os dias, lembro-me de um Sr. Fonseca que conhecia as histórias todas.
O Fonseca já era velho e vestia sempre o mesmo fato, mas aquele era o templo onde emanava os últimos rugidos da alma, era sempre o primeiro a chegar e o último a sair, só pelo prazer de trocar meia dúzia de palavras e apertar a mão aos jogadores por entre a porta de vidro debaixo da enorme águia de bronze no antigo Estádio da Luz.

Lembro-me do já falecido Artur Semedo, o adepto incondicional, o “luva preta” que dizia sempre orgulhoso que a religião dele era o Benfica, em lágrimas no verão quente de 93 à porta da Luz, quando Sousa Cintra anunciou o caos e Paulo Sousa e Pacheco se mudaram para Alvalade.

Lembro-me desse mesmo Verão quente, do nosso templo cheio de adeptos anónimos em vigília e prontos para tudo, como se tivessem ouvido na rádio que estava eminente um ataque de Bin Laden às velhinhas Torres da Luz.
Lembro-me da chegada do Grande Jorge de Brito, da sua chegada apoteótica com João Pinto a seu lado, a alma que esse resgate feito pelo já debilitado presidente (mas que respirava Benfica por todos os poros) deu a todos os Benfiquistas e ao Benfica, a “raiva” que despoletou em cada um de nós e nos fez transcender, vindo depois a conquistar o campeonato seguinte numa época dificílima em que o dinheiro era escasso, já sem Paulo Futre, sem Paulo Sousa nem Pacheco, mas com Toni e com João Pinto a marcar 3 em Alvalade, com os “traidores desertores” a jogar de verde e o terrorista Sousa Cintra e engolir em seco na bancada.

Esses foram pois os “meus tempos”, os “tempos” do Benfica clube do povo em que todos se sentiam como parte de algo. Alguns, mais novos que eu, dirão um dia a outros mais novos que eles, que “no tempo deles é que era”, a grandíssima primeira década de 2000, do Luís Filipe Vieira que salvou o clube das trevas, do Mago Aimar, de alguns treinos à porta aberta na Academia do Seixal e da venda histórica de um belga que nos fez derrotar finalmente o FCP no campeonato dos euros. Cada um constrói as suas lendas.

A acesa Assembleia Geral da última quinta-feira levou-me pois de novo ao passado, fez-me recordar o Benfica do “meu tempo”. Sim, porque esses, apesar de tudo também foram tempos difíceis, também foram tempos de contestação, de diversidade de opiniões, de Assembleias Gerais acesas e confrontos eleitorais históricos.
De alguma forma LFV conseguiu no seu “reinado” silenciar essa oposição, e aqui me confesso, aplaudi o feito porque para mim essa oposição não passava de uma “cambada” de interesseiros, com muita vontade de aparecer, com muito para dizer, com muito para destabilizar mas muito pouco para oferecer.

Mas tal como LFV, talvez também eu tenha cometido o erro de não perceber que a discussão faz parte da vida e especialmente de tudo aquilo que se vive com paixão, e que para “silenciar” essa oposição só existe um antídoto válido, VITÓRIAS, vitórias essas que infelizmente para todos nós têm sido bem poucas, não podendo por isso LFV reclamar para si esse estatuto que o poria a salvo das criticas.

E por isso, chegados hoje a vésperas de mais um período eleitoral, começo de facto a sentir necessidade de dizer que “no meu tempo é que era”. Porque o que vejo hoje à volta do meu clube é um imenso vazio. Porque ao Benfica de LFV falta de facto discussão.

Luís Filipe Vieira não pode exigir de facto mais um cheque em branco aos benfiquistas, sem ter de prestar contas nem responder a perguntas de ninguém, depois de falhar claramente no mandato que anunciou como o do sucesso desportivo, e para mais depois de vender Javi Garcia e Witsel no último dia do mercado para equilibrar contas, uma espécie de mensagem para Jorge Jesus de “Agora desemerda-te”, adivinhando já todos nós mais uma época em que voltaremos a ser salão de festas para os eternos rivais.

LFV não pode mais decidir sozinho as grandes questões do Benfica sob o silêncio que o seu estatuto legitima, ignorando as questões que muitos têm para lhe fazer, e diga-se, totalmente legítimas, de gente que enche o estádio e paga quotas com sacrifício, e que tanto tem direito aos elogios como às críticas.

