Exclusivo NGB: Ideia 6. Formação - Projecto Mística
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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Exclusivo NGB: Ideia 6. Formação - Projecto Mística

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Parece-me que com uma infra-estrutura como a do Caixa Futebol Campus e com milhões investidos em prospecção de jogadores desde os 8 anos, é impossível hoje em dia dizermos que o SLBenfica não tem jogadores com capacidade para lançar na primeira equipa.

O problema é outro: Chama-se transição para o contexto de futebol profissional

A realidade é que jogadores que marcam efectiva diferença nos juniores, ou mesmo agora na equipa B, efectivamente têm sérias dificuldades em se afirmar no plantel principal e em evidenciar uma preparação física e mental que lhes permita imporem-se num plantel muitíssimo forte e que custa milhões... e com milhões de interesses de "amigos" e empresários a gravitar em torno do Clube.

Nesse sentido, a minha ideia passa por constituir de um Projecto Bi-anual de Acompanhamento e Desenvolvimento do Atleta da Formação do escalão Sub18 em diante, com vista à sua integração, como reforço e mais-valia imediata, no plantel principal do SLBenfica.

Modelo de Funcionamento:

O Projecto arrancaria com cinco jogadores entre os 18 e os 21 anos, formados no SLBenfica e seleccionados pela equipa de projecto abaixo descrita em função do seu potencial, necessidades da equipa principal e possibilidades de confirmação do potencial de evolução.

Durante dois anos os jogadores seriam acompanhados nas dimensões físicas, de treino e psicológicas/mentais, no sentido de os preparar para um processo de integração rápida e valorativa no plantel principal do SLBenfica como reforços efectivos.

O arranque do projecto, porque há matéria prima com qualidade como Nelson Oliveira ou Ivan Cavaleiro, excepcionalmente poderia haver uma transição logo no primeiro ano, pelo que no final desse ano, dois jogadores teriam sido já preparados nas diferentes dimensões de trabalho para integrarem o plantel principal (ou sairem do projecto caso não tenham correspondido ao longo do ano).

No segundo ano (tal como nos seguintes daí em diante), dois novos jogadores integrarão o plano de dois anos de acompanhamento e no final desse ano, dois dos que transitam do primeiro ano, integrarão o plantel principal (ou sairão do projecto caso não correspondam).

Na prática estabelecer-se-ia um modelo de rotatividade dentro do modelo, em que idealmente os atletas fariam parte deste projecto durante um mínimo de uma temporada e um máximo de três, acompanhados de perto por uma estrutura profissional e científica que os ajudasse nas dimensões:

- Física
- Treino
- Mental

O objectivo passaria por reforçar o plano de transição das camadas jovens para os seniores, mesmo para aqueles jogadores que, por motivos competitivos, é mais relevante estarem emprestados do que na equipa B. Nesses casos, haveria uma comunicação permanente com o clube de destino, nessas mesmas dimensões de trabalho e uma escolha criteriosa dos clubes onde os jogadores pudessem evoluir por forma a manter os principios do plano de formação.

Um dos factores fundamentais, ao nível do treino mental, por exemplo, passaria por ter jovens mais habilitados a lidar com o processo de transição e com a "mentalidade fácil" de promoção da imprensa ou dos adeptos, evitando comportamentos desviantes como teve o Nelson Oliveira ou João Cancelo.

Por outro lado, daria ao treinador da equipa principal, que responderia ao lider deste projecto, uma visão de médio prazo a acompanhar também ele os jogadores e com isso facilitando a sua integração e selecção inicial para integração no projecto. Desta forma, os jogadores ao invés de chegarem "demasiado verdes", chegariam já com uma estrutura mental e física mais evoluida e com menor sujeição ao erro prematuro e, com isso mais rapidamente se tornariam soluções efectivas reduzindo drasticamente as necessidades de investimento do SLBenfica em reforços para o plantel principal, ao mesmo tempo que valoriza jogadores que poderão, seguramente, vir a constituir receitas extraordinárias com vendas.


Estrutura Organizativa:


Sob a Liderança directa do Director Geral da SAD (já aqui expliquei no tópico Exclusivo NGB: Ideia 1. - O Presidente a importância de rever este cargo), deveria ser criada uma equipa suportada em três segmentos:

a) Elementos do Laboratorio de Optimização de Rendimento Desportivo acompanhará com regularidade os jogadores, integrados com as equipas técnicas dos clubes de destino onde estarão emprestados, para colaborar activamente na optimização do rendimento desportivo.

b) Elementos do Dpt. de Prospecção que acompanharã com regularidade os jogos e treinos dos 5 atletas do programa, igualmente em colaboração com as equipas técnicas dos clubes de destino.

c) As equipas técnicas dos escalões de formação do SLBenfica onde actuam os jogadores e/ou os clubes de destino, no caso de estarem emprestados.

O Director Geral da SAD, teria uma relação pessoal directa e frequente com os atletas, para monitorizar todo o projecto.

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