Não vou ser eu a dizer aqui se LFV merece ou não continuar a ser presidente do Benfica. Essa tarefa será tomada por cada sócio em consciência, é preciso é que LFV dê aos sócios as respostas que exigem para poderem votar em consciência. É preciso mais do que discursos demagogos de 50 votos recitados nas Casas do Clube onde se garantem eleições! No términos de mais um mandato de LFV, que temos nós para festejar? Títulos? Saúde financeira? Independência em relação aos poderes instalados? Como se pode neste contexto, exigir apenas e só mais um cheque em branco? Para fazer o quê? Para nos levar para onde?

Como se pode neste contexto ignorar a história do Benfica, uma história marcada pelo confronto e a diversidade de opinião, e exigir união como Rui Gomes da Silva exigiu a todos neste blogue, união como se nem sequer existe um programa ou um rumo para discutir, se ninguém sabe sequer, ao fim de tantos meses, que merda LFV pretende fazer em relação à negociação dos direitos televisivos com a Olivedesportos? Está à espera da reeleição para anunciar o que já todos sabemos?

Se LFV não percebeu ainda os sinais por detrás da fumarada que ficou da última Assembleia Geral, aqui fica o que penso: É que, das duas uma, ou LFV é reeleito no próximo mês de Outubro, apresentando um programa e derrotando uma oposição, seja ela quem for, que terá forçosamente de aparecer, indo à televisão debater o clube, e não fazer como fez na última reeleição, na qual se recusou a debater com Bruno de Carvalho porque, segundo o presidente, a obra feita falava por ele... Ou então Sr Luís Filipe Vieira, adivinham-se tempos difíceis, porque o Senhor estará sentando sobre um barril de pólvora prestes a explodir à primeira derrota.

A ironia dos tempos a que chegámos, é que neste momento e no atual contexto, e depois de algum mérito que terá tido em ter conseguido secar tudo à sua volta, talvez o Senhor precise mesmo de oposição para legitimar o seu poder. Para bem da democracia e para continuar a ser fiel à nossa história, e para que também as gerações mais novas possam dizer um dia: “No meu tempo o Benfica ainda era do povo.”
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12 comentários blogger

  1. Águia Preocupada29 setembro, 2012 22:55

    Aqui está um post que me encheu as medidas! É verdade que o nosso tempo é sempre o melhor porque esse, foi normalmente o da nossa juventude!
    Mas no caso do nosso clube, só já muito poucos poderão falar do seu tempo... Eu tive o privilégio de ainda ver ao vivo Eusébio, J.Augusto, Torres Simões. Mas hoje, só alguns poderão recordar com saudade, Bento, Humberto Coelho, Alves e Toni. E ainda esse pequeno genial Chalana, Diamantino, Néné, Carlos Manuel... Depois destes e de muitos outros destas três gerações, o que sobrou? Pouco, Muito pouco. E os jovens de hoje, velhos de amanhã, não poderão por certo falar do seu tempo com o orgulho com que eu o faço. Infelizmente!
    E que saudades dessas romarias que fala! E que a imagem tantas vezes testemunhou!
    Os tempos são outros é verdade, mas as ambições de quem o gere são outras também e pior, são pessoais.
    Tenho medo, muito medo pelo futuro que já está ao virar da esquina. Nada de bom se vislumbra a menos que uma grande reviravolta aconteça.
    LFV está colado à cadeira, qual Sadam, Kadaffi, Assad ou Mugabe. E não vejo nos benfiquistas a garra, a força, a alma, a coragem, o querer, o benfiquismo para o destronar. Depois, a conjuntura política, financeira e social do país também não ajuda em nada. A desmotivação que gera a todos os níveis em cada um de nós torna-nos passivos, impotentes e mesmo displicentes! E ele e a sua trupe, sabem lidar com isso muito bem!

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  2. Aguia desapontada29 setembro, 2012 23:29

    Parabens Red Moon ja muito tempo que nao tinha o privilegio de o ler gostei sim do post,mas a verdade no meu tempo e que era eu via o estadio da Luz abarrotar com 120 mil pessoas mais que uma vez,hoje em 3 jogos nao sei se conseguem isso, aquilo era uma loucura pois nao a tempo como no nosso tempo parabens pelo teu post adorei.

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  3. Sejas bem regressado. O Benfiquismo agradece!

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    Respostas
    1. Fica sempre o bichinho... e aqui estamos mais uma vez:))

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  4. QUE GRANDE BENFIQUISTA

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  5. E ONTEM OS BOTAFOGUENSES
    LEVADOS AO COLINHO
    PELO APINTADOR ???????????

    SÓ O BENFICA TEM SIDO ROUBADO

    COM APINTAGENS CORRECTAS

    LIDERÁVAMOS ISOLADOS COM:

    4 DE AVANÇO DOS CORRUPTOS
    6 DE AVANÇO DOS CORRUPTOS B
    9 DE AVANÇO DOS BOTAFOGUENSES

    MAS PARA ISSO ERA PRECISO
    QUE O XISTREMA E O SÓ ARES HÁ DIAS
    APITASSEM COMO DEVIA SER

    EIS O FUTEBOL BANDALHO E FRUTADO

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  6. Redmoon

    Bom regresso.

    Ainda não pude ler devidamente post, o que farei e depois comentarei mas pelo que li penso que o opy paste que a seguir insiro irá de encontro do pensamento de muitos Benfiquistas.

    Espero que me desculpes pois acho isto pertinente.

    """"""""""""José Tomaz: “A arbitragem teve uma série de decisões estapafúrdias”
    Decorreu, este sábado, um jogo particular frente ao Cáceres e que não terminou, pois a equipa de Basquetebol do Sport Lisboa e Benfica decidiu, prejudicada pela arbitragem, abandonar o terreno de jogo. À Benfica TV, o presidente da secção do Clube, José Tomaz, explicou as razões para tal atitude.

    “Aconteceu algo que nunca tinha visto e o Benfica, em defesa dos seus jogadores, optou por sair de campo. A arbitragem teve uma série de decisões estapafúrdias e no final da primeira parte, o adversário já tinha beneficiado de 33 lances livres. Acalmou na segunda parte, mas na parte final recuperámos no marcador e inventaram faltas”, começou por lamentar.

    Mas o dirigente “encarnado” acrescentou: “Porém, o mais incrível é terem assinalado uma falta a Betinho que não existiu, ele fica espantado e assinalam-lhe falta técnica, depois protesta e assinalam-lhe outra e consequente desqualificação, bem como a Miguel Minhava. Junta-se a isso a expulsão a Carlos Lisboa e no meio disto tudo teríamos de jogar os últimos três minutos com quatro jogadores e não nos sujeitámos a isso."""""""""""""".

    E porque não fazer isto mais vezes principalmente no futebol....digo eu.





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  7. Parabéns pelo post. Pelas preocupações que denota, pelo equilíbrio, pelo tom apaziguador, tão necessário nas alturas conturbadas.
    Tal como o Governo não pode desprezar os sinais de descontentamento que grassam entre o povo que trabalha e sofre, também Luís Filipe Vieira não poderá fingir que não percebe as preocupações e a impaciência dos benfiquistas, todos eles, mormente os que pagam cotas e acompanham a(s) equipa(s) para todo o lado.
    Há aspetos da gestão do clube que não agradarão, penso, a NENHUM BENFIQUISTA: os apoios ao Gomes e ao patrãozinho da Liga; as indefinições face ao Oliveira; o relacionamento institucional com o presidente do Braga; as insuficiências da comunicação sempre que se justifica a defesa pronta e intransigente do Benfica face às roubalheiras e ataques soezes de que é vítma; a nem sempre, pelo menos para mim, treinador de sofá,compreensível gestão do primeiro plantel de futebol (não consigo entender o empréstimo, esta época, do Amorim, que bastante falta nos tem feito, por exemplo; também não percebo tantas contratações que resultam em nada, e a falta de uma maior aposta nos jogadores da nossa formação)...
    O Benfica deve muito, é uma verdade insofismável, a este presidente - não será necessário estar aqui a enumerar toda a obra que tem feita. Mas LFV e quem o acompanha na direção do clube não podem deitar-se à sombra da obra realizada. Muito menos deverá o presidente olvidar que o Benfica sempre foi um clube democrático e que aos seus sócios, que ele tantas vezes evoca como o principal ativo do clube, cabe, como sempre coube, uma palavra no que respeita à gestão do mesmo. Os sócios e todos os outros adeptos querem vitórias e títulos no futebol (nas modalidades estamos bem, muitíssimo bem). Para que isso seja possível, o clube tem de virar a agulha e acertar alguns rumos que a vida se encarregou de provar não terem sido os mais corretos. O presidente, a direção,sabem isso.
    Aos sócios e adeptos caberá apresentar candidatos em que depositem esperanças para um futuro melhor do Glorioso. Caber-lhes-á, ainda, e sempre, EXIGIR, mas também RESPEITAR os órgãos legitimamente eleitos.

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  8. REDMOON

    Para evitar dispersões não adjectivar o teu post como o mereceria, vou simplesmente dizer que este é o posto do momento no momento certo.

    Não vou falar dos meuss tempos porque porque a isso chama-se memórias e para isso escreveria vários livros.

    Este é um texto que merece reflexão, ponderada, (((como o post))) objectiva e consequente ms que há muito tambem constatei que a cegueira de alguns Benfiquistas não lho permite pois, a não ser assim o numero de comentários seria muito mais exponencial.

    Se noto que da parte daqueles que não apoiam Viera se nota alguma intransigência que para os seguidistas é um figo a que eles procuram extrair todas as graínhas danto pasto às mais disparatadas justificações em quase acaba a discutir o sexo dos anjos e do qual saem ufanos de mais uma vitória.

    Perante este texto eles só têm um refugio: Engolir em seco e ficar calados como ratos porque reconhecem que, como diz o post, a democracia, a essência e os valores do Benfica vão aos poucos sendo incinerados por alguém que se julga o salvador, o protector e o dono deste Benfica.

    Não o vai conseguir, pesem todas as maldades que lhe tem feito e que por cansaço me vou dispensar de voltar a inumerar.

    Mas este ditador de meia tijela já começou a perceber que tem os dias contados, que a sua demagogia se esgotou e que por mais que se contradiga, por mais coelhos que procure tirara da cartola, por mais cambalhotas que ainda tenha para dar sabe que a cambalhota mortal está próxima.

    Cairá por ele próprio, apodrecido no próprio pântano no qual ele depositou a lama.

    Como bem dizes tentou e conseguiu, por tempos, silenciar a oposiçaõa e esta, a responsável cinicamente fez-lhe a vontade dando-lhe redea até ele se estampra.

    Nas ultimas eleições valeu-se de um golpe palaciano e nem a validação de um candidato, sem condições que ele validou lhe serviu para branquear o golpe.

    Desta vez a sua chico-espertice teve resposta procurando dividir os rostos da oposição e pese o desertor que fará parte da sua lista teve u supremo azar, de a um mês das eleições se partir a primeira pata da cadeira.

    O chumbo do R&C foi o principio do seu fim que continuará, coisa inédita no Benfica em tempo de constestação, com uma ida às urnas que redundará num autêntico plebiscito.

    Não vai haver lista de oposição ((embora muito pessoalmente muito gostaria que houvesse mas os rostos da maioria opositora achou por vem não avançar no que, pese o meu desprovimento de sadismo, ser sádico até me dá algum gozo.

    NÃO VAI HAVER LISTA OPOSITORA. Teremos um rei eleito com o sim e o voto em branco.

    Isto estava decidido antes do chumbo do R&C e nem essa lufada de ar fresco levou a que o oportunismo da situação levou a que a decisão se alterasse.

    Pela primeira vez na história do Glorioso a oposição espera que se parta mais uma pata da cadeira que pelos ventos que correm não demorará muito.

    Atrever-me-ia, para que tal aconteça a antecipar aqui factos e situações que pouco duvido que aconteçam mas virei por aqui por a cabeça no cepo se Viera acabar o próximo mandato que ele até dilatou mercê de mais um golpe estatutário que os verdadeiros Benfiquistas corrigirão no futuro.

    O Povo português, honesto e crente, teve sempre ao longo da sua história muita dificuldade em lidar com os manhosos.

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    1. Tento escrever o melhor que sei, baseado no pouco que conheço e no pouco que vou vendo, no fundo no que a minha sensibilidade me diz.

      Leio sempre com interesse aquilo que escreves, mesmo discordando algumas vezes, é que pelo menos tens a vantagem de poderes falar de coisas que conheces por dentro.

      Quando dizes que nao gostas de falar do passado e das memorias, acho que é um erro, porque sao essas, as memorias e as coisas que conheces, o teu valor acrescentado.

      Eu, se tivesse as tuas memórias, acredita que era sobre elas que escreveria quase sempre.

      Abraço



